Síndrome Pós Queda: saiba como identificar e tratar

Após uma queda, é comum que o idoso sinta medo de cair novamente, mas este medo não deve limitá-lo. Conheça a Síndrome Pós Queda e descubra como tratar!

Quando um idoso cai, a preocupação imediata de médicos e familiares é constatar se houve alguma fratura. E não é para menos: as fraturas de fêmur e quadril estão entre as principais consequências de quedas em idosos e, em cerca de 20% dos casos, levam a óbito no primeiro ano. No entanto, além das complicações físicas, é necessário ficar atento às consequências psicológicas, que também podem ser muito agressivas. Após a queda, alguns idosos tendem a culpar-se pelo acontecido, especialmente quando estão dependendo de alguém – para locomoção, alimentação ou curativos, por exemplo. Esse evento potencializa uma tendência prévia à baixa autoconfiança e o idoso pode desenvolver a chamada Síndrome Pós Queda.

Felizmente, há tratamento e a família tem papel importantíssimo na reabilitação do idoso. Continue lendo para descobrir como identificar a Síndrome do Pós Queda, os riscos para a saúde do idoso e como tratá-la.

O que é a Síndrome Pós Queda?

Mais corretamente chamada de Síndrome do Pós Queda, ela consiste no conjunto de sintomas psicológicos limitantes que se manifestam após um episódio de queda. Ela pode acometer qualquer pessoa que sofra uma queda, mesmo nos casos em que não há comprometimento físico ou neurológico. Porém é mais comum em idosos, pois, proporcionalmente, os episódios de quedas também são mais frequentes entre eles.

Síndrome do Pós Queda e a Ptofobia

Muitas pessoas confundem a Síndrome do Pós Queda com a Ptofobia, que é o medo excessivo de cair. Quem sofre de Ptofobia sente um pavor descontrolado de permanecer em ortostatismo (posição de pé, ereta) e tem dificuldades de andar sozinho.

A Ptofobia pode se manifestar em diversas situações de distúrbios psicológicos, a partir de traumas ou acontecimentos marcantes, mesmo que não haja histórico de queda – que por sua vez é um fator indispensável para caracterizar a Síndrome do Pós Queda. É importante destacar que a Ptofobia é o sintoma principal da Síndrome, mas não é o único.

Isso ocorre porque a ansiedade expressada pelo idoso vai além do medo de cair e além da própria queda, pois envolve o medo de machucar-se, ser imobilizado, hospitalizado, ficar fisicamente dependente e ser incapaz de realizar suas atividades diárias.

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Como identificar a Síndrome do Pós Queda

Como mencionamos anteriormente, a Síndrome Pós Queda não está relacionada exclusivamente à existência de alguma lesão ou incapacidade motora: pode ocorrer também em idosos totalmente saudáveis e fisicamente recuperados.

Em um primeiro momento, o idoso evita demonstrar medo mas frequentemente encontra justificativas para não ficar de pé ou caminhar. Ele acredita que ao não se movimentar, estará menos exposto às chances de uma nova queda. Quando precisa caminhar, o faz com muita ansiedade e tensão, segurando-se em móveis ou pessoas e cambaleia para frente como se fosse cair a qualquer momento.

Embora os sintomas da Síndrome do Pós Queda sejam bem particulares, é importante recorrer a um profissional para obter o diagnóstico.

Reflexos da Síndrome para a saúde do idoso

Quando o idoso para de se movimentar, sob o pretexto de evitar novas quedas, o organismo deixa de reservar nutrientes, pois entende que não terá gasto energético, o que resulta em diversas consequências:

  • Perda de força e tônus muscular;

  • Dificuldade na marcha;

  • Comprometimento do equilíbrio;

  • Redução da flexibilidade;

  • Restrição da oxigenação no sangue.

Por esse motivo, costuma-se dizer que a Síndrome Pós Queda é um círculo vicioso, visto que sua consequência é justamente a queda. Observe:

Como tratar a Síndrome do Pós Queda?

Por tratar-se de uma condição psicológica com consequência física, é necessário adotar tratamento multidisciplinar com foco na reabilitação do idoso. Profissionais de diversas áreas são requeridos para essa tarefa e devem ser priorizados aqueles com experiência em geriatria – fisioterapeuta, psicólogo, psiquiatra, neurologista e educador físico são alguns deles.

Nesse momento, o desempenho da família é indispensável para o sucesso do tratamento. Deve-se tomar cuidado para não limitar o idoso nem interferir em sua autonomia, dado que esse comportamento reforça ainda mais o medo de cair.

Os familiares podem ajudar na prevenção: primeiro, conhecendo as causas e os fatores de risco das quedas em idosos; depois, executando as medidas preventivas no ambiente e na promoção de hábitos saudáveis.

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como cuidar de idoso com alzheimer

O Alzheimer afeta idosos e familiares, mas é possível minimizar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida. Descubra como cuidar de um idoso com Alzheimer.

Quando um idoso recebe o diagnóstico da Doença de Alzheimer, toda a família sofre. É muito difícil assimilar que uma pessoa ativa e independente seja acometida por uma doença incurável e debilitante. Por ser uma doença neurodegenerativa progressiva, o Alzheimer evolui ao longo dos anos, passando por três estágios principais e afetando cada dia mais a memória e a capacidade cognitiva do doente. Devido às particularidades da doença, a rotina de como cuidar de idoso com Alzheimer demanda muita paciência e jogo de cintura. Além das dificuldades físicas e cognitivas que se agravam com o tempo, as alterações comportamentais deixam o idoso teimoso, sensível e agressivo, dificultando o cuidado diário.

Embora não seja possível reverter o Alzheimer, algumas ações ajudam a minimizar os sintomas e retardar o avanço da doença, contribuindo para manter a qualidade de vida do idoso por mais tempo. Confira que ações são essas e descubra como cuidar de idoso com Alzheimer!

#1 Estabeleça uma rotina

Semelhante às crianças, os idosos com Alzheimer precisam de rotina para se sentirem seguros.

Organize-se para que vocês façam as refeições sempre no mesmo horário, assim como os passeios, as atividades, o banho, a administração dos medicamentos e a hora de dormir, entre outras atividades. Peça a ajuda do idoso para desenvolverem juntos uma agenda semanal, incluindo os momentos de lazer, como assistir a um filme ou dançar.

#2 Valorize sua autonomia

O comprometimento da capacidade do idoso com Alzheimer é gradativo, portanto, evite incapacitá-lo antes que a doença o faça.

Permita que o idoso realize as atividades a que está habituado e supervisione, ajudando apenas quando houver necessidade. Dessa forma, ele se sentirá mais confiante por perceber que ainda mantém certa autonomia.

#3 Mantenha a casa segura

Sempre alerta! O lema é dos escoteiros, mas bem poderia ser adotado pelos cuidadores de idosos com Alzheimer.

Os episódios de acidentes domésticos são muitos comuns com idosos, e com a Doença de Alzheimer os riscos são ainda maiores. Para reduzir as chances de queda e acidentes, realize adaptações na casa: instale barras de segurança no banheiro, mantenha os ambientes bem iluminados e retire tapetes e móveis em excesso. Também fique atento ao fogão, ar condicionado e aparelhos elétricos.

#4 Evite que ele saia desacompanhado

Mesmo na fase inicial da doença, um dos sintomas mais recorrentes é a Desorientação Topográfica, que consiste na dificuldade em reconhecer trajetos e lugares cotidianos, o que pode fazer com que o idoso se perca, caso saia desacompanhado. Para evitar que ele saia do lar sozinho, deixe-o acreditar que você não quer ficar sozinho ou tem algum compromisso fora de casa. Caso você não possa acompanhá-lo sempre, considere a aquisição de um Mini Rastreador para Idosos.

Além disso, quando a doença avança, o idoso tende a não reconhecer a própria casa e pede para ir embora – é a chamada Síndrome do Pôr do Sol, pois geralmente se manifesta no fim da tarde. Caso aconteça, leve-o para dar a volta na quadra e retorne para casa.

#5 Incentive a prática de exercícios físicos

Os benefícios dos exercícios físicos são conhecidos por todos, mas os efeitos em idosos com Alzheimer vão além da estética e do fortalecimento muscular. A deterioração dos neurônios afeta diretamente o sistema motor do idoso, comprometendo a locomoção e os movimentos cotidianos, como sentar e erguer os braços – e as atividades físicas amenizam justamente isso tudo.

Além de evitar as dores e quedas, os exercícios físicos contribuem para a manutenção do equilíbrio, para o funcionamento do intestino e para a liberação de endorfina (hormônio do bem-estar que reduz os sintomas do Alzheimer).

#6 Estimule, também, os exercícios mentais

As atividades cognitivas são muito importantes para manter ativo o cérebro dos idosos e retardar os sintomas do Alzheimer. E o estímulo ainda pode ser potencializado se as atividades forem realizadas em grupos maiores de pessoas, em clubes ou com vizinhos. Jogo da memória, quebra-cabeças, sudoku, cruzadinha, xadrez e jogos de baralho são ótimas opções para incentivar o raciocínio lógico.

Além dos jogos, conheça outras dicas para “acordar” o cérebro:

  • Antes de ir ao supermercado, peça ao idoso para fazer uma lista de compras. Chegando lá, tentem realizar as compras sem usar a lista.

  • Leia uma história ou notícia para o idoso, com muitos detalhes. No dia seguinte, solicite que ele repita ou conte a história para outra pessoa.

  • Coloque uma música que ele goste ou que tenha sido especial em sua juventude – as músicas são poderosas contra a progressão do Alzheimer.

Gostou das nossas dicas de como cuidar de idoso com Alzheimer? Então confira o nosso blog para ter ainda mais informações sobre a saúde na terceira idade!

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A importância da acessibilidade para idosos

Além da mobilidade reduzida, muitos idosos enfrentam outras batalhas diárias para se locomover. Leia mais sobre a importância da acessibilidade para idosos!

Com o avançar da idade, os riscos de quedas e acidentes domésticos aumentam. Juntamente com a fragilidade muscular e óssea, as debilidades visuais, auditivas e de equilíbrio, essa situação pode transformar utensílios rotineiros em verdadeiros obstáculos na acessibilidade para idosos.

A questão é tão séria que existe até legislação garantindo o direito do idoso à mobilidade – aliás, o Brasil tem uma das mais avançadas leis de mobilidade social. Porém, ela vem sendo praticada apenas em novas obras públicas, enquanto as construções antigas continuam trazendo riscos e até contribuindo para o isolamento social dos idosos mais debilitados.

Por isso, é importante atentar-se aos fatores de risco e tomar medidas preventivas, evitando acidentes cotidianos que provoquem lesões e dificultem ainda mais a mobilidade na terceira idade. Desde as característica do solo até detalhes na roupa do idoso, como bolsos e botões, podem fazer toda a diferença. Conheça, a seguir, atitudes simples que podem facilitar muito a mobilidade e a acessibilidade para idosos.

Reduza os riscos em casa

Para oferecer um ambiente aconchegante ao idoso, que permita sua mobilidade com independência e segurança, é necessário adotar uma série de adaptações. Confira:

  • Evitar tapetes de tecido sobre pisos encerados, que podem ser escorregadios;

  • Evitar qualquer objeto no chão que crie obstáculos para a passagem, tais como: extensões elétricas, mesas de centro, brinquedos de crianças, entre outros;

  • Prefira sofás e poltronas que tenham braços firmes, pois servem de apoio ao levantar-se;

  • Organizar ambientes bem iluminados, aumentando a probabilidade do idoso enxergar os obstáculos;

  • No banheiro, evitar box de vidro e dispor de barras de apoio (tanto no box, quanto ao lado da privada). Também opte por tapetes antiderrapantes;

  • Substituir os armários muito altos por modelos em que o idoso consiga alcançar os objetos que precisa sem precisar usar banquetas ou escadas.

Reduza os riscos na rua

Atualmente, os idosos já são 12% da população brasileira. E em 40 anos eles serão um terço dos brasileiros. Embora a quantidade de idosos seja crescente, não é comum vê-los muito nas ruas, devido ao medo de quedas e de assaltos e, também, pela falta de estrutura em vias públicas que proporcionem acessibilidade para idosos.

No entanto, a interatividade social é importantíssima para manter o cérebro ativo e ajuda a evitar a demência. Além disso, sair às ruas dá também ao idoso o sentimento de pertencimento, prevenindo também a depressão (que pode motivar o surgimento de diversas outras doenças).

Confira, abaixo, medidas que ajudam a deixar o idoso mais seguro ao sair para a rua:

  • Sempre que possível, acompanhe-o à primeira visita em algum local, ajudando a construir uma rota com os trajetos mais seguros, com locais para atravessar a rua, melhores calçadas para andar, entre outros;

  • Dar sempre preferência a estabelecimentos comerciais que sejam adaptados para receber o idoso, tanto com sua estrutura física, quanto com atendimento prioritário e especializado (esses, aliás, são direitos do idoso previstos em lei);

  • Evitar que o idoso esteja fora de casa ao anoitecer e em dias de chuva, cuja visibilidade fica mais prejudicada, favorecendo quedas;

  • Utilizar os serviços de “corridas para a família” nos aplicativos de transporte (Uber, 99 POP, Cabify, entre outros), no qual você pode chamar o carro do seu celular para o idoso, que está em seu respectivo endereço. Dessa forma, ele consegue cumprir com seus compromissos com mais conforto e segurança;

  • Utilizar algum dispositivo de localização, por onde os familiares possam monitorá-lo em tempo real e receber alertas automáticos em caso de acidentes. Um exemplo desse tipo de aparelho é o Mini Rastreador IGO!

De fato, as medidas indicadas neste artigo não eliminam totalmente os riscos de acidentes. Mas contribuem muito para que o idoso consiga ter mais autonomia, independência e interatividade social no seu cotidiano, sentimentos esses que interferem diretamente na sua saúde e bem-estar.

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Como cuidar de um idoso sem estar em casa

Com a correria do dia a dia, nem sempre é possível estar presente. Conheça algumas ideias de como cuidar de um idoso mesmo sem estar em casa!

Quem tem familiares idosos convive com uma preocupação constante – principalmente quando a presença física é menos frequente que o desejado. Nesses casos,  pesquisar alternativas que o ajudem e informem sobre como cuidador de um idoso, mesmo à distância, pode trazer respostas valiosas.

Primeiramente, devemos sempre lembrar que o importante é a qualidade do tempo que passamos com nossos pais, e não apenas a quantidade. Criar uma rotina de telefonemas, visitas periódicas e viagens de férias muitas vezes pode oferecer momentos muito mais ricos do que apenas morar no mesmo bairro, mas sem tanto contato. Além disso, a tecnologia é uma grande aliada para manter-se presente mesmo em grandes distâncias físicas.

Quer saber como cuidar de um idoso quando você não pode estar em casa? Confira as dicas que preparamos para que você construa uma rede de cuidados à distância!

Contato Diário

Somos por natureza seres sociais e precisamos conviver e conversar com outras pessoas. Para idosos, a socialização mantém o cérebro ativo e ajuda a prevenir demência. Além disso, no caso de conversas cotidianas com os filhos, há um reforço dos laços afetivos que o fazem sentir-se mais seguro, confiante e alegre, minimizando chances de depressão.

Um  bom recurso para estar presente no dia a dia mesmo quando se mora longe, é construir o hábito de ligações diárias. Além de matar as saudades, você conseguirá entender como está a rotina do idoso e perceber até pelo seu tom de voz se há alguma alteração ou preocupação especial.

Além disso, os smartphones podem tornar a experiência da ligação diária muito mais rica, com as videochamadas, por exemplo. Como é comum pessoas na terceira idade terem dificuldades para digitar números de telefone e até em ouvir bem nas ligações, o recurso visual ajuda a complementar a interpretação e facilitar a comunicação. Fora isso, por vídeo, você também consegue observar se há alguma alteração no aspecto físico do idoso.

Atualmente, existem diversos aplicativos que possibilitam isso. O WhatsApp, um dos mais populares, é uma ótima ferramenta que pode auxiliar na construção do hábito desses contatos diários. Com uma usabilidade muito fácil, o idoso aprende rápido a usar o aplicativo. Para ele, pode ser mais fácil encontrar sua foto na lista de contatos do que ler seu nome na agenda telefônica, por exemplo.

Viagens Comemorativas

Quebrar a rotina das visitações ao idoso também é importante. É muito comum que em todas as oportunidades os filhos se desloquem à casa dos pais, compartilhem de um almoço, jantar ou fim de semana com eles, e depois partam.

A locomoção para o idoso muitas vezes se torna restrita em função às suas debilidades de saúde. E, em consequência disso, os passeios cada vez mais raros. Por isso, a ideia de criar uma regra de sempre levar o idoso a uma viagem nova, como em uma data comemorativa pontual, pode funcionar muito bem.

Sair de casa, visitar pessoas que não vê há muito tempo ou simplesmente conhecer um lugar novo, além de manter o cérebro ativo, renderá boas memórias. Além disso, se você mantiver uma regularidade nas datas das viagens, como o feriado da Páscoa ou o aniversário do idoso, entre outros tantos exemplos, ele pode se programar com antecedência.

Contato com o Cuidador

Em casos de idosos assistidos por cuidadores, o contato frequente com esses profissionais também é fundamental. Por isso, organizar-se para conseguir ligar com boa frequência em horários que o cuidador esteja com o idoso é bem importante.

Além de falar sobre o estado geral de saúde do idoso, o cuidador também pode monitorar a qualidade do sono, da alimentação e indícios de depressão, que deve ser tratada o mais precocemente possível. Portanto, ter uma relação próxima com essa pessoa também é muito importante para quem quer saber como cuidar de um idoso.

Teleassistência

A Teleassistência é um serviço que garante muito mais segurança e autonomia a idosos que ficam sozinhos durante parte do dia ou até mesmo o dia todo.

O idoso fica com um aparelho de monitoramento, que contém um botão de emergência. Caso esteja em uma situação de risco, ele aciona este botão,. e a ≥  central de monitoramento é notificada. Essa central, que é altamente qualificada para atendimentos emergenciais, avalia se na situação a melhor solução é orientar o usuário, acionar a família ou chamar uma ambulância, por exemplo.

Esse tipo de assistência reduz muito o tempo de atendimento às emergências dos idosos, o que pode reduzir sequelas ou até mesmo salvar a vida deles.  Estudos mostram que quando a emergência é atendida em menos de uma hora, as taxas de sobrevivência são seis vezes maiores. Ou seja, essa alternativa é uma forma muito eficiente de como cuidar de um idoso.

Conforme vimos ao longo deste artigo, existem bons recursos e alternativas que favorecem o contato com os idosos nos cuidados à distância, bem como soluções tecnológicas que aumentam a segurança e independência de quem está na terceira idade.


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7 dicas para aumentar a qualidade de vida na terceira idade

Embora o envelhecimento seja frequentemente relacionado às doenças, existem formas de manter e aumentar a qualidade de vida na terceira idade. Descubra como!

Além da sabedoria e dos cabelos grisalhos, o avançar da idade pode trazer muitas outras consequências à vida dos idosos.  Por isso é fundamental construir hábitos que favoreçam a qualidade de vida na terceira idade.

Ter a saúde física e mental debilitadas são, infelizmente, bastante comuns nessa época da vida. Para ajudar o idoso a viver essa fase com mais plenitude, reunimos sete dicas simples e práticas que farão muita diferença para a qualidade de vida na terceira idade. Confira!

#1 Praticar atividades físicas

Caminhar e praticar outras atividades físicas faz bem para o coração e para as pernas, além de fortalecer os músculos e ajudar a prevenir a depressão. Realizar caminhadas leves e diárias, com duração indicada entre 30 minutos a 1 hora, já trará ótimos resultados. Além disso, as academias ao ar livre são também uma excelente opção para fazer exercícios sem custo.

#2 Comer peixes, frutas e legumes

Aumentar a frequência dos peixes e frutos do mar no cardápio é uma ótima pedida: eles são ricos em ácidos graxos ômega-3, que reduzem o os riscos de hipertensão arterial e doenças cardíacas. Além disso, colorir o prato com saladas e legumes garante a ingestão de vitaminas, fibras e nutrientes que aumentam a imunidade e previnem muitas doenças. Substituir doces por frutas na sobremesa fecha o menu com chave de ouro e traz ainda mais qualidade de vida na terceira idade.

#3 Consumir bastante líquido

Beber diariamente de seis a oito copos de água e/ou sucos naturais de frutas mantém o corpo hidratado e limpo de impurezas. A grande dica é sempre coar ou peneirar os sucos, evitando engasgamentos e afogamentos.

#4 Tomar sol

Os raios solares repõem os níveis de vitamina D, que é muito importante para fortalecer os ossos e os dentes. Por isso, banhos de sol com duração de 15 a 45 minutos por dia é muito benéfico para a qualidade de vida dos idosos. No entanto, é muito importante lembrar de utilizar protetor solar e  respeitar os melhores horários para o banho de sol (antes das 10h e após às 16h).

#5 Manter o cérebro ativo

Exercitar frequentemente o cérebro com jogos de cartas e palavras cruzadas é divertido e nos deixa mais inteligentes. Porém, o grande ganho é que esta prática ajuda a evitar ou retardar o aparecimento de doenças neurológicas – grandes vilãs na terceira idade. Portanto, é muito positivo que o idoso pratique atividades que estimulem a sua mente.

#6 Socializar

Manter contato com bons amigos garante bem-estar e qualidade de vida na terceira idade. Segundo uma pesquisa realizada em Harvard, pessoas que se relacionam e possuem contato com boas amizades são mais felizes. Fora isso, manter convívio social mantém o cérebro ativo e ajuda a prevenir demência. Participar de excursões para a terceira idade, de grupos de dança (ou outras atividades) para idosos ou simplesmente cultivar o hábito de reunir os amigos em casa para uma refeição especial e um bom bate-papo são excelentes alternativas para fortalecer os laços.

 #7 Evitar os  riscos

A maioria dos acidentes com idosos ocorrem no ambiente doméstico. Nesta fase da vida, pequenas lesões ou fraturas podem ocasionar grandes problemas. Por isso, prevenir-se garantindo que a casa deles esteja livre de riscos – como objetos soltos, tapetes ou calçados escorregadios, degraus, entre outros – é de extrema importância.

Para oferecer e incentivar esses hábitos que garantem qualidade de vida na terceira idade, estar presente e próximo no dia a dia dos idosos é fundamental. Afinal, o afeto e segurança emocional também são fatores importantíssimos para um envelhecimento saudável e feliz.

Porém, muitas vezes a dedicação exclusiva é impossível. Nesses casos, já é possível contar com uma série de recursos tecnológicos que auxiliarão nos cuidados enquanto você não puder estar presente. Para saber mais sobre esse assunto, confira o nosso post sobre novas tecnologias que melhoram qualidade de vida dos idosos!

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5 Filmes de comédia romântica para assistir com a mãe

Mãe é mesmo tudo de bom! Que tal convidá-la para uma sessão de cinema em casa? Confira 5 filmes de comédia romântica para assistir coladinho em sua mãe!

Mãe é mãe. Devemos guardar do lado esquerdo do peito, cuidar com carinho e abraçar com todo amor. Você consegue imaginar um momento mais agradável do que se aconchegar perto dela e voltar a receber aquele mesmo amor de quando era criança? Convidá-la para assistir alguns filmes de comédia romântica pode ser a desculpa perfeita vocês reviverem este momento e passarem um tempo juntos.

Mulheres idosas tendem a ser muito ativas em suas rotinas, mesmo depois que os filhos já cresceram e saíram de casa. Acostumadas com dia a dia intenso durante a vida, estão sempre cuidando da casa, pensando nos filhos e netos, Mas por outro lado, quando envelhecem, sofrem um pouco com a dificuldade em executar as tarefas corriqueiras. Por isso, propostas de atividades que a tirem de dentro de casa – por exemplo, ir ao cinema – tendem a ser proteladas com frequência.

Para conseguir oferecer à sua mãe um momento especial,  muitas vezes pensar em atividades caseiras é uma excelente saída. Jogos, rodadas gastronômicas, maratonas de filmes de comédia romântica… o importante é sair da rotina e ter espaço para muita troca de afeto e descontração. Para hoje, nossa dica especial é uma lista de comédias românticas para você curtir juntinho da sua mamãe. Confira nossas dicas!

Um senhor estagiário (2015)

A  empresa de Jules Ostin (interpretada por Anne Hathaway) lança um projeto solidário, contratando idosos como estagiários para colocá-los de volta à ativa. Então, ela começa a trabalhar com o viúvo Ben Whittaker (interpretado por Robert De Niro), de 70 anos, que leva uma vida monótona e vê o estágio como uma oportunidade de se reinventar. Embora tenha que lidar com o choque de gerações, o carisma de Ben conquista os colegas de trabalho e ele se aproxima cada vez mais de Jules, dando origem a uma forte amizade.

Confira o trailer abaixo:

Dança comigo (2004)

O galã Richard Gere interpreta o advogado John Clark, que leva uma vida monótona e rotineira. Casado com Beverly (interpretada por Susan Sarandon) e pai de família, John sente falta de emoção e intensidade em sua vida. Um dia vê Paulina (Jennifer Lopez), dando aula de dança em uma academia e fica encantado. Para se aproximar, John matricula-se em suas aulas. Embora Paulina rapidamente descarte-o, isto não o faz deixar de ir às aulas, pois agora sua nova paixão é a dança.

Veja o trailer abaixo:

Dirty Dancing: Ritmo Quente (1987)

O clássico dos anos 80 sempre é uma boa pedida!

Baby (Jennifer Grey) é uma moça de família rica que se apaixona por Johnny (Patrick Swayze), que é instrutor de dança no hotel em que ela está hospedada com os pais. Mesmo com a proibição do romance pelos pais, Baby e Johnny são o par perfeito, na dança e no amor. Não é à toa que esse é um dos filmes de comédia romântica mais conhecidos – e apreciados!

Veja o trailer desse clássico:

Elsa e Fred (2014)

Elsa (Shirley MacLaine) é uma mulher de idade que vive sozinha. Um dia, dirigindo, quebra os faróis do carro de Lydia (Marcia Gay Harden), a filha de seu novo vizinho, Fred (Christopher Plummer). O acidente ocasiona uma confusão entre os vizinhos, que brigam por quem deve pagar o conserto dos carros, mas também abre espaço para a aproximação de Fred e Elisa. Embora tenham temperamentos bastante diferentes – ela cheia de vida e ele rabugento -, o amor encontra lugar para fazer morada e eles vivem uma história cativante.

Confira o trailer:

Estamos todos bem (1990)

Matteo Scuro (Marcello Mastroianni) mora sozinho em uma casa na Sicília – Itália e aguarda ansiosamente a visita dos filhos no verão, porém, todos acabam desmarcando em cima da hora. Matteo resolve então fazer algo que jamais houvera feito antes: visitar cada um dos seus filhos. Para isso, vai para as cidades de Nápoles, Roma, Milão, Florença e Turim, onde cada uma delas vive um de seus filhos. Nessa aventura, Matteo vive e experimenta sensações inesquecíveis e inimagináveis. Este filme recebeu um remake em 2010, com as atuações de Robert De Niro, Drew Berrimore e Sam Rockwell.

Assista ao trailer abaixo:

 

Com tantas opções bacanas de filmes de comédia romântica, você pode organizar várias sessões de cinema em casa para curtir um filme com a sua mãe e ter um momento de carinho, humor e laços de afeto!

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Atividades cognitivas para idosos - xadrez

O esquecimento é uma característica comum entre idosos, mas é possível amenizar o sintoma. Confira 5 atividades cognitivas que estimulam a memória dos idosos!

Embora o esquecimento não seja exclusividade dos idosos, ele pode ser considerado uma característica da terceira idade: a cada ano de envelhecimento, o cérebro perde um pouquinho de sua capacidade funcional, afetando o desempenho motor e racional. Esse declínio acontece gradual e naturalmente, por isso, é muito comum percebermos algumas dificuldades de fala, de marcha e, principalmente, de memória em pessoas mais velhas. A prática de atividades cognitivas para idosos tem sido uma grande contribuição na redução da perda de memória na terceira idade. Alguns pesquisadores chegam até a comparar o cérebro com um músculo, enfatizando que a falta de estímulo cerebral pode originar ou agravar debilitações na saúde.

Saiba o que pode causar os problemas cognitivos e conheça cinco dicas para estimular a memória na terceira idade!

Memória na terceira idade

Todo mundo já teve ou ainda vai ter algum lapso de memória na vida, em qualquer idade. A explicação para isso é que o cérebro tende a apagar informações menos relevantes (ou com menor impacto emocional) para dar lugar às novas. Com o envelhecimento, essa absorção e substituição realizada pelos neurônios ocorre de forma mais lenta, como todas as demais funções do organismo, e os esquecimentos ficam mais frequentes.

Enquanto os sintomas de perda de memória forem pontuais e não representarem risco ao idoso ou às pessoas que convivem com ele, é considerado apenas uma característica comum da idade. No entanto, os familiares devem ficar atentos quando os episódios de esquecimento se tornarem muito frequentes ou comprometerem a saúde do idoso, como perder-se na rua, esquecer de se alimentar ou de tomar remédios, entre outras coisas que o idoso costumava fazer sempre.

Constantemente associada à Doença de Alzheimer, a falta de memória também pode indicar outros problemas de saúde, como depressão, deficiências nutricionais, endócrinas ou até hidrocefalia.

5 atividades cognitivas para idosos terem melhor memória

Ainda que as atividades cognitivas para idosos não possam impedir o surgimento das doenças neurológicas, como o Alzheimer, elas são capazes de retardar os sintomas e a evolução da doença, mantendo as funções cerebrais ativas por mais tempo. Além disso, estimulam a memória no caso de quem não conta com nenhuma doença desse tipo.

Confira algumas dicas de atividades:

#1 Ouvir música

Reservar alguns minutos para ouvir músicas todos os dias é uma atividade prazerosa e muito eficaz para o estímulo da memória. Geralmente associada com experiências emocionais muito intensas, a música é um recurso poderoso na prevenção e no tratamento dos sintomas de perda de memória, justamente porque gera lembranças desses momentos.

Muitos idosos com Alzheimer e outras demências apresentam melhora significativa no comportamento e no reconhecimento das pessoas após ouvir suas músicas preferidas. Esses e outros benefícios da música para a memória do idoso foram abordados no documentário Alive Inside: A Story of Music and Memory (Vivo por dentro: uma história de música e memória).

Que tal propor ao idoso adivinhar quem canta uma música ou lembrar um trecho dela?

#2 Olhar fotos

Assim como a música, as fotos trazem lembranças emocionais muito fortes e contribuem muito para manter a memória ativa. Álbuns de fotos e porta-retratos são excelentes ferramentas para ajudar o idoso a lembrar-se de pessoas, lugares e acontecimentos.

Ao rever fotos antigas, pergunte ao idoso quem são as pessoas fotografadas ou onde aquela cena aconteceu. Peça que ele conte histórias da sua juventude, como sua família foi formada ou sobre a infância dos filhos, mas evite confrontá-lo com lembranças desagradáveis, como a perda de um ente querido, por exemplo.

#3 Praticar atividades físicas e mentais

A saúde do corpo e da mente estão interligados e, portanto, é impossível falar de atividades cognitivas para idosos sem falar, também, dos exercícios físicos. Isso ocorre porque a prática de atividades físicas contribui para a oxigenação do cérebro, o que, por sua vez, acaba fixando as memórias e retardando os sintomas de esquecimento. Além disso, ter o hábito de exercer atividades que envolvem o raciocínio (leitura, palavras-cruzadas, xadrez etc) também mantém o cérebro ativo e saudável.

#4 Lidar com a tecnologia

Os jogos e demais funcionalidades dos dispositivos eletrônicos favorecem o estímulo cerebral das pessoas em qualquer idade – e com os idosos não seria diferente. Por meio da tecnologia, o idoso desenvolve sua comunicação, socialização e tem acesso à informação. Portanto, através dessas atividades, o seu familiar na terceira idade acaba contando com reflexos positivos em sua memória e também no seu humor.

#5 Dormir bem

Durante o sono, o corpo para, mas o cérebro não. Por isso, uma noite de sono de qualidade possibilita que o cérebro execute muitas funções, sendo que a maior parte delas está justamente voltada à manutenção da memória. Em uma das últimas fases do sono, por exemplo, o cérebro seleciona quais memórias devem ser fixadas e quais podem ser esquecidas, evitando a sobrecarga de informações.

Muitos idosos apresentam distúrbios do sono, como apneia ou insônia, o que acarreta em irritabilidade e cansaço a curto prazo; o maior problema é que essa situação, a médio e longo prazo, pode evoluir para problemas de memória. Por isso é tão importante dormir horas suficientes e aproveitar todas as fases do sono com qualidade.

Sejam estimuladas por um profissional, com abordagem mais profunda, ou mesmo por um familiar, as atividades cognitivas para idosos trazem muitos benefícios e têm impactos positivos na qualidade de vida da família toda.

No entanto, mesmo com a prática de estimular a memória do idoso com atividades cognitivas, ele pode apresentar dificuldades mais avançadas – em que o idoso se perde na rua, por exemplo. Neste caso, é indicado que os familiares adotem medidas adicionais de proteção, como os serviços de teleassistência.

Nesse caso, uma solução acessível e eficiente é o Mini Rastreador para Idosos IGO, cujo monitoramento pode ser realizado pelos familiares. Além de indicar a localização do usuário em tempo real, o aparelho tem sensor de queda, que envia um alerta automaticamente em caso de acidentes. Clique aqui para saber mais sobre o Mini Rastreador IGO.

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Como evitar os distúrbios do sono no idoso

A insônia é um dos problemas mais comuns na terceira idade e causa muitos prejuízos à saúde. Descubra como minimizar os efeitos dos distúrbios do sono no idoso!

O avanço da idade traz consigo inúmeras modificações no organismo das pessoas, que vão muito além das rugas e cabelos brancos.  Algumas, inclusive, não recebem a devida importância e podem causar complicações na vida do idoso, como é o caso da insônia (um dos maiores distúrbios do sono no idoso). Dados de uma pesquisa realizada a cada cinco anos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2013 – apontam que 7,6% da população com 18 anos ou mais faz uso de medicação para dormir, sendo o grupo da terceira idade o mais significativo.

Você conhece algum idoso que se queixa de dificuldades para dormir ou manter o sono? Saiba, então, quais as principais características dos distúrbios do sono no idoso e como pode ajudá-lo.

Insônia na terceira idade

Durante o sono o organismo recebe a liberação de substâncias hormonais importantes, e não ter um sono reparador, devido à facilidade de acordar com ruídos ou pela dificuldade de manter o sono, pode gerar irritabilidade, fadiga e sonolência diurna.

Mais frequente em idosos, em sua maioria mulheres, a insônia é caracterizada pela dificuldade de iniciar ou manter o sono e é origem de diversas complicações, se não for levada a sério.

Fatores como ansiedade, estresse, mudanças no ambiente, medicações, depressão e outras condições clínicas (artrite, dores crônicas, síndrome das pernas inquietas, apneia do sono, noctúria – necessidade de urinar muitas vezes durante a noite, sintomas da menopausa, etc.) podem ser algumas das causas desse que é um dos mais comuns distúrbios do sono no idoso.

Uma das consequências deste problema é o aumento das incidências de quedas, pois o reflexo e raciocínio ficam comprometidos. Além disso, predispõe a depressão, piora a memória e aumenta o risco de doenças como hipertensão e diabetes, debilitando muito a qualidade de vida dos idosos.

Dicas para evitar distúrbios do sono no idoso

Como sabemos, idosos costumam ir para a cama mais cedo e levantam mais cedo também. Mas isso não significa que estão descansados, pois geralmente eles têm menos horas de sono e acordam várias vezes neste período, afetando o estágio do sono profundo.

Para auxiliar de forma eficaz é importante ter o diagnóstico correto das causas que os levam a ter insônia e seguir o tratamento indicado. Mas existem medidas, já conhecidas por promoverem a saúde, que podem ser acrescentadas para a melhora da qualidade do sono na terceira idade:

  • Ter alimentação saudável, rica em nutrientes;

  • Verificar com o médico a permanência e dosagem dos medicamentos que já faz uso;

  • Realizar a prática de exercícios e correção postural;

  • Criar uma rotina, estabelecendo o horário para dormir e acordar – respeitando a quantidade de horas necessárias para o descanso;

  • Evitar o uso de televisão no quarto;

  • Manter o quarto arejado durante o dia, mas escuro e em silêncio à noite;

  • Utilizar colchão e travesseiros confortáveis;

  • Evitar o consumo de líquidos e alimentos pesados nas horas próximas de dormir;

  • Evitar o consumo de substâncias estimulantes como nicotina, álcool, cafeína (presente em cafés, refrigerantes e chás), principalmente antes de ir para cama;

  • Procurar atividades para ocupar o dia e assim afastar a depressão e ansiedade, grandes vilãs da insônia.

Preservar bons hábitos e estilo de vida mais saudável, realizar consultas médicas preventivas e tratamentos adequados conforme prescrição, são atitudes que não apenas reduzem as chances de surgirem distúrbios do sono no idoso – que é um elemento importantíssimo para o bem-estar geral de alguém na terceira idade.

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como lidar com idosos

Cuidar de idosos é um desafio diário, mas o carinho e o amor podem tornar a rotina bem mais leve. Confira algumas dicas de como lidar com idosos teimosos!

Não raramente ouvimos que “idosos são como crianças”, e há um fundo de verdade se considerarmos o fato de que com o avanço da idade, o organismo fica naturalmente mais frágil e com isso eles precisam de auxílio e cuidados. Porém, é preciso levar em conta que são pessoas com uma carga de experiência de vida, personalidade e autonomia já conquistada e que, muitas vezes, é difícil “abrir mão” disso tudo, por assim dizer. Ou seja, se tornar mais dependente de alguma forma.

Quando a vida faz os papéis se inverterem, e os filhos precisam cuidar dos pais, é possível que surjam alguns medos, incertezas e até mesmo conflitos por desacordo de opiniões ou dificuldades no trato com os idosos. Se você está vivendo uma situação como esta, conheça algumas sugestões de como lidar com idosos e conquistar uma relação mais agradável.

Dica 1 | Empatia

como lidar com idosos - ter empatia com idosos

Certamente esta é uma sugestão norteadora de muitas outras. Empatia é colocar-se no lugar da outra pessoa, identificar-se, compreender as ações e reações frente a uma situação como se ela estivesse acontecendo com você. Como conviver harmoniosamente com outras pessoas, se não conseguirmos nos identificar com a situação pela qual estão passando? A ausência de empatia torna a relação mais complicada e prejudica sua capacidade de como lidar com idosos.

E no cuidado com idosos, não é diferente. É interessante entender que pessoas com idade mais avançada tiveram outro tipo de criação, têm vivências e opiniões diferentes da sua e devem ser respeitadas.

Se o idoso estiver enfrentando alguma doença, você pode conversar com o médico e pesquisar sobre os sintomas e as reações às medicações. Essas atitudes auxiliam nos cuidados com os idosos e estimulam esse processo de identificação com o outro.

Dica 2 | Atividades em conjunto

atividades para lidar com idosos teimosos

A prática de atividades físicas é importante em todas as etapas da vida, especialmente na terceira idade. Se o idoso não tem condições de fazer exercícios, existem diversas outras atividades que, além de entretê-lo, podem auxiliar para estimular a memória, relaxar, deixá-lo mais descontraído, acalmar, entre outros benefícios. Jogo dos 7 erros, palavras cruzadas e dominó são algumas das opções.

Façam uma caminhada pelas ruas perto de casa, joguem cartas, assistam a um filme ou passem um tempo conversando e ouvindo suas histórias: o que fará a diferença aqui é a companhia, a troca de afeto.

Atividades em conjunto, com o cuidador, com familiares ou mesmo em um grupo de amigos, fazem o idoso sentir-se acolhido, querido, respeitado. Quanto maior a intimidade, a troca de afeto, mais saudável fica a relação e mais fácil é lidar com os idosos – até mesmo os teimosos, que muitas vezes usam a teimosia como forma de suprir alguma carência.

Dica 3 | Preservar a autonomia

preservar a autonomia dos idosos

Especialmente para as pessoas que foram ativas –  na vida pessoal ou profissional –, a necessidade de auxílio para algumas atividades, seja decorrente de alguma enfermidade, seja pelo processo natural de envelhecimento, pode ser uma situação de muito incômodo e estresse.

É interessanteressaltar que o auxílio deve ser para atividades que o familiar realmente apresenta dificuldades, diminuindo assim a sensação de dependência e facilitando a adaptação nesta nova fase da vida. Dessa forma, você sabe como lidar com idosos da melhor maneira possível nessas situações.

Ainda que as tonturas, falta de ar ao caminhar, chance de quedas e o uso de medicações sejam ocorrências comuns com o avanço da idade, é preciso readequar a disposição dos móveis nos cômodos da casa para minimizar os riscos – para facilitar essa tarefa, veja nosso post sobre deixar a casa segura para idosos. Mas lembre-se de que a casa precisa continuar com a identidade do idoso, que deve ter suas opiniões consideradas.

Seguindo essas dicas, você tem o conhecimento de como lidar com idosos de uma forma saudável para todos. No entanto, é preciso ressaltar que não há fórmula mágica para isso. Crianças, adultos ou idosos, cada indivíduo possui uma forma de lidar com outro ser humano, mas existem “ingredientes” essenciais para que a relação seja saudável: entre eles estão o respeito, a empatia e a educação.

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As oportunidades de negócios para a terceira idade são proporcionais ao aumento no percentual da população idosa. Saiba como empreender no mercado de idosos!

Motivados pelas perspectivas promissoras para o futuro, alguns empreendedores estão de olho nas oportunidades de negócios para a terceira idade. Enquanto a participação dos idosos aumenta significativamente no recorte populacional do Brasil, o mercado aquece, trazendo muitas possibilidades de atuação para os novos empresários.

Um dos principais desafios para um novo empreendedor é considerar as exigências do mercado. Identificar demanda, potencial de crescimento e objetivo são os primeiros passos a serem trilhados por quem deseja executar um projeto.

Conheça alguns dados importantes sobre o mercado da terceira idade no Brasil e saiba como empreender no segmento de idosos!

Idosos no Brasil

O crescimento acelerado do número de idosos no Brasil tem chamado a atenção de todas as esferas. Atualmente, as pessoas com mais de 60 anos de idade representam cerca de 12% dos brasileiros e o índice de crescimento dessa população é maior do que a média mundial.

Os idosos também estão vivendo mais: segundo a Tábua de Mortalidade do IBGE, para 2016, a expectativa de vida dos brasileiros ao nascer é de 75,8 anos. Isso afeta diretamente a economia, já que este público passa a demandar mais produtos e serviços direcionados à sua saúde e qualidade de vida.

Mercado em crescimento

Além de já corresponder a uma parcela bastante representativa, a população de idosos continua crescendo a passos largos no Brasil. Estima-se que, em 2050, quase 30% dos brasileiros terão 60 anos de idade ou mais. Em contrapartida, a quantidade de recém nascidos será muito menor.

Este fenômeno é resultado do aumento da expectativa de vida, associado às novas composições familiares – o que é um grande trunfo para quem deseja ingressar neste mercado.

A população idosa do Brasil movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Além disso, a abrangência que o segmento proporciona é muito interessante, já que ele subdivide-se em diversos micro nichos: idosos ativos e autônomos, idosos que precisam de acompanhamento integral ou idosos em fase avançada de Alzheimer, por exemplo.

Nesse contexto, é possível, por exemplo, desenvolver uma ideia direcionada exclusivamente para o público idoso ou adaptá-la a um projeto já existente, oferecendo produtos ou serviços adicionais para atender aos mais velhos. Tudo depende do seu objetivo e da sua pesquisa de mercado.

Ideias de negócios para a terceira idade

Com tantas informações e oportunidades para atender ao segmento idoso, os empreendedores podem ter dúvidas sobre como desenvolver novos negócios para a terceira idade.

É importante saber que tanto os usuários, quanto seus familiares, priorizam os serviços pela sua qualidade, confiança, segurança e personalização. Sendo assim, quem consegue entregar esses valores em forma de produtos ou serviços certamente têm muito sucesso, visto que o índice de fidelização entre este público é bastante alto – pode significar até 85% em alguns segmentos.

Os negócios mais comuns estão, geralmente, relacionados à saúde ou lazer, como serviços de cuidadores ou pacotes de turismo exclusivos para casais ou grupos acima de 60 anos. Mas o mercado está crescendo e se diversificando muito, dando espaço aos negócios que estimulam a independência e autonomia dos idosos, oferecendo suporte, entretenimento e tudo o que tenha como objetivo a promoção da qualidade de vida e o bem-estar do idoso.

Confira algumas ideias inspiradoras de negócios para a terceira idade:

Serviço de Concierge

Diferente do serviço de Cuidadores de Idosos, os serviços de concierge não se limitam às responsabilidades de saúde do idoso. Os concierges atuam como uma companhia para diversas tarefas, como levar para fazer compras, assistir a um filme, fazer uma caminhada, levar ao banco, acompanhar a consultas e exames médicos, entre outras atividades. O serviço também pode incluir a gestão da agenda de compromissos.

Auxílio com tecnologia

Mais de 70% dos idosos possuem smartphone e acessam à internet regularmente, mas, ainda assim, a grande maioria das empresas direciona seus serviços de tecnologia aos mais jovens.

Instituições de ensino, operadoras de telefonia e empresas de diversos outros segmentos podem alavancar seus negócios oferecendo instruções de uso da tecnologia aos idosos. E não se trata de nada muito técnico: eles querem aprender coisas simples, como fazer download de fotos, criar um perfil nas redes sociais, escutar músicas e fazer pesquisas na internet, ou utilizar o controle remoto, aparelho de DVD e microondas, por exemplo.

Sistemas de Emergência Pessoal

Seguindo a tendência “aging in place”, traduzida como “envelhecer em casa”, cerca de 90% dos idosos afirma que pretende continuar morando sozinho.

Mas essa decisão, por vezes, acaba se tornando uma dor de cabeça para os familiares, que temem a ocorrência de um acidente ou mal súbito. E há alguma razão nisso: cerca de 30% dos idosos cai, pelo menos, uma vez ao ano, e as consequências decorrentes de uma queda são muito graves, podendo levar a óbito.

Para suprir a necessidade de independência dos idosos e de cuidado dos familiares, o mercado de teleassistência tem conquistado grande espaço no Brasil com os Sistemas de Emergência Pessoal.

O modelo mais comum consiste na instalação de um equipamento na casa do usuário, em que ele pressiona um botão e é atendido por uma equipe especializada, que contata o socorro.

O serviço completo (equipamento + atendimento) é pago mensalmente, o que garante ao empreendedor uma receita recorrente. Ou seja, ele continua tendo receita mensal durante todo o período de contratação, que pode durar meses ou anos.

Também podem ser oferecidos acessórios que complementam o cuidado ao idoso, como dispensador automático de medicamentos e sensor de queda, contratados à parte. E, para os que costumam sair de casa desacompanhados, pode ser contratado o Mini Rastreador Pessoal, pelo qual os familiares podem ter acesso à localização do idoso em tempo real.

São muitas as possibilidades de oferecer tranquilidade, com produtos de qualidade e alto valor agregado.

Se você deseja fazer parte desse mercado que cresce a cada dia, veja como ser um revendedor Tecnosenior!

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