Como definir o público-alvo de uma empresa

Conhecer quem são os seus potenciais clientes é essencial para o sucesso do seu negócio. Descubra agora como definir o público-alvo de uma empresa!

A definição do público-alvo de uma empresa é uma das partes essenciais na construção de um plano de negócio. É um processo complexo, que demanda muita pesquisa e consiste em descobrir, com a maior precisão possível, quem são as pessoas atendidas por uma corporação.

Esta etapa deve ser priorizada tanto por empreendedores iniciantes, quando pelos mais experientes, visto que o objetivo é orientar as ações de comunicação para os clientes mais propensos a realizar uma conversão.

Entretanto, não se trata somente de atingir quem irá comprar seu produto ou serviço, mas também em reconhecer todas as pessoas que têm algo em comum com a sua marca e podem contribuir com ela ao longo do tempo.

Como identificar o público-alvo de uma empresa?

Mesmo nos casos em que uma consultoria terceirizada for contratada para esta tarefa, você deve estar 100% envolvido com o processo de definição do público-alvo do seu negócio. Isso é importante porque ele permeia todas as outras ações que serão adotadas pela empresa no futuro e pode-se dizer que está relacionado ao seu sucesso. Para isso, a participação ativa do gestor é indispensável.

A definição do público-alvo é obtida por meio de pesquisas, que podem ser realizadas pessoalmente, com um entrevistador e um questionário, ou pela internet, usando fóruns e ferramentas de pesquisa online. Algumas das mais conhecidas são SurveyMonkey e Formulários Google, entre outras.

Confira algumas dicas do que coletar com o público que atinge ou pretende atingir:

Abaixo você tem uma lista com os principais informações que ajudam a definir o público-alvo de uma empresa.

#1 Liste as informações mais relevantes sobre a pessoa

  • Gênero;

  • Idade;

  • Estado civil;

  • Localização;

  • Escolaridade;

  • Ocupação;

  • Renda;

  • Hobbies;

  • Marcas favoritas;

  • Interesses e motivações;

  • Hábitos de compra;

  • Formas de pagamento preferidas.

#2 Quais são seus problemas e angústias?

Descubra o que incomoda ou dificulta a vida desta pessoa, como por exemplo:

  • Mora em um imóvel muito pequeno ou distante do trabalho;

  • Tem pouco tempo livre com a família;

  • Preocupa-se com os pais idosos que moram sozinhos;

#3 Quais as soluções esperadas para o problema?

Entenda de que maneira a pessoa gostaria que o problema fosse resolvido. Seguindo o exemplo anterior:

  • Mudar para uma casa maior, em um bairro central;

  • Ter um emprego com flexibilidade de horário;

  • Possuir uma forma de comunicação simples com os pais, para checar se está tudo bem.

#4 Como essa pessoa consome informação?

Esta questão serve para descobrir quais são os canais e a linguagem de sua preferência, para que assim a sua empresa possa se comunicar pelos meios corretos, ou seja, aquelas utilizados pelo público-alvo.

#5 Com todos os dados em mãos, como você pode ajudá-los?

Enumere as formas com que sua empresa pode contribuir para resolver os problemas desse perfil de pessoa. Identifique se você oferece uma solução efetiva, paliativa ou diferente da esperada pelo público e, se não atender, considere mudar seu posicionamento ou reavaliar a estratégia.

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Por que não comunicar para todo mundo?

Na ânsia de ver o resultado acontecer, muitos empreendedores cometem o equívoco de não restringir o público em sua estratégia de comunicação. Há muitos prejuízos em tomar atitudes como esta, e as chances de obter retorno são ainda menores. Entenda o porquê:

É impossível agradar tanta gente

Você já ouviu a frase “o que é bom para você, pode ser não ser bom para os outros”? Para um empreendedor, é difícil imaginar que alguém possa não gostar da solução que sua empresa oferece, mas essa situação é real.

Nem todas as pessoas se identificam com a linguagem que você utiliza, com os seus valores ou, além disso, não têm uma demanda relacionada ao que você promove (ou seja, sua solução não é adequada ao problema).

É desperdício de dinheiro

Se você já investiu em algum canal de mídia, sabe que o investimento é bem elevado, especialmente em meios de massa, como televisão ou revistas de grande circulação. Imagine, então, contratar uma equipe de vendas que passa o dia ligando aleatoriamente para todos os tipos de clientes e oferecendo os produtos da sua empresa. Ou seja, aplicar dinheiro emmuitos canais, sem segmentação adequada, deixa de ser investimento e passa a ser custo, porque não traz retorno.

Além de atingir o consumidor mais valioso e aumentar o retorno sobre o investimento, ter o público-alvo de uma empresa bem definido garante vendas mais consistentes e clientes mais fiéis para a sua empresa.

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idosa utilizando aparelho de teleassistência

O números de idosos está crescendo e a cada dia surgem novas oportunidades de negócio para este público. Conheça o serviço de teleassistência e como empreender!

O serviço de teleassistência surgiu nos Estados Unidos por volta dos anos 80, com o objetivo de reduzir o tempo de internação nos hospitais e manter a autonomia dos idosos em casa.  Mais de 20 anos depois, esse serviço chegou ao Brasil e, por aqui, tem se popularizado especialmente devido ao avanço rápido da expectativa de vida e às novas composições familiares – idosos ativos vivendo sozinhos e envelhecendo em casa.

Esta tendência tem trazido muitas oportunidades para os novos empreendedores, que podem incorporar os serviços dessa área de atuação a diversos nichos de mercado.

Entenda o que é o serviço de teleassistência e como funciona este modelo de negócio!

O termo teleassistência pode ser descrito como atendimento à distância, e consiste em atender, no menor tempo possível, pessoas que sofreram alguma emergência. No entanto, o atendimento de emergência não é realizado pelo serviço de teleassistência: ele apenas executa ações que viabilizam o atendimento ao usuário.

Como o serviço de teleassistência funciona na prática?

Ele é uma tecnologia assistiva operada por meio de um sistema responsivo de emergência pessoal (PERSPersonal Emergency Response System, na sigla em inglês). Com o PERS, o usuário pressiona um botão e o equipamento liga para uma central de atendimento, com atendentes disponíveis 24 horas, ou diretamente para número de familiares (dependendo do equipamento utilizado).

O modelo mais sofisticado em termos de recursos é o PERS 4200: ele é um console instalado na casa do cliente, conectado à sua linha telefônica fixa, e que acompanha um botão de emergência à prova d’água que pode ser utilizado como pingente ou pulseira.

Em caso de emergência, o usuário pressiona o botão, e então o equipamento disca para uma central 24h, sendo atendido por uma equipe capacitada que executa o plano de ação, definido previamente pelo usuário. O plano de ação pode incluir medidas como ligar para familiares, serviço de remoção, plano de saúde, emergência etc.

Além disso, o PERS 4200 pode ser instalado com diversos acessórios. Juntamente com o botão de emergência, o equipamento pode se comunicar com sensor de fumaça, sensor de movimento, sensor de queda, dispensador eletrônico de medicamentos, entre outros. Além dos dispositivos que são instalados na residência,  há os equipamentos móveis de teleassistência, para uso fora de casa. Entre eles está o Mini Rastreador Pessoal (IGO).

Como implantar uma empresa de teleassistência?

Quem deseja começar um negócio de emergência pessoal normalmente oferece o sistema completo de teleassistência ao cliente: equipamento + serviço (atendimento 24h).

Alguns empreendedores optam por formar uma equipe e realizar o atendimento, outros preferem terceirizar o serviço contratando uma Central  de Atendimento especializada, e há ainda aqueles que integram o atendimento a uma Central de Monitoramento já existente – de segurança pessoal, patrimonial ou veicular, por exemplo.

Para realizar o atendimento, seja ele exclusivo ou vinculado a outro segmento, você não precisa manter um ponto físico, nem equipe alocada, já que a plataforma de atendimento é 100% online e opera com cloud computing (mais conhecida como nuvem). Basta apenas alguns computadores e acesso à internet.

Como funciona o modelo de negócio?

O negócio de teleassistência segue o modelo de revenda, em que o empreendedor adquire os equipamentos e comercializa-os, nas suas condições, ao cliente.

No caso da emergência pessoal, na maioria das vezes, o equipamento não é vendido ao usuário, mas disponibilizado em forma de comodato. Ou seja, você instala o console na casa do cliente e cobra mensalidade pelo sistema todo, durante um período determinado em contrato. Quando o contrato acabar, você pode renová-lo ou reutilizar o equipamento com outro usuário.

Isso garante que você tenha receita recorrente, visto que o produto já foi pago ao fornecedor e você continua obtendo lucro com ele por toda sua vida útil.

O modelo de receita recorrente, também conhecido como modelo de assinaturas, é uma tendência nos negócios para os próximos anos: Netflix, Spotify e Kindle são alguns dos mais famosos exemplos.

Para quem oferecer o serviço de teleassistência?

Uma das grandes vantagens do serviço de teleassistência é a abrangência.

Embora o conceito tenha sido desenvolvido com foco em idosos e este seja realmente o maior público consumidor, há muitos nichos carentes de tecnologias assistivas.

Confira alguns dos perfis de usuários que podem ser atendidos pelos serviços de teleassistência:

  • Idosos: principais usuários de emergência pessoal, não abrem mão da autonomia, mas não podem ficar desassistidos em situações de emergência;
  • Crianças e adolescentes: especialmente se ficam sozinhos em casa durante parte do dia, ou costumam sair desacompanhados;
  • Gestantes: em repouso ou não, são suscetíveis a oscilações de pressão arterial, infecções e outras emergências;
  • Deficientes físicos: para que se sintam mais seguros ao realizar as atividades do dia a dia, mas possam ser atendidos se houver necessidade;
  • Pós-operados: após a desospitalização, é importante que o paciente seja monitorado e possa chamar ajuda sempre que necessário;
  • Pessoas que prezam pela segurança: para que possam ser localizados em qualquer situação.

É importante ressaltar, no entanto, que o público-alvo do serviço de teleassistência geralmente não é o usuário, mas seus familiares. São estas as pessoas que, por diversos motivos, não podem estar presentes em tempo integral e buscam alternativas para ficarem mais tranquilos.

Agora que você já conhece as possibilidades dos serviços de teleassistência, descubra como empreender no mercado de Emergência Pessoal! Clique AQUI e baixe GRATUITAMENTE o material “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio“.

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Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

cuidador de idosos

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

As pessoas têm passado muito tempo fora de casa, trabalhando ou estudando, assim como a expectativa de vida está aumentando, logo, há muitos idosos que moram sozinhos. Isso causa grande angústia aos familiares pois, mesmo que os idosos sejam bastante ativos, a idade avançada traz riscos e qualquer possibilidade de acidente é preocupante.

Se você tem um familiar idoso que passa grande parte do tempo sozinho, com certeza já cogitou contratar um cuidador de idosos profissional.

A verdade é que, muitas vezes, ter um cuidador de idosos à disposição durante 24h, pode ser caro para os familiares, e um tanto incômodo para o paciente, principalmente para aqueles que sempre foram independentes. O que fazer, então?

O botão de emergência

botão de emergência

Para isso, há uma alternativa, muito habitual no exterior, que está conquistando adeptos em todo o Brasil: o sistema de emergência pessoal. Trata-se de um equipamento conectado à linha telefônica da casa, que acompanha um botão de emergência, podendo ser utilizado como pulseira ou pingente, durante todo o dia, já que é à prova d’água também. Assim, o idoso não perde sua autonomia e tem como chamar ajuda se precisar.

São inúmeros os benefícios dos sistemas de emergência pessoal. Além da manutenção da independência do idoso e do atendimento 24h, podem ser adicionados acessórios ao equipamento principal, de acordo com a necessidade de cada usuário: sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai; dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à central se a ação não for executada; detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio etc.

Além de todos esses benefícios, o custo mensal é bastante acessível. A média cobrada pelo serviço completo de emergência pessoal (aluguel do equipamento + monitoramento 24h) é de R$ 175,00, mas pode alterar se o familiar quiser incluir acessórios.

Quando contratar um cuidador de idosos?

Há algumas situações que demandam acompanhamento em tempo integral e, para estes, o cuidador ainda é o mais recomendado. Em caso de pessoas acamadas, sem mobilidade, as que precisam de ajuda para comer ou fazer as necessidades fisiológicas ou, ainda, pessoas com enfermidades psiquiátricas, cujas reações possam atentar contra a própria vida, são as indicações para ter um cuidador profissional.

cuidador de idosos

É importante ressaltar que os serviços podem ser utilizados juntos, trazendo ainda mais conforto e segurança para todos. Alguns familiares, por exemplo, contratam cuidadores de idosos em período parcial e, no restante do tempo, ficam assistidos pelo sistema de emergência pessoal. O cuidador, por sua vez, terá o equipamento de emergência pessoal como um aliado pois, em algum caso mais grave, pode pressionar o botão de emergência para chamar ajuda, ao mesmo tempo que executa os primeiros socorros ou acalma o paciente.

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Começando um novo negócio

Iniciar um novo negócio é um grande passo na vida de um empreendedor. Além de todos os cálculos e planos e trabalho árduo que essa situação envolve, a escolha de um segmento de atuação também pode ser complexa.

Por isso, separamos algumas dicas para entusiasmá-lo a tirar sua idéia do papel e investir no seu sonho, lembrando que até mesmo Bill Gates e Steve Jobs também começaram sem nada:

  1. Tenha paixão pelo seu projeto. Essa é uma importante característica para o sucesso de um novo negócio. Seu projeto deve deixá-lo animado e com brilho nos olhos!
  2. Pesquise seu mercado. Quando abrir sua empresa, você precisa conhecer profundamente o mercado e a concorrência onde irá atuar, para determinar as melhores estratégias para penetração.
  3. Tenha um objetivo. É importante que você saiba onde quer chegar, ou seja, sua meta principal, e que planeje um passo de cada vez até alcançá-la.
  4. Produza conteúdo que as pessoas queiram compartilhar. Busque inspiração para reproduzir suas idéias de forma única, principalmente se o assunto é o seu próprio website. Sua empresa precisa ter personalidade!
  5. Crie um banco de dados de e-mails. Esta ainda é a forma de melhor custo x benefício para fazer a promoção online do seu negócio.
  6. Crie produtos e serviços que possam ser vendidos, e aperfeiçoe-os sempre. Seu negócio precisa atender às necessidades de seu público, por isso entenda quais são os seus problemas.
  7. Comece já! Aproveite sua motivação e leve sua idéia adiante. Lembre-se que é perda de tempo pensar em como fazer as coisas perfeitas antes do lançamento do seu negócio. Os aperfeiçoamentos podem ser realizados no curso do seu negócio.

 

Se você quiser saber como a Tecnosenior pode te ajudar a empreender, veja nosso passo a passo para se tornar um revendedor e nos envie sua mensagem que entraremos em contato!

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Detectores de Quedas no PERS Summit

Uma das sessões do PERS Summit era uma mesa com três fabricantes de PERS  que tinham que reponder a seguinte pergunta: Seriam os detectores de quedas o Santo Graal dos sistemas de monitoramento? Em outras palavras: Seriam os detectores de quedas os grandes salvadores da pátria? 

Dois dos participantes deram uma de políticos: falaram sobre o quanto os detectores de queda avançaram nos últimos anos, e que eles quase já não emitem falsos alarmes, mas não responderam diretamente a pergunta. O terceiro, perguntou para o moderador se a pergunta se referia ao lado comercial ou técnico. E isso faz todo o sentido. 

Vou explicar: há alguns anos a Phillips apresentou um detector de quedas que funcionava muito mal – qualquer movimento era identificado como queda, o que mais chateava do que ajudava os usuários. Mas a empresa fez uma grande divulgação sobre o seu equipamento colocando o detector de quedas como uma grande vantagem sobre a concorrência. A partir daí todos os concorrentes correram para desenvolver detectores de queda cada vez mais inteligentes. Isso se tornou um “must have” para maioria dos consumidores.

Sucesso comercial

Portanto, comercialmente o detectores de quedas são um grande sucesso. Agora, se realmente eles ajudam mais as pessoas em caso de necessidade, ninguém sabe dizer precisamente. O que as Centrais de Monitoramento podem dizer é que os botões com detectores de queda reportam menos falsos alarme, hoje em dia. Isso porque  os algoritmos que interpretam uma queda estão cada vez mais precisos. 

Eles também são um sucesso comercial porque as revendas de monitoramento cobram mais por esse tipo de serviço. Mas a pergunta que ninguém consegue responder é: quantas pessoas não conseguem apertar o botão numa necessidade? É sabido, e já foi revelado em diversas pesquisas, que um grande número de clientes não vestem seu botão de emergência (com ou sem detector de queda). Muitos deixam no criado mudo durante a noite, não usam durante o banho, ou pior ainda, deixam guardado numa gaveta. Eu me concentraria em tornar estes botões  mais atrativos ao uso, ao invés de embutir muita eletrônica e sensores, o que invariavelmente acarreta num maior  tamanho e peso. Mas vamos ver o que o mercado nos diz.

Outro ponto muito importante que foi levantado é o seguinte: hoje já existe tecnologia suficiente para encher a casa do usuário de sensores que seriam capaz de detectar todos os movimentos e uma possível queda, mas os clientes estariam dispostos a pagar o preço de um sistema desse tipo?

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As gafes que empreendedores cometem na hora de vender

Muitos donos de pequenas empresas se esquecem da importância de ter uma equipe de vendas treinada e motivada. Em tempos de crise, um negócio precisa ainda mais de funcionários alinhados. “Um bom atendimento é o que faz toda diferença”, resume Angelina Stockler, sócia-fundadora da consultoria ba}STOCKLER.

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