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Flic, o Botão Inteligente para Smartphones

Não seria incrível se você tivesse um botão externo que  pudesse ser configurado para interagir com diversos aplicativos do seu smartphone? O Flic é um botão inteligente, lançado com grande sucesso pelo site de crowdfunding indiegogo, que está sendo importado e distribuído no Brasil pela Tecnosenior.

O botão se conecta ao smartphone via Bluetooth, através de um aplicativo grátis para iPhone e Android, e você pode configurar diversas ações. Uma grande aplicação é para segurança pessoal: é possível programar o Flic para enviar uma mensagem de texto pedindo ajuda e sua localização.

botão inteligente

O botão é bem pequeno e pode ser fixado em qualquer superfície ou preso na roupa com um clip. Cada um memoriza três comandos: clique simples, clique duplo, e clique longo. Você pode comprar vários botões e colocá-los em torno da sua mesa de trabalho, na sua bicicleta, em casa, ou no seu carro.

Possui design emborrachado e está disponível em diversas cores.

botão inteligente

 

O que posso fazer com o Flic?

Muita coisa pode ser feita com estes botões: disparar a câmera fotográfica do telefone, fazer chamadas, acionar o GPS e dezenas de outros aplicativos.  Ele também funciona como uma forma física para disparar um comando do tipo If-This-Then-That (IfTTT) através do aplicativo IfTTT. O nível de interesse neste produto indica que os consumidores querem uma maneira fácil de disparar rapidamente comandos repetitivos dentro de uma casa inteligente, em casos de automação residencial. O botão inteligente Flic utiliza uma bateria que pode ser facilmente substituída.

Cada cliente pode cadastrar vários botões e configurá-los com funções diferentes, o que garante a segurança e praticidade para executar qualquer tarefa.

Assista o vídeo para ver como funciona.

 

Para maiores informações, clique aqui.

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Quanto custa um Sistema de Emergência Pessoal?

Antes de responder quanto custa, é importante explicar como funciona um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, e a diferença entre eles.

O que é mais difundido em todo mundo, e também no Brasil, são equipamentos conectados à linha de telefone fixo de uma residência, que discam para uma Central de Monitoramento, onde operadores que estão alertas 24h atendem o chamado do usuário e providenciam ajuda. Ligando para familiares, vizinhos e serviços de ambulância público ou privado.

Quando este tipo de Sistema de Emergência pessoal é ofertado, diversos valores estão incluídos na proposta:

  • valor do equipamento que foi instalado
  • serviço de instalação e configuração do equipamento
  • serviço de monitoramento 24 horas
  • custo da ligação telefônica
  • serviços e sensores extras

As empresas que ofertam o Serviço de Monitoramento Pessoal cobram uma mensalidade, que custa em torno de R$ 160,00, e engloba todos os itens acima. Podemos encontrar mensalidades a partir de R$ 100,00, quando o equipamento é cobrado a parte ou tem alguma taxa de instalação.

O Equipamento

Normalmente, as empresas não vendem o equipamento para o cliente, mas cobram um aluguel pelo equipamento, que será embutido na mensalidade. Algumas colocam parte do valor do equipamento na taxa de instalação (ou taxa de adesão) e oferecem uma mensalidade menor.

A Instalação

A instalação de um Sistema de Emergência Pessoal, depois de configurado, é muito simples. Basta ligar numa tomada de alimentação e na tomada do telefone. Por isso, as empresas podem enviar o equipamento para o cliente por correio e orientar a instalação por telefone. Já a configuração do equipamento que envolve a definição de diversos parâmetros, incluindo o número da Central de Monitoramento para o qual o sistema deverá ligar, é bem mais complexa, e vai necessitar de um computador com um programa específico para gravar todas as variáveis definidas pelo cliente em conjunto com a empresa de monitoramento.

Serviço de Monitoramento 24h

Você pode perguntar: Eu preciso de uma Central de Monitoramento?  Sim, dependendo do tipo de equipamento utilizado. O equipamento instalado pelas empresas de monitoramento, só conseguem ligar para uma Receptora de Alarme. Seria como os antigos aparelhos de Fax. Você não consegue atender um aparelho de Fax, ele tem que ser atendido por outro Fax. Quando o sistema é acionado pelo usuário, antes de completar a chamada, são enviados  dados identificando quem está chamando e qual o tipo de emergência acionada. Além disso, a Central de Monitoramento garante que sempre haverá alguém para receber o chamado de emergência e providenciar ajuda.

Custo da Ligação Telefônica

Falamos até aqui dos equipamentos que estão conectados a uma linha de telefone fixo, ja existente na residência. Nestes caso, a ligação custa pouco ou nada (quando as empresas disponibilizam  um número 0800).  Mas existem os equipamentos que utilizam linha de celular. Neste caso, o cliente vai pagar o valor de uma linha de celular que poderá estar embutida na mensalidade do sistema de monitoramento ou ser paga separadamente, diretamente para a operadora.

Sensores e Serviços Extras

Os sistemas atuais têm uma série de recursos que podem usar sensores extras e programados para emitirem avisos e chamar a central, tais como:  sensor de fumaça e fogo, sensor de gás CO2, sensores de abertura de portas e janelas, sensores de presença, que podem reportar inatividade.  Além disso, lembretes para compromissos e hora de tomar medicamentos, podem ser configurados e monitorados. Estes sensores e serviços, normalmente, são cobrados como opcionais no plano de monitoramento contratado.

 Equipamentos Sem Mensalidade

Existem Sistemas que discam diretamente para um número comum, sem cobrança de mensalidade?

Sim! Existem equipamentos, normalmente chamados de “livre de mensalidade” que discam diretamente para um telefone comum (fixo ou celular) e custa somente o valor do aparelho. Neste tipo de equipamento, o usuário pode configurar de 3 a 5 números que serão chamados quando o usuário acionar a emergência. O problema com estes sistemas é que, se nenhum dos números atender (por inúmeros motivos), o usuário não vai receber socorro. Com relação aos equipamentos livres de mensalidade, também existem aqueles que usam uma tecnologia mais avançada, que pode reduzir as chances do usuário não ser atendido. Para saber mais sobre este tipo de equipamento, clique aqui.

quanto custa

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Portaria Virtual

Com o surgimento das portaria virtual, os porteiros são substituídos por centrais de monitoramento remotas e os moradores perdem um recurso importante: o interfone.

As empresas de segurança não haviam percebido que para os moradores idosos, o interfone é o meio mais fácil e rápido de pedir ajuda num caso de emergência. Basta levantar o fone e falar com o porteiro. Este pode chamar socorro ou, até mesmo, ir até o apartamento do morador para prestar ajuda.

Os idosos em situação de estresse não conseguem utilizar um telefone fixo ou celular, por não lembrar que número digitar, ou por não encontrar alguém que atenda sua ligação imediatamente.

No caso da maioria das portarias virtuais, quando um visitante chega, o morador é contatado através de uma linha de telefone, fixo ou celular. O interfone deixa de ser usado.

Como atender os idosos com a oferta da Portaria Virtual?

Percebendo esta necessidade, algumas empresas de Portaria Virtual estão ofertando, também, o Sistema de Emergência Pessoal, que acrescenta uma série de vantagens com relação ao interfone. No caso de um acidente, o morador nem precisa ir até a cozinha onde normalmente está instalado o interfone. Ele pode se comunicar com a Central de Monitoramento simplesmente apertando um botão, de um pingente ou pulseira, e falar com o atendente através do viva-voz do console instalado no apartamento e conectado à Central de Monitoramento através de uma linha de telefone fixo.

Alguns empresários da Portaria Virtual ficam receosos em ofertar o Sistema ao condomínio porque foram contratados para reduzir custos, e a instalação do Sistema Emergência Pessoal representaria mais uma despesa para os condôminos. Não se dão conta que a implantação da Portaria Virtual nunca é uma decisão unânime dos moradores. Além disso, o Sistema de Monitoramento Pessoal é um investimento a ser feito pelo morador e não pelo condomínio.

Outros empresários se deram conta que podem ampliar bastante o número de clientes ofertando serviços não só ao condomínio, mas para cada um dos moradores. Uma dificuldade encontrada é que oferta dos serviços de monitoramento de emergência pessoal requer uma abordagem diferente por parte dos profissionais de venda uma vez que deve ser ofertado a família do morador idoso e não ao síndico que é para que eles ofertam a Portaria Virtual.

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Prefeitura implanta teleassistência para idosos

Botão de emergência salva a vida de idoso no RS

A cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, implantou um programa de teleassistência para idosos, seguindo o modelo de muitas cidades européias. O aposentado João Albino Lopes, 66 anos e deficiente visual há dez anos, é um dos usuários do Sistema de Emergência Pessoal PERS3600, distribuído pela Tecnosenior, e conta sua experiência.

João Albino Lopes usando o botão de emergência na pulseira

Foto de Nilson Winter

 

O Sr. João acionou o botão de emergência para conectar com a Central de Atendimento, e pedir ajuda para a esposa que tem Alzheimer. “Mesmo estando acompanhado da nossa cuidadora, quando soube que minha esposa estava desmaiada, não pensei duas vezes em apertar o botão e pedir ajuda. Em 15 minutos a ambulância do Samu chegou e iniciou o atendimento”, contou ele satisfeito com o serviço rápido e eficiente. “Sei que o usuário da pulseira sou eu, mas no momento de necessidade fui obrigado a usá-la e em nenhum momento foi negado atendimento”.

Segundo Lisiane Machado Bitencourt da Silva, da unidade de Atenção Básica de Saúde, o objetivo da Secretaria Municipal de Saúde de São Leopoldo é agilizar o atendimento médico para reduzir a gravidade. “Dá uma segurança maior nas intercorrências médicas, ou seja, nos eventos inesperados que necessitam de um procedimento médico, nos possibilita a oferecer o socorro de forma mais rápida, reduzindo assim a gravidade. Além disso, traz uma tranquilidade maior para a família”. Leia aqui a matéria publicada pela prefeitura.

Teleassistência para Idosos na Europa

A implantação de Sistemas de Emergência Pessoal para idosos é comum em muitas cidades da Europa, como em Lisboa, por exemplo,  onde este serviço contribui para a manutenção da autonomia dos idosos no seu domicílio, com dignidade e segurança, proporcionando uma resposta imediata em situação de emergência ou derivadas destas, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Aqui no Brasil, algumas cidades como Joinville, em Santa Cataria, e Santos, em São Paulo, já implantaram programas de teleassistência para idosos de baixa renda.

 

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Câmeras para monitoramento de saúde

Você consegue imaginar câmeras capazes de fazer monitoramento de saúde apenas pelo uso de imagens? Pois é. A Hanwha Techwin, fabricante de câmeras de vigilância da Samsung, e a Oxehealth, desenvolvedora de softwares de monitoramento de saúde, anunciaram parceria para a criação de uma câmera capaz de fazer o monitoramento de saúde das pessoas a partir de imagens.

O trabalho em conjunto já rendeu resultados surpreendentes, pois já é possível por meio da câmera monitorar a frequência cardíaca e as taxas de respiração dos pacientes. O objetivo é expandir as funções para o monitoramento de temperatura, pressão arterial e até mesmo da oxigenação no sangue. Mas como isso acontece? A câmera é capaz de “ler” os sinais vitais por meio da localização da pessoa nas imagens e da seleção da parte do corpo a ser analisada. O intuito é que a tecnologia seja utilizada em instituições de saúde e em penitenciárias, visando a prevenção de mortes, já que por meio do monitoramento será possível receber alertas sobre mudanças súbitas nos pacientes e nos detentos. As empresas também estão considerando a aplicabilidade em pacientes em atendimento domiciliar, como idosos, e no monitoramento de bebês. Parece ficção científica, mas é a realidade.

Monitoramento de saúde

Reconhecimento facial

Certamente a utilização desta tecnologia dentro das penitenciárias, está muito longe da realidade brasileira. Mas para as ILPI – Instituições de Longa Permanência para Idosos, quem sabe num futuro próximo. Sabemos que os sistemas de reconhecimento facial funcionam cada vez melhor, inclusive reconhecendo expressões como sorriso para disparar fotos, em câmeras fotográficas simples.

Confira o vídeo que mostra o funcionamento da Oxecam:

Matéria publicada pelo Canaltech. Para acessar a matéria original, clique aqui.

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Tecnologia Assistiva

Tecnologia Assistiva 

Tecnologia Assistiva, segundo as autoras Mara Lúcia Sartoretto e Rita Bersch, é um termo ainda novo, mas é muito bem apresentado no site Assistiva Tecnologia e Educação – www.assistiva.com.br

Conforme está no site, o termo Tecnologia Assistiva se refere a “uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências” (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995.

Tecnologia Assistiva para idosos no Brasil

A Tecnosenior é uma empresa que fornece equipamentos e softwares de Tecnologia Assistiva para empresas que queiram prestar serviços nesta área. Não exclusivamente, mas principalmente, para pessoa idosas, que se configuram como um grande mercado. Os equipamentos e sistemas importados e desenvolvidos por nós atendem integralmente os objetivos da Tecnologia Assistiva, que são: “proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade”.

Os Sistemas de Emergência Pessoal ou Teleassistência proporcionam uma maior independência aos seu usuários na medida que permitem comunicação com seus familiares, amigos ou cuidadores, em situações de emergência. Dessa forma o usuário se sente mais independente para continuar suas atividades domésticas mesmo que more só ou passe parte do tempo sozinho em casa.

Os equipamentos de teleassistência se enquadram na categoria 4 de Tecnologia Assistiva:  Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores. Na realidade, os sistemas de emergência pessoal, permitem que o usuário controle um telefone com discagem a automática, através de botões e sensores que transmitem sinal para um console instalada na casa do usuários e conectado à uma Central de Monitoramento através de linha telefônica.

Sistema de Tele-assistência e tecnologia assistiva

Tele-assistência

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Envelhecimento no Século XXI

“O Brasil será, em poucas décadas, um dos países com maior número de idosos do mundo, e precisa correr para poder atendê-los no que eles têm de melhor e mais saudável: o desejo de viver com independência e autonomia”.

envelhecimento

Envelhecimento em Casa

A reportagem de Fernanda Allegretti – Envelhecimento no Século XXI, para a revista Veja de 18/03/2016, mostra que o mantra da velhice no século XXI é “envelhecer em casa”, ou como os americanos dizem: aging in place. Disponibilizar novas tecnologias que irão nos ajudar a cuidar dos nossos pais, e permitir que eles envelheçam e suas casas, com independência e autonomia é o objetivo da Tecnosenior.

“O conceito que guia novas políticas e negócios voltados para os longevos tem como principal objetivo fazer com que as pessoas consigam permanecer em casa o maior tempo possível, sem que, para isso, precisem de um familiar por perto”. Como diz na reportagem, não é o caso de fazer apologia da solidão, e sim encarar uma realidade. As famílias contemporâneas não têm mais aquela filha que foi criada para ficar cuidando dos pais na velhice. Temos que lançar mão de novas tecnologias para que os idosos possam ter uma vida autônoma e independente.

Envelhecimento no Brasil

Falando em envelhecimento no século XXI, em 2050, nada menos que 64 milhões de brasileiros – o equivalente a 30% da população – estarão com 60 anos ou mais. Hoje, são 25 milhões, pouco mais de 12%. A expectativa de vida saltará de 75 para 81 anos, acima da média mundial, que, estima-se, estará em 76. Só no Estado de São Paulo, o número de centenários será dez vezes maior. O país ocupará, então, no ranking internacional, o nono lugar na proporção de idosos na população, à frente, por exemplo, de Estados Unidos, México e Rússia.

Com famílias menores, casais optando por não ter filhos e o chamariz da emigração, muitos dos jovens adultos de agora terão de encarar a longevidade sozinhos. Diante desse cenário, o desafio que se apresenta a todos – médicos, governantes e cidadãos comuns – é atender à principal e mais saudável ambição dos idosos: manter uma vida autônoma e independente.

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Segurança Eletrônica e o Alarme de Emergência Pessoal

As empresas de Seguranca Eletronica estão atentas para um novo mercado extremamente promissor: O Alarme de Emergência Pessoal.

Todos sabemos da quantidade de invasões e roubos de residências que ocorrem no Brasil. Por isso temos tantas empresas de Segurança Eletrônica, que fazem parte de um mercado milionário, que envolve fabicantes de alarmes, empresas de monitoramento, e revendores de serviços de instalação e monitoramento.

O que ninguém no Brasil tinha se dado conta até poucos anos, é de um outro tipo de monitoramento de alarme, que movimenta bilhões de dólares nos Estados Unidos, Europa e Japão.

Estes sistemas, que servem para os usuários chamarem ajuda numa situação de emergência doméstica, atende por diversos nomes lá fora. Os americanos chamam o serviço de Alerta Médico (Medical Alert). Já na Europa os termos mais utilizados são Tele-assistência (Portugal), Telecare (Inglaterra), Teleassistance (França), Teleassistencia (Espanha).

O sistema é muito parecido com um de alarme residencial, uma vez que utiliza um equipamento instalado na casa do cliente, uma linha telefoônica, uma central de monitoramento que recebe as chamadas, e as revendas que instalam e comercializam o serviço de monitoramento 24h. Mas as semelhanças terminam ai. O equipamento – PERS – como é chamado nos Estados Unidos, sigla de Personal Emergency Reponse System, o que em português seria Sistema para Reportar Emergência Pessoal, tem uma série de recursos para atender às necessidades dos usuários e ser extremamente confiável.

Botões de emergência usados com pingente ou pulseira

Botões de emergência

A primeira exigência deste tipo de equipamento é que tenha um botão pequeno, leve e a prova d’água, que possa ser usado como pingente ou no pulso, com transmissão de longo alcance para a base ou console que vai realizar a chamada em caso de acionamento. Outro aspecto que o diferencia de uma sistema de alarme tradicional é o recuros de viva-voz. Quando acionado, o operador consegue se comunicar pelo sistema de viva-voz do console, sem que seja necessário o usuário atender uma chamada. O que seria impossível se ele estiver caído ou numa situação.

A estes dois recursos se somam inúmeros outros, tais como:
Atendimento automático de chamadas telefônicas.
Avisos de medicamento e compromissos.
Monitoramento de temperatura.
Monitoramento de não atividade.

Por utilizar uma tecnologia semelhante aos sistemas de Monitoramento de Alarme, muitas empresas de Segurança Eletrônica estão vislumbarndo ma nova gama infinita de clientes:

Idosos que moram sozinhos ou ficam algum tempo sozinhos em casa.
Pessoas que necessitam de cuidados especiais.
Pessoas com dificulades de locomoção.
Pacientes que estão se recuperando em casa.
Gestantes com gravidez de risco.
Atendentes de loja e estabelecimentos comerciais.
Moradores de apartamentos sujeitos a invasão de condomínios.

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Termômetro à prova de fraude

Uma amiga me confessou que, quando criança, colocava o termômetro no vapor da chaleira e levava até a mãe para mostrar que estava com febre e não poderia ir para a escola naquele dia.

Se depender da empresa Withings as crianças não poderão mais usar esse truque. O novo termômetro da Withings mede a temperatura do corpo de alguém com apenas um toque na testa.

Dentro de uma capsula de plástico encontra-se um conjunto de 16 sensores infravermelhos que localizam e medem rapidamente a assinatura Infravermelho da artéria temporal que corre pelo lado de seu rosto e parte da sua testa. Em apenas dois segundos a matriz de sensores faz 4.000 medições.  As medidas são processadas usando um algoritmo especial que corrige a temperatura ambiente e a perda de calor através de sua pele. Isso garante que o Thermo possa informar uma leitura precisa em poucos segundos.

Apesar de toda a tecnologia, este termômetro é muito simples de ser usado. Basta encostar na testa e pressionar um único botão, e esperar alguns segundos até que uma vibração indique que o dispositivo tenha feito uma leitura bem sucedida. Os resultados são exibidos em graus Celsius ou Fahrenheit através de um display de LED do aparelho. Além disso um LED muda de cor para indicar possíveis problemas de saúde, com as cores verde, laranja ou vermelho de advertência.

Em vez de ter de recarregar constantemente o Thermo, um par de pilhas AA podem mantê-lo funcionando por até dois anos. O Thermo pode compartilhar as medições de temperatura através da rede Wi-Fi ou Bluetooth para um aplicativo grátis de smartphone Android ou iOS, que pode manter os dados de temperatura de vários usuários.

Além deste termômetro que estará no mercado no início de 2016, a Withings desenvolve balanças  e aparelhos que medem a pressão arterial e transmitem os resultados para um aplicativo no seu smartphone.

Quer saber porque a temperatura do corpo humano é 37 graus centígrados? Clique aqui.

 

termometro

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A Revolução da Longevidade – Dr Emilio Moriguchi

Revolução da longevidade – No dia 14 de dezembro de 2015 na sede da Tecnosenior ocorreu um evento idealizado para discussão de um tema muito importante da atualidade: a revolução da longevidade e as mudanças que estão ocorrendo nesse contexto em nossa sociedade.

Para conduzir a pauta, os convidados contaram com a presença do Dr. Emílio Moriguchi, uma das grandes autoridades brasileiras em gerontologia. Ele apresentou o tema “Revolução da Longevidade”, através de informações sobre a evolução da população idosa no mundo. Dentro do assunto também foram discutidas as mudanças sofridas no perfil do idoso ao longo dos anos, bem como as diferenças do papel de homens e mulheres ao longo da vida.

Após sua apresentação abriu-se um painel de discussão com os convidados do evento, médicos e profissionais de diversas especialidades. A grande conclusão advinda da conversa é que atualmente as pessoas tem um ritmo de vida mais intenso, mas vivem mais sozinhas do que antigamente. Além disso, surge uma nova fase da vida – chamada pelo Dr. Moriguchi de “gerontolescência”, neologismo adotado pelo Dr. Alexandre Kalache – um dos maiores especialistas em envelhecimento da atualidade. O termo indica a fase em que o indivíduo está se se preparando para o envelhecimento efetivo. E é nessa etapa que as pessoas precisam pensar no futuro, adotar práticas corretas e adequar seu estilo de vida.

Tecnologia ao encontro da Revolução da Longevidade

A seguir foi a vez de Gilson Esteves, CEO da Tecnosenior, apresentar uma tecnologia que vem ao encontro de alguns anseios dessa nova geração, que são os riscos em estar sozinho e, portanto, mais vulnerável. O sistema de monitoramento pessoal (PERS, em inglês), vem para auxiliar os usuários em diversas situações da rotina, apenas com o clicar de um botão, para solicitar ajuda através de uma central de monitoramento 24 horas.

Os equipamentos disponíveis para demonstração no local podiam ser testados, como o pingente de emergência que auxilia no socorro rápido em caso de uma queda, por exemplo, além dos mais diversos sensores, como o de queda, o de movimento, o de inatividade, entre outros.

Ao final das apresentações houve um encontro agradável no lounge Tecnosenior para confraternização entre os convidados e anfitriões.

Saiba mais sobre nossas tecnologias. Acesse: www.tecnosenior.com/produtos

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