Síndrome Pós Queda: saiba como identificar e tratar

Após uma queda, é comum que o idoso sinta medo de cair novamente, mas este medo não deve limitá-lo. Conheça a Síndrome Pós Queda e descubra como tratar!

Quando um idoso cai, a preocupação imediata de médicos e familiares é constatar se houve alguma fratura. E não é para menos: as fraturas de fêmur e quadril estão entre as principais consequências de quedas em idosos e, em cerca de 20% dos casos, levam a óbito no primeiro ano. No entanto, além das complicações físicas, é necessário ficar atento às consequências psicológicas, que também podem ser muito agressivas. Após a queda, alguns idosos tendem a culpar-se pelo acontecido, especialmente quando estão dependendo de alguém – para locomoção, alimentação ou curativos, por exemplo. Esse evento potencializa uma tendência prévia à baixa autoconfiança e o idoso pode desenvolver a chamada Síndrome Pós Queda.

Felizmente, há tratamento e a família tem papel importantíssimo na reabilitação do idoso. Continue lendo para descobrir como identificar a Síndrome do Pós Queda, os riscos para a saúde do idoso e como tratá-la.

O que é a Síndrome Pós Queda?

Mais corretamente chamada de Síndrome do Pós Queda, ela consiste no conjunto de sintomas psicológicos limitantes que se manifestam após um episódio de queda. Ela pode acometer qualquer pessoa que sofra uma queda, mesmo nos casos em que não há comprometimento físico ou neurológico. Porém é mais comum em idosos, pois, proporcionalmente, os episódios de quedas também são mais frequentes entre eles.

Síndrome do Pós Queda e a Ptofobia

Muitas pessoas confundem a Síndrome do Pós Queda com a Ptofobia, que é o medo excessivo de cair. Quem sofre de Ptofobia sente um pavor descontrolado de permanecer em ortostatismo (posição de pé, ereta) e tem dificuldades de andar sozinho.

A Ptofobia pode se manifestar em diversas situações de distúrbios psicológicos, a partir de traumas ou acontecimentos marcantes, mesmo que não haja histórico de queda – que por sua vez é um fator indispensável para caracterizar a Síndrome do Pós Queda. É importante destacar que a Ptofobia é o sintoma principal da Síndrome, mas não é o único.

Isso ocorre porque a ansiedade expressada pelo idoso vai além do medo de cair e além da própria queda, pois envolve o medo de machucar-se, ser imobilizado, hospitalizado, ficar fisicamente dependente e ser incapaz de realizar suas atividades diárias.

Você sabia que se o idoso receber atendimento adequado na primeira hora após a queda ele tem maiores chances de vida? Clique aqui e saiba mais sobre a Hora de Ouro!

Como identificar a Síndrome do Pós Queda

Como mencionamos anteriormente, a Síndrome Pós Queda não está relacionada exclusivamente à existência de alguma lesão ou incapacidade motora: pode ocorrer também em idosos totalmente saudáveis e fisicamente recuperados.

Em um primeiro momento, o idoso evita demonstrar medo mas frequentemente encontra justificativas para não ficar de pé ou caminhar. Ele acredita que ao não se movimentar, estará menos exposto às chances de uma nova queda. Quando precisa caminhar, o faz com muita ansiedade e tensão, segurando-se em móveis ou pessoas e cambaleia para frente como se fosse cair a qualquer momento.

Embora os sintomas da Síndrome do Pós Queda sejam bem particulares, é importante recorrer a um profissional para obter o diagnóstico.

Reflexos da Síndrome para a saúde do idoso

Quando o idoso para de se movimentar, sob o pretexto de evitar novas quedas, o organismo deixa de reservar nutrientes, pois entende que não terá gasto energético, o que resulta em diversas consequências:

  • Perda de força e tônus muscular;

  • Dificuldade na marcha;

  • Comprometimento do equilíbrio;

  • Redução da flexibilidade;

  • Restrição da oxigenação no sangue.

Por esse motivo, costuma-se dizer que a Síndrome Pós Queda é um círculo vicioso, visto que sua consequência é justamente a queda. Observe:

Como tratar a Síndrome do Pós Queda?

Por tratar-se de uma condição psicológica com consequência física, é necessário adotar tratamento multidisciplinar com foco na reabilitação do idoso. Profissionais de diversas áreas são requeridos para essa tarefa e devem ser priorizados aqueles com experiência em geriatria – fisioterapeuta, psicólogo, psiquiatra, neurologista e educador físico são alguns deles.

Nesse momento, o desempenho da família é indispensável para o sucesso do tratamento. Deve-se tomar cuidado para não limitar o idoso nem interferir em sua autonomia, dado que esse comportamento reforça ainda mais o medo de cair.

Os familiares podem ajudar na prevenção: primeiro, conhecendo as causas e os fatores de risco das quedas em idosos; depois, executando as medidas preventivas no ambiente e na promoção de hábitos saudáveis.

Gostou deste artigo? Compartilhe com seus amigos e familiares em suas redes sociais!

Read More
como cuidar de idoso com alzheimer

O Alzheimer afeta idosos e familiares, mas é possível minimizar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida. Descubra como cuidar de um idoso com Alzheimer.

Quando um idoso recebe o diagnóstico da Doença de Alzheimer, toda a família sofre. É muito difícil assimilar que uma pessoa ativa e independente seja acometida por uma doença incurável e debilitante. Por ser uma doença neurodegenerativa progressiva, o Alzheimer evolui ao longo dos anos, passando por três estágios principais e afetando cada dia mais a memória e a capacidade cognitiva do doente. Devido às particularidades da doença, a rotina de como cuidar de idoso com Alzheimer demanda muita paciência e jogo de cintura. Além das dificuldades físicas e cognitivas que se agravam com o tempo, as alterações comportamentais deixam o idoso teimoso, sensível e agressivo, dificultando o cuidado diário.

Embora não seja possível reverter o Alzheimer, algumas ações ajudam a minimizar os sintomas e retardar o avanço da doença, contribuindo para manter a qualidade de vida do idoso por mais tempo. Confira que ações são essas e descubra como cuidar de idoso com Alzheimer!

#1 Estabeleça uma rotina

Semelhante às crianças, os idosos com Alzheimer precisam de rotina para se sentirem seguros.

Organize-se para que vocês façam as refeições sempre no mesmo horário, assim como os passeios, as atividades, o banho, a administração dos medicamentos e a hora de dormir, entre outras atividades. Peça a ajuda do idoso para desenvolverem juntos uma agenda semanal, incluindo os momentos de lazer, como assistir a um filme ou dançar.

#2 Valorize sua autonomia

O comprometimento da capacidade do idoso com Alzheimer é gradativo, portanto, evite incapacitá-lo antes que a doença o faça.

Permita que o idoso realize as atividades a que está habituado e supervisione, ajudando apenas quando houver necessidade. Dessa forma, ele se sentirá mais confiante por perceber que ainda mantém certa autonomia.

#3 Mantenha a casa segura

Sempre alerta! O lema é dos escoteiros, mas bem poderia ser adotado pelos cuidadores de idosos com Alzheimer.

Os episódios de acidentes domésticos são muitos comuns com idosos, e com a Doença de Alzheimer os riscos são ainda maiores. Para reduzir as chances de queda e acidentes, realize adaptações na casa: instale barras de segurança no banheiro, mantenha os ambientes bem iluminados e retire tapetes e móveis em excesso. Também fique atento ao fogão, ar condicionado e aparelhos elétricos.

#4 Evite que ele saia desacompanhado

Mesmo na fase inicial da doença, um dos sintomas mais recorrentes é a Desorientação Topográfica, que consiste na dificuldade em reconhecer trajetos e lugares cotidianos, o que pode fazer com que o idoso se perca, caso saia desacompanhado. Para evitar que ele saia do lar sozinho, deixe-o acreditar que você não quer ficar sozinho ou tem algum compromisso fora de casa. Caso você não possa acompanhá-lo sempre, considere a aquisição de um Mini Rastreador para Idosos.

Além disso, quando a doença avança, o idoso tende a não reconhecer a própria casa e pede para ir embora – é a chamada Síndrome do Pôr do Sol, pois geralmente se manifesta no fim da tarde. Caso aconteça, leve-o para dar a volta na quadra e retorne para casa.

#5 Incentive a prática de exercícios físicos

Os benefícios dos exercícios físicos são conhecidos por todos, mas os efeitos em idosos com Alzheimer vão além da estética e do fortalecimento muscular. A deterioração dos neurônios afeta diretamente o sistema motor do idoso, comprometendo a locomoção e os movimentos cotidianos, como sentar e erguer os braços – e as atividades físicas amenizam justamente isso tudo.

Além de evitar as dores e quedas, os exercícios físicos contribuem para a manutenção do equilíbrio, para o funcionamento do intestino e para a liberação de endorfina (hormônio do bem-estar que reduz os sintomas do Alzheimer).

#6 Estimule, também, os exercícios mentais

As atividades cognitivas são muito importantes para manter ativo o cérebro dos idosos e retardar os sintomas do Alzheimer. E o estímulo ainda pode ser potencializado se as atividades forem realizadas em grupos maiores de pessoas, em clubes ou com vizinhos. Jogo da memória, quebra-cabeças, sudoku, cruzadinha, xadrez e jogos de baralho são ótimas opções para incentivar o raciocínio lógico.

Além dos jogos, conheça outras dicas para “acordar” o cérebro:

  • Antes de ir ao supermercado, peça ao idoso para fazer uma lista de compras. Chegando lá, tentem realizar as compras sem usar a lista.

  • Leia uma história ou notícia para o idoso, com muitos detalhes. No dia seguinte, solicite que ele repita ou conte a história para outra pessoa.

  • Coloque uma música que ele goste ou que tenha sido especial em sua juventude – as músicas são poderosas contra a progressão do Alzheimer.

Gostou das nossas dicas de como cuidar de idoso com Alzheimer? Então confira o nosso blog para ter ainda mais informações sobre a saúde na terceira idade!

Read More
A importância da acessibilidade para idosos

Além da mobilidade reduzida, muitos idosos enfrentam outras batalhas diárias para se locomover. Leia mais sobre a importância da acessibilidade para idosos!

Com o avançar da idade, os riscos de quedas e acidentes domésticos aumentam. Juntamente com a fragilidade muscular e óssea, as debilidades visuais, auditivas e de equilíbrio, essa situação pode transformar utensílios rotineiros em verdadeiros obstáculos na acessibilidade para idosos.

A questão é tão séria que existe até legislação garantindo o direito do idoso à mobilidade – aliás, o Brasil tem uma das mais avançadas leis de mobilidade social. Porém, ela vem sendo praticada apenas em novas obras públicas, enquanto as construções antigas continuam trazendo riscos e até contribuindo para o isolamento social dos idosos mais debilitados.

Por isso, é importante atentar-se aos fatores de risco e tomar medidas preventivas, evitando acidentes cotidianos que provoquem lesões e dificultem ainda mais a mobilidade na terceira idade. Desde as característica do solo até detalhes na roupa do idoso, como bolsos e botões, podem fazer toda a diferença. Conheça, a seguir, atitudes simples que podem facilitar muito a mobilidade e a acessibilidade para idosos.

Reduza os riscos em casa

Para oferecer um ambiente aconchegante ao idoso, que permita sua mobilidade com independência e segurança, é necessário adotar uma série de adaptações. Confira:

  • Evitar tapetes de tecido sobre pisos encerados, que podem ser escorregadios;

  • Evitar qualquer objeto no chão que crie obstáculos para a passagem, tais como: extensões elétricas, mesas de centro, brinquedos de crianças, entre outros;

  • Prefira sofás e poltronas que tenham braços firmes, pois servem de apoio ao levantar-se;

  • Organizar ambientes bem iluminados, aumentando a probabilidade do idoso enxergar os obstáculos;

  • No banheiro, evitar box de vidro e dispor de barras de apoio (tanto no box, quanto ao lado da privada). Também opte por tapetes antiderrapantes;

  • Substituir os armários muito altos por modelos em que o idoso consiga alcançar os objetos que precisa sem precisar usar banquetas ou escadas.

Reduza os riscos na rua

Atualmente, os idosos já são 12% da população brasileira. E em 40 anos eles serão um terço dos brasileiros. Embora a quantidade de idosos seja crescente, não é comum vê-los muito nas ruas, devido ao medo de quedas e de assaltos e, também, pela falta de estrutura em vias públicas que proporcionem acessibilidade para idosos.

No entanto, a interatividade social é importantíssima para manter o cérebro ativo e ajuda a evitar a demência. Além disso, sair às ruas dá também ao idoso o sentimento de pertencimento, prevenindo também a depressão (que pode motivar o surgimento de diversas outras doenças).

Confira, abaixo, medidas que ajudam a deixar o idoso mais seguro ao sair para a rua:

  • Sempre que possível, acompanhe-o à primeira visita em algum local, ajudando a construir uma rota com os trajetos mais seguros, com locais para atravessar a rua, melhores calçadas para andar, entre outros;

  • Dar sempre preferência a estabelecimentos comerciais que sejam adaptados para receber o idoso, tanto com sua estrutura física, quanto com atendimento prioritário e especializado (esses, aliás, são direitos do idoso previstos em lei);

  • Evitar que o idoso esteja fora de casa ao anoitecer e em dias de chuva, cuja visibilidade fica mais prejudicada, favorecendo quedas;

  • Utilizar os serviços de “corridas para a família” nos aplicativos de transporte (Uber, 99 POP, Cabify, entre outros), no qual você pode chamar o carro do seu celular para o idoso, que está em seu respectivo endereço. Dessa forma, ele consegue cumprir com seus compromissos com mais conforto e segurança;

  • Utilizar algum dispositivo de localização, por onde os familiares possam monitorá-lo em tempo real e receber alertas automáticos em caso de acidentes. Um exemplo desse tipo de aparelho é o Mini Rastreador IGO!

De fato, as medidas indicadas neste artigo não eliminam totalmente os riscos de acidentes. Mas contribuem muito para que o idoso consiga ter mais autonomia, independência e interatividade social no seu cotidiano, sentimentos esses que interferem diretamente na sua saúde e bem-estar.

Read More
Como cuidar de um idoso sem estar em casa

Com a correria do dia a dia, nem sempre é possível estar presente. Conheça algumas ideias de como cuidar de um idoso mesmo sem estar em casa!

Quem tem familiares idosos convive com uma preocupação constante – principalmente quando a presença física é menos frequente que o desejado. Nesses casos,  pesquisar alternativas que o ajudem e informem sobre como cuidador de um idoso, mesmo à distância, pode trazer respostas valiosas.

Primeiramente, devemos sempre lembrar que o importante é a qualidade do tempo que passamos com nossos pais, e não apenas a quantidade. Criar uma rotina de telefonemas, visitas periódicas e viagens de férias muitas vezes pode oferecer momentos muito mais ricos do que apenas morar no mesmo bairro, mas sem tanto contato. Além disso, a tecnologia é uma grande aliada para manter-se presente mesmo em grandes distâncias físicas.

Quer saber como cuidar de um idoso quando você não pode estar em casa? Confira as dicas que preparamos para que você construa uma rede de cuidados à distância!

Contato Diário

Somos por natureza seres sociais e precisamos conviver e conversar com outras pessoas. Para idosos, a socialização mantém o cérebro ativo e ajuda a prevenir demência. Além disso, no caso de conversas cotidianas com os filhos, há um reforço dos laços afetivos que o fazem sentir-se mais seguro, confiante e alegre, minimizando chances de depressão.

Um  bom recurso para estar presente no dia a dia mesmo quando se mora longe, é construir o hábito de ligações diárias. Além de matar as saudades, você conseguirá entender como está a rotina do idoso e perceber até pelo seu tom de voz se há alguma alteração ou preocupação especial.

Além disso, os smartphones podem tornar a experiência da ligação diária muito mais rica, com as videochamadas, por exemplo. Como é comum pessoas na terceira idade terem dificuldades para digitar números de telefone e até em ouvir bem nas ligações, o recurso visual ajuda a complementar a interpretação e facilitar a comunicação. Fora isso, por vídeo, você também consegue observar se há alguma alteração no aspecto físico do idoso.

Atualmente, existem diversos aplicativos que possibilitam isso. O WhatsApp, um dos mais populares, é uma ótima ferramenta que pode auxiliar na construção do hábito desses contatos diários. Com uma usabilidade muito fácil, o idoso aprende rápido a usar o aplicativo. Para ele, pode ser mais fácil encontrar sua foto na lista de contatos do que ler seu nome na agenda telefônica, por exemplo.

Viagens Comemorativas

Quebrar a rotina das visitações ao idoso também é importante. É muito comum que em todas as oportunidades os filhos se desloquem à casa dos pais, compartilhem de um almoço, jantar ou fim de semana com eles, e depois partam.

A locomoção para o idoso muitas vezes se torna restrita em função às suas debilidades de saúde. E, em consequência disso, os passeios cada vez mais raros. Por isso, a ideia de criar uma regra de sempre levar o idoso a uma viagem nova, como em uma data comemorativa pontual, pode funcionar muito bem.

Sair de casa, visitar pessoas que não vê há muito tempo ou simplesmente conhecer um lugar novo, além de manter o cérebro ativo, renderá boas memórias. Além disso, se você mantiver uma regularidade nas datas das viagens, como o feriado da Páscoa ou o aniversário do idoso, entre outros tantos exemplos, ele pode se programar com antecedência.

Contato com o Cuidador

Em casos de idosos assistidos por cuidadores, o contato frequente com esses profissionais também é fundamental. Por isso, organizar-se para conseguir ligar com boa frequência em horários que o cuidador esteja com o idoso é bem importante.

Além de falar sobre o estado geral de saúde do idoso, o cuidador também pode monitorar a qualidade do sono, da alimentação e indícios de depressão, que deve ser tratada o mais precocemente possível. Portanto, ter uma relação próxima com essa pessoa também é muito importante para quem quer saber como cuidar de um idoso.

Teleassistência

A Teleassistência é um serviço que garante muito mais segurança e autonomia a idosos que ficam sozinhos durante parte do dia ou até mesmo o dia todo.

O idoso fica com um aparelho de monitoramento, que contém um botão de emergência. Caso esteja em uma situação de risco, ele aciona este botão,. e a ≥  central de monitoramento é notificada. Essa central, que é altamente qualificada para atendimentos emergenciais, avalia se na situação a melhor solução é orientar o usuário, acionar a família ou chamar uma ambulância, por exemplo.

Esse tipo de assistência reduz muito o tempo de atendimento às emergências dos idosos, o que pode reduzir sequelas ou até mesmo salvar a vida deles.  Estudos mostram que quando a emergência é atendida em menos de uma hora, as taxas de sobrevivência são seis vezes maiores. Ou seja, essa alternativa é uma forma muito eficiente de como cuidar de um idoso.

Conforme vimos ao longo deste artigo, existem bons recursos e alternativas que favorecem o contato com os idosos nos cuidados à distância, bem como soluções tecnológicas que aumentam a segurança e independência de quem está na terceira idade.


Read More
7 dicas para aumentar a qualidade de vida na terceira idade

Embora o envelhecimento seja frequentemente relacionado às doenças, existem formas de manter e aumentar a qualidade de vida na terceira idade. Descubra como!

Além da sabedoria e dos cabelos grisalhos, o avançar da idade pode trazer muitas outras consequências à vida dos idosos.  Por isso é fundamental construir hábitos que favoreçam a qualidade de vida na terceira idade.

Ter a saúde física e mental debilitadas são, infelizmente, bastante comuns nessa época da vida. Para ajudar o idoso a viver essa fase com mais plenitude, reunimos sete dicas simples e práticas que farão muita diferença para a qualidade de vida na terceira idade. Confira!

#1 Praticar atividades físicas

Caminhar e praticar outras atividades físicas faz bem para o coração e para as pernas, além de fortalecer os músculos e ajudar a prevenir a depressão. Realizar caminhadas leves e diárias, com duração indicada entre 30 minutos a 1 hora, já trará ótimos resultados. Além disso, as academias ao ar livre são também uma excelente opção para fazer exercícios sem custo.

#2 Comer peixes, frutas e legumes

Aumentar a frequência dos peixes e frutos do mar no cardápio é uma ótima pedida: eles são ricos em ácidos graxos ômega-3, que reduzem o os riscos de hipertensão arterial e doenças cardíacas. Além disso, colorir o prato com saladas e legumes garante a ingestão de vitaminas, fibras e nutrientes que aumentam a imunidade e previnem muitas doenças. Substituir doces por frutas na sobremesa fecha o menu com chave de ouro e traz ainda mais qualidade de vida na terceira idade.

#3 Consumir bastante líquido

Beber diariamente de seis a oito copos de água e/ou sucos naturais de frutas mantém o corpo hidratado e limpo de impurezas. A grande dica é sempre coar ou peneirar os sucos, evitando engasgamentos e afogamentos.

#4 Tomar sol

Os raios solares repõem os níveis de vitamina D, que é muito importante para fortalecer os ossos e os dentes. Por isso, banhos de sol com duração de 15 a 45 minutos por dia é muito benéfico para a qualidade de vida dos idosos. No entanto, é muito importante lembrar de utilizar protetor solar e  respeitar os melhores horários para o banho de sol (antes das 10h e após às 16h).

#5 Manter o cérebro ativo

Exercitar frequentemente o cérebro com jogos de cartas e palavras cruzadas é divertido e nos deixa mais inteligentes. Porém, o grande ganho é que esta prática ajuda a evitar ou retardar o aparecimento de doenças neurológicas – grandes vilãs na terceira idade. Portanto, é muito positivo que o idoso pratique atividades que estimulem a sua mente.

#6 Socializar

Manter contato com bons amigos garante bem-estar e qualidade de vida na terceira idade. Segundo uma pesquisa realizada em Harvard, pessoas que se relacionam e possuem contato com boas amizades são mais felizes. Fora isso, manter convívio social mantém o cérebro ativo e ajuda a prevenir demência. Participar de excursões para a terceira idade, de grupos de dança (ou outras atividades) para idosos ou simplesmente cultivar o hábito de reunir os amigos em casa para uma refeição especial e um bom bate-papo são excelentes alternativas para fortalecer os laços.

 #7 Evitar os  riscos

A maioria dos acidentes com idosos ocorrem no ambiente doméstico. Nesta fase da vida, pequenas lesões ou fraturas podem ocasionar grandes problemas. Por isso, prevenir-se garantindo que a casa deles esteja livre de riscos – como objetos soltos, tapetes ou calçados escorregadios, degraus, entre outros – é de extrema importância.

Para oferecer e incentivar esses hábitos que garantem qualidade de vida na terceira idade, estar presente e próximo no dia a dia dos idosos é fundamental. Afinal, o afeto e segurança emocional também são fatores importantíssimos para um envelhecimento saudável e feliz.

Porém, muitas vezes a dedicação exclusiva é impossível. Nesses casos, já é possível contar com uma série de recursos tecnológicos que auxiliarão nos cuidados enquanto você não puder estar presente. Para saber mais sobre esse assunto, confira o nosso post sobre novas tecnologias que melhoram qualidade de vida dos idosos!

RESPONDA AO QUIZ E SAIBA A QUE RISCOS O SEU FAMILIAR IDOSO PODE ESTAR EXPOSTO!

Read More
5 Filmes de comédia romântica para assistir com a mãe

Mãe é mesmo tudo de bom! Que tal convidá-la para uma sessão de cinema em casa? Confira 5 filmes de comédia romântica para assistir coladinho em sua mãe!

Mãe é mãe. Devemos guardar do lado esquerdo do peito, cuidar com carinho e abraçar com todo amor. Você consegue imaginar um momento mais agradável do que se aconchegar perto dela e voltar a receber aquele mesmo amor de quando era criança? Convidá-la para assistir alguns filmes de comédia romântica pode ser a desculpa perfeita vocês reviverem este momento e passarem um tempo juntos.

Mulheres idosas tendem a ser muito ativas em suas rotinas, mesmo depois que os filhos já cresceram e saíram de casa. Acostumadas com dia a dia intenso durante a vida, estão sempre cuidando da casa, pensando nos filhos e netos, Mas por outro lado, quando envelhecem, sofrem um pouco com a dificuldade em executar as tarefas corriqueiras. Por isso, propostas de atividades que a tirem de dentro de casa – por exemplo, ir ao cinema – tendem a ser proteladas com frequência.

Para conseguir oferecer à sua mãe um momento especial,  muitas vezes pensar em atividades caseiras é uma excelente saída. Jogos, rodadas gastronômicas, maratonas de filmes de comédia romântica… o importante é sair da rotina e ter espaço para muita troca de afeto e descontração. Para hoje, nossa dica especial é uma lista de comédias românticas para você curtir juntinho da sua mamãe. Confira nossas dicas!

Um senhor estagiário (2015)

A  empresa de Jules Ostin (interpretada por Anne Hathaway) lança um projeto solidário, contratando idosos como estagiários para colocá-los de volta à ativa. Então, ela começa a trabalhar com o viúvo Ben Whittaker (interpretado por Robert De Niro), de 70 anos, que leva uma vida monótona e vê o estágio como uma oportunidade de se reinventar. Embora tenha que lidar com o choque de gerações, o carisma de Ben conquista os colegas de trabalho e ele se aproxima cada vez mais de Jules, dando origem a uma forte amizade.

Confira o trailer abaixo:

Dança comigo (2004)

O galã Richard Gere interpreta o advogado John Clark, que leva uma vida monótona e rotineira. Casado com Beverly (interpretada por Susan Sarandon) e pai de família, John sente falta de emoção e intensidade em sua vida. Um dia vê Paulina (Jennifer Lopez), dando aula de dança em uma academia e fica encantado. Para se aproximar, John matricula-se em suas aulas. Embora Paulina rapidamente descarte-o, isto não o faz deixar de ir às aulas, pois agora sua nova paixão é a dança.

Veja o trailer abaixo:

Dirty Dancing: Ritmo Quente (1987)

O clássico dos anos 80 sempre é uma boa pedida!

Baby (Jennifer Grey) é uma moça de família rica que se apaixona por Johnny (Patrick Swayze), que é instrutor de dança no hotel em que ela está hospedada com os pais. Mesmo com a proibição do romance pelos pais, Baby e Johnny são o par perfeito, na dança e no amor. Não é à toa que esse é um dos filmes de comédia romântica mais conhecidos – e apreciados!

Veja o trailer desse clássico:

Elsa e Fred (2014)

Elsa (Shirley MacLaine) é uma mulher de idade que vive sozinha. Um dia, dirigindo, quebra os faróis do carro de Lydia (Marcia Gay Harden), a filha de seu novo vizinho, Fred (Christopher Plummer). O acidente ocasiona uma confusão entre os vizinhos, que brigam por quem deve pagar o conserto dos carros, mas também abre espaço para a aproximação de Fred e Elisa. Embora tenham temperamentos bastante diferentes – ela cheia de vida e ele rabugento -, o amor encontra lugar para fazer morada e eles vivem uma história cativante.

Confira o trailer:

Estamos todos bem (1990)

Matteo Scuro (Marcello Mastroianni) mora sozinho em uma casa na Sicília – Itália e aguarda ansiosamente a visita dos filhos no verão, porém, todos acabam desmarcando em cima da hora. Matteo resolve então fazer algo que jamais houvera feito antes: visitar cada um dos seus filhos. Para isso, vai para as cidades de Nápoles, Roma, Milão, Florença e Turim, onde cada uma delas vive um de seus filhos. Nessa aventura, Matteo vive e experimenta sensações inesquecíveis e inimagináveis. Este filme recebeu um remake em 2010, com as atuações de Robert De Niro, Drew Berrimore e Sam Rockwell.

Assista ao trailer abaixo:

 

Com tantas opções bacanas de filmes de comédia romântica, você pode organizar várias sessões de cinema em casa para curtir um filme com a sua mãe e ter um momento de carinho, humor e laços de afeto!

 Quer mais dicas e posts imperdíveis? Então preencha o formulário abaixo e se cadastre na nossa Newsletter semanal!


Read More
Monitoramento na nuvem e teleassistência

O monitoramento na nuvem oferece muitas vantagens e segurança para os revendedores e para os usuários dos sistemas de teleassistência. Clique aqui e saiba mais!

Uma das maiores preocupações dos novos empreendedores do mercado de teleassistência é ter algum problema na Central de Monitoramento que possa comprometer o atendimento ao usuário. De fato, é imprescindível dispor de uma plataforma estável que possibilite o atendimento assim que o botão de emergência for acionado. Para garantir a estabilidade necessária, o monitoramento na nuvem se apresenta como uma forma segura e eficiente para os Sistemas de Emergência Pessoal. No entanto, muitas pessoas ainda desconhecem seu funcionamento e as vantagens de utilizá-lo.

Entenda por que a tecnologia em nuvem foi adotada pelas maiores empresas do mundo e por que ela é tão importante para o monitoramento da teleassistência.

O que é a tecnologia em nuvem?

Todos os dados e informações que a sua empresa gera precisam ficar seguros, certo? Mas como garantir essa segurança se estiverem armazenados em sistemas locais.

A tecnologia em nuvem serve justamente para evitar esse risco: ela permite arquivar informações em plataformas online, sem comprometer o espaço de armazenamento dos seus dispositivos, garantindo a proteção das informações e possibilitando que você tenha acesso aos seus arquivos quando quiser, de qualquer lugar do mundo – tudo por meio da internet, com apenas um login e uma senha.

Um dos fatores a favor da tecnologia em nuvem é a redundância dos sistemas, que oferece alta disponibilidade. Ou seja, há sistemas secundários que ficam disponíveis imediatamente se houver alguma falha no sistema principal, garantindo estabilidade e fornecimento absoluto dos serviços.

Outra grande vantagem é a otimização dos recursos, uma vez que não é necessário investir na aquisição ou na manutenção de hardwares (equipamentos). Também é possível ir adicionando mais capacidade ao sistema na medida de suas necessidades, sem precisar substituir ou adicionar mais servidores.

É importante ressaltar, no entanto, que esses hardwares continuam sendo indispensáveis para o processo de tecnologia em nuvem. A diferença é que eles são parte de enormes data centers de alta complexidade e segurança, desenvolvidos e administrados por grandes empresas.

Plataformas e serviços de tecnologia em nuvem mais famosos

  • Amazon Web Services – AWS (Amazon);

  • IBM Cloud (IBM);

  • Microsoft Azure (Microsoft);

  • Google Cloud (Google).

Monitoramento na nuvem aplicado à teleassistência

Quando os Sistemas de Emergência Pessoal surgiram no Brasil, os revendedores tinham apenas duas opções de monitoramento:

  1. desenvolver uma central de monitoramento própria, assumindo um alto investimento com local físico, servidores, receptores de alarmes, no-breaks, geradores, links  de internet,  linhas de telefone, contratação de profissionais de TI para dar suporte a toda essa infraestrutura, além da equipe de atendimento ao usuário;

  2. terceirizar o atendimento com uma empresa de monitoramento de alarmes, que não tinham tecnologia  para atendimento de alarme e voz, simultaneamente. Além de não possuirem equipe treinada para atendimento de emergência pessoal.

Monitoramento na nuvem com o Contactto.care

Atendendo à demanda de revendedores que desejavam fazer o próprio monitoramento mas não dispunham de recursos para desenvolver um data center, a Tecnosenior criou o Contactto.care.

Ele é uma plataforma de monitoramento na nuvem integrada aos Sistemas de Emergência Pessoal, com hospedagem na Amazon Web Services. Para utilizá-lo, só é necessário ter um computador e uma conexão de internet.

Em uma interface simples e intuitiva, o Contactto oferece diversas funcionalidades:

  • Banco de dados, com todas as informações de perfil, contato e plano de ação para cada usuário;

  • Permite atender diretamente as chamadas de emergência, com comunicação de voz bidirecional (através de um número 0800, que já está incluído no serviço oferecido pela Tecnosenior);

  • Histórico e gravação das chamadas, com dados do atendente, data, hora e duração do atendimento;

  • Configuração imediata, sem depender de uma central externa para inserção de novos usuários;

  • Geração de relatórios e gráficos para acompanhamento de performance.

Para saber mais sobre a plataforma de monitoramento na nuvem Contactto, acesse www.contactto.com.br.

E se você deseja agendar uma demonstração ao vivo do software, ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem em nossa página de contato!

Read More
Os Sistemas de Emergência Pessoal podem interferir no Marcapasso

Para quem usa marcapasso, as portas giratórias podem significar risco de vida. Será que os Sistemas de Emergência Pessoal podem interferir no Marcapasso?

Essa é uma dúvida muito comum entre os clientes dos sistemas de teleassistência, já que os usuários de marcapasso são orientados a abdicar de certos tipos de equipamentos eletrônicos, a fim de evitar interferência. Nesse caso, será que os Equipamentos de Emergência Pessoal são capazes de causar interferência no marcapasso?

Antes de responder a essa pergunta, vamos explicar como funcionam esses dois equipamentos.

Como o marcapasso funciona?

O marcapasso é um dispositivo eletrônico implantado no tórax e conectado ao coração de pacientes com arritmia ou algum tipo de insuficiência cardíaca que decorra na redução do ritmo dos batimentos. Sua função é regular e estimular, artificialmente, os batimentos cardíacos.

Seu sistema inclui um gerador de pulsos elétricos, um eletrodo e um programador e, para evitar interferência e comprometimento da sua função, é recomendado evitar a proximidade ou o uso de equipamentos que emitam atividades eletromagnéticas.

Que tipo de equipamentos podem interferir no marcapasso?

Algumas pessoas acreditam que o uso do marcapasso impede o manuseio de aparelho microondas, celular e até chuveiro elétrico, enquanto pesquisadores afirmam que os modelos atuais destes equipamentos não possuem componentes magnéticos em seu sistema.

Entretanto, a orientação médica é sempre conferir a compatibilidade do marcapasso com o equipamento em questão. Caso haja necessidade de usá-los, é recomendado que seja por um curto período, afastando-se rapidamente do perímetro de emissão da radiação – em média, dois metros.

Para algumas situações específicas, como é o caso das portas giratórias em bancos e dos portais detectores de metal dos aeroportos, o portador de marcapasso deve apresentar documento que comprove sua condição e solicitar o direito ao acesso por uma entrada alternativa. Exames de ressonância magnética também são proibidos.

Os Sistemas de Emergência Pessoal podem interferir no marcapasso?

Por via de regra, não.

O PERS 4200, um dos mais populares sistemas de emergência pessoal, consiste em um console conectado à linha telefônica fixa do usuário e pode ficar em um cômodo afastado do portador do marcapasso. Além disso, não há estruturas magnéticas em sua composição.

No entanto, a comunicação do PERS 4200 com seus acessórios (como a pulseira de emergência e o sensor de queda) ocorre por radiofrequência, que, em tese, poderia interferir no marcapasso. Neste caso, é preciso consultar o médico no intuito de identificar se a frequência utilizada pelo marcapasso implantado é afetada pela frequência utilizada pelos sistemas de emergência pessoal (que atuam na faixa de 315 MHz).

Para os Sistemas de Emergência Pessoal que operam pela rede celular (GSM), como o Mini Rastreador Pessoal IGO, a recomendação sugerida é evitar o uso do equipamento junto ao tórax – embora sejam mínimas as chances de interferência com este tipo de dispositivo.

Benefícios dos Sistemas de Emergência Pessoal usados em conjunto com o marcapasso

Ainda que sejam raros os episódios de falhas em marcapassos, esses eletrônicos não estão imunes às intermitências e danos. Portanto, para evitar consequências graves decorrentes de uma irregularidade com o dispositivo de situações que possam representar risco de vida para o usuário, é importante considerar um plano de contingência.

Os Sistemas de Emergência Pessoal, por exemplo, possibilitam que o usuário chame ajude em caso de emergência: ao pressionar apenas um botão, uma central 24 horas especializada atende o chamado e, ao identificar a necessidade, executa o plano de atendimento – como contatar familiares, plano de saúde ou ambulância.

Ou seja: além de não provocar interferência no funcionamento do marcapasso, os Sistemas de Emergência Pessoal podem ser muito eficazes atuando de forma complementar no cuidado aos pacientes que utilizam marcapasso. Dessa forma, em caso de falhas no marcapasso ou de acidentes com o usuário, o serviço de teleassistência é capaz de proporcionar socorro, especialmente quando não há ninguém por perto para prestar socorro.

Quer saber mais sobre como a teleassistência pode lhe ajudar? Solicite uma visita demonstrativa agora mesmo! Ligue para (51) 3018-6950, envie uma mensagem no WhatsApp para (51) 99998-0245 ou entre em contato no nosso site.

Read More
Tecnologia para idosos

Há algumas décadas, os idosos não consumiam tecnologia. Hoje, representam o público mais promissor do mercado. Veja as oportunidades da tecnologia para idosos!

Há poucas décadas, dificilmente você veria as palavras “tecnologia para idosos” na mesma frase. O estereótipo da terceira idade era representado por velhinhos frágeis, dependentes e sem nenhum interesse ou habilidade com inovação.

Felizmente, esse perfil mudou: hoje, 78% dos idosos brasileiros utiliza smartphone e 40% acessa à internet diariamente. Muitos deles, por necessidade ou opção, continuam trabalhando e mantém seu poder de compra – cerca de 70% das pessoas com mais de 60 anos toma decisões sozinha na hora de comprar.

Quem ganha com isso são os empresários, dos mais diversos segmentos, que vêem crescer, a cada dia, as oportunidades de ampliar seu nicho de atuação.

Demanda pouco explorada

Uma pesquisa mundial, realizada em 2016 pela AVG Technologies, apontou que os idosos se sentem menosprezados pelas empresas, sobretudo as de tecnologia. Eles afirmam que os produtos e serviços comercializados são direcionados aos jovens e não se destinam a suprir as necessidades dos mais velhos.

Considerando o número de idosos ativos e economicamente autônomos, essa atitude deve ser reavaliada. Além de representar um mercado muito promissor, a oferta de tecnologia para idosos tem poder social, pois contribui para a manutenção da saúde e promove a qualidade de vida na terceira idade.

Tecnologia para idosos no mundo

Estados Unidos, Portugal e Japão são os países que concentram o maior número de inovações desenvolvidas com foco no idoso. Todos os anos, estes e outros países participam da maior feira de eletrônicos do mundo, a Consumer Electronics Show, onde são apresentados milhares de soluções em tecnologia.

Conheça as novidades sobre tecnologia para idosos apresentadas em Las Vegas, na CES 2018:

#1 Airbag para idosos

O Hip’Air é um airbag usado como cinto, que infla automaticamente ao detectar a iminência de uma queda. Seu objetivo é reduzir os riscos de fraturas no quadril e fêmur, principais regiões afetadas nos episódios de quedas, que podem, inclusive, levar à óbito.

#2 Tênis antiqueda

The Smart Shoe, ou O Tênis Inteligente, foi desenvolvido por uma startup francesa e conta com vários sensores – acelerômetro, sensor de pressão, giroscópio e GPS – que pode detectar quedas e informar o incidente, por meio da rede celular, aos familiares e amigos do idoso.

#3 Cadeira de rodas poderosa

A Whill é uma cadeira de rodas motorizada, desenvolvida por uma startup japonesa, que promete revolucionar o segmento de veículos elétricos pessoais: suas rodas manobram com facilidade, possibilitando ao idoso passar por lugares apertados, dentro ou fora de casa, e em diferentes terrenos – lama, areia e até neve.

Oportunidades de negócio com as tecnologias para idosos

Quando traçamos o paralelo entre o crescente público consumidor e a falta de interesse em atendê-lo por parte de muitas empresas, percebe-se uma grande brecha.

Apostar no mercado de tecnologia para idosos possibilita suprir essa demanda e atrair muitos resultados para o negócio. Para empresas novas, é a oportunidade de ingressar em um nicho em expansão; para empresas já consolidadas, é a grande chance de agregar valor aos serviços oferecidos e garantir autoridade em seu segmento.

Se você possui uma empresa de tecnologia, por exemplo, pode ampliar seu setor de atuação e oferecer serviços para os idosos. Por outro lado, se você é empresário no mercado da terceira idade, pode incluir soluções de tecnologia em seu portfólio de serviços.

Também é importante considerar a adequação dos serviços oferecidos às necessidades do público, que, para os idosos, são saúde, segurança, entretenimento e relacionamento.

Conheça algumas possibilidades de atuação:

Aplicativos para celular

Muitos idosos já utilizam aplicativos de celular, especialmente para uso das redes sociais, e oferecer opções direcionadas a eles pode lhes facilitar muito o dia a dia. Algumas opções interessantes podem ser lembrete de medicamentos, guia de exercícios físicos, jogos de lógica e estimulação cognitiva, apps para conhecer pessoas, entre outros.

Aulas de tecnologia

Pessoas que possuem habilidades com smartphones, computadores e outros dispositivos eletrônicos podem ensinar os idosos a usá-los. Na maioria das vezes, eles desejam aprender funcionalidades simples como tirar e salvar fotos, fazer pesquisas, criar um perfil nas redes sociais ou fazer downloads de jogos e aplicativos.

Automação residencial

Toda tecnologia se propõe a solucionar algum problema do usuário. No caso dos idosos, as dificuldades de visão, audição e mobilidade podem comprometer as atividades da vida diária. Portanto, equipamentos que controlam de forma automatizada a iluminação, a temperatura e a segurança do ambiente são muito úteis para os mais velhos.

Sistemas de teleassistência

Visando preservar a independência e a autonomia dos idosos que preferem morar sozinhos, os sistemas de teleassistência garantem que o usuário consiga chamar socorro em caso de emergência. Pressionando apenas um botão, ele é atendido imediatamente por uma central de monitoramento especializada, que executa o plano de emergência e aciona os familiares.

Esse sistema compreende a instalação do equipamento na casa do usuário e o serviço de atendimento 24 horas. É uma excelente oportunidade de negócio para empreendedores que buscam receita recorrente e baixo investimento inicial.

BAIXE O E-BOOK GRATUITO E SAIBA COMO FUNCIONA O MERCADO DE TELEASSISTÊNCIA

Você tem interesse em ser um revendedor de Sistemas de Teleassistência para idosos? Entre em contato conosco agora mesmo! Ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem em nossa página de contato!

E para ter acesso aos nossos conteúdos gratuitos sobre o mercado da terceira idade e as oportunidades de negócio, cadastre seu e-mail no box “Quer mais conteúdo” no início do texto!

Read More
Atividades cognitivas para idosos - xadrez

O esquecimento é uma característica comum entre idosos, mas é possível amenizar o sintoma. Confira 5 atividades cognitivas que estimulam a memória dos idosos!

Embora o esquecimento não seja exclusividade dos idosos, ele pode ser considerado uma característica da terceira idade: a cada ano de envelhecimento, o cérebro perde um pouquinho de sua capacidade funcional, afetando o desempenho motor e racional. Esse declínio acontece gradual e naturalmente, por isso, é muito comum percebermos algumas dificuldades de fala, de marcha e, principalmente, de memória em pessoas mais velhas. A prática de atividades cognitivas para idosos tem sido uma grande contribuição na redução da perda de memória na terceira idade. Alguns pesquisadores chegam até a comparar o cérebro com um músculo, enfatizando que a falta de estímulo cerebral pode originar ou agravar debilitações na saúde.

Saiba o que pode causar os problemas cognitivos e conheça cinco dicas para estimular a memória na terceira idade!

Memória na terceira idade

Todo mundo já teve ou ainda vai ter algum lapso de memória na vida, em qualquer idade. A explicação para isso é que o cérebro tende a apagar informações menos relevantes (ou com menor impacto emocional) para dar lugar às novas. Com o envelhecimento, essa absorção e substituição realizada pelos neurônios ocorre de forma mais lenta, como todas as demais funções do organismo, e os esquecimentos ficam mais frequentes.

Enquanto os sintomas de perda de memória forem pontuais e não representarem risco ao idoso ou às pessoas que convivem com ele, é considerado apenas uma característica comum da idade. No entanto, os familiares devem ficar atentos quando os episódios de esquecimento se tornarem muito frequentes ou comprometerem a saúde do idoso, como perder-se na rua, esquecer de se alimentar ou de tomar remédios, entre outras coisas que o idoso costumava fazer sempre.

Constantemente associada à Doença de Alzheimer, a falta de memória também pode indicar outros problemas de saúde, como depressão, deficiências nutricionais, endócrinas ou até hidrocefalia.

5 atividades cognitivas para idosos terem melhor memória

Ainda que as atividades cognitivas para idosos não possam impedir o surgimento das doenças neurológicas, como o Alzheimer, elas são capazes de retardar os sintomas e a evolução da doença, mantendo as funções cerebrais ativas por mais tempo. Além disso, estimulam a memória no caso de quem não conta com nenhuma doença desse tipo.

Confira algumas dicas de atividades:

#1 Ouvir música

Reservar alguns minutos para ouvir músicas todos os dias é uma atividade prazerosa e muito eficaz para o estímulo da memória. Geralmente associada com experiências emocionais muito intensas, a música é um recurso poderoso na prevenção e no tratamento dos sintomas de perda de memória, justamente porque gera lembranças desses momentos.

Muitos idosos com Alzheimer e outras demências apresentam melhora significativa no comportamento e no reconhecimento das pessoas após ouvir suas músicas preferidas. Esses e outros benefícios da música para a memória do idoso foram abordados no documentário Alive Inside: A Story of Music and Memory (Vivo por dentro: uma história de música e memória).

Que tal propor ao idoso adivinhar quem canta uma música ou lembrar um trecho dela?

#2 Olhar fotos

Assim como a música, as fotos trazem lembranças emocionais muito fortes e contribuem muito para manter a memória ativa. Álbuns de fotos e porta-retratos são excelentes ferramentas para ajudar o idoso a lembrar-se de pessoas, lugares e acontecimentos.

Ao rever fotos antigas, pergunte ao idoso quem são as pessoas fotografadas ou onde aquela cena aconteceu. Peça que ele conte histórias da sua juventude, como sua família foi formada ou sobre a infância dos filhos, mas evite confrontá-lo com lembranças desagradáveis, como a perda de um ente querido, por exemplo.

#3 Praticar atividades físicas e mentais

A saúde do corpo e da mente estão interligados e, portanto, é impossível falar de atividades cognitivas para idosos sem falar, também, dos exercícios físicos. Isso ocorre porque a prática de atividades físicas contribui para a oxigenação do cérebro, o que, por sua vez, acaba fixando as memórias e retardando os sintomas de esquecimento. Além disso, ter o hábito de exercer atividades que envolvem o raciocínio (leitura, palavras-cruzadas, xadrez etc) também mantém o cérebro ativo e saudável.

#4 Lidar com a tecnologia

Os jogos e demais funcionalidades dos dispositivos eletrônicos favorecem o estímulo cerebral das pessoas em qualquer idade – e com os idosos não seria diferente. Por meio da tecnologia, o idoso desenvolve sua comunicação, socialização e tem acesso à informação. Portanto, através dessas atividades, o seu familiar na terceira idade acaba contando com reflexos positivos em sua memória e também no seu humor.

#5 Dormir bem

Durante o sono, o corpo para, mas o cérebro não. Por isso, uma noite de sono de qualidade possibilita que o cérebro execute muitas funções, sendo que a maior parte delas está justamente voltada à manutenção da memória. Em uma das últimas fases do sono, por exemplo, o cérebro seleciona quais memórias devem ser fixadas e quais podem ser esquecidas, evitando a sobrecarga de informações.

Muitos idosos apresentam distúrbios do sono, como apneia ou insônia, o que acarreta em irritabilidade e cansaço a curto prazo; o maior problema é que essa situação, a médio e longo prazo, pode evoluir para problemas de memória. Por isso é tão importante dormir horas suficientes e aproveitar todas as fases do sono com qualidade.

Sejam estimuladas por um profissional, com abordagem mais profunda, ou mesmo por um familiar, as atividades cognitivas para idosos trazem muitos benefícios e têm impactos positivos na qualidade de vida da família toda.

No entanto, mesmo com a prática de estimular a memória do idoso com atividades cognitivas, ele pode apresentar dificuldades mais avançadas – em que o idoso se perde na rua, por exemplo. Neste caso, é indicado que os familiares adotem medidas adicionais de proteção, como os serviços de teleassistência.

Nesse caso, uma solução acessível e eficiente é o Mini Rastreador para Idosos IGO, cujo monitoramento pode ser realizado pelos familiares. Além de indicar a localização do usuário em tempo real, o aparelho tem sensor de queda, que envia um alerta automaticamente em caso de acidentes. Clique aqui para saber mais sobre o Mini Rastreador IGO.

Read More