idosa utilizando aparelho de teleassistência

O números de idosos está crescendo e a cada dia surgem novas oportunidades de negócio para este público. Conheça o serviço de teleassistência e como empreender!

O serviço de teleassistência surgiu nos Estados Unidos por volta dos anos 80, com o objetivo de reduzir o tempo de internação nos hospitais e manter a autonomia dos idosos em casa.  Mais de 20 anos depois, esse serviço chegou ao Brasil e, por aqui, tem se popularizado especialmente devido ao avanço rápido da expectativa de vida e às novas composições familiares – idosos ativos vivendo sozinhos e envelhecendo em casa.

Esta tendência tem trazido muitas oportunidades para os novos empreendedores, que podem incorporar os serviços dessa área de atuação a diversos nichos de mercado.

Entenda o que é o serviço de teleassistência e como funciona este modelo de negócio!

O termo teleassistência pode ser descrito como atendimento à distância, e consiste em atender, no menor tempo possível, pessoas que sofreram alguma emergência. No entanto, o atendimento de emergência não é realizado pelo serviço de teleassistência: ele apenas executa ações que viabilizam o atendimento ao usuário.

Como o serviço de teleassistência funciona na prática?

Ele é uma tecnologia assistiva operada por meio de um sistema responsivo de emergência pessoal (PERSPersonal Emergency Response System, na sigla em inglês). Com o PERS, o usuário pressiona um botão e o equipamento liga para uma central de atendimento, com atendentes disponíveis 24 horas, ou diretamente para número de familiares (dependendo do equipamento utilizado).

O modelo mais sofisticado em termos de recursos é o PERS 4200: ele é um console instalado na casa do cliente, conectado à sua linha telefônica fixa, e que acompanha um botão de emergência à prova d’água que pode ser utilizado como pingente ou pulseira.

Em caso de emergência, o usuário pressiona o botão, e então o equipamento disca para uma central 24h, sendo atendido por uma equipe capacitada que executa o plano de ação, definido previamente pelo usuário. O plano de ação pode incluir medidas como ligar para familiares, serviço de remoção, plano de saúde, emergência etc.

Além disso, o PERS 4200 pode ser instalado com diversos acessórios. Juntamente com o botão de emergência, o equipamento pode se comunicar com sensor de fumaça, sensor de movimento, sensor de queda, dispensador eletrônico de medicamentos, entre outros. Além dos dispositivos que são instalados na residência,  há os equipamentos móveis de teleassistência, para uso fora de casa. Entre eles está o Mini Rastreador Pessoal (IGO).

Como implantar uma empresa de teleassistência?

Quem deseja começar um negócio de emergência pessoal normalmente oferece o sistema completo de teleassistência ao cliente: equipamento + serviço (atendimento 24h).

Alguns empreendedores optam por formar uma equipe e realizar o atendimento, outros preferem terceirizar o serviço contratando uma Central  de Atendimento especializada, e há ainda aqueles que integram o atendimento a uma Central de Monitoramento já existente – de segurança pessoal, patrimonial ou veicular, por exemplo.

Para realizar o atendimento, seja ele exclusivo ou vinculado a outro segmento, você não precisa manter um ponto físico, nem equipe alocada, já que a plataforma de atendimento é 100% online e opera com cloud computing (mais conhecida como nuvem). Basta apenas alguns computadores e acesso à internet.

Como funciona o modelo de negócio?

O negócio de teleassistência segue o modelo de revenda, em que o empreendedor adquire os equipamentos e comercializa-os, nas suas condições, ao cliente.

No caso da emergência pessoal, na maioria das vezes, o equipamento não é vendido ao usuário, mas disponibilizado em forma de comodato. Ou seja, você instala o console na casa do cliente e cobra mensalidade pelo sistema todo, durante um período determinado em contrato. Quando o contrato acabar, você pode renová-lo ou reutilizar o equipamento com outro usuário.

Isso garante que você tenha receita recorrente, visto que o produto já foi pago ao fornecedor e você continua obtendo lucro com ele por toda sua vida útil.

O modelo de receita recorrente, também conhecido como modelo de assinaturas, é uma tendência nos negócios para os próximos anos: Netflix, Spotify e Kindle são alguns dos mais famosos exemplos.

Para quem oferecer o serviço de teleassistência?

Uma das grandes vantagens do serviço de teleassistência é a abrangência.

Embora o conceito tenha sido desenvolvido com foco em idosos e este seja realmente o maior público consumidor, há muitos nichos carentes de tecnologias assistivas.

Confira alguns dos perfis de usuários que podem ser atendidos pelos serviços de teleassistência:

  • Idosos: principais usuários de emergência pessoal, não abrem mão da autonomia, mas não podem ficar desassistidos em situações de emergência;
  • Crianças e adolescentes: especialmente se ficam sozinhos em casa durante parte do dia, ou costumam sair desacompanhados;
  • Gestantes: em repouso ou não, são suscetíveis a oscilações de pressão arterial, infecções e outras emergências;
  • Deficientes físicos: para que se sintam mais seguros ao realizar as atividades do dia a dia, mas possam ser atendidos se houver necessidade;
  • Pós-operados: após a desospitalização, é importante que o paciente seja monitorado e possa chamar ajuda sempre que necessário;
  • Pessoas que prezam pela segurança: para que possam ser localizados em qualquer situação.

É importante ressaltar, no entanto, que o público-alvo do serviço de teleassistência geralmente não é o usuário, mas seus familiares. São estas as pessoas que, por diversos motivos, não podem estar presentes em tempo integral e buscam alternativas para ficarem mais tranquilos.

Agora que você já conhece as possibilidades dos serviços de teleassistência, descubra como empreender no mercado de Emergência Pessoal! Clique AQUI e baixe GRATUITAMENTE o material “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio“.

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Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

cuidador de idosos

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

As pessoas têm passado muito tempo fora de casa, trabalhando ou estudando, assim como a expectativa de vida está aumentando, logo, há muitos idosos que moram sozinhos. Isso causa grande angústia aos familiares pois, mesmo que os idosos sejam bastante ativos, a idade avançada traz riscos e qualquer possibilidade de acidente é preocupante.

Se você tem um familiar idoso que passa grande parte do tempo sozinho, com certeza já cogitou contratar um cuidador de idosos profissional.

A verdade é que, muitas vezes, ter um cuidador de idosos à disposição durante 24h, pode ser caro para os familiares, e um tanto incômodo para o paciente, principalmente para aqueles que sempre foram independentes. O que fazer, então?

O botão de emergência

botão de emergência

Para isso, há uma alternativa, muito habitual no exterior, que está conquistando adeptos em todo o Brasil: o sistema de emergência pessoal. Trata-se de um equipamento conectado à linha telefônica da casa, que acompanha um botão de emergência, podendo ser utilizado como pulseira ou pingente, durante todo o dia, já que é à prova d’água também. Assim, o idoso não perde sua autonomia e tem como chamar ajuda se precisar.

São inúmeros os benefícios dos sistemas de emergência pessoal. Além da manutenção da independência do idoso e do atendimento 24h, podem ser adicionados acessórios ao equipamento principal, de acordo com a necessidade de cada usuário: sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai; dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à central se a ação não for executada; detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio etc.

Além de todos esses benefícios, o custo mensal é bastante acessível. A média cobrada pelo serviço completo de emergência pessoal (aluguel do equipamento + monitoramento 24h) é de R$ 175,00, mas pode alterar se o familiar quiser incluir acessórios.

Quando contratar um cuidador de idosos?

Há algumas situações que demandam acompanhamento em tempo integral e, para estes, o cuidador ainda é o mais recomendado. Em caso de pessoas acamadas, sem mobilidade, as que precisam de ajuda para comer ou fazer as necessidades fisiológicas ou, ainda, pessoas com enfermidades psiquiátricas, cujas reações possam atentar contra a própria vida, são as indicações para ter um cuidador profissional.

cuidador de idosos

É importante ressaltar que os serviços podem ser utilizados juntos, trazendo ainda mais conforto e segurança para todos. Alguns familiares, por exemplo, contratam cuidadores de idosos em período parcial e, no restante do tempo, ficam assistidos pelo sistema de emergência pessoal. O cuidador, por sua vez, terá o equipamento de emergência pessoal como um aliado pois, em algum caso mais grave, pode pressionar o botão de emergência para chamar ajuda, ao mesmo tempo que executa os primeiros socorros ou acalma o paciente.

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Idosos ativos também caem

idosos ativos caem

Idosos ativos também caem

Há muitos anos, a imagem do idoso tem sido simbolizada como frágil, normalmente curvado ou usando bengala. Acontece que, com o avanço da expectativa de vida, temos idosos ativos. Muitos chegam à terceira idade em plena atividade laboral e social, independentes e sem incidência de doenças.

Inclusive, está vigorando no senado um projeto de lei que sugere a mudança da figura representativa do idoso frágil, usualmente expostos em ônibus e metrôs, para a de uma pessoa comum, ereta, com as inscrições +60 ao lado. O intuito do projeto é extinguir o estereótipo e reforçar a inclusão sem constrangimentos ou preconceitos.

idosos ativos

Entretanto, mesmo com este cenário, são alarmantes as estatísticas de ocorrências de acidentes graves com idosos. De acordo com o SUS, cerca de 75% dos acidentes com idosos ocorrem dentro de casa. Entre eles, as QUEDAS são as mais frequentes.

Confira AQUI quais adaptações são necessárias para tornar uma casa segura para idosos!

Com o avanço da idade, é inevitável o declínio de algumas funções do organismo, principalmente no que se refere ao equilíbrio e a mobilidade. Algumas perdas físicas e funcionais são naturais do processo de envelhecimento, como a redução do reflexo e a sensibilidade periférica dos membros.

Alguns indivíduos não apresentam dificuldades nas atividades da vida diária e, por isso, são considerados idosos ativos. Ainda assim, é importante que a família fique atenta, pois eles também caem.

Por que os idosos ativos caem?

Ao contrário dos idosos sedentários, que caem por fragilidade, dificuldade na marcha ou por efeito de alguma doença, os idosos ativos estão mais suscetíveis à queda devido à exposição.

Muitas vezes, o idoso não reconhece sua condição e mantém as atividades da fase adulta na mesma intensidade, como dirigir, cozinhar, mexer com eletricidade, usar saltos muito altos, subir em bancos ou escadas, etc. Ou seja, se arriscam em situações de alto potencial de acidentes.

A velhice não é sinônimo de incapacidade e é até recomendado que o idoso preserve os hábitos do cotidiano, porém é necessário que ele reduza o período ou carga e adote medidas de prevenção, que o idoso seja menos ousado e se cuide mais.

Caso aconteça algum acidente, a probabilidade de ter consequências graves é enorme, principalmente para os idosos ativos. Os efeitos do acidente acarretam em abalo psicológico, depressão e perda de autoestima, já que normalmente comprometem sua independência.

Leia também o artigo “Consequências de quedas em idosos“.

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ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) podem ser conhecidas por diversos nomes, tais como: residencial geriátrico, casas de repouso, geriatria, lar de idosos etc. Além do acolhimento em regime integral, as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal basicamente de três formas: internamente; para idosos que saem sozinhos; e como uma forma de conseguir novos clientes.

 No quarto dos moradores

Os moradores dos residenciais utilizam o Sistema de Monitoramento de Emergência, como uma forma de chamar um atendente quando estão no seu quarto ou apartamento. Neste caso, o sistema avisa um profissional que está na recepção ou no setor de enfermagem através de um monitor instalado no local. Além disso, qualquer pessoa cadastrada pode ser avisada através de mensagens SMS ou email. Este recurso permite que funcionários que fazem a ronda noturna, por exemplo, possam ser chamados numa emergência.

Moradores que saem

Moradores independentes que saem para suas atividades diárias e passeios, utilizam um sistema móvel com GPS, que além de funcionar com um telefone celular, caso o idoso precise ligar, funciona como um rastreador pessoal que permite às pessoas autorizadas localizar o usuário. O dispositivo pode avisar caso o idoso se afaste muito ou não chegue ao seu destino, por exemplo.

Futuros clientes

Sabemos que a decisão de se mudar para uma ILPI é um processo bastante demorado, dependendo da aprovação da família e do idoso.  Muitas vezes esta pessoa ainda não está pronta para a mudança e quer continuar morando em casa por mais algum tempo. Nestes casos o Residencial Geriátrico pode oferecer um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, como uma alternativa, até que a família tome uma decisão. Desta forma, se estabelece um vínculo entre o possível futuro cliente e a instituição.

ilpis podem utilizar sistemas de emergência pessoal

Dessa forma, todos saem ganhando: os familiares, que ficam tranquilos com a segurança e monitoramento dos idosos; e as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal, garantindo, assim, mais uma alternativa para aumentar o ticket médio por morador.

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Quanto custa um Sistema de Emergência Pessoal?

Antes de responder quanto custa, é importante explicar como funciona um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, e a diferença entre eles.

O que é mais difundido em todo mundo, e também no Brasil, são equipamentos conectados à linha de telefone fixo de uma residência, que discam para uma Central de Monitoramento, onde operadores que estão alertas 24h atendem o chamado do usuário e providenciam ajuda. Ligando para familiares, vizinhos e serviços de ambulância público ou privado.

Quando este tipo de Sistema de Emergência pessoal é ofertado, diversos valores estão incluídos na proposta:

  • valor do equipamento que foi instalado
  • serviço de instalação e configuração do equipamento
  • serviço de monitoramento 24 horas
  • custo da ligação telefônica
  • serviços e sensores extras

As empresas que ofertam o Serviço de Monitoramento Pessoal cobram uma mensalidade, que custa em torno de R$ 160,00, e engloba todos os itens acima. Podemos encontrar mensalidades a partir de R$ 100,00, quando o equipamento é cobrado a parte ou tem alguma taxa de instalação.

O Equipamento

Normalmente, as empresas não vendem o equipamento para o cliente, mas cobram um aluguel pelo equipamento, que será embutido na mensalidade. Algumas colocam parte do valor do equipamento na taxa de instalação (ou taxa de adesão) e oferecem uma mensalidade menor.

A Instalação

A instalação de um Sistema de Emergência Pessoal, depois de configurado, é muito simples. Basta ligar numa tomada de alimentação e na tomada do telefone. Por isso, as empresas podem enviar o equipamento para o cliente por correio e orientar a instalação por telefone. Já a configuração do equipamento que envolve a definição de diversos parâmetros, incluindo o número da Central de Monitoramento para o qual o sistema deverá ligar, é bem mais complexa, e vai necessitar de um computador com um programa específico para gravar todas as variáveis definidas pelo cliente em conjunto com a empresa de monitoramento.

Serviço de Monitoramento 24h

Você pode perguntar: Eu preciso de uma Central de Monitoramento?  Sim, dependendo do tipo de equipamento utilizado. O equipamento instalado pelas empresas de monitoramento, só conseguem ligar para uma Receptora de Alarme. Seria como os antigos aparelhos de Fax. Você não consegue atender um aparelho de Fax, ele tem que ser atendido por outro Fax. Quando o sistema é acionado pelo usuário, antes de completar a chamada, são enviados  dados identificando quem está chamando e qual o tipo de emergência acionada. Além disso, a Central de Monitoramento garante que sempre haverá alguém para receber o chamado de emergência e providenciar ajuda.

Custo da Ligação Telefônica

Falamos até aqui dos equipamentos que estão conectados a uma linha de telefone fixo, ja existente na residência. Nestes caso, a ligação custa pouco ou nada (quando as empresas disponibilizam  um número 0800).  Mas existem os equipamentos que utilizam linha de celular. Neste caso, o cliente vai pagar o valor de uma linha de celular que poderá estar embutida na mensalidade do sistema de monitoramento ou ser paga separadamente, diretamente para a operadora.

Sensores e Serviços Extras

Os sistemas atuais têm uma série de recursos que podem usar sensores extras e programados para emitirem avisos e chamar a central, tais como:  sensor de fumaça e fogo, sensor de gás CO2, sensores de abertura de portas e janelas, sensores de presença, que podem reportar inatividade.  Além disso, lembretes para compromissos e hora de tomar medicamentos, podem ser configurados e monitorados. Estes sensores e serviços, normalmente, são cobrados como opcionais no plano de monitoramento contratado.

 Equipamentos Sem Mensalidade

Existem Sistemas que discam diretamente para um número comum, sem cobrança de mensalidade?

Sim! Existem equipamentos, normalmente chamados de “livre de mensalidade” que discam diretamente para um telefone comum (fixo ou celular) e custa somente o valor do aparelho. Neste tipo de equipamento, o usuário pode configurar de 3 a 5 números que serão chamados quando o usuário acionar a emergência. O problema com estes sistemas é que, se nenhum dos números atender (por inúmeros motivos), o usuário não vai receber socorro. Com relação aos equipamentos livres de mensalidade, também existem aqueles que usam uma tecnologia mais avançada, que pode reduzir as chances do usuário não ser atendido. Para saber mais sobre este tipo de equipamento, clique aqui.

quanto custa

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Portaria Virtual

Com o surgimento das portaria virtual, os porteiros são substituídos por centrais de monitoramento remotas e os moradores perdem um recurso importante: o interfone.

As empresas de segurança não haviam percebido que para os moradores idosos, o interfone é o meio mais fácil e rápido de pedir ajuda num caso de emergência. Basta levantar o fone e falar com o porteiro. Este pode chamar socorro ou, até mesmo, ir até o apartamento do morador para prestar ajuda.

Os idosos em situação de estresse não conseguem utilizar um telefone fixo ou celular, por não lembrar que número digitar, ou por não encontrar alguém que atenda sua ligação imediatamente.

No caso da maioria das portarias virtuais, quando um visitante chega, o morador é contatado através de uma linha de telefone, fixo ou celular. O interfone deixa de ser usado.

Como atender os idosos com a oferta da Portaria Virtual?

Percebendo esta necessidade, algumas empresas de Portaria Virtual estão ofertando, também, o Sistema de Emergência Pessoal, que acrescenta uma série de vantagens com relação ao interfone. No caso de um acidente, o morador nem precisa ir até a cozinha onde normalmente está instalado o interfone. Ele pode se comunicar com a Central de Monitoramento simplesmente apertando um botão, de um pingente ou pulseira, e falar com o atendente através do viva-voz do console instalado no apartamento e conectado à Central de Monitoramento através de uma linha de telefone fixo.

Alguns empresários da Portaria Virtual ficam receosos em ofertar o Sistema ao condomínio porque foram contratados para reduzir custos, e a instalação do Sistema Emergência Pessoal representaria mais uma despesa para os condôminos. Não se dão conta que a implantação da Portaria Virtual nunca é uma decisão unânime dos moradores. Além disso, o Sistema de Monitoramento Pessoal é um investimento a ser feito pelo morador e não pelo condomínio.

Outros empresários se deram conta que podem ampliar bastante o número de clientes ofertando serviços não só ao condomínio, mas para cada um dos moradores. Uma dificuldade encontrada é que oferta dos serviços de monitoramento de emergência pessoal requer uma abordagem diferente por parte dos profissionais de venda uma vez que deve ser ofertado a família do morador idoso e não ao síndico que é para que eles ofertam a Portaria Virtual.

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Envelhecimento no Século XXI

“O Brasil será, em poucas décadas, um dos países com maior número de idosos do mundo, e precisa correr para poder atendê-los no que eles têm de melhor e mais saudável: o desejo de viver com independência e autonomia”.

envelhecimento

Envelhecimento em Casa

A reportagem de Fernanda Allegretti – Envelhecimento no Século XXI, para a revista Veja de 18/03/2016, mostra que o mantra da velhice no século XXI é “envelhecer em casa”, ou como os americanos dizem: aging in place. Disponibilizar novas tecnologias que irão nos ajudar a cuidar dos nossos pais, e permitir que eles envelheçam e suas casas, com independência e autonomia é o objetivo da Tecnosenior.

“O conceito que guia novas políticas e negócios voltados para os longevos tem como principal objetivo fazer com que as pessoas consigam permanecer em casa o maior tempo possível, sem que, para isso, precisem de um familiar por perto”. Como diz na reportagem, não é o caso de fazer apologia da solidão, e sim encarar uma realidade. As famílias contemporâneas não têm mais aquela filha que foi criada para ficar cuidando dos pais na velhice. Temos que lançar mão de novas tecnologias para que os idosos possam ter uma vida autônoma e independente.

Envelhecimento no Brasil

Falando em envelhecimento no século XXI, em 2050, nada menos que 64 milhões de brasileiros – o equivalente a 30% da população – estarão com 60 anos ou mais. Hoje, são 25 milhões, pouco mais de 12%. A expectativa de vida saltará de 75 para 81 anos, acima da média mundial, que, estima-se, estará em 76. Só no Estado de São Paulo, o número de centenários será dez vezes maior. O país ocupará, então, no ranking internacional, o nono lugar na proporção de idosos na população, à frente, por exemplo, de Estados Unidos, México e Rússia.

Com famílias menores, casais optando por não ter filhos e o chamariz da emigração, muitos dos jovens adultos de agora terão de encarar a longevidade sozinhos. Diante desse cenário, o desafio que se apresenta a todos – médicos, governantes e cidadãos comuns – é atender à principal e mais saudável ambição dos idosos: manter uma vida autônoma e independente.

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Mercado de segurança eletrônica usa alarme

Segurança Eletrônica e o Alarme de Emergência Pessoal

As empresas de Seguranca Eletronica estão atentas para um novo mercado extremamente promissor: O Alarme de Emergência Pessoal.

Todos sabemos da quantidade de invasões e roubos de residências que ocorrem no Brasil. Por isso temos tantas empresas de Segurança Eletrônica, que fazem parte de um mercado milionário, que envolve fabicantes de alarmes, empresas de monitoramento, e revendores de serviços de instalação e monitoramento.

O que ninguém no Brasil tinha se dado conta até poucos anos, é de um outro tipo de monitoramento de alarme, que movimenta bilhões de dólares nos Estados Unidos, Europa e Japão.

Estes sistemas, que servem para os usuários chamarem ajuda numa situação de emergência doméstica, atende por diversos nomes lá fora. Os americanos chamam o serviço de Alerta Médico (Medical Alert). Já na Europa os termos mais utilizados são Tele-assistência (Portugal), Telecare (Inglaterra), Teleassistance (França), Teleassistencia (Espanha).

O sistema é muito parecido com um de alarme residencial, uma vez que utiliza um equipamento instalado na casa do cliente, uma linha telefoônica, uma central de monitoramento que recebe as chamadas, e as revendas que instalam e comercializam o serviço de monitoramento 24h. Mas as semelhanças terminam ai. O equipamento – PERS – como é chamado nos Estados Unidos, sigla de Personal Emergency Reponse System, o que em português seria Sistema para Reportar Emergência Pessoal, tem uma série de recursos para atender às necessidades dos usuários e ser extremamente confiável.

Botões de emergência usados com pingente ou pulseira

Botões de emergência

A primeira exigência deste tipo de equipamento é que tenha um botão pequeno, leve e a prova d’água, que possa ser usado como pingente ou no pulso, com transmissão de longo alcance para a base ou console que vai realizar a chamada em caso de acionamento. Outro aspecto que o diferencia de uma sistema de alarme tradicional é o recuros de viva-voz. Quando acionado, o operador consegue se comunicar pelo sistema de viva-voz do console, sem que seja necessário o usuário atender uma chamada. O que seria impossível se ele estiver caído ou numa situação.

A estes dois recursos se somam inúmeros outros, tais como:
Atendimento automático de chamadas telefônicas.
Avisos de medicamento e compromissos.
Monitoramento de temperatura.
Monitoramento de não atividade.

Por utilizar uma tecnologia semelhante aos sistemas de Monitoramento de Alarme, muitas empresas de Segurança Eletrônica estão vislumbarndo ma nova gama infinita de clientes:

Idosos que moram sozinhos ou ficam algum tempo sozinhos em casa.
Pessoas que necessitam de cuidados especiais.
Pessoas com dificulades de locomoção.
Pacientes que estão se recuperando em casa.
Gestantes com gravidez de risco.
Atendentes de loja e estabelecimentos comerciais.
Moradores de apartamentos sujeitos a invasão de condomínios.

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Desafios do mercado de Portaria Virtual

A entrada em um novo mercado sempre implica transpor barreiras e encarar desafios. Em especial no mercado de portaria virtual, essas questões são potencializadas pelo medo de algumas pessoas em usar tecnologias.

São impactantes os resultados que tem sido evidenciados pela substituição de uma portaria orgânica – em que existe um porteiro no local – pela virtual – em que o controle de acesso é realizado por uma central à distância. A redução de custos que a implementação desse sistema promove tem sido o principal diferencial no momento da decisão.

Há quem diga que o condomínio tem em média 65% de seus gastos totais concentrados no pagamento da folha, levando-se em conta que uma portaria precisa funcionar no período de 24 horas, e que os profissionais precisam ter escalas de trabalho que cubram esse período. Com a opção pelas portarias virtuais, esses custos são reduzidos, uma vez que a central monitora mais de um local.

Entretanto ainda podemos perceber a recusa de alguns moradores, principalmente de faixas etárias mais elevadas, na troca pela portaria virtual. Isto porque a tecnologia continua a ser encarada por alguns com muitas ressalvas.

Uma questão muito importante para esse público é a falta do porteiro, que muitas vezes é responsável por atender emergências e solicitações diversas dos condôminos, que sentem-se vulneráveis por não poder contar com esse apoio.

Diferencial no mercado de Portaria Virtual

Em sistemas integrados que dispensem o uso do interfone, é importante destacar que existem equipamentos que poderão ser utilizados para assegurar que os moradores tenham acesso à central, como é o caso dos sistemas de monitoramento pessoal. Para idosos, doentes ou mesmo para quem mora sozinho ter a instalação de um equipamento de emergência que se comunica com a portaria virtual e que garante um atendimento de emergência personalizado pode ser a chave para a questão de segurança desse público, sendo um novo produto a ser agregado ao portfólio das empresas de monitoramento.

Veja mais em: www.tecnosenior.com/blog

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Começando um novo negócio

Iniciar um novo negócio é um grande passo na vida de um empreendedor. Além de todos os cálculos e planos e trabalho árduo que essa situação envolve, a escolha de um segmento de atuação também pode ser complexa.

Por isso, separamos algumas dicas para entusiasmá-lo a tirar sua idéia do papel e investir no seu sonho, lembrando que até mesmo Bill Gates e Steve Jobs também começaram sem nada:

  1. Tenha paixão pelo seu projeto. Essa é uma importante característica para o sucesso de um novo negócio. Seu projeto deve deixá-lo animado e com brilho nos olhos!
  2. Pesquise seu mercado. Quando abrir sua empresa, você precisa conhecer profundamente o mercado e a concorrência onde irá atuar, para determinar as melhores estratégias para penetração.
  3. Tenha um objetivo. É importante que você saiba onde quer chegar, ou seja, sua meta principal, e que planeje um passo de cada vez até alcançá-la.
  4. Produza conteúdo que as pessoas queiram compartilhar. Busque inspiração para reproduzir suas idéias de forma única, principalmente se o assunto é o seu próprio website. Sua empresa precisa ter personalidade!
  5. Crie um banco de dados de e-mails. Esta ainda é a forma de melhor custo x benefício para fazer a promoção online do seu negócio.
  6. Crie produtos e serviços que possam ser vendidos, e aperfeiçoe-os sempre. Seu negócio precisa atender às necessidades de seu público, por isso entenda quais são os seus problemas.
  7. Comece já! Aproveite sua motivação e leve sua idéia adiante. Lembre-se que é perda de tempo pensar em como fazer as coisas perfeitas antes do lançamento do seu negócio. Os aperfeiçoamentos podem ser realizados no curso do seu negócio.

 

Se você quiser saber como a Tecnosenior pode te ajudar a empreender, veja nosso passo a passo para se tornar um revendedor e nos envie sua mensagem que entraremos em contato!

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