viajar com idosos

Todo mundo adora viajar, inclusive os idosos. Que tal levá-los em sua próxima viagem? Confira 5 dicas de destinos incríveis para viajar com idosos!

Viajar é sempre uma delícia, não é? E o mesmo vale para viajar com idosos; já imaginou levar seus pais ou avós para curtirem essa experiência? Os idosos adoram viajar, e a mudança no perfil da terceira idade e o crescimento do turismo têm contribuído para que muitos deles realizem o sonho de conhecer lugares no Brasil e no mundo.

Deu vontade de viajar com seu familiar idoso, mas não sabe para onde levá-lo? Neste artigo você vai conhecer os cinco melhores destinos nacionais para pessoas na terceira idade, considerando infraestrutura, conforto, segurança e atrações. Confira!

5 destinos para viajar com idosos

  1. Morretes/PR

    Morretes, no Paraná

    Imagem: Centro de Morretes. Prefeitura Municipal de Morretes.

Localizada no litoral do Paraná, Morretes é uma cidade encantadora. Ela chama a atenção pela preservação dos prédios históricos e casarões antigos, e oferece uma experiência incrível para pessoas de todas as idades.

Por isso, Morretes atrai muitos turistas pela história, beleza e natureza, mas principalmente pela gastronomia – é famosa pelo tradicional Barreado, prato típico da região.

Também é lá o destino final (ou o início) do Passeio de Trem mais bonito do Brasil: a viagem parte da Rodoferroviária de Curitiba e dura aproximadamente três horas, passando por paisagens de tirar o fôlego, incluindo a maior área de Mata Atlântica preservada do país. O trajeto é acompanhado por um guia turístico e a operadora do passeio oferece serviço de bordo nos vagões.

  1. Serra Gaúcha/RS

Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul

Imagem: Rua de Gramado. Prefeitura Municipal de Gramado.

No extremo sul do país, as atrações para viajar com idosos são bem diversificadas: incluem roteiro de compras, gastronomia, museus, parques, fábricas de chocolate, templos religiosos, visitas às vinícolas da região e até passeio de Maria Fumaça.

As cidades da região – Gramado, Canela, Nova Petrópolis, Caxias do Sul, Garibaldi, Carlos Barbosa e Bento Gonçalves – oferecem muitos encantos históricos e preservam muitos elementos das colonizações alemã e italiana.

Considerado o Melhor Destino de Inverno do Brasil, a Serra Gaúcha também atrai turistas pelos eventos nacionais e internacionais, como o Festival de Cinema de Gramado, a tradicional Festa da Uva, o Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela e um dos maiores espetáculos natalinos do mundo, o Natal Luz.

  1. Ouro Preto/MG

Ouro Preto, Minas Gerais

Imagem: Ruas de Ouro Preto. Muita Viagem.

Considerada Patrimônio Histórico da Humanidade, Ouro Preto é um dos destinos turísticos mais amados pelos idosos. Com sua variedade de atrações, com visita às tradicionais Igrejas Nossa Senhora do Carmo e São Francisco de Assis, ao Teatro Municipal, à Praça Tiradentes e ao Museu da Inconfidência, a cidade conta a sua história e cultura por meio da arte e da arquitetura.

Para os amantes das locomotivas, a cidade oferece um passeio de Maria Fumaça, cujo destino final é Mariana. O trajeto é repleto de paisagens naturais deslumbrantes e certamente deve estar no roteiro turístico da região.

Ouro Preto também abriga diversos eventos culturais nacionais e internacionais, como o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, a Mostra de Cinema de Ouro Preto e o Festival Internacional Tudo é Jazz.

  1. Águas de Lindóia/SP

Águas de Lindóia, São Paulo

Imagem: Praça Adhemar de Barros. Associação dos Hoteleiros de Águas de Lindóia.

Essa cidade bem afastada da capital paulista e próxima de Minas Gerais tem tudo o que os idosos adoram: tranquilidade, segurança, ar puro e lazer. Seu principal atrativo são as águas termais, disponíveis em muitos balneários municipais e privados da cidade. A temperatura das águas é elevada, proporcionando assim efeito terapêutico e relaxante.

Por ser uma cidade serrana, possui clima ameno, e a arquitetura histórica da cidade traz a sensação de aconchego. A cidade também conta com ampla variedade gastronômica e paisagens apaixonantes – ideal para quem ama a natureza.

  1. Caldas Novas/GO

Caldas Novas, Goiás

Imagem: Parque Estadual da Serra de Caldas Novas

Caldas Novas pode ser considerado o destino preferido dos idosos no Brasil. Contempla o maior manancial hidrotermal do mundo, com capacidade terapêutica comprovada. O local possui o maior complexo de hotéis da Região Centro-Oeste, garantindo conforto e conveniência aos hóspedes de todas as idades. Além dos resorts e parques aquáticos, o Parque Estadual da Serra de Caldas Novas tem cachoeiras de águas quentes, cujas temperaturas chegam a 51º C.

Com todos esses atrativos, a região é muito apreciada por quem procura estar em contato com a natureza, praticar ecoturismo e relaxar. E além das belezas naturais, a cidade promove turismo religioso e histórico, abriga o Museu da Embaixada de Pernambuco Bonecos Gigantes de Olinda e a Feira do Luar, com mais de 150 barracas de artesanato e gastronomia.

Alguns familiares ficam receosos de levar os entes queridos mais velhos em viagens e passeios longos, mas a verdade é que, com bastante atenção e cuidado, viajar com idosos pode ser muito prazeroso.

É importante, sim, considerar suas limitações, optar por lugares em que vocês possam passear sem pressa, tenham pausas para descanso e um plano de contingência à disposição, mas, planejando com atenção, vocês terão bons momentos para recordar.

Porém, caso não seja possível levar o idoso em sua viagem ou ele não queira ir, há formas de manter o cuidado e o canal de comunicação com ele mesmo estando fisicamente distantes, por meio da teleassistência. Os Sistemas de Emergência Pessoal garantem que o idoso receba atendimento de emergência em qualquer situação, pressionando apenas um botão. Descubra como funciona o serviço de teleassistência e porquê ele vale a pena para idosos!

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Celular para idosos ou botão SOS

Durante uma situação de emergência, é importante que o idoso consiga chamar ajuda da forma rápida. Qual o melhor equipamento: Celular para Idosos ou Botão SOS?

Ocasionalmente nos deparamos com notícias de idosos que sofreram uma queda ou mal súbito e tiveram de esperar horas até que recebessem ajuda – dá medo só de pensar, não é? A verdade é que, por mais que o idoso seja ativo e saudável, acidentes podem acontecer e é essencial que a família ofereça alternativas para que ele possa chamar ajuda em caso de emergência, especialmente se mora sozinho. Para atender a essa necessidade, o mercado das tecnologias assistivas tem apresentado diversas opções aos familiares que precisam monitorá-los à distância (por exemplo, modelos de celular para idosos).

Os familiares que buscam pelos sistemas de teleassistência encontram uma infinidade de equipamentos e serviços, mas, apesar de terem o mesmo objetivo – o atendimento de emergência ao idoso -, cada modelo tem a sua particularidade.

Entre os mais procurados estão o celular para idosos e o botão SOS, mas qual a diferença entre eles? Qual a melhor opção para sua família? Continue lendo e descubra!

Idoso e tecnologia combinam?

Claro que sim, mas desde que ela contribua para facilitar a vida do idoso, e não dificultá-la ainda mais.

É verdade que alguns idosos relacionam-se muito bem com a tecnologia, fazendo uso regular de computadores e smartphones. No entanto, a maioria deles não possui familiaridade com equipamentos e ferramentas tecnológicas. Diante de uma situação de emergência, por exemplo, pode ser um problema se o idoso depender de um smartphone cheio de funcionalidades que dificultam na hora de chamar ajuda.

Por isso, é necessário que uma pessoa na terceira idade possua tecnologias simples e funcionais à sua disposição, como é o caso do celular para idosos e dos sistemas com botão de emergência.

Celular para idosos: como funciona?

Fabricados por empresas nacionais e estrangeiras, esses aparelhos se assemelham bastante aos modelos antigos de telefones móveis, com display pequeno e vários botões.

Os grandes diferenciais do celular para idosos, no entanto, são o teclado físico (sem toque na tela) com números grandes e iluminados, e o botão de alerta que, quando pressionado, disca para os contatos cadastrados até que alguém atenda. Em alguns modelos, o contato também recebe uma mensagem SMS de emergência.

Botão SOS: como funciona?

Há dois modelos de equipamentos de teleassistência para idosos: o PERS 4200, para uso dentro de casa, e o Mini Rastreador IGO, para uso na rua. Ambos são acionados por um botão SOS e enviam alertas para os contatos cadastrados, para que estes possam realizar o atendimento de emergência ao idoso no menor tempo possível.

Botão SOS do PERS 4200

Tecnicamente conhecido como transmissor DXS LRC, o botão SOS do PERS fica junto ao corpo do usuário como um pingente ou pulseira, e é responsável por enviar o comando de emergência ao console, que fica conectado à linha do telefone fixo. Quando o usuário pressiona o botão, os contatos cadastrados recebem um SMS de emergência e o equipamento disca automaticamente para uma Central de Monitoramento 24h, que realiza o primeiro atendimento, identifica a ocorrência, executa o plano de ação e acompanha todo o atendimento remotamente.

Mini Rastreador IGO

Considerado um dos melhores rastreadores para idosos, o IGO é o equipamento ideal para que os familiares possam monitorar o idoso que costuma sair de casa sozinho. Ele é compacto, leve e muito moderno, e pode ser utilizado como chaveiro ou pingente. O rastreador funciona pela rede celular, e assim garante o rastreamento em qualquer lugar, dentro ou fora de casa. Ao pressionar o botão SOS, o IGO envia um SMS de emergência para até 4 contatos cadastrados, incluindo a Central de Monitoramento 24h, que atende e tranquiliza o idoso até que ele receba socorro adequado. Ao mesmo tempo, equipamento disca para a Central ou para os contatos cadastrados e possibilita comunicação bidirecional por meio do viva-voz do aparelho (o idoso pode ouvir e falar pelo mini rastreador).

Celular para idosos ou Botão SOS?

Para lhe ajudar optar por um ou outro equipamento, elaboramos um comparativo entre os equipamentos para que você identifique o mais adequado às necessidades da sua família. Confira:

Mobilidade

O PERS 4200 depende da rede telefônica fixa para funcionar, portanto, seu uso é apenas doméstico. Em contrapartida, o celular para idoso opera por GSM, e o Mini Rastreador IGO funciona com as redes GSM e GPRS; assim, ambos oferecem mais mobilidade, ou seja, podem ser utilizados em qualquer lugar. No entanto, é importante ressaltar que a rede fixa é mais confiável e consistente, já a rede móvel depende do sinal das empresas de telefonia.

Design

Os celulares para idosos disponíveis no mercado têm, em média, 10 cm, e são geralmente transportados no bolso da calça ou encaixados ao cinto por um acessório específico. Já os botões SOS, tanto do IGO quanto do PERS, têm cerca de 6 cm e seus formatos são adequados para facilitar o uso em caso de emergência: o IGO possui espaço para encaixe a um chaveiro ou cordão, como se fosse um pingente; o botão SOS do PERS é encaixado a uma pulseira ou cordão, como um pingente.

Durabilidade

O celular para idosos possui durabilidade comum aos demais celulares do mercado. Por outro lado, os botões SOS são muito resistentes à queda e à água, podendo ser utilizados, inclusive, durante o banho.

Suporte e assistência técnica

Os fabricantes de celulares para idosos oferecem garantia de um ano, mas apresentam suporte e a assistência técnica limitados, mesmo de marcas brasileiras – conforme reclamações registradas no site Reclame Aqui. Os botões SOS comercializados pelas revendas parceiras da Tecnosenior possuem garantia de 1 ano, com suporte e assistência técnica acessíveis e ágeis.

Funcionalidades

Semelhante a muitos telefones móveis, um celular para idosos é diversificado, com câmera digital, calculadora, rádio FM e mp3 player, por exemplo. Por sua vez, os botões SOS têm funções voltadas ao atendimento de emergência. Além de enviar alerta de socorro, o botão do PERS permite atender chamadas do telefone fixo à distância. O Mini Rastreador IGO possui funções Sensor de Queda, de Velocidade e de Movimento e ainda permite a configuração da Cerca Virtual – um recurso de segurança que estabelece um raio máximo para deslocamento, em que os familiares são alertados sempre que o idoso entrar ou sair desse perímetro.

Você conseguiu identificar o melhor modelo para a rotina do idoso e de seus familiares, feito para atender às necessidades desse público?

Para adquirir o PERS 4200 ou o Mini Rastreador IGO, entre em contato pelo telefone (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem em nossa página de contato!

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Médico para idosos

Os idosos têm necessidades específicas e não há ninguém melhor do que um profissional para cuidá-los. Saiba quando e por que procurar um médico para idosos!

Em maior ou menor intensidade, a idade avançada traz consigo algumas limitações, que prejudicam a qualidade de vida do idoso. O organismo passa a demandar necessidades específicas e algumas medidas tomadas há algumas décadas já não surtem tanto efeito. O que a maioria das pessoas não sabe, no entanto, é que muitas dessas novas limitações podem ser previstas e, consequentemente, minimizadas. É aí que ter um acompanhamento de um médico para idosos faz toda a diferença!

Mesmo que o idoso seja saudável, ativo e independente, é importante saber que sua fisiologia já não é a mesma e, portanto, sua saúde precisa receber cuidados especiais. Quer saber se está na hora de procurar um médico de idosos para seu familiar? Então conheça tudo sobre o geriatra e descubra três motivos para procurar esse especialista!

Faça o quiz e descubra a que riscos o seu familiar idoso está exposto!

Médico de saúde ou de doença?

Você é daqueles que só costuma procurar um médico quando está doente? Se a sua resposta foi “sim”, você pode estar cuidando mais da sua doença do que da sua saúde.

Estima-se que 80% dos problemas de saúde poderiam ser evitados com hábitos simples de vida saudável, como alimentar-se de forma equilibrada, praticar exercícios físicos, não fumar, realizar acompanhamento médico preventivo, entre outros.

Quando a idade avança, é natural que as funções do organismo declinem, mas o estilo de vida é determinante para a progressão e para as consequências desse declínio. Para controlar tais fatores, não há ninguém melhor do que o geriatra.

Por que ter um geriatra é tão importante?

Alguns idosos e familiares relatam não sentir necessidade de procurar um geriatra, visto que realizam acompanhamento com profissionais especialistas em Clínica Geral, Cardiologia, Nefrologia e Neurologia, por exemplo.

A questão é que, como já falamos, as necessidades dos idosos são específicas, e algumas particularidades relacionadas ao envelhecimento saem do escopo desses profissionais especialistas.

É justamente por isso que alguns estudiosos consideram o geriatra como um médico generalista e especialista ao mesmo tempo, pois, ainda que possua conhecimentos relevantes a todas as áreas de atuação, opta por direcionar sua expertise para o atendimento às questões do envelhecimento.

O que o médico para idosos trata?

Embora seja comumente resumido ao termo “médico de idoso”, o geriatra é muito mais do que isso. Diferente de um médico especialista em determinado órgão ou doença, o geriatra é um especialista em saúde do idoso. Sua atuação abrange todo o processo do envelhecimento, aliando cuidados preventivos, paliativos e tratamento.

Dificilmente uma pessoa idosa terá uma consulta geriátrica direcionada a um problema de saúde em especial, mesmo que o tenha procurado com esta finalidade. Em vez de fazer a simples avaliação clínica da dor e prescrever o medicamento para tratá-la, por exemplo, ele buscará a causa desta dor e identificará de que formas isso compromete a qualidade de vida do idoso. Ou seja, ele trata o sintoma, a causa e a consequência.

Por atuar de forma tão diferenciada, o geriatra é, com frequência, considerado o médico da família, já que acompanha os hábitos de todos os membros do convívio do idoso e preza para que o ambiente familiar favoreça o envelhecimento saudável dele.

3 motivos para procurar um geriatra

Aqui estão sintetizados os três principais motivos para procurar um médico para idosos:

#1 Prevenção

Por conhecer profundamente os problemas que acometem os idosos, uma das principais atividades do geriatra é a prevenção de doenças que surgem com o envelhecimento – inclusive as pessoas mais jovens podem consultá-lo com essa finalidade.

#2 Acompanhamento

O processo de envelhecimento vem acompanhado de muitas mudanças, que podem causar certa confusão e medo nos idosos. Quando isso ocorre, o geriatra tranquiliza e oferece recursos para que esse momento seja menos impactante.

#3 Tratamento

Em conjunto com o médico especialista, o geriatra auxilia no tratamento de diversas doenças, como cardiopatias, diabetes e câncer.

Você conhece alguém que precisa de um médico para idosos? Então que tal compartilhar esse artigo com amigos e familiares em suas redes sociais? Além disso, veja este post com 7 dicas para aumentar a qualidade de vida na terceira idade!

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Otimizar o tempo

O que você acha de otimizar o tempo de uma forma que você possa aproveitar ao máximo o seu dia? Conheça 5 dicas incríveis para manter a sua produtividade!

Sabemos perfeitamente que existem 24 horas em cada dia, mas às vezes esse tempo parece insuficiente para produzirmos o que realmente desejamos. Como desperdiçamos nosso tempo? Fazendo coisas que não têm relação com nossas metas e objetivos de vida. Geralmente temos várias atividades que exigem de nós tempo e energia, como o nosso emprego, hobbies, família etc. Mas sem muito trabalho e esforço consciente, pode ser um grande desafio otimizar o tempo na nossa agenda. E muitas vezes, nem tudo é concluído, não importa o quanto tentemos.

Certamente, você gostaria de poder aproveitar ao máximo o tempo que você tem. Mas como podemos otimizar o tempo, se não soubermos as mudanças que precisam ser feitas?

Para ajudá-lo, apresentaremos cinco dicas para otimizar o tempo e fazer você aproveitar melhor o seu dia.

#1 Coma primeiro o sapo

Em seu livro “Trabalhe 4 horas por semana”, Tim Ferris escreveu: “Estar ocupado é mais frequentemente usado como um pretexto para evitar as poucas ações criticamente importantes, mas desconfortáveis.”

Ou seja, faremos tudo que precisar para evitar fazer as coisas que mais tememos/desgostamos. Mas, na maioria das vezes, são justamente as tarefas que menos gostamos que importam mais. Então, em vez de se preocupar com essa tarefa durante todo o dia, é melhor “comer o sapo” primeiro e “se livrar” das atividades mais desgastantes e complicadas logo.

Se você come o sapo primeiro – faz sua pior tarefa antes de qualquer outra coisa – então o restante de seus afazeres parecerá fácil em comparação com elas. Você será capaz de se concentrar melhor nelas porque você não estará pensando nessa tarefa temida.

#2 Utilize um gerenciador de tarefas ou calendário

Não existe melhor forma para utilizar esse método, você precisa utiliza-lo da maneira que mais se adapte à sua personalidade. Há pessoas que vão preferir uma agenda de papel, outras pessoas vão preferir um calendário eletrônico, por exemplo. Cada um de nós tem sua individualidade, então a ideia aqui não é interferir nela para dizer como você tem que listar suas tarefas, mas, sim, ressaltar que você deve adicionar todos os seus eventos/atividades de uma forma que tudo seja fácil de ser acessado a qualquer momento. Procure um método que mais funciona para você e se atenha a ele.

#3 Utilize a técnica dos 5 minutos

Talvez você já esteja farto de ouvir sobre essa regra, mas há uma razão pela qual ela é tão popular: ela funciona!

A técnica tem o objetivo de auxiliá-lo a fazer as coisas mais rápida e facilmente. Caso você não conheça, essa regra trata-se do seguinte: se houver alguma coisa para fazer que leve cinco minutos ou menos para ser concluído, então você deve completar essa tarefa de uma vez.

Como elas são rápidas, é mais fácil simplesmente você completar essas tarefas, do que gastar o seu tempo escrevendo-as em uma lista de tarefas, por exemplo. Ou seja: cumpra todas aquelas pequenas tarefas em pouco tempo – o que também ajuda a criar a sensação de que você está fazendo progresso no seu dia a dia.

#4 Seja realista sobre o que pode efetuar

Um dos fatores que por vezes geram o sentimento de que não temos tempo suficiente é devido ao fato de uma visão irreal que nos mostrou o quanto deveríamos ser capazes de fazer. Claro, seria incrível se pudéssemos fazer tudo. No entanto, às vezes algumas atividades levam mais tempo do que o esperado ou simplesmente nos cansamos ao concluir uma tarefa. Mas parte de fazer tudo é ser realista e fazer essa divisão sobre o que é razoável e o que é simplesmente impossível de fazer.

#5 Faça pausas

Ninguém é uma máquina de produtividade 24 horas por dia, sete dias por semana. É importante você fazer pausas durante o dia para dar descanso ao seu cérebro. Dessa forma você iconseguirá otimizar o tempo de maneira extraordinária, pois quando você voltar à tarefa, estará relaxado e pronto para fazer mais.

Quer ainda mais dicas para otimizar o tempo no seu cotidiano? Então baixe o nosso E-BOOK GRATUITO com 20 dicas infalíveis para aproveitar melhor o seu tempo!

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Como ter uma família feliz

A convivência pode ser bem difícil mas algumas atitudes ajudam a tornar o clima mais leve. Conheça nossas dicas de convivência sobre como ter uma família feliz!

Conviver em família é complicado. Demanda um exercício diário de tolerância e compreensão, especialmente quando os familiares têm hábitos e costumes diferentes dos seus. Podem ocorrer brigas, divergências de opinião, mas, a qualquer momento, o respeito sempre deve prevalecer. Essa, fundamentalmente, é a melhor resposta para quem quer saber como ter uma família feliz: respeito.

As pessoas idosas costumam ser mais conservadoras e resistentes, justamente pelo fato de terem vivido a maior parte de sua vida em outra época, e, por isso, podem ter dificuldade para adaptar-se às soluções que encontramos para determinadas situações.

Por isso, hoje queremos propor que você dê o primeiro passo rumo a uma convivência mais saudável e harmoniosa para com seus familiares. E, para ajudá-lo nessa missão, elaboramos quatro dicas sobre como ter uma família feliz. Confira!

  1. Empatia

Todas as pessoas são diferentes das outras, mesmo que tenham crescido no mesmo ambiente e sob as mesmas influências. No caso das pessoas mais velhas, essa diferença é ainda maior.

A empatia sugere que, em qualquer situação, você tenha a capacidade de colocar-se no lugar do outro – seja ao perceber alguma atitude com a qual você não concorda, quando tiverem de chegar a um consenso ou quando a situação exigir uma decisão difícil.

Tente imaginar o que a outra pessoa faria em determinada situação, tente entender os motivos que a levaram a tomar tal atitude, tente entendê-la de maneira geral.

Acredite: a empatia é capaz de evitar muitos conflitos.

  1. Diálogo

Você sabia que a maioria das discussões acontece por falta de diálogo?

Muitas vezes as pessoas guardam seus sentimentos e esperam que os outros as compreendam. É necessário expressar o que sente e também estar disposto a ouvir o outro.

Se necessário, convoque reuniões periódicas com os familiares e certifique-se de que todos tenham a oportunidade de se manifestar. A opinião de todos os membros da família deve ser considerada, principalmente se o momento pede uma solução para o bem geral ou se os filhos precisam tomar alguma decisão a respeito dos pais – levá-los para morar consigo, para uma instituição de longa permanência ou deixá-los em sua própria casa, por exemplo.

  1. Atividades em conjunto

Promova momentos e atividades que reforcem os laços familiares, no intuito de estimular a integração e a cumplicidade de todos.

Confira algumas ideias de atividades em grupo para fazer com a família:

  • Faça uma enquete e descubra um lugar para onde todos gostariam de viajar. Depois, alugue uma van ou um ônibus e façam um ótimo passeio;

  • Ofereça um jantar para comemorar um aniversário, uma promoção, uma formatura ou simplesmente para brindar à vida;

  • Organize uma festa surpresa e peça a colaboração de todos os convidados;

  • Convide a família para uma sessão de cinema em casa, com direito a pipoca – AQUI tem dicas de filmes para assistir em família;

  • Convoque todos para um jogo divertido, como Imagem & Ação, Caça ao Tesouro, jogos de tabuleiro, baralho etc.

  1. Cuidado ao idoso

Muitas vezes, os idosos são negligenciados no ambiente familiar e sentem-se solitários mesmo quando rodeados de pessoas. Para que a família continue unida e feliz, todos devem estar engajados em oferecer carinho e cuidado ao idoso.

Procure oferecer amparo nas situações em que o idoso sente dificuldade, mas, de maneira geral, não limite sua autonomia. Permita que ele continue ativo, estimule sua independência e esteja por perto para ajudá-lo quando houver necessidade.

Com essas dicas de convivência, você certamente terá momentos muito agradáveis com quem você ama e já sabe como ter uma família feliz!

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Cuidar dos pais na velhice

Cuidar dos pais na velhice é uma honra, mas também pode causar sobrecarga física e emocional. Descubra como você pode integrar a família nos cuidados ao idoso!

Quem assume a tarefa de cuidar dos pais na velhice sabe que o mais importante no trato com o idoso é o amor, a proteção e a manutenção da sua qualidade de vida. Há muitas formas de tomar conta dos pais, seja cuidando deles no conforto de seus próprios lares ou levando-os para sua casa; o lugar não importa, o essencial é o carinho e a atenção que estão sendo dispensados a eles.

Como cuidar dos pais na velhice?

Essa não é uma missão simples, e, assim como toda missão, têm seus embates e dificuldades – que são somados à dedicação de tempo e aos esforços físico e mental. E para lidar com isso, a família precisa estar unida (em especial os filhos), para discutirem sobre os cuidados que serão prestados antes mesmo de surgir a necessidade de deles.

É preciso dividir as responsabilidades, pois é muito comum que todos atribuam os cuidados a apenas um dos irmãos, gerando, assim, sobrecarga sobre o cuidador familiar e comprometendo a harmonia familiar.

Portanto, mesmo que um dos irmãos decida ir morar com o idoso ou levá-lo para morar em sua casa, é necessário integrar toda a família quando o assunto é cuidar dos pais na velhice. E como fazer isso? Com diálogo e empatia.

Bem-estar do idoso em primeiro lugar

Descubra quais os planos de seus pais, se eles puderem decidir. Eles desejam envelhecer em sua própria casa ou se aproximar de um dos filhos?

Seria mais sensato eles mudarem para uma casa mais barata, talvez uma comunidade de idosos independentes onde eles terão mais interação com outras pessoas na terceira idade, ou suas necessidades seriam melhor assistidas em uma casa de repouso, por exemplo?

Você e seus irmãos também devem observar a saúde e a capacidade atual de seus pais para viver de forma independente. Assim você saberá se realmente eles estão precisando de ajuda agora.

Procure por alguns sinais de alerta como:

  • Maus hábitos alimentares – falta de apetite ou perda de peso. Eles são capazes de cozinhar para si próprios? Eles guardam alimentos saudáveis na geladeira?

  • Má higienização – eles estão tomando banhos regulares e mudando as roupas como costumavam fazer? Eles estão cuidando das unhas e dos dentes?

  • Não cuidam do lar – ele não é tão limpo como antigamente?

  • Esquecem com facilidade – um ótimo indicador são panelas queimadas, pois isso mostra que às vezes eles colocam a panela no fogo e esquecem completamente. Além disso, investigue se eles estão falhando com os compromissos, deixando de tomar os remédios, entre outros esquecimentos – estão escondendo dinheiro e depois não lembram onde deixaram, por exemplo.

7 DICAS PARA AUMENTAR A QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE

Integrando a família nos cuidados

Promova uma reunião com os irmãos para decidirem em conjunto sobre tudo o que envolve a qualidade de vida do idoso. Essa, certamente, não é uma conversa qualquer, que você faz de forma esporádica por telefone, ou quando as coisas não estão muito bem. Nesse papo, vocês tomarão decisões juntos, sempre com o objetivo de atender às necessidades do idoso e levando em conta a saúde e a felicidade de seus entes queridos.

Exponha o que você sente, as suas dificuldades físicas, emocionais e financeiras e proponha que todos participem ativamente desses cuidados, mesmo que à distância.

Dicas para a reunião em família:

  • Sugira um almoço ou um jantar, para que o clima fique mais leve e descontraído;

  • Conduza a conversa e certifique-se de que sejam abordados todos os tópicos necessários;

  • Deixe-os saberem da condição atual do idoso, quais são os prognósticos médicos e necessidades futuras;

  • Certifique-se de que você não ficará sobrecarregado e possa cuidar da sua própria qualidade de vida;

  • Caso você fique responsável por administrar o dinheiro, comprometa-se a prestar contas periodicamente;

  • Ao final, compartilhe com todos os pontos acordados (seja por escrito, por e-mail, por mensagem etc).

Cuidar dos pais na velhice é uma missão nobre, apesar das dificuldades que existirão. Ao integrar a família no cuidado ao idoso, o fardo fica bem mais leve e saudável para todos.

MAIS DICAS: VEJA COMO LIDAR COM IDOSOS TEIMOSOS

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Como lidar com idosos

Os mais velhos nos proporcionam momentos incríveis, mas em algumas situações é difícil saber como lidar com idosos. Confira 5 dicas para melhorar a convivência!

Conviver com idosos é tudo de bom, porque eles sempre têm algo a oferecer: um bom papo, suas experiências, um conselho, uma comidinha gostosa… Mas apesar dos momentos agradáveis, saber como lidar com idosos não é tão fácil quanto parece.

Por terem vivido sua juventude em uma época mais conservadora, alguns idosos podem apresentar resistência às mudanças e até um pouco de teimosia. Isso tudo é somado à dificuldade de aceitação do processo de envelhecimento, que acaba limitando naturalmente sua autonomia.

Para ajudar você a tornar a convivência mais harmoniosa, nós reunimos algumas dicas de como lidar com idosos. Descubra em cinco passos como você pode contribuir para manter a qualidade de vida do idoso sem provocar desentendimentos.

#1 Tenha paciência

Esse é o mandamento número um e serve tanto para evitar as brigas com o idoso, quanto para manter a sua própria saúde mental.

Como já falamos, os idosos têm a sua maneira particular de enxergar a vida, possuem algumas manias e convicções com as quais não concordamos, ou possuem atitudes que desaprovamos. Mas, na maioria das vezes, vale a pena relevar.

Respire fundo quando ele contar a mesma história pela terceira vez ou quando ele insistir em sair de chinelos, em vez de sapatos, Ou seja, identifique as situações que geram desgaste desnecessário para você e o idoso, e tente ignorá-las. Pode ser difícil fazê-lo, por vezes, mas essa é uma dica de ouro para quem deseja saber como lidar com idosos da melhor forma.

#2 Considere a opinião do idoso

Especialmente nas situações pertinentes a ele, como saúde, entretenimento, ambiente e higiene. Se a capacidade física ou cognitiva do idoso impedir que ele tome decisões seguras, ao menos dê a ele o benefício da escolha: apresente duas ou três sugestões e permita que ele decida entre elas.

Caso você pretenda sugerir alguma mudança na rotina do idoso, procure apresentar suas intenções e escute o que ele tem a dizer. Evite impor suas decisões: proponha um debate saudável, de modo que cada um exponha seus argumentos de forma sincera e positiva, valorizando sempre o que é melhor para ele.

Considerar a opinião da pessoa na terceira idade é uma forma de respeitar sua individualidade e promover a sensação de confiança e empoderamento – aspectos que por vezes ficam em falta nesse período da vida.

#3 Incentive os momentos de descontração

A maioria dos idosos já está aposentada ou possui alguma limitação decorrente da idade, e o que reduz o gasto de energia. Especialmente para aqueles que sempre foram ativos e independentes, isso pode causar muitos prejuízos. Das duas, uma: ou o idoso fica procurando coisas para fazer (o que, sem auxílio, gera o risco de quedas e acidentes), ou ele entra em estado depressivo, se isola e fica suscetível aos problemas de saúde.

Portanto, sempre que possível, incentive-o a fazer as coisas de que mais gosta, curtir momentos prazerosos e divertidos, e de preferência com outras pessoas por perto. Promova a socialização por meio da prática de atividades físicas, um novo curso, jogos estimulantes (como xadrez ou baralho), entre outras práticas. Atividades cognitivas também são ótimas dicas de como lidar com idosos.

Além de contribuir para manter o cérebro ativo, essa dica ainda acelera o gasto energético, melhorando os níveis de saúde e a qualidade do sono.

#4 Controle a agressividade

A agressividade é sintoma recorrente de algumas doenças, como o Alzheimer e o Transtorno Bipolar, e pode causar momentos de muita tensão e estresse no relacionamento com o idoso.

Primeiro, é necessário identificar o que serviu de gatilho para o comportamento agressivo do idoso. Os motivos podem ser dos mais diversos, como cansaço, fome, calor, barulho ou situações em que ele tenha ficado confuso.

Depois de eliminar a origem da agressividade, você pode adotar algumas medidas para controlá-la:

  • Não grite com o idoso;

  • Não peça para ele se acalmar;

  • Não contra-argumente;

  • Evite tocá-lo;

  • Mantenha postura receptiva;

  • Use informações do passado para distraí-lo.

#5 Mantenha uma rotina de hábitos saudáveis

Cultivar hábitos saudáveis é importante para pessoas de todas as idades, mas para os idosos é primordial. A idade avançada é fator de risco para diversas doenças e os órgãos já não desempenham suas atividades com perfeição.

Peça a ajuda do idoso e desenvolvam, juntos, uma rotina de hábitos saudáveis. Entre eles, inclua uma alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas e intelectuais, a higiene do idoso e a limpeza do ambiente, opções de lazer e o acompanhamento dos níveis de saúde – exames e consultas de rotina, administração de medicamentos etc.

Além das medidas preventivas, sugira a instalação de um sistema de monitoramento de idosos à distância – eles permitem que o idoso chame ajuda imediata em situações de quedas e acidentes pressionando apenas um botão.

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Como funciona o monitoramento de idosos a distância

O monitoramento de idosos a distância já é uma realidade: idosos mantém sua autonomia e a família fica mais tranquila. Saiba como funciona a teleassistência!

Quem tem um idoso na família, sabe o quanto é difícil ficar de olho nele. Por mais saudável e ativo que ele seja, sempre gostamos de saber se está tudo bem, não é mesmo? Entretanto, nossos velhinhos querem privacidade, manter sua independência e realizar suas atividades com autonomia, mesmo quando sabemos que a idade avançada já os limita um pouquinho. Segundo o IBGE, a cada ano, mais idosos têm optado por viver sozinhos. E não há nada de mal nisso, desde que eles possuam capacidade física e mental para tanto, e os familiares possam acompanhá-los, nem que seja de longe. Os Sistemas de Emergência Pessoal são a solução mais acessível e segura para realizar o monitoramento de idosos a distância. Eles permitem, justamente, que os familiares possam garantir a segurança dos idosos enquanto estes mantêm sua autonomia.

Mas você deve estar se perguntando: com tantas opções de tecnologia, como smartphones e computadores, vale a pena ter um serviço de monitoramento a distância?

Nós garantimos que sim e vamos mostrar o porquê!

Como os Sistemas de Emergência funcionam?

O monitoramento de idosos a distância é realizado por meio dos Sistemas de Emergência Pessoal, também conhecidos como Sistemas de Teleassistência.

São diversos equipamentos, categorizados em “uso dentro de casa” e “uso fora de casa”. Cada tipo de equipamento tem sua particularidade e é mais indicado para um perfil de usuário, mas todos eles têm como objetivo promover a autonomia dos idosos e a tranquilidade dos familiares.

Uso dentro de casa

Nessa modalidade, o equipamento instalado na casa do usuário é o PERS 4200. Ele é um console que fica conectado à linha telefônica fixa e o usuário recebe um botão de emergência à prova d’água e de longo alcance, que pode ser utilizado como pulseira ou pingente.

Em caso de emergência, o usuário pressiona apenas um botão e é imediatamente atendido por um atendente especializado, que identifica a ocorrência e direciona o atendimento conforme plano de ação: acionar os familiares, o plano de saúde, a ambulância etc.

Essa é a grande vantagem da teleassistência sobre outras tecnologias habituais: com apenas um toque, o usuário é atendido e sua solicitação é encaminhada para a solução mais adequada.

Para entrar em contato diretamente com o idoso, é só ligar para o telefone fixo e ele poderá atendê-lo pressionando o botão de emergência. Isso garante que vocês conversem mesmo que o idoso esteja em outro cômodo da casa – pelo viva-voz e microfone do console.

E para ampliar ainda mais a rede de cuidados, podem ser adicionados acessórios ao PERS 4200. Os principais modelos são o Sensor de Quedas e o Dispensador de Medicamentos. Saiba mais sobre eles:

  • Sensor de Quedas: é um pingente com botão SOS que identifica, automaticamente, quando há uma queda e envia o comando de emergência. A diferença entre o Sensor de Quedas e o Botão de Emergência é que o primeiro possibilita que o idoso seja atendido mesmo se estiver inconsciente e não consiga pressionar o botão.

  • Dispensador Eletrônico de Medicamentos: é um equipamento que permite organizar os medicamentos do idoso e emite um alerta no horário configurado para cada um. São 28 nichos e comporta, em média, 10 comprimidos em cada.

Estes equipamentos são indicados para idosos que moram sozinhos ou passam boa parte do dia sozinhos em casa. Para pessoas que consomem medicamentos regularmente e que possuem histórico de queda, os acessórios completam as opções de cuidados.

Uso fora de casa

O Mini Rastreador Pessoal IGO é um Sistema de Emergência móvel, que funciona em qualquer lugar por meio da rede celular. Além do botão SOS para chamar emergência sempre que precisar, o sistema móvel permite que os familiares possam rastrear a localização do idoso em tempo real. Esse é um modelo resistente à água e conta, também, com sensor de queda embutido.

Quando há uma situação de emergência e o idoso pressiona o botão, todos os contatos cadastrados recebem um SMS com a localização do idoso. Imediatamente, o equipamento começa a discar para a central de monitoramento de idosos a distância 24h, que executa o plano de ação.

Este equipamento é perfeito para os idosos ativos, que saem desacompanhados e buscam ter a tranquilidade de que serão prontamente atendidos em caso de emergência.

Você já sabe qual o serviço de monitoramento à distância ideal para seu familiar idoso? Faça o download GRÁTIS do “Guia Prático – Qual a melhor opção de Cuidado para Idosos”!

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Síndrome Pós Queda: saiba como identificar e tratar

Após uma queda, é comum que o idoso sinta medo de cair novamente, mas este medo não deve limitá-lo. Conheça a Síndrome Pós Queda e descubra como tratar!

Quando um idoso cai, a preocupação imediata de médicos e familiares é constatar se houve alguma fratura. E não é para menos: as fraturas de fêmur e quadril estão entre as principais consequências de quedas em idosos e, em cerca de 20% dos casos, levam a óbito no primeiro ano. No entanto, além das complicações físicas, é necessário ficar atento às consequências psicológicas, que também podem ser muito agressivas. Após a queda, alguns idosos tendem a culpar-se pelo acontecido, especialmente quando estão dependendo de alguém – para locomoção, alimentação ou curativos, por exemplo. Esse evento potencializa uma tendência prévia à baixa autoconfiança e o idoso pode desenvolver a chamada Síndrome Pós Queda.

Felizmente, há tratamento e a família tem papel importantíssimo na reabilitação do idoso. Continue lendo para descobrir como identificar a Síndrome do Pós Queda, os riscos para a saúde do idoso e como tratá-la.

O que é a Síndrome Pós Queda?

Mais corretamente chamada de Síndrome do Pós Queda, ela consiste no conjunto de sintomas psicológicos limitantes que se manifestam após um episódio de queda. Ela pode acometer qualquer pessoa que sofra uma queda, mesmo nos casos em que não há comprometimento físico ou neurológico. Porém é mais comum em idosos, pois, proporcionalmente, os episódios de quedas também são mais frequentes entre eles.

Síndrome do Pós Queda e a Ptofobia

Muitas pessoas confundem a Síndrome do Pós Queda com a Ptofobia, que é o medo excessivo de cair. Quem sofre de Ptofobia sente um pavor descontrolado de permanecer em ortostatismo (posição de pé, ereta) e tem dificuldades de andar sozinho.

A Ptofobia pode se manifestar em diversas situações de distúrbios psicológicos, a partir de traumas ou acontecimentos marcantes, mesmo que não haja histórico de queda – que por sua vez é um fator indispensável para caracterizar a Síndrome do Pós Queda. É importante destacar que a Ptofobia é o sintoma principal da Síndrome, mas não é o único.

Isso ocorre porque a ansiedade expressada pelo idoso vai além do medo de cair e além da própria queda, pois envolve o medo de machucar-se, ser imobilizado, hospitalizado, ficar fisicamente dependente e ser incapaz de realizar suas atividades diárias.

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Como identificar a Síndrome do Pós Queda

Como mencionamos anteriormente, a Síndrome Pós Queda não está relacionada exclusivamente à existência de alguma lesão ou incapacidade motora: pode ocorrer também em idosos totalmente saudáveis e fisicamente recuperados.

Em um primeiro momento, o idoso evita demonstrar medo mas frequentemente encontra justificativas para não ficar de pé ou caminhar. Ele acredita que ao não se movimentar, estará menos exposto às chances de uma nova queda. Quando precisa caminhar, o faz com muita ansiedade e tensão, segurando-se em móveis ou pessoas e cambaleia para frente como se fosse cair a qualquer momento.

Embora os sintomas da Síndrome do Pós Queda sejam bem particulares, é importante recorrer a um profissional para obter o diagnóstico.

Reflexos da Síndrome para a saúde do idoso

Quando o idoso para de se movimentar, sob o pretexto de evitar novas quedas, o organismo deixa de reservar nutrientes, pois entende que não terá gasto energético, o que resulta em diversas consequências:

  • Perda de força e tônus muscular;

  • Dificuldade na marcha;

  • Comprometimento do equilíbrio;

  • Redução da flexibilidade;

  • Restrição da oxigenação no sangue.

Por esse motivo, costuma-se dizer que a Síndrome Pós Queda é um círculo vicioso, visto que sua consequência é justamente a queda. Observe:

Como tratar a Síndrome do Pós Queda?

Por tratar-se de uma condição psicológica com consequência física, é necessário adotar tratamento multidisciplinar com foco na reabilitação do idoso. Profissionais de diversas áreas são requeridos para essa tarefa e devem ser priorizados aqueles com experiência em geriatria – fisioterapeuta, psicólogo, psiquiatra, neurologista e educador físico são alguns deles.

Nesse momento, o desempenho da família é indispensável para o sucesso do tratamento. Deve-se tomar cuidado para não limitar o idoso nem interferir em sua autonomia, dado que esse comportamento reforça ainda mais o medo de cair.

Os familiares podem ajudar na prevenção: primeiro, conhecendo as causas e os fatores de risco das quedas em idosos; depois, executando as medidas preventivas no ambiente e na promoção de hábitos saudáveis.

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como cuidar de idoso com alzheimer

O Alzheimer afeta idosos e familiares, mas é possível minimizar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida. Descubra como cuidar de um idoso com Alzheimer.

Quando um idoso recebe o diagnóstico da Doença de Alzheimer, toda a família sofre. É muito difícil assimilar que uma pessoa ativa e independente seja acometida por uma doença incurável e debilitante. Por ser uma doença neurodegenerativa progressiva, o Alzheimer evolui ao longo dos anos, passando por três estágios principais e afetando cada dia mais a memória e a capacidade cognitiva do doente. Devido às particularidades da doença, a rotina de como cuidar de idoso com Alzheimer demanda muita paciência e jogo de cintura. Além das dificuldades físicas e cognitivas que se agravam com o tempo, as alterações comportamentais deixam o idoso teimoso, sensível e agressivo, dificultando o cuidado diário.

Embora não seja possível reverter o Alzheimer, algumas ações ajudam a minimizar os sintomas e retardar o avanço da doença, contribuindo para manter a qualidade de vida do idoso por mais tempo. Confira que ações são essas e descubra como cuidar de idoso com Alzheimer!

#1 Estabeleça uma rotina

Semelhante às crianças, os idosos com Alzheimer precisam de rotina para se sentirem seguros.

Organize-se para que vocês façam as refeições sempre no mesmo horário, assim como os passeios, as atividades, o banho, a administração dos medicamentos e a hora de dormir, entre outras atividades. Peça a ajuda do idoso para desenvolverem juntos uma agenda semanal, incluindo os momentos de lazer, como assistir a um filme ou dançar.

#2 Valorize sua autonomia

O comprometimento da capacidade do idoso com Alzheimer é gradativo, portanto, evite incapacitá-lo antes que a doença o faça.

Permita que o idoso realize as atividades a que está habituado e supervisione, ajudando apenas quando houver necessidade. Dessa forma, ele se sentirá mais confiante por perceber que ainda mantém certa autonomia.

#3 Mantenha a casa segura

Sempre alerta! O lema é dos escoteiros, mas bem poderia ser adotado pelos cuidadores de idosos com Alzheimer.

Os episódios de acidentes domésticos são muitos comuns com idosos, e com a Doença de Alzheimer os riscos são ainda maiores. Para reduzir as chances de queda e acidentes, realize adaptações na casa: instale barras de segurança no banheiro, mantenha os ambientes bem iluminados e retire tapetes e móveis em excesso. Também fique atento ao fogão, ar condicionado e aparelhos elétricos.

#4 Evite que ele saia desacompanhado

Mesmo na fase inicial da doença, um dos sintomas mais recorrentes é a Desorientação Topográfica, que consiste na dificuldade em reconhecer trajetos e lugares cotidianos, o que pode fazer com que o idoso se perca, caso saia desacompanhado. Para evitar que ele saia do lar sozinho, deixe-o acreditar que você não quer ficar sozinho ou tem algum compromisso fora de casa. Caso você não possa acompanhá-lo sempre, considere a aquisição de um Mini Rastreador para Idosos.

Além disso, quando a doença avança, o idoso tende a não reconhecer a própria casa e pede para ir embora – é a chamada Síndrome do Pôr do Sol, pois geralmente se manifesta no fim da tarde. Caso aconteça, leve-o para dar a volta na quadra e retorne para casa.

#5 Incentive a prática de exercícios físicos

Os benefícios dos exercícios físicos são conhecidos por todos, mas os efeitos em idosos com Alzheimer vão além da estética e do fortalecimento muscular. A deterioração dos neurônios afeta diretamente o sistema motor do idoso, comprometendo a locomoção e os movimentos cotidianos, como sentar e erguer os braços – e as atividades físicas amenizam justamente isso tudo.

Além de evitar as dores e quedas, os exercícios físicos contribuem para a manutenção do equilíbrio, para o funcionamento do intestino e para a liberação de endorfina (hormônio do bem-estar que reduz os sintomas do Alzheimer).

#6 Estimule, também, os exercícios mentais

As atividades cognitivas são muito importantes para manter ativo o cérebro dos idosos e retardar os sintomas do Alzheimer. E o estímulo ainda pode ser potencializado se as atividades forem realizadas em grupos maiores de pessoas, em clubes ou com vizinhos. Jogo da memória, quebra-cabeças, sudoku, cruzadinha, xadrez e jogos de baralho são ótimas opções para incentivar o raciocínio lógico.

Além dos jogos, conheça outras dicas para “acordar” o cérebro:

  • Antes de ir ao supermercado, peça ao idoso para fazer uma lista de compras. Chegando lá, tentem realizar as compras sem usar a lista.

  • Leia uma história ou notícia para o idoso, com muitos detalhes. No dia seguinte, solicite que ele repita ou conte a história para outra pessoa.

  • Coloque uma música que ele goste ou que tenha sido especial em sua juventude – as músicas são poderosas contra a progressão do Alzheimer.

Gostou das nossas dicas de como cuidar de idoso com Alzheimer? Então confira o nosso blog para ter ainda mais informações sobre a saúde na terceira idade!

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