Como definir o público-alvo de uma empresa

Conhecer quem são os seus potenciais clientes é essencial para o sucesso do seu negócio. Descubra agora como definir o público-alvo de uma empresa!

A definição do público-alvo de uma empresa é uma das partes essenciais na construção de um plano de negócio. É um processo complexo, que demanda muita pesquisa e consiste em descobrir, com a maior precisão possível, quem são as pessoas atendidas por uma corporação.

Esta etapa deve ser priorizada tanto por empreendedores iniciantes, quando pelos mais experientes, visto que o objetivo é orientar as ações de comunicação para os clientes mais propensos a realizar uma conversão.

Entretanto, não se trata somente de atingir quem irá comprar seu produto ou serviço, mas também em reconhecer todas as pessoas que têm algo em comum com a sua marca e podem contribuir com ela ao longo do tempo.

Como identificar o público-alvo de uma empresa?

Mesmo nos casos em que uma consultoria terceirizada for contratada para esta tarefa, você deve estar 100% envolvido com o processo de definição do público-alvo do seu negócio. Isso é importante porque ele permeia todas as outras ações que serão adotadas pela empresa no futuro e pode-se dizer que está relacionado ao seu sucesso. Para isso, a participação ativa do gestor é indispensável.

A definição do público-alvo é obtida por meio de pesquisas, que podem ser realizadas pessoalmente, com um entrevistador e um questionário, ou pela internet, usando fóruns e ferramentas de pesquisa online. Algumas das mais conhecidas são SurveyMonkey e Formulários Google, entre outras.

Confira algumas dicas do que coletar com o público que atinge ou pretende atingir:

Abaixo você tem uma lista com os principais informações que ajudam a definir o público-alvo de uma empresa.

#1 Liste as informações mais relevantes sobre a pessoa

  • Gênero;

  • Idade;

  • Estado civil;

  • Localização;

  • Escolaridade;

  • Ocupação;

  • Renda;

  • Hobbies;

  • Marcas favoritas;

  • Interesses e motivações;

  • Hábitos de compra;

  • Formas de pagamento preferidas.

#2 Quais são seus problemas e angústias?

Descubra o que incomoda ou dificulta a vida desta pessoa, como por exemplo:

  • Mora em um imóvel muito pequeno ou distante do trabalho;

  • Tem pouco tempo livre com a família;

  • Preocupa-se com os pais idosos que moram sozinhos;

#3 Quais as soluções esperadas para o problema?

Entenda de que maneira a pessoa gostaria que o problema fosse resolvido. Seguindo o exemplo anterior:

  • Mudar para uma casa maior, em um bairro central;

  • Ter um emprego com flexibilidade de horário;

  • Possuir uma forma de comunicação simples com os pais, para checar se está tudo bem.

#4 Como essa pessoa consome informação?

Esta questão serve para descobrir quais são os canais e a linguagem de sua preferência, para que assim a sua empresa possa se comunicar pelos meios corretos, ou seja, aquelas utilizados pelo público-alvo.

#5 Com todos os dados em mãos, como você pode ajudá-los?

Enumere as formas com que sua empresa pode contribuir para resolver os problemas desse perfil de pessoa. Identifique se você oferece uma solução efetiva, paliativa ou diferente da esperada pelo público e, se não atender, considere mudar seu posicionamento ou reavaliar a estratégia.

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Por que não comunicar para todo mundo?

Na ânsia de ver o resultado acontecer, muitos empreendedores cometem o equívoco de não restringir o público em sua estratégia de comunicação. Há muitos prejuízos em tomar atitudes como esta, e as chances de obter retorno são ainda menores. Entenda o porquê:

É impossível agradar tanta gente

Você já ouviu a frase “o que é bom para você, pode ser não ser bom para os outros”? Para um empreendedor, é difícil imaginar que alguém possa não gostar da solução que sua empresa oferece, mas essa situação é real.

Nem todas as pessoas se identificam com a linguagem que você utiliza, com os seus valores ou, além disso, não têm uma demanda relacionada ao que você promove (ou seja, sua solução não é adequada ao problema).

É desperdício de dinheiro

Se você já investiu em algum canal de mídia, sabe que o investimento é bem elevado, especialmente em meios de massa, como televisão ou revistas de grande circulação. Imagine, então, contratar uma equipe de vendas que passa o dia ligando aleatoriamente para todos os tipos de clientes e oferecendo os produtos da sua empresa. Ou seja, aplicar dinheiro emmuitos canais, sem segmentação adequada, deixa de ser investimento e passa a ser custo, porque não traz retorno.

Além de atingir o consumidor mais valioso e aumentar o retorno sobre o investimento, ter o público-alvo de uma empresa bem definido garante vendas mais consistentes e clientes mais fiéis para a sua empresa.

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Serviço de teleassistência para idoso vale a pena

O serviço de teleassistência permite que o idoso chame ajuda em caso de emergência, pressionando apenas um botão. Mas, será que vale a pena? Confira!

Muito difundido nos Estados Unidos e na Europa, o serviço de teleassistência tem se popularizado no Brasil com o crescimento acelerado da população idosa, além do desejo desse público em permanecer morando sozinho – seguindo a tendência mundial “Aging in Place”, ou envelhecer em casa.

A proposta do serviço é oferecer segurança e tranquilidade aos usuários e seus familiares, que ficam preocupados pelo risco de o idoso sofrer algum acidente ou mal súbito, decorrentes da idade avançada.

Ainda assim, muitas pessoas desconhecem as funcionalidades e benefícios dos sistemas, e têm dúvidas se vale a pena contratar o serviço de teleassistência.

Esse é o seu caso? Então continue lendo e descubra tudo sobre essa tecnologia!

O que é o serviço de teleassistência?

O serviço de teleassistência é um sistema de atendimento remoto para situações de emergência. Com ele, o idoso pode chamar ajuda de forma fácil e rápida, sem precisar se deslocar até o telefone ou fazer discagens – o que é muito conveniente se o acidente ocorrer em outra peça da casa ou em casos graves.

No Brasil, a teleassistência é oferecida ao consumidor por meio dos Sistemas de Emergência Pessoal, cujo modelo mais comum é o PERS 4200. Ele é um equipamento instalado na casa do usuário, que acompanha um botão de emergência à prova d’água – este fica com o idoso durante todo o tempo, em formato de pulseira ou pingente.

Para aumentar a rede de cuidados, também é possível adicionar acessórios de teleassistência, como Sensor de Queda e Dispensador Eletrônico de Medicamentos, ou até mesmo Mini Rastreador GPS, que geralmente é mais indicado para os idosos que costumam sair sozinhos.

Como ele funciona?

Quando o usuário pressiona o botão de emergência (seja no console, no pingente ou no mini rastreador), é imediatamente atendido por uma central de monitoramento 24 horas, que identifica a ocorrência e executa o plano de ação definido no momento da contratação.

Em situações menos graves, geralmente são contatados os familiares mais próximos, que podem atendê-lo; em situações de maior gravidade, pode ser contatado o serviço de ambulância do plano de saúde, SAMU, entre outras medidas.

Em todos os casos, para tranquilizar o idoso, o atendente da central permanece em contato até que ele receba o atendimento.

Mesmo que o idoso esteja em outro cômodo, longe da base fixa, conseguirá se comunicar com o atendente pelo viva-voz de longo alcance. Caso o atendente não consiga fazer contato  verbal com o idoso, seguirá a orientação para executar o plano de ação do mesmo modo, considerando que ele esteja desacordado ou em estado grave.

Principais indicações dos serviços de teleassistência

A maioria dos clientes dos serviços de teleassistência são idosos que moram ou passam grande parte do dia sozinhos e, embora sejam ativos e autônomos, possuem histórico de acidente doméstico ou queda.

Conheça algumas outras indicações para uso dos Sistemas de Emergência Pessoal:

  • Pessoas com limitação moderada de mobilidade;

  • Pessoas que consomem medicamentos de uso contínuo;

  • Pessoas com diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares;

  • Pessoas com Alzheimer;

  • Pessoas pós-operadas;

  • Gestantes em repouso;

  • Crianças e adolescentes que passam parte do dia sozinhos.

Benefícios do serviço de teleassistência

Para o idoso, a principal vantagem de usar essa tecnologia é a manutenção da sua autonomia. A facilidade e eficiência dos Sistemas de Emergência Pessoal possibilitam que ele continue morando sozinho. Além disso, evita que ele dependa exclusivamente de cuidadores profissionais ou tenha de mudar-se para um residencial geriátrico.

Outro benefício é o fato de que o idoso fica mais seguro sabendo que, em caso de emergência, será prontamente atendido – o que, por sua vez, reduz as consequências dos acidentes e o risco de morte.

Para os familiares, a sensação de tranquilidade e segurança para com a saúde dos seus entes queridos é o maior benefício. Com um canal direto de comunicação, eles se mantém mais próximos do idoso.

Outro fator bastante relevante é o preço acessível: em vez de comprar o equipamento, você o aluga e tem acesso ao serviço completo por quanto tempo desejar. Um possível empecilho inicial pode ser o fato de esta ser uma tecnologia recente, o que, às vezes, faz com que alguns idosos tenham receio de usar a teleassistência. Mas vale a pena insistir, pelo ganho em tranquilidade e qualidade de vida!

Quer descobrir 4 maneiras de convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal? Clique aqui e veja as nossas dicas: https://goo.gl/LHhsbz.

Quer mais informações sobre o serviço de teleassistência? Entre em contato com a nossa equipe e solicite mais detalhes! Ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem na nossa página de contato.

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As oportunidades de negócios para a terceira idade são proporcionais ao aumento no percentual da população idosa. Saiba como empreender no mercado de idosos!

Motivados pelas perspectivas promissoras para o futuro, alguns empreendedores estão de olho nas oportunidades de negócios para a terceira idade. Enquanto a participação dos idosos aumenta significativamente no recorte populacional do Brasil, o mercado aquece, trazendo muitas possibilidades de atuação para os novos empresários.

Um dos principais desafios para um novo empreendedor é considerar as exigências do mercado. Identificar demanda, potencial de crescimento e objetivo são os primeiros passos a serem trilhados por quem deseja executar um projeto.

Conheça alguns dados importantes sobre o mercado da terceira idade no Brasil e saiba como empreender no segmento de idosos!

Idosos no Brasil

O crescimento acelerado do número de idosos no Brasil tem chamado a atenção de todas as esferas. Atualmente, as pessoas com mais de 60 anos de idade representam cerca de 12% dos brasileiros e o índice de crescimento dessa população é maior do que a média mundial.

Os idosos também estão vivendo mais: segundo a Tábua de Mortalidade do IBGE, para 2016, a expectativa de vida dos brasileiros ao nascer é de 75,8 anos. Isso afeta diretamente a economia, já que este público passa a demandar mais produtos e serviços direcionados à sua saúde e qualidade de vida.

Mercado em crescimento

Além de já corresponder a uma parcela bastante representativa, a população de idosos continua crescendo a passos largos no Brasil. Estima-se que, em 2050, quase 30% dos brasileiros terão 60 anos de idade ou mais. Em contrapartida, a quantidade de recém nascidos será muito menor.

Este fenômeno é resultado do aumento da expectativa de vida, associado às novas composições familiares – o que é um grande trunfo para quem deseja ingressar neste mercado.

A população idosa do Brasil movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Além disso, a abrangência que o segmento proporciona é muito interessante, já que ele subdivide-se em diversos micro nichos: idosos ativos e autônomos, idosos que precisam de acompanhamento integral ou idosos em fase avançada de Alzheimer, por exemplo.

Nesse contexto, é possível, por exemplo, desenvolver uma ideia direcionada exclusivamente para o público idoso ou adaptá-la a um projeto já existente, oferecendo produtos ou serviços adicionais para atender aos mais velhos. Tudo depende do seu objetivo e da sua pesquisa de mercado.

Ideias de negócios para a terceira idade

Com tantas informações e oportunidades para atender ao segmento idoso, os empreendedores podem ter dúvidas sobre como desenvolver novos negócios para a terceira idade.

É importante saber que tanto os usuários, quanto seus familiares, priorizam os serviços pela sua qualidade, confiança, segurança e personalização. Sendo assim, quem consegue entregar esses valores em forma de produtos ou serviços certamente têm muito sucesso, visto que o índice de fidelização entre este público é bastante alto – pode significar até 85% em alguns segmentos.

Os negócios mais comuns estão, geralmente, relacionados à saúde ou lazer, como serviços de cuidadores ou pacotes de turismo exclusivos para casais ou grupos acima de 60 anos. Mas o mercado está crescendo e se diversificando muito, dando espaço aos negócios que estimulam a independência e autonomia dos idosos, oferecendo suporte, entretenimento e tudo o que tenha como objetivo a promoção da qualidade de vida e o bem-estar do idoso.

Confira algumas ideias inspiradoras de negócios para a terceira idade:

Serviço de Concierge

Diferente do serviço de Cuidadores de Idosos, os serviços de concierge não se limitam às responsabilidades de saúde do idoso. Os concierges atuam como uma companhia para diversas tarefas, como levar para fazer compras, assistir a um filme, fazer uma caminhada, levar ao banco, acompanhar a consultas e exames médicos, entre outras atividades. O serviço também pode incluir a gestão da agenda de compromissos.

Auxílio com tecnologia

Mais de 70% dos idosos possuem smartphone e acessam à internet regularmente, mas, ainda assim, a grande maioria das empresas direciona seus serviços de tecnologia aos mais jovens.

Instituições de ensino, operadoras de telefonia e empresas de diversos outros segmentos podem alavancar seus negócios oferecendo instruções de uso da tecnologia aos idosos. E não se trata de nada muito técnico: eles querem aprender coisas simples, como fazer download de fotos, criar um perfil nas redes sociais, escutar músicas e fazer pesquisas na internet, ou utilizar o controle remoto, aparelho de DVD e microondas, por exemplo.

Sistemas de Emergência Pessoal

Seguindo a tendência “aging in place”, traduzida como “envelhecer em casa”, cerca de 90% dos idosos afirma que pretende continuar morando sozinho.

Mas essa decisão, por vezes, acaba se tornando uma dor de cabeça para os familiares, que temem a ocorrência de um acidente ou mal súbito. E há alguma razão nisso: cerca de 30% dos idosos cai, pelo menos, uma vez ao ano, e as consequências decorrentes de uma queda são muito graves, podendo levar a óbito.

Para suprir a necessidade de independência dos idosos e de cuidado dos familiares, o mercado de teleassistência tem conquistado grande espaço no Brasil com os Sistemas de Emergência Pessoal.

O modelo mais comum consiste na instalação de um equipamento na casa do usuário, em que ele pressiona um botão e é atendido por uma equipe especializada, que contata o socorro.

O serviço completo (equipamento + atendimento) é pago mensalmente, o que garante ao empreendedor uma receita recorrente. Ou seja, ele continua tendo receita mensal durante todo o período de contratação, que pode durar meses ou anos.

Também podem ser oferecidos acessórios que complementam o cuidado ao idoso, como dispensador automático de medicamentos e sensor de queda, contratados à parte. E, para os que costumam sair de casa desacompanhados, pode ser contratado o Mini Rastreador Pessoal, pelo qual os familiares podem ter acesso à localização do idoso em tempo real.

São muitas as possibilidades de oferecer tranquilidade, com produtos de qualidade e alto valor agregado.

Se você deseja fazer parte desse mercado que cresce a cada dia, veja como ser um revendedor Tecnosenior!

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participantes do pers summit 2018

PERS Summit 2018 fomenta mercado nacional de teleassistência

Realizado durante os dias 11, 12 e 13 de janeiro, na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, o PERS Summit 2018 reuniu cerca de 20 empresários do ramo. Com representantes de diversas partes do país – São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Brasília, entre outros -, a primeira edição do evento, realizado pela Tecnosenior, contou com palestras sobre temas como técnicas de vendas, marketing digital, inovação e cuidados legais.

Abaixo você confere a cobertura de tudo que aconteceu nos três dias do evento, com os destaques das palestras e as principais dicas, estratégias e ações que permearam o PERS Summit.

Dia 11 – Monitoramento na nuvem e técnicas infalíveis de venda

Iniciando o primeiro dia de evento, o CEO da Tecnosenior, Gilson Esteves, falou sobre o objetivo do encontro, destacando o PERS Summit como uma oportunidade de troca de conhecimento e experiência ocorrendo pela primeira vez no Brasil. Em seguida, Esteves iniciou a primeira das oito palestras que ocorreram.

Plataforma de monitoramento na nuvem

O CEO falou sobre como a tecnologia de cloud computing, já empregada em diversos segmentos, pode revolucionar também o mercado de teleassistência. Um exemplo citado por Esteves de como a nuvem pode auxiliar esse setor é o novo serviço da Tecnosenior anunciado no PERS Summit: a plataforma Contactto.

“Nosso desejo é tornar o monitoramento mais fácil, mais rápido e mais confiável ainda. E, atualmente, a melhor forma de fazer isso é com a tecnologia de nuvem. Daí surgiu o Contactto, uma central de atendimento por VOIP”, explicou Gilson.
Entre outras vantagens desse tipo de central de monitoramento, o palestrante destacou:

  • a sua redundância (ou seja, a capacidade de um segundo equipamento trabalhar como back-up de segurança do primeiro);
  • a compatibilidade com diversos sistemas de emergência pessoal e seus acessórios;
  • a compatibilidade com computadores, smartphones e tablets.

Ainda sobre as propriedades do monitoramento na nuvem, especialmente no caso do Contactto, Esteves ressaltou a importância do software ser amigável, personalizável e, além disso, que se utilize de análise de dados. “O sistema tem relatórios, segmentação de dados, alarmes e notificações personalizáveis e histórico de dados. Além disso, o próprio usuário configura o plano do serviço que quer utilizar, e também quem será responsável pelo monitoramento e como este será feito”.

Como transformar uma visita em venda

Dando sequência ao PERS Summit 2018, foi a vez da palestra “Como transformar uma visita em venda”, ministrada por Patrícia Falcão, da empresa Iris Senior Rio. Com muita disposição e simpatia, Patrícia destacou o tipo de abordagem necessária e a importância de conhecer muito bem o tipo de pessoa ou empresa para quem você busca vender seus produtos.

“Logo no primeiro contato, quanto o cliente liga para a sua empresa, é fundamental traçar o perfil desse cliente, entender a situação e a motivação dele. Então, você deve marcar a demonstração dos produtos logo nesse primeiro contato, quando o interesse é maior”, ensina. “E na demonstração, é essencial ser amigável, conversar sobre tudo – não apenas sobre os produtos -, e se mostrar receptivo e cativante”, ressaltou.

Além disso, para Patrícia, um dos segredos para vender é conhecer muito bem tanto seus clientes quanto seus produtos. Dessa forma, o empresário sabe exatamente as necessidades que seu público-alvo possui e, com base nelas, pode indicar exatamente aquele modelo de aparelho que atuará como solução perfeita.

Por fim, Patrícia ainda deu uma última dica: compartilhar cases com os clientes. “Contar casos e experiências de outros clientes ajuda a vender, a fazer com que aquela pessoa presente na demonstração se identifique com a situação e, assim, visualize problemas e situações de necessidade as quais ainda não tinha se dado conta”.

Aumentando as vendas através da Programação Neurolinguística

Conhecida pela sigla PNL, a Programação Neurolinguística é uma ciência que estuda a estrutura com que nosso cérebro funciona, ou seja, os modelos mentais que influenciam na tomada de decisões, construção de significados e, além disso, na estruturação de nossos relacionamentos interpessoais.

Ou seja, que tem muito potencial quando aplicada em técnicas de vendas, gerando engajamento nos clientes e fazendo-os perceber necessidades. Foi com base nessa estratégia que ocorreu a terceira palestra do evento, feita pela trainer em PNL, Mileine Vargas.

Mileine mostrou como, levando em conta que é preciso entender as diferentes percepções de cada pessoa, é possível estimular os cinco sentidos do público-alvo para gerar mais interesse e facilitar a venda. “A visão corresponde a 83% da tomada de uma decisão de compra. Além disso, 71% de vendas fechadas são resultado do que o cliente acha do vendedor à primeira vista”, afirmou Mileine, para ressaltar a relevância de proporcionar estímulos visuais positivos.

Entre as estratégias que a PNL aponta para o aumento de vendas, estão empregar uma linguagem corporal adequada – fator que, segundo a trainer, corresponde a 93% de toda a comunicação entre duas pessoas. “É preciso entender como as pessoas se identificam, se comportam, e então mudar o estado emocional delas de uma forma positiva, que impacte e vende”, disse. E ainda completou: “não é o racional que compra, é o emocional”.

Encerrando a palestra, Mileine realizou uma dinâmica com os participantes do evento, aplicando técnicas de PNL que estimulam os sensos de propósito e motivação.

Dia 12 – Estudo da concorrência, marketing digital, inovação, receita recorrente e responsabilidade civil

Enquanto o primeiro dia do PERS Summit 2018 foi focado em técnicas de vendas e novos produtos, o segundo teve sua temática voltada para planejamento estratégico e conhecimento de mercado.

Estudando a concorrência

A primeira palestra da sexta-feira foi ministrada pela Gerente Comercial da Tecnosenior, Carine Proto, que abordou a importância de conhecer a concorrência.

Para Carine, ter esse conhecimento é fundamental do ponto de vista estratégico, pois dá embasamento para diversas ações, tudo através da análise de forças e fraquezas, oportunidades e ameaças no segmento. “Entender técnicas, abordagens e produtos dos concorrentes ajuda a criar argumentos de venda para o nosso próprio negócio”, destacou.

Ainda de acordo com a Gerente Comercial, “é importante analisar os argumentos dos concorrentes para percebermos quais, dentro os nossos próprios argumentos e características, são mais relevantes em comparação”. Assim, é possível perceber oportunidades de mercado e diferenciais de produtos.

Segundo Carine, especificamente no ramo de teleassistência, algumas características se mostram mais efetivas na hora de conquistar os clientes: dentre as boas práticas que devemos adotar, com base em pontos negativos da concorrência, estão:

  • apostar na demonstração;
  • ter total domínio dos produtos que estamos oferecendo;
  • transmitir organização na forma como mostramos a informação para os clientes;

Como vender mais através do marketing digital

Uma das grandes dúvidas que assolam os empresários – independente do ramo em que atuam – é por que a sua empresa não vende. Para responder a essa questão, o PERS Summit 2018 contou com a palestra de Guilherme de Bortoli, CEO da agência Orgânica Digital, que apontou o marketing digital como uma solução.

O CEO iniciou sua apresentação ressaltando justamente que empreender é um desejo de grande parte dos brasileiros: “34% dos brasileiros quer empreender, seja por vislumbrar oportunidades no mercado ou por necessidade de criar uma fonte de renda própria”.

Bortoli apontou que, no entanto, por vezes falta o conhecimento e a iniciativa de não apenas construir seu negócio, mas de saber efetivamente vender seus produtos/serviços. “O brasileiro tem um certo pré-conceito com o vendedor, por carregar aquela ideia de que ele é alguém que tenta nos ‘forçar’ algo. Porém, nós todos somos vendedores no nosso dia a dia, desde que nascemos; convencer os outros, influenciar decisões, oferecer algo são comportamentos naturais de todo ser humano”, explicou.

Em seguida, o palestrante abordou a importância do pensamento estratégico em ações de marketing (especialmente no meio digital). De acordo com o CEO da Orgânica Digital, é fundamental alcançar o chamado “perfil ideal de cliente”, ou seja, aquele indivíduo que vai realmente utilizar o que seu negócio oferece, que tem verdadeira necessidade pelas suas soluções e que, assim, não acarretará em cancelamentos.

Bortoli destacou, ainda, que para uma empresa vender mais, a integração entre vendas e marketing é necessária. “Hoje, o antigo funil de vendas é dividido em ações de marketing e do departamento comercial, que atraem leads e os transformam em clientes, respectivamente”.

Além disso, ele ressaltou que é preciso pensar a médio prazo, se valendo de métricas, estatísticas e de informação analítica: “não se pode apenas apostar no crescimento desenfreado e sem estrutura. O ideal é contar com uma controle de crescimento previsível e escalado, que aponta histórico, investimentos e, assim, gera projeções”.

O futuro da teleassistência

Então foi a vez do CEO da Tecnosenior, Gilson Esteves, voltar ao PERS Summit 2018, dessa vez para falar sobre o futuro do segmento. Esteves destacou que nos próximos anos veremos um crescimento das tecnologias controladas por meio da voz, e que essa realidade também estará presente na teleassistência.

“O que o cliente deseja quando busca por novos produtos é sempre contar com mais sofisticação, mais inovação, mais design e valor estético e, claro, mais segurança e eficiência”, destacou.

Entre as tecnologias citadas pelo CEO como indicativos de que, cada vez mais, os usuários de teleassistencia procurarão por produtos diversos para suprir variadas necessidades, estão:

  • a assistente pessoal Alexa, da Amazon;
  • o desenvolvimento de novos rastreadores e sensores de queda portáteis;
  • dispositivos compactos e altamente configuráveis, que podem realizar ações e transmitir dados – localização e SMS, por exemplo – com apenas um toque.
  • robôs de telepresença.

Receita recorrente e cobrança automática

Juntamente com todo o conhecimento sobre vendas e marketing, o evento também buscou proporcionar mais informação sobre questões administrativas e de gestão. Com esse viés, ocorreu a palestra do Chief Growth Officer da empresa Superlógica, Carlos Moura. Ele falou sobre o modelo de negócios de receita recorrente e também sobre como a automatização de processos internos pode trazer mais lucro e praticidade para o empreendedor.

Sobre o modelo de renda recorrente, Moura apontou essa estratégia como o futuro dos negócios: “esse tipo de empresa, como Netflix, Spotify e revendas de teleassistência, por exemplo, estão revolucionando o mercado e o mundo”, afirmou ao apontar a mensalidade/anuidade paga pelos clientes como uma forma de garantir renda fixa para os empreendedores.

Moura ressaltou, no entanto, que devido à natureza desse modelo de negócio, é fundamental cativar os clientes, entregar a melhor experiência possível e sempre priorizar a satisfação dos consumidores. “É preciso entender que esse processo todo é contínuo, é uma maratona, não uma corrida”.

O palestrante também indicou que para alcançar esse objetivo e, consequentemente, maximizar lucros e minimizar prejuízos, vale a pena analisar as necessidades dos clientes e ponderar sobre alguns aspectos como:

  • se a venda será feita on-line, por telefone, em loja física ou combinando mais de uma dessas opções;
  • se a periodicidade do pagamento do cliente será mensal ou anual;
  • incentivar fidelidade (através de promoções, descontos, brindes etc);
  • quais meios de pagamento serão adotados (boleto, débito em conta ou cartão de crédito, por exemplo);
  • continuar trabalhando com um banco ou, por outro lado, optar por uma instituição de pagamento.

Por fim, Moura também indicou que utilizar softwares de automação de cobrança, por exemplo, bem como de processos internos de gestão financeira é uma boa saída para quem busca ter mais agilidade.

Responsabilidade civil

Encerrando a programação de palestras do PERS Summit 2018, o advogado empresarial Rafael Sperotto falou sobre modelos de contrato de prestação de serviço no ramo de teleassistência, bem como alguns aspectos do código de defesa do consumidor que demandam atenção.

Em sua palestra, Sperotto trouxe dicas de como elaborar um contrato que seja claro, correto, transparente e que cumpra o que foi estabelecido e sirva às expectativas apropriadas do consumidor. “O principal ponto do contrato é transmitir a ideia de que as empresas de teleassistência atuam como um meio, como uma ferramenta que aciona o socorro. Portanto, não se pode, contratualmente, propor uma solução que salvará vidas, por exemplo, mas sim uma solução que é o caminho para o socorro”, explicou.

Então, o advogado tirou as dúvidas dos participantes sobre questões legais, em um momento de interação. Algumas das principais questões abordaram casos de erros e culpabilidade na teleassistência, a viabilidade de automatização tecnológica para evitar falhas humanas. Para finalizar sua palestra, Sperotto deu algumas dicas simples de itens contratuais para prestar atenção:

  • não estipular uma faixa de tempo mínima/máxima em que a central de atendimento acionará o socorro;
  • não tratar o serviço como algo que presta o salvamento de vidas, mas sim como um sistema que aciona o socorro, que por sua vez pode salvar vidas;
  • não comparar a teleassistência com o Serviço de Remoção ou prometer parcerias com serviços remoção de urgência (ambulâncias).

Dia 13 – Workshop sobre produtos Tecnosenior

No último dia de PERS Summit 2018, ocorreu um workshop sobre produtos Tecnosenior – o PERS 4200 e o IGO – feito por um integrante da equipe de Suporte da empresa, Marcelo Krewer. Primeiro, Krewer explicou particularidades, ferramentas e funcionalidades dos aparelhos; depois, deu algumas dicas de manutenção e bom uso dos itens.

Para finalizar o workshop e o evento em si, então ocorreu uma divertida mecânica entre os participantes: divididos em dois grupos, cada um teve que configurar um PERS 4200 e um IGO. Aquele que realizou as tarefas primeiro ganhou um saboroso prêmio: chocolates de gramado.

Com três dias de duração, oito palestras, um workshop e muita interação e troca de experiência e conhecimento, o PERS Summit 2018 já pode ser considerado um sucesso. Abordando assuntos como técnicas de venda, planejamento estratégico e gestão de negócios, o encontro, que reuniu cerca de 20 empresários de diversos lugares do Brasil, marca o início de uma cultura de aprendizado, parceria e enriquecimento do mercado de teleassistência no país.

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