prevenção de quedas em idosos

As quedas em idosos são reconhecidas como epidemia no Brasil, mas, na maior parte das vezes, podem ser evitadas. Aprenda dicas de prevenção de quedas em idosos!

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa vem aumentando consideravelmente e a expectativa é que este número cresça ainda mais nos próximos anos. Isso é uma notícia boa, pois significa que estamos vivendo mais. Contudo, apesar de todo avanço tecnológico, uma coisa ainda não mudou: o nosso organismo – com o avanço da idade, ele vai se tornando mais debilitado, de forma natural e gradual.

Por isso, é preciso estar atento à saúde dos mais velhos, já que a incidência de quedas de idosos em ambiente familiar é maior do que se imagina. Estima-se que 30% desta população caia pelo menos uma vez ao ano. São muitos os fatores associados à queda, como:

  • Fraqueza muscular;
  • Vertigem;
  • Diminuição do equilíbrio;
  • Confusão mental;
  • Uso excessivo de medicação;
  • Problemas de visão.

Mesmo idosos ativos e sem problemas de saúde podem sofrer acidentes, justamente por estarem mais expostos às atividades arriscadas.

O avanço da idade demanda, também, a ampliação dos cuidados e as medidas de prevenção no ambiente que uma pessoa mais velha vive. Para auxiliar, listamos algumas orientações importantes para prevenção de quedas em idosos e dicas de como evitar acidentes!

#1 Manter hábitos saudáveis

Praticar atividades físicas para fortalecer a musculatura e aumentar a flexibilidade, assim como manter uma hidratação adequada e alimentação equilibrada, são hábitos muito importantes na prevenção de quedas em idosos. Em alguns casos, e com indicação médica, pode ser necessário complementar a nutrição com ingestão de cálcio e vitamina D, por exemplo.

#2 Acompanhamento médico preventivo

As quedas podem ocorrer em decorrência de problemas de saúde que o idoso nem sabe que tem. Por isso, o acompanhamento médico é indispensável para a prevenção de quedas em idosos: comparecer às consultas de rotina com oftalmologista, otorrinolaringologista, cardiologista e geriatra, além de manter exames clínicos em dia, pode salvar vidas.

Se o idoso faz uso de medicação contínua, é importante ajudá-lo neste controle, para que o medicamento prescrito seja administrado na dose e hora certas.

#3 Manter a casa segura

As incidências mais recorrentes de queda ocorrem em casa, geralmente onde o idoso costuma se sentir mais seguro. Para evitá-las, é importante adaptar os ambientes, tornando a casa mais segura.

Confira sete dicas valiosas para evitar acidentes:

  • Deixar os ambientes com menos móveis e objetos que possam se tornar obstáculos ao idoso;
  • Melhorar a iluminação nos cômodos da casa – principalmente os mais utilizados pelo idoso;
  • Ajustar a altura da cama e do vaso sanitário;
  • Instalar barras de apoio próximos à cama e no banheiro – especialmente dentro do box;
  • Instalar corrimão nas escadas e fitas antiderrapantes nos degraus;
  • Se optar pelo uso de tapetes, escolha os antiderrapantes que fixam melhor ao chão;
  • Incentivar o uso de calçados com sola de borracha, antiderrapantes, que sejam confortáveis e seguros aos pés.

Para conferir mais orientações sobre como deixar a casa segura para idosos, clique aqui!

Ainda que todas essas e outras orientações sejam seguidas para a prevenção de quedas em idosos, a possibilidade de um acidente não está 100% descartada. Os primeiros 60 minutos que se leva para prestação de socorro, a chamada Golden Hour pode determinar quais consequências físicas e psicológicas uma queda pode trazer para a vida do idoso. Por isso, é preciso estar preparado para prestar o melhor e mais rápido atendimento.

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idosa utilizando aparelho de teleassistência

O números de idosos está crescendo e a cada dia surgem novas oportunidades de negócio para este público. Conheça o serviço de teleassistência e como empreender!

O serviço de teleassistência surgiu nos Estados Unidos por volta dos anos 80, com o objetivo de reduzir o tempo de internação nos hospitais e manter a autonomia dos idosos em casa.  Mais de 20 anos depois, esse serviço chegou ao Brasil e, por aqui, tem se popularizado especialmente devido ao avanço rápido da expectativa de vida e às novas composições familiares – idosos ativos vivendo sozinhos e envelhecendo em casa.

Esta tendência tem trazido muitas oportunidades para os novos empreendedores, que podem incorporar os serviços dessa área de atuação a diversos nichos de mercado.

Entenda o que é o serviço de teleassistência e como funciona este modelo de negócio!

O termo teleassistência pode ser descrito como atendimento à distância, e consiste em atender, no menor tempo possível, pessoas que sofreram alguma emergência. No entanto, o atendimento de emergência não é realizado pelo serviço de teleassistência: ele apenas executa ações que viabilizam o atendimento ao usuário.

Como o serviço de teleassistência funciona na prática?

Ele é uma tecnologia assistiva operada por meio de um sistema responsivo de emergência pessoal (PERSPersonal Emergency Response System, na sigla em inglês). Com o PERS, o usuário pressiona um botão e o equipamento liga para uma central de atendimento, com atendentes disponíveis 24 horas, ou diretamente para número de familiares (dependendo do equipamento utilizado).

O modelo mais sofisticado em termos de recursos é o PERS 4200: ele é um console instalado na casa do cliente, conectado à sua linha telefônica fixa, e que acompanha um botão de emergência à prova d’água que pode ser utilizado como pingente ou pulseira.

Em caso de emergência, o usuário pressiona o botão, e então o equipamento disca para uma central 24h, sendo atendido por uma equipe capacitada que executa o plano de ação, definido previamente pelo usuário. O plano de ação pode incluir medidas como ligar para familiares, serviço de remoção, plano de saúde, emergência etc.

Além disso, o PERS 4200 pode ser instalado com diversos acessórios. Juntamente com o botão de emergência, o equipamento pode se comunicar com sensor de fumaça, sensor de movimento, sensor de queda, dispensador eletrônico de medicamentos, entre outros. Além dos dispositivos que são instalados na residência,  há os equipamentos móveis de teleassistência, para uso fora de casa. Entre eles está o Mini Rastreador Pessoal (IGO).

Como implantar uma empresa de teleassistência?

Quem deseja começar um negócio de emergência pessoal normalmente oferece o sistema completo de teleassistência ao cliente: equipamento + serviço (atendimento 24h).

Alguns empreendedores optam por formar uma equipe e realizar o atendimento, outros preferem terceirizar o serviço contratando uma Central  de Atendimento especializada, e há ainda aqueles que integram o atendimento a uma Central de Monitoramento já existente – de segurança pessoal, patrimonial ou veicular, por exemplo.

Para realizar o atendimento, seja ele exclusivo ou vinculado a outro segmento, você não precisa manter um ponto físico, nem equipe alocada, já que a plataforma de atendimento é 100% online e opera com cloud computing (mais conhecida como nuvem). Basta apenas alguns computadores e acesso à internet.

Como funciona o modelo de negócio?

O negócio de teleassistência segue o modelo de revenda, em que o empreendedor adquire os equipamentos e comercializa-os, nas suas condições, ao cliente.

No caso da emergência pessoal, na maioria das vezes, o equipamento não é vendido ao usuário, mas disponibilizado em forma de comodato. Ou seja, você instala o console na casa do cliente e cobra mensalidade pelo sistema todo, durante um período determinado em contrato. Quando o contrato acabar, você pode renová-lo ou reutilizar o equipamento com outro usuário.

Isso garante que você tenha receita recorrente, visto que o produto já foi pago ao fornecedor e você continua obtendo lucro com ele por toda sua vida útil.

O modelo de receita recorrente, também conhecido como modelo de assinaturas, é uma tendência nos negócios para os próximos anos: Netflix, Spotify e Kindle são alguns dos mais famosos exemplos.

Para quem oferecer o serviço de teleassistência?

Uma das grandes vantagens do serviço de teleassistência é a abrangência.

Embora o conceito tenha sido desenvolvido com foco em idosos e este seja realmente o maior público consumidor, há muitos nichos carentes de tecnologias assistivas.

Confira alguns dos perfis de usuários que podem ser atendidos pelos serviços de teleassistência:

  • Idosos: principais usuários de emergência pessoal, não abrem mão da autonomia, mas não podem ficar desassistidos em situações de emergência;
  • Crianças e adolescentes: especialmente se ficam sozinhos em casa durante parte do dia, ou costumam sair desacompanhados;
  • Gestantes: em repouso ou não, são suscetíveis a oscilações de pressão arterial, infecções e outras emergências;
  • Deficientes físicos: para que se sintam mais seguros ao realizar as atividades do dia a dia, mas possam ser atendidos se houver necessidade;
  • Pós-operados: após a desospitalização, é importante que o paciente seja monitorado e possa chamar ajuda sempre que necessário;
  • Pessoas que prezam pela segurança: para que possam ser localizados em qualquer situação.

É importante ressaltar, no entanto, que o público-alvo do serviço de teleassistência geralmente não é o usuário, mas seus familiares. São estas as pessoas que, por diversos motivos, não podem estar presentes em tempo integral e buscam alternativas para ficarem mais tranquilos.

Agora que você já conhece as possibilidades dos serviços de teleassistência, descubra como empreender no mercado de Emergência Pessoal! Clique AQUI e baixe GRATUITAMENTE o material “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio“.

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estágios da síndrome de Alzheimer

Os 3 estágios do Alzheimer são caracterizados pelas alterações progressivas dos sintomas da Doença. Conheça quais são e como você pode ajudar em cada fase!

Muitas pessoas associam a Doença de Alzheimer ao esquecimento, por esse ser um dos primeiros sintomas manifestados, mas os demais efeitos da doença preocupam bem mais. Com o tempo, eles evoluem até o momento em que o paciente perde o total controle sobre as funções do seu organismo. Este declínio pode ser percebido em três fases bem distintas, conhecidas como os 3 Estágios do Alzheimer. Saiba mais!

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa em que, progressivamente, os neurônios se deterioram até o total comprometimento das funções do cérebro.

No Brasil, são quase 1,2 milhões de pessoas diagnosticadas com Alzheimer e, a cada ano, surgem 100 mil novos casos. Embora também possa ocorrer em pessoas jovens, o principal fator de risco para a Doença de Alzheimer é o avanço da idade. Por esse motivo, a grande maioria das ocorrências é em idosos.

Familiares e cuidadores devem ter muita atenção e paciência no trato com o paciente de Alzheimer – enquanto alguns idosos sequer percebem as alterações, outros negam ajuda por medo de perder sua autonomia.

Por ser uma doença que evolui gradativamente, há uma convenção entre os profissionais de saúde que classifica a Doença de Alzheimer em três estágios do Alzheimer, caracterizados pelos sintomas manifestados ao longo do tempo. Conheça cada um deles:

 #1 Estágio Inicial

Dura entre dois e quatro anos e, para os médicos, esta é considerada a fase mais complicada da doença devido à dificuldade em realizar o diagnóstico e à falta de conhecimento por parte da família.

Desde o início, é muito importante que os familiares entendam e apoiem a pessoa com Alzheimer, para que nenhum cuidado seja negligenciado.

principal característica do Estágio Inicial da Doença de Alzheimer é o esquecimento, mas também existem outros sintomas que podem sugerir, o que gera a necessidade de uma avaliação específica:

  • Desorientação Topográfica (quando o paciente não consegue mais reconhecer ou deslocar-se para locais familiares);

  • Repetir perguntas e histórias com frequência;

  • Deixar de fazer compras ou pagar contas;

  • Não alimentar ou higienizar animais de estimação.

Por serem sutis, no entanto, os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças (Hipotireoidismo, Depressão, Diabetes, entre outras), com os efeitos colaterais de algum medicamento, ou até mesmo associados às confusões próprias do avanço da idade.

Para desacelerar os sintomas, os familiares devem incentivar a prática de atividades que estimulem a memória do idoso, como leitura, dança e jogos de tabuleiro.

#2 Estágio Moderado

Geralmente, é a fase mais longa da Doença de Alzheimer, e dura entre dois a 10 anos. Caracteriza-se pela manifestação de dificuldades cognitivas, que limitam algumas funções rotineiras e podem ser a causa de confusões mentais e até acidentes. Casos de agressividade e apatia também são frequentes, sendo necessário que os familiares demonstrem afeto e paciência.

Sintomas comuns do Estágio Moderado do Alzheimer:

  • Dificuldade para tarefas simples, como vestir-se  ou cozinhar;

  • Perda mais acentuada da memória recente;

  • Incapacidade de ler e escrever;

  • Não reconhecimento de pessoas próximas.

Para evitar que o idoso se machuque (já que a queda em idosos pode ter sérias consequências), devem ser tomadas medidas de precaução, como tornar a casa mais segura para pessoas na terceira idade, removendo tapetes e instalando barras de apoio, por exemplo. O uso de tecnologias assistivas, como os Sistemas de Emergência Pessoal, também ajudam na manutenção da autonomia do paciente de Alzheimer, pois permitem que ele chame ajuda em caso de emergência de forma prática, rápida e fácil.

#3 Estágio Avançado

É o último dos estágios do Alzheimer antes do óbito; e dura de um a três anos. Para familiares e cuidadores, certamente é a fase mais difícil, pois leva o idoso à dependência total. Gradativamente, o paciente vai se desconectando do mundo, quando não reconhece as pessoas mais próximas, como esposa, filhos e netos, e nem a si mesmo.

O Estágio Avançado é marcado pelos seguintes sintomas:

  • Incapacidade de comunicar-se verbalmente;

  • Incontinência urinária e fecal;

  • Dependência para realizar a higiene pessoal;

  • Alimentação por sonda ou com ajuda de terceiros.

Embora não haja cura para a Doença de Alzheimer, o tratamento com medicamentos e terapias ajuda a minimizar os sintomas e é fundamental para que o idoso possa viver com mais qualidade. Exercícios físicos, boa alimentação e a presença dos familiares e amigos também produzem efeitos muito positivos na saúde do paciente com Alzheimer.

Para ficar sempre informado sobre as principais dicas sobre cuidados e bem-estar de pessoas na terceira idade, acesse a categoria sobre Idosos aqui do blog!

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queda em idosos

As quedas são os acidentes mais frequentes e perigosos entre os idosos. Nesse post, você confere dicas para evitar as principais causas desse problema.

A queda é o acidente doméstico mais frequente e perigoso para os idosos. Isso porque com o avançar da idade, as estruturas óssea e muscular, bem como as articulações, ficam debilitadas e levam muito mais tempo para se recuperarem. Sendo assim, ter conhecimento sobre os principais fatores de risco para a queda em idosos é muito importante para que seja possível evitá-la e preservar ao máximo a saúde dos seus familiares.

Esse tipo de acidente se torna muito frequente nos idosos por uma série de motivos. Alguns deles são inerentes ao estado de saúde do idoso, tais como o controle postural, o equilíbrio, a visão, a audição e até mesmo a força muscular que podem estar comprometidos.

Além disso, há os fatores ambientais e comportamentais, que podem ser cumulativos. Dentre eles estão o grau de dependência de terceiros para atividades básicas, o sedentarismo, os obstáculos do ambiente domiciliar, entre outros.

Para conseguir reduzir o índice de acidentes com os entes queridos com quem você convive, confira abaixo os principais fatores de risco que levam à queda em idosos.

Principais fatores de risco para a queda em idosos

De acordo com levantamento feito em hospitais do SUS em São Paulo, em 60% dos casos de internações por queda de idosos, o paciente é mulher. O motivo seria o fato de as mulheres terem menor massa muscular e serem mais ativas do que os homens no ambiente domiciliar, envolvendo-se diariamente em atividades domésticas.

Já quanto aos fatores externos, os principais facilitadores da queda de idosos são o uso de medicamentos, o perfil comportamental do idoso e o uso de sapatos inadequados. A combinação de fármacos pode alterar o nível de consciência, gerar sonolência e prejudicar a visão. Os sapatos inadequados, como chinelos ou aqueles com salto superior a dois centímetros, também possuem papel agravante nessa situação.

Comportamentalmente, há dois fatores a considerar: o primeiro é o nível de sedentarismo – ou seja, idosos que não se exercitam ficam com as estruturas óssea, muscular e com as articulações mais frágeis, ocasionando em mais quedas por fraqueza e desequilíbrio; o segundo ponto a considerar é o índice de atividade dentro de casa, porque quanto mais o idoso circula em ambientes com objetos que apresentem um obstáculo em seu caminho, maiores os índices de tombos.

Para facilitar sua visualização dos principais fatores de risco para a queda em idosos, confira a lista abaixo.

Riscos de queda relacionados à idade:

  • Gênero: o sexo feminino tem maior risco de queda, então atenção especial às idosas;
  • Histórico prévio de quedas;
  • Uso de 4 ou mais medicamentos simultaneamente;
  • Dificuldades em andar ou desequilíbrio;
  • Dificuldades cognitivas;
  • Alterações da visão;
  • Alterações ortopédicas
  • Estado psicológico;
  • Grau de dependência.

Riscos de queda relacionados ao ambiente

  • Iluminação ineficiente;
  • Piso escorregadio;
  • Ausência de corrimão;
  • Tapetes soltos;
  • Obstáculos mobiliários;
  • Roupas muito largas;
  • Sapatos inadequados.

  Riscos de queda relacionados ao comportamento

  • Sedentarismo;
  • Alta atividade doméstica.

Como prevenir a queda em idosos

Evitar esse tipo de acidente muitas vezes significa evitar também uma grave fratura óssea, medicações fortes e até mesmo uma cirurgia ortopédica, pois essas são situações que frequentemente se tornam consequências das quedas em idosos. Além disso, esses fatores podem acarretar em um efeito dominó com demais problemas de saúde.

Há uma série de medidas preventivas que você pode adotar hoje mesmo para proteger melhor seus idosos, são elas:

  • Promover e incentivar a prática de atividades físicas para reforço muscular e equilíbrio
  • Remover possíveis obstáculos das áreas de circulação da casa, como mesas de centro;
  • Deixar os objetos mais utilizados no dia a dia em local de fácil acesso;
  • Evitar o uso de tapetes, sobretudo no banheiro;
  • Manter uma boa iluminação interna, utilizando lâmpadas fluorescentes ou de LED;
  • Disponibilizar um abajur ou interruptor de luz ao lado da cama do idoso;
  • Dispor de calçados adequados, com solado antiderrapante, fechados e que possam ser presos ao redor dos calcanhares, preferencialmente com velcro.

Cuidar adequadamente de um idoso, oferecendo-lhe segurança, acolhimento e atenção, muitas vezes é cansativo e desafiador, mas não permita que a rotina atarefada do dia a dia o distraia desses pequenos cuidados que podem significar muito à saúde do seu familiar. Lembre-se sempreda máxima: prevenir sempre é melhor que remediar. E se, mesmo com todas as medidas de prevenção, o idoso possuir ocorrências de queda, considere utilizar os Sistemas de Emergência Pessoal! Para saber mais, entre em contato com a Tecnosenior!

Veja mais dicas aqui no blog da Tecnosenior sobre cuidados com os idosos!

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Franquias e revendas seguem modelos de negócio preestabelecidos, mas são voltadas a diferentes perfis de empreendedores. Descubra as diferenças entre elas!

Na hora de abrir uma empresa, alguns empreendedores ficam em dúvida sobre o modelo ideal de negócio para seu perfil. São muitas opções e, para diversos segmentos, aproveitar um formato ou um modelo de negócio que já está dando certo, como uma franquia ou revenda,  pode ser mais vantajoso do que começar do zero.

 

Neste artigo, você entenderá o que são franquias e revendas, e quais são as principais diferenças entre elas, para uma tomada de decisão mais segura. Confira!

Empreender é o sonho de muitos brasileiros. Mesmo com tanta burocracia, impostos e a crise econômica, o Brasil registrou, nos últimos 15 anos, crescimento de 70% na taxa de empreendedorismo. Segundo a pesquisa GEM Brasil 2016 (Global Entrepreneurship Monitor), que apresenta o panorama do empreendedorismo no Brasil e no mundo, quatro em cada 10 brasileiros são empreendedores – em implementação ou já vigentes.

No entanto, uma das incertezas mais comuns durante a elaboração do plano de negócio é sobre o modelo: franquia ou revenda? Tudo vai depender de quanto investimento pessoal e financeiro será aplicado.

O que é uma franquia?

Franquias são como um pacote pronto: o franqueado (empreendedor) compra do franqueador (dono da rede) o direito de utilização da marca, a infraestrutura e o know-how sobre o negócio. Para ter acesso a este pacote, o franqueado, por sua vez, paga ao franqueador, entre outras taxas, os tradicionais royalties, que geralmente são mensais. Tudo isso por um determinado período de tempo, previsto em contrato.

Neste caso, o empreendedor recebe um modelo de negócios completo, englobando também o acesso aos sistemas, política de gestão, treinamentos e suporte.  Há uma importante economia em não ter que desenvolver isso tudo do zero e ganha-se muito tempo em não precisar passar pelas etapas de tentativa e erro.

O principal desafio desse modelo de negócio é a falta de liberdade do empreendedor. Em grande parte dos contratos de franquia, o franqueado deve seguir à risca os padrões, que implicam, muitas vezes, em custos altos.

Com uma gestão mais rígida, o empreendedor não tem autonomia para arriscar e inovar, e dificilmente consegue realizar ações que gerem significativa redução de custos operacionais.

Como funciona uma revenda?

O princípio da revenda é bem simples: o empreendedor adquire os produtos e vende a outras pessoas, nas condições que ele definir.

Na contratação, o empreendedor também recebe treinamento operacional e apoio para o planejamento do negócio, porém também tem liberdade para comercializar produtos e serviços de outros fornecedores.

Em comparação com as franquias, o empresário tem maior autonomia: ele que decide como será seu modelo de gestão, quanto e como investirá em publicidade, como será seu ponto de venda, seu atendimento aos clientes e seu relacionamento com funcionários e fornecedores. Ou seja, ele consegue transferir seus valores pessoais para a empresa e deixá-la com “a sua cara”.

Outra diferença entre franquia e revenda é que, neste segundo modelo, o investimento inicial costuma ser menor. Isso é porque alguns fornecedores não condicionam valor ou quantidade mínimos para compra, o que pode ser uma bela vantagem para quem está começando. Além disso, o empresário não precisa arcar com a taxa inicial de franquia.

Qual o melhor modelo entre franquia e revenda?

Infelizmente, não há resposta certa para esta pergunta, já que as duas modalidades são voltadas a diferentes perfis de empreendedores. Em muitos casos, um revendedor é um empreendedor mais experiente. Já quem busca pela franquia topa pagar mais e seguir as normas para não se arriscar em um modelo de gestão que não domina.

Você conseguiu identificar qual o seu perfil? Descobriu qual modelo de negócio melhor atende seu potencial de investimento e suas expectativas? Lembre-se que pesquisar é um passo muito importante, mas o que realmente irá lhe trazer retorno é colocar a mão na massa.

Para conhecer o modelo de negócio de teleassistência, clique AQUI e faça o download do E-book “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio”. Já se você deseja entrar de vez nesse ramo e começar o seu negócio agora, veja como ser um revendedor Tecnosenior!

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Esta é a dúvida de muitos familiares, especialmente pelo alto custo mensal e pela boa saúde do idoso. Afinal, vale a pena fazer plano de saúde para idosos?

No Brasil, um plano de saúde para idosos custa, em média, R$ 1.500,00 por mês, o que corresponde a uma despesa anual de quase R$ 20.000,00. Devido ao alto custo, muitas famílias têm ficado em dúvida sobre a necessidade desse investimento, especialmente por que muitos idosos são saudáveis e autônomos, e não precisam de acompanhamento médico regular.

Alguns familiares, inclusive, cogitam fazer uma poupança em vez do plano de saúde, para que tenham uma reserva à disposição em caso de emergência.

Mas, o que será mais indicado: garantir o atendimento com antecedência ou pagar procedimento particular somente quando houver necessidade?

Confira nossa análise e compartilhe conosco se você acha que vale a pena fazer um plano de saúde para idosos!

#1 Planejamento Financeiro

Quando você contrata um plano de saúde, passa a considerar a mensalidade em sua despesa mensal fixa e ajusta seu orçamento a ela. Você conta com esse investimento todos os meses e, em caso de necessidade de atendimento médico, você está seguro a qualquer momento.

Sem o plano de saúde, você não precisa desembolsar esse valor todos os meses, mas fica exposto a riscos financeiros em caso de doença súbita ou acidentes.

#2 Plano de saúde para idosos X Particular

O custo anual médio de um plano de saúde para idosos é de R$ 20.000,00, valor que, a princípio, assusta um pouco.

Em contrapartida, se você considerar o custo particular de uma internação em um bom hospital, com exames e medicamentos, este valor é o suficiente para cerca de 30 dias apenas.

#3 Plano de saúde X Poupança

Quando confrontamos o investimento para saúde em poupança, o plano de saúde ainda oferece mais segurança, por vários motivos:

  • O dinheiro guardado durante tanto tempo é consumido rapidamente em procedimentos particulares;
  • É um investimento sem destino específico: se durante o ano, você identificar qualquer outra situação que pareça demandar este valor, você perderá sua reserva para saúde;
  • A maioria dos brasileiros não possui o hábito e nem disciplina suficiente para economizar dinheiro;
  • O rendimento da poupança é insignificante.

#4 Plano de saúde X SUS

Embora o SUS ofereça todos os tipos de procedimentos, inclusive os de alta complexidade, o serviço como um todo é considerado ineficaz devido à alta demanda: estima-se que mais de 150 milhões de brasileiros dependam exclusivamente do SUS. Além disso, dados da ANS indicam que, nos últimos dois anos, mais de 2,7 milhões de pessoas ficaram sem convênio médico e passaram a depender do SUS, devido à perda do emprego ou à incapacidade de pagamento devido ao reajuste dos planos.
 

Isso reflete em vários aspectos da saúde pública:

  • Demora no agendamento de consultas e exames, pois não há profissionais nem estrutura suficientes para atender a todos com agilidade
  • Atendimento inadequado, pois os profissionais têm menos tempo para atender cada paciente
  • Defeito nos equipamentos, devido à sobrecarga da capacidade
  • Falta de medicamentos

#5 Prevenção

Pessoas cobertas por plano de saúde tendem a realizar mais ações de prevenção, como consultas de rotina e exames preventivos.

Quando os pacientes dependem de atendimento particular, são mais resistentes às medidas profiláticas e procuram atendimento médico somente em caso de necessidade – geralmente, em estágio avançado, o que demanda tratamentos mais caros.

 

No entanto, uma das desvantagens do plano de saúde para idosos é o período de carência: cada operadora pode determinar a carência para os procedimentos do plano, desde que não ultrapassem os prazos definidos pela Agência Nacional de Saúde.

De acordo com a tabela da ANS, até mesmo consultas e exames simples podem levar 180 dias para serem liberados:

 

Tratando de saúde, prevenir é sempre melhor do que remediar. Por esse motivo, fazer um plano de saúde para o idoso pode ser mais vantajoso do que arcar com atendimento particular.

Caso esteja em dúvida, consulte algumas operadoras de planos de saúde, solicite o contrato e analise as cláusulas para saber se estão de acordo com as expectativas da família. Se possível, peça a opinião do próprio idoso: ele se sentirá importante e muito mais disposto a seguir um tratamento de saúde no futuro.

 

 

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Segundo o IBGE, 11% das pessoas com depressão são idosos. Confira os principais sintomas da depressão em idosos e aprenda como ajudá-los na prevenção.

 

Nem só de boas memórias, sorrisos e sabedoria é feita a terceira idade. Envelhecer, infelizmente, é conviver rotineiramente com perda de entes queridos, surgimento de doenças, redução de renda e muitas vezes isolamento social. Esses fatores, combinados com fatores biológicos (hereditários), podem originar uma doença silenciosa que traz diversas consequências ruins: a depressão em idosos.

Preconceito e falta de conhecimento muitas vezes tornam mais difícil a identificação dos sintomas. Entretanto, o cuidado deve ser redobrado, uma vez que a depressão está entre as principais doenças mentais que atingem os idosos.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pessoas entre 60 e 64 anos de idade representam a faixa etária com maior proporção (11%) de diagnóstico de depressão. E este índice só vem aumentando com o passar dos anos.

Os fatores que podem estar acarretando no aumento da incidência da depressão em idosos são: aposentadoria e a consequente sensação de inutilidade, falta de realização profissional, redução de renda e dificuldades financeiras, isolamentos sociais, incidência de outras doenças e a morte de amigos e familiares.

Quem cuida (ou ajuda a cuidar) de idosos deve sempre ficar atento aos sinais de depressão, para que o  diagnóstico seja o mais breve possível. Confira os principais sintomas da depressão em idosos e, em seguida, aprenda como ajudá-los na prevenção.

Conheça os principais sintomas da depressão em idosos

Um dos maiores problemas da depressão na terceira idade é a dificuldade do diagnóstico, uma vez que os sintomas frequentemente são confundidos com preguiça, cansaço e alterações de humor característicos da idade.

No entanto, não tratar a doença adequadamente pode culminar em demência e até mesmo Alzheimer. Além disso, também é importante considerar que os sintomas podem ocasionar alimentação inadequada, sedentarismo, isolamento social, e muitas vezes até a falta de higiene. Esses fatores combinados podem não só gerar o surgimento de outras doenças, como também agravar àquelas já existentes.

Para conseguir identificar os sinais de depressão de maneira mais certeira, confira, abaixo, a lista com os principais sintomas.

  1. Humor depressivo durante a maior parte do dia, indicado por relato do idoso ou de terceiros;

  2. Diminuição drástica do interesse ou prazer em atividades antes prazerosas;

  3. Aumento ou diminuição incomuns do apetite,  perda ou ganho significativos de peso;

  4. Insônia ou sono excessivo;

  5. Fadiga ou perda de energia, agitação ou retardo psicomotor (capacidades cognitivas mais lentas).

  6. Sentimentos de inutilidade, culpa excessiva e inapropriada, “complexo de perseguição” ou medo exagerado de doenças graves;

  7. Redução na capacidade de concentração;

  8. Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio;

Os sintomas da depressão acarretam em sofrimento, prejuízos ocupacional e  social. Há situações em que eles podem ser causados por medicamentos, pelo uso de álcool ou por doenças neurológicas, infecciosas, metabólicas, endócrinas e cardiovasculares. Por isso é indispensável recorrer a um médico assim que os sintomas são identificados.

Como prevenir a depressão em idosos

Ainda que exista tratamento adequado para a depressão, prevenir sempre é a melhor opção. A melhor alternativa para evitar a doença, sem dúvidas, é incentivar os idosos à qualidade de vida generalizada, com uma rotina ativa e cultivar boas relações sociais.

Embora possa ser difícil para um idoso com saúde debilitada e situação financeira restrita sair de casa, há uma série de atividades possíveis. Entre elas estão leitura, frequentar cursos gratuitos, visitas a parques, ter encontros rotineiros com amigos e  participar de grupos de ginástica ou de dança de terceira idade na comunidade (muitas vezes gratuitas ou com baixo custo).

Lembre-se que o papel da família é fundamental tanto para prevenir, quanto para identificar os sintomas da depressão. Visitar, dar seu apoio, promover atividades que aumentem a autoestima e fomentem o convívio social são atitudes que podem transformar a vida de um idoso depressivo. Afinal, não é porque estão no fim de sua jornada, que a vida deles deve ser  que ser menos plena e feliz, não é mesmo?

Clique e veja mais mais dicas sobre como cuidar da saúde do idoso!

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Já imaginou ter um negócio com garantia de receita todos os meses? Descubra o que é a Economia da Recorrência e conheça as empresas que já aderiram ao modelo!

 

A cada dia o mundo do empreendedorismo está mais cheio de novidades. Atualmente, um dos modelos de negócios que mais tem se destacado é a economia de recorrência, também conhecida no Brasil como clube de assinaturas. Este modelo baseia-se na oferta de acesso aos benefícios do produto ou serviço mediante o pagamento de uma mensalidade, em vez de realizar a venda do produto em si.

Provavelmente a empresa Netflix tenha surgido em sua mente como um exemplo deste novo modelo, e realmente é um dos melhores.  Porém, não é algo tão novo nem exclusivo, apenas vem sendo explorado em novos segmentos.

Este é o mesmo formato praticado por academias de ginástica, escolas e estacionamentos: o cliente paga mensalidades somente enquanto usa os serviços, sem períodos de carência, de fidelidade ou multas por quebra de contrato.

Para o consumidor, esse modelo de contratação oferece muitas vantagens. Além da simplicidade da adesão ou do cancelamento, o cliente sente-se mais seguro em tomar a decisão de contratar, ao saber que não precisará se comprometer em manter um serviço que não lhe agrade. Se não gostou, basta cancelar e o compromisso com os pagamentos também é cessado no ato.  Ou seja: a relação comercial torna-se mais justa e transparente.

Que vantagens a Economia da Recorrência oferece às empresas?

Além de muitas vantagens aos clientes, as empresas também saem ganhando muito com a Economia da Recorrência. Uma das principais vantagens é a possibilidade de prever com maior assertividade os faturamentos futuros.

Isso é possível devido à empresa saber facilmente a quantidade de assinantes que terá no mês seguinte. Previsibilidade essa que se torna praticamente impossível no comércio tradicional. Assim, surpresas desagradáveis, como faturamentos muito abaixo do esperado e verba insuficiente para arcar com as contas mensais da empresa, raramente acontecem.

Os custos das mensalidades, geralmente baixos, também contribuem para a prosperidade desse modelo de negócio. Quanto menor o tamanho do investimento, proporcionalmente menor é o tamanho do esforço que o cliente faz para tomar sua decisão de contratação.

Por exemplo, considere que o cliente está decidindo entre comprar uma esteira elétrica que custa R$ 2 mil reais ou inscrever-se em uma academia que custe R$100 mensais,  lhe ofereça ampla variedade de equipamentos e a liberdade de cancelar seu contrato sem multas ou custos extras. Há muito mais chances de ele escolher a segunda opção.

Por fim, mas não menos importante, uma das maiores vantagens dos contratos por assinaturas é que manter a fidelidade dos clientes dá bem menos trabalho – e custa bem menos – que atrair novos. Manter relacionamento, motivação e incentivo aos clientes fiéis custa, em geral, 5 vezes menos que todos os investimentos necessários para atrair um cliente novo: visibilidade da marca, anúncios, promoções, comissões de vendas, entre outros.

Quais os segmentos de negócios que podem adotar a Economia da Recorrência?

Amplamente democráticos, os clubes de assinaturas são aplicáveis a praticamente todos os modelos de negócios. Confira se os insights abaixo são aplicáveis ao seu negócio.

Para quem trabalha com prestação de serviços, é possível criar uma mensalidade que garanta acesso ilimitado aos serviços durante o período contratado. Infoprodutores e empresas de educação, por sua vez, podem seguir o modelo da Netflix e cobrar uma mensalidade para acesso ilimitado ao seu conteúdo, em uma área restrita com senha.

Já quem trabalha com produtos físicos, pode inspirar-se nas mistery box, que cobram um valor fixo mensal para enviar um produto surpresa aos seus clientes. Há empresas desse estilo nos mais diversos nichos: cervejas artesanais, cafés especiais, produtos glúten free, maquiagem, acessórios da cultura nerd, e muito mais.

Que tal conhecer o modelo de receita recorrente no mercado de teleassistência para idosos? Considere que a economia da recorrência é uma tendência muito forte, além de garantir um faturamento recorrente e uma vida financeira mais saudável para sua empresa.

Quer saber mais? Entre em contato com a Tecnosenior agora mesmo!

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LTV, ROI e CAC: entenda como funcionam as três principais métricas que apontam o crescimento da sua empresa e aprenda a calculá-las de maneira rápida e prática.

 

Monitorar e analisar algumas métricas, como LTV, ROI e CAC, são ações indispensáveis para o crescimento do seu negócio. Por meio delas é possível identificar quanto sua empresa está rendendo, indicar erros pontuais a serem corrigidos e apontar tendências e oportunidades.

Porém, devido a grande quantidade de métricas existentes atualmente, é comum a confusão a respeito de quais devem ser consideradas. Em alguns casos, são levadas em conta aquelas conhecidas como “métricas da vaidade”, que indicam a popularidade de uma marca, mas não dizem muito os resultados financeiros da empresa, sobre suas vendas ou sobre seu crescimento.

Neste artigo, você irá descobrir quais são e como calcular os indicadores que realmente indicam se seus esforços estão no rumo certo. Serão apresentadas, pontualmente, as três principais métricas que apontam o crescimento da sua empresa e o retorno sobre investimento, sendo elas: LTV (Lifetime Value), ROI (Return on Investment) e CAC (Customer Acquisition Cost). Entenda como funcionam e aprenda a calculá-las de maneira rápida e prática. Acompanhe!

CAC – Custo de Aquisição do Cliente

Conforme o próprio nome já indica, este indicador levanta tudo que a empresa gasta, em termos de Vendas e Marketing, para fechar conquistar um cliente novo. Contempla todos os custos de Marketing (banco de dados, marketing digital, ações promocionais diversas, anúncios, softwares de automação, entre outros) e de Vendas (comissão de vendedores, despesas de deslocamento e viagens, telefone, entre outros).

Como Calcular o CAC?

Faça uma linha de corte em um determinado período, como por exemplo 1 mês, e calcular conforme abaixo:  

 

 (CUSTO DE MARKETING + CUSTO DE VENDA)

___________________________________________________ = CAC

TOTAL DE NOVOS CLIENTES

 

Para ficar mais claro, consideremos este exemplo prático.

Suponha que no mês de outubro, os custos de Marketing da sua empresa tenham sido de R$ 10 mil reais, os custos de vendas de R$15 mil reais, e que você tenha conquistado 100 novos clientes.

(R$10.000 + R$15.000)

___________________________________________________  = R$250

100

Ou seja, no caso do nosso exemplo, no mês de outubro sua empresa gastou R$ 250 reais para conquistar um novo cliente.

LTV – Lifetime Value

 O  Lifetime Value é a média de toda a  receita que um cliente gera durante seu relacionamento com a empresa. Esta métrica relaciona o ticket médio (valor médio por compra) e a quantidade de compras com o tempo total que um cliente continua comprando da sua empresa.

Como Calcular o LTV?

Para calcular o LTV, multiplique:

 

Ticket Médio (por compra)

X

Número de transações (por ano)

X

Média do tempo de relacionamento (em anos)

=

LTV

Consideremos, aqui, outro exemplo prático ilustrativo.

Suponha que o ticket médio dos clientes da sua empresa seja de R$ 500,00, que eles realizem em média 5 compras por ano, e que permaneçam ativos por 10 anos.

 

R$500 X 5 compras ao ano X 10 anos  = R$25.000

 

Ou seja, neste exemplo, concluímos que durante todo o seu ciclo de vida junto à empresa, um único cliente soma compras de R$25.000,00.  Relacionando o LTV com o CAC, podemos ainda dizer que nessa empresa custa R$250 atrair um novo cliente e esse mesmo gera receita de  R$25.000 em 10 anos.

O ROI –  Retorno Sobre Investimento

Muito conhecido por gestores de alta performance, o ROI é a métrica que aponta se determinada campanha ou projeto trouxeram lucros ou prejuízos para a empresa. Considera a receita e subtrai dela todos os custos globais da empresa ou do projeto em questão (custos fixos, variáveis, folha de pagamento, contratos, impostos, entre outros).  

Como Calcular o ROI?

Confira a equação abaixo:

 

(RECEITA – CUSTO DO INVESTIMENTO)

___________________________________________________ = ROI

CUSTO DO INVESTIMENTO

 

Analisemos, mais uma vez, de maneira prática. Considere que outubro sua empresa tenha lucrado R$ 50.000, e que os custos totais tenham somado R$ 25.000.

 

(R$50.000 – R$25.000)

___________________________________________________ = 1

R$25.000

 

O resultado final do cálculo do ROI sempre deve ser multiplicado por 100, para ser considerado em percentual. Sendo assim, no exemplo acima, sua empresa teve 100% de retorno sobre o investimento.

 Embora exijam um pouco de raciocínio e trabalhem com números grandes, calcular as três métricas mais importantes que apontam o crescimento do seu negócio (o CAC, o LTV e o ROI) é simples e totalmente praticável no seu dia a dia. Para facilitar os processos, você pode criar planilhas com todas as fórmulas no Excel e ir alimentando semanalmente.

Que tal começar hoje mesmo? Certamente em menos de um mês você já terá insights incríveis para potencializar a performance do seu negócio.

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Os Exploradores da Longevidade foram convocados para avaliar o Amazon Echo - um dispositivo de assistência virtual que promete revolucionar o poder de autonomia e controle das tarefas diárias dos idosos apenas com o uso da voz. Descubra o que eles acham dessa inovação!

A Tech-enhanced Life, comunidade norte-americana focada em melhorar a qualidade de vida dos idosos e seus familiares por meio da tecnologia, convocou seu time de Exploradores da Longevidade para testar e avaliar o Amazon Echo – um dispositivo de assistência virtual que promete revolucionar o poder de autonomia e controle das tarefas diárias apenas com o uso da voz.

Entenda como o Amazon Echo e Alexa funcionam e descubra o que os Exploradores da Longevidade acham dessa inovação!

 

Durante um dos círculos de interação realizado pela Tech-enhanced Life, o grupo de idosos denominado Exploradores da Longevidade recebeu a missão de testar o equipamento Amazon Echo, lançado como uma assistente virtual residencial. O objetivo era avaliar a viabilidade e a relevância para o público sênior, no intuito de indicar – ou não – um produto que realmente facilite a vida do idoso e estimule sua interação nas atividades da vida diária.

Como o Amazon Echo e Alexa funcionam?

O Amazon Echo é um equipamento eletrônico, na forma de um cilindro de 23 cm, cuja plataforma de inteligência artificial é operada por comando de voz e atende por Alexa. Ela reconhece e executa mais de 30 mil comandos, e sua função é auxiliar em demandas do dia a dia, desde configurar o despertador até apagar as luzes da casa, quando vinculado à automação residencial, por exemplo.

O dispositivo conta com sete alto-falantes e alguns microfones permanentes , que projetam o som em 360º, permitindo envio e recebimento de comandos mesmo à distância ou com ruídos no ambiente.

À primeira vista, Alexa lembra muito a Siri, famosa assistente virtual da Apple, mas propõe maior precisão nas informações e integração com aplicativos.

Conheça algumas funcionalidades do Amazon Echo

#1 Ouvir músicas e audiobooks

Ao vincular algum serviço de streaming, é possível dizer apenas “Toque tal música” ou “Toque tal estação de rádio” para que o Amazon Echo execute a ação. Spotify e iTunes são alguns dos serviços compatíveis.

#2 Ajustar luzes e temperatura

O Amazon Echo permite integração aos sistemas de automação residencial, em que o idoso pode desligar luzes e ajustar termostato sem necessidade de levantar da cama, por exemplo.

#3 “Como está o clima hoje?”

Quando quiser saber qual será o clima na sua região ou na cidade de algum familiar, basta perguntar à Alexa.

#4 Notícias

O idoso pode começar o dia bem informado com a ajuda do Amazon Echo: sempre que acionado, ele estará pronto para dar as notícias mais recentes, como um jornal em tempo real.

#5 Pedir comida ou Uber

Outro recurso bem interessante que o Amazon Echo promete é o uso do comando de voz para pedir delivery de comida ou transporte particular, como Uber.

Assista aqui ao vídeo do Amazon Echo (em inglês).

Opinião dos Exploradores da Longevidade

Após observações e testes, os membros dos Exploradores da Longevidade expressaram opiniões diferentes quanto à utilidade do Amazon Echo: enquanto alguns ficaram muito interessados no gadget, outros simplesmente ficaram indiferentes.

  • Algumas pessoas ficaram realmente impressionadas e se sentiram motivadas a comprar o produto;

  • Algumas pessoas afirmaram já ter acesso às funcionalidades do Amazon Echo a partir de seus smartphones, tablets e notebooks e, por esse motivo, descartariam a aquisição de outro equipamento;

  • Algumas pessoas demonstraram preocupação com sua privacidade, já que o equipamento mantém a captação do áudio do ambiente combinado à conexão com a internet em tempo integral;

  • Alguns acreditam que este tipo de tecnologia estimula o sedentarismo;

  • Alguns consideram que um assistente virtual facilita muito a vida de idosos, especialmente aos que moram sozinhos ou possuem alguma limitação.

Público habituado à tecnologia

É importante considerar que o público idoso norte-americano é muito diferente do brasileiro, principalmente em relação à tecnologia – eles têm o hábito de consumir tecnologia, utilizam smartphones e conhecem opções de automação residencial há muito tempo.

Essa cultura, no entanto, pode causar efeitos opostos: assim como estão mais propensos a entender e aceitar esse tipo de produto, também podem não expressar expectativa pois já estão adaptados a dispositivos com funções similares.

Ao final do círculo de discussão, os Exploradores da Longevidade concluíram que, embora o Alexa não faça mais do que seja possível utilizando outros produtos, é um equipamento muito interessante que as pessoas precisam ter para conseguir apreciar.

Isso é o que ocorre com as demais tecnologias, quando os consumidores não têm noção da relevância daquele produto para suas vidas até que experimentem. Enquanto isso, assim como a Tech-enhanced Life, continuamos com a missão de encontrar alternativas para melhorar a qualidade de vida dos idosos e garantir tranquilidade para seus familiares.

 

E você: gostaria de usar algum assistente virtual para você ou para seus pais?

Você sabia que já existem no Brasil sistema que funciona como uma assistente pessoal? Deixe seu comentário dizendo o que você pensa sobre as tecnologias assistivas e como você acredita que elas podem facilitar a vida dos idosos!

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