Tecnologia para idosos

Há algumas décadas, os idosos não consumiam tecnologia. Hoje, representam o público mais promissor do mercado. Veja as oportunidades da tecnologia para idosos!

Há poucas décadas, dificilmente você veria as palavras “tecnologia para idosos” na mesma frase. O estereótipo da terceira idade era representado por velhinhos frágeis, dependentes e sem nenhum interesse ou habilidade com inovação.

Felizmente, esse perfil mudou: hoje, 78% dos idosos brasileiros utiliza smartphone e 40% acessa à internet diariamente. Muitos deles, por necessidade ou opção, continuam trabalhando e mantém seu poder de compra – cerca de 70% das pessoas com mais de 60 anos toma decisões sozinha na hora de comprar.

Quem ganha com isso são os empresários, dos mais diversos segmentos, que vêem crescer, a cada dia, as oportunidades de ampliar seu nicho de atuação.

Demanda pouco explorada

Uma pesquisa mundial, realizada em 2016 pela AVG Technologies, apontou que os idosos se sentem menosprezados pelas empresas, sobretudo as de tecnologia. Eles afirmam que os produtos e serviços comercializados são direcionados aos jovens e não se destinam a suprir as necessidades dos mais velhos.

Considerando o número de idosos ativos e economicamente autônomos, essa atitude deve ser reavaliada. Além de representar um mercado muito promissor, a oferta de tecnologia para idosos tem poder social, pois contribui para a manutenção da saúde e promove a qualidade de vida na terceira idade.

Tecnologia para idosos no mundo

Estados Unidos, Portugal e Japão são os países que concentram o maior número de inovações desenvolvidas com foco no idoso. Todos os anos, estes e outros países participam da maior feira de eletrônicos do mundo, a Consumer Electronics Show, onde são apresentados milhares de soluções em tecnologia.

Conheça as novidades sobre tecnologia para idosos apresentadas em Las Vegas, na CES 2018:

#1 Airbag para idosos

O Hip’Air é um airbag usado como cinto, que infla automaticamente ao detectar a iminência de uma queda. Seu objetivo é reduzir os riscos de fraturas no quadril e fêmur, principais regiões afetadas nos episódios de quedas, que podem, inclusive, levar à óbito.

#2 Tênis antiqueda

The Smart Shoe, ou O Tênis Inteligente, foi desenvolvido por uma startup francesa e conta com vários sensores – acelerômetro, sensor de pressão, giroscópio e GPS – que pode detectar quedas e informar o incidente, por meio da rede celular, aos familiares e amigos do idoso.

#3 Cadeira de rodas poderosa

A Whill é uma cadeira de rodas motorizada, desenvolvida por uma startup japonesa, que promete revolucionar o segmento de veículos elétricos pessoais: suas rodas manobram com facilidade, possibilitando ao idoso passar por lugares apertados, dentro ou fora de casa, e em diferentes terrenos – lama, areia e até neve.

Oportunidades de negócio com as tecnologias para idosos

Quando traçamos o paralelo entre o crescente público consumidor e a falta de interesse em atendê-lo por parte de muitas empresas, percebe-se uma grande brecha.

Apostar no mercado de tecnologia para idosos possibilita suprir essa demanda e atrair muitos resultados para o negócio. Para empresas novas, é a oportunidade de ingressar em um nicho em expansão; para empresas já consolidadas, é a grande chance de agregar valor aos serviços oferecidos e garantir autoridade em seu segmento.

Se você possui uma empresa de tecnologia, por exemplo, pode ampliar seu setor de atuação e oferecer serviços para os idosos. Por outro lado, se você é empresário no mercado da terceira idade, pode incluir soluções de tecnologia em seu portfólio de serviços.

Também é importante considerar a adequação dos serviços oferecidos às necessidades do público, que, para os idosos, são saúde, segurança, entretenimento e relacionamento.

Conheça algumas possibilidades de atuação:

Aplicativos para celular

Muitos idosos já utilizam aplicativos de celular, especialmente para uso das redes sociais, e oferecer opções direcionadas a eles pode lhes facilitar muito o dia a dia. Algumas opções interessantes podem ser lembrete de medicamentos, guia de exercícios físicos, jogos de lógica e estimulação cognitiva, apps para conhecer pessoas, entre outros.

Aulas de tecnologia

Pessoas que possuem habilidades com smartphones, computadores e outros dispositivos eletrônicos podem ensinar os idosos a usá-los. Na maioria das vezes, eles desejam aprender funcionalidades simples como tirar e salvar fotos, fazer pesquisas, criar um perfil nas redes sociais ou fazer downloads de jogos e aplicativos.

Automação residencial

Toda tecnologia se propõe a solucionar algum problema do usuário. No caso dos idosos, as dificuldades de visão, audição e mobilidade podem comprometer as atividades da vida diária. Portanto, equipamentos que controlam de forma automatizada a iluminação, a temperatura e a segurança do ambiente são muito úteis para os mais velhos.

Sistemas de teleassistência

Visando preservar a independência e a autonomia dos idosos que preferem morar sozinhos, os sistemas de teleassistência garantem que o usuário consiga chamar socorro em caso de emergência. Pressionando apenas um botão, ele é atendido imediatamente por uma central de monitoramento especializada, que executa o plano de emergência e aciona os familiares.

Esse sistema compreende a instalação do equipamento na casa do usuário e o serviço de atendimento 24 horas. É uma excelente oportunidade de negócio para empreendedores que buscam receita recorrente e baixo investimento inicial.

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idosa utilizando aparelho de teleassistência

O números de idosos está crescendo e a cada dia surgem novas oportunidades de negócio para este público. Conheça o serviço de teleassistência e como empreender!

O serviço de teleassistência surgiu nos Estados Unidos por volta dos anos 80, com o objetivo de reduzir o tempo de internação nos hospitais e manter a autonomia dos idosos em casa.  Mais de 20 anos depois, esse serviço chegou ao Brasil e, por aqui, tem se popularizado especialmente devido ao avanço rápido da expectativa de vida e às novas composições familiares – idosos ativos vivendo sozinhos e envelhecendo em casa.

Esta tendência tem trazido muitas oportunidades para os novos empreendedores, que podem incorporar os serviços dessa área de atuação a diversos nichos de mercado.

Entenda o que é o serviço de teleassistência e como funciona este modelo de negócio!

O termo teleassistência pode ser descrito como atendimento à distância, e consiste em atender, no menor tempo possível, pessoas que sofreram alguma emergência. No entanto, o atendimento de emergência não é realizado pelo serviço de teleassistência: ele apenas executa ações que viabilizam o atendimento ao usuário.

Como o serviço de teleassistência funciona na prática?

Ele é uma tecnologia assistiva operada por meio de um sistema responsivo de emergência pessoal (PERSPersonal Emergency Response System, na sigla em inglês). Com o PERS, o usuário pressiona um botão e o equipamento liga para uma central de atendimento, com atendentes disponíveis 24 horas, ou diretamente para número de familiares (dependendo do equipamento utilizado).

O modelo mais sofisticado em termos de recursos é o PERS 4200: ele é um console instalado na casa do cliente, conectado à sua linha telefônica fixa, e que acompanha um botão de emergência à prova d’água que pode ser utilizado como pingente ou pulseira.

Em caso de emergência, o usuário pressiona o botão, e então o equipamento disca para uma central 24h, sendo atendido por uma equipe capacitada que executa o plano de ação, definido previamente pelo usuário. O plano de ação pode incluir medidas como ligar para familiares, serviço de remoção, plano de saúde, emergência etc.

Além disso, o PERS 4200 pode ser instalado com diversos acessórios. Juntamente com o botão de emergência, o equipamento pode se comunicar com sensor de fumaça, sensor de movimento, sensor de queda, dispensador eletrônico de medicamentos, entre outros. Além dos dispositivos que são instalados na residência,  há os equipamentos móveis de teleassistência, para uso fora de casa. Entre eles está o Mini Rastreador Pessoal (IGO).

Como implantar uma empresa de teleassistência?

Quem deseja começar um negócio de emergência pessoal normalmente oferece o sistema completo de teleassistência ao cliente: equipamento + serviço (atendimento 24h).

Alguns empreendedores optam por formar uma equipe e realizar o atendimento, outros preferem terceirizar o serviço contratando uma Central  de Atendimento especializada, e há ainda aqueles que integram o atendimento a uma Central de Monitoramento já existente – de segurança pessoal, patrimonial ou veicular, por exemplo.

Para realizar o atendimento, seja ele exclusivo ou vinculado a outro segmento, você não precisa manter um ponto físico, nem equipe alocada, já que a plataforma de atendimento é 100% online e opera com cloud computing (mais conhecida como nuvem). Basta apenas alguns computadores e acesso à internet.

Como funciona o modelo de negócio?

O negócio de teleassistência segue o modelo de revenda, em que o empreendedor adquire os equipamentos e comercializa-os, nas suas condições, ao cliente.

No caso da emergência pessoal, na maioria das vezes, o equipamento não é vendido ao usuário, mas disponibilizado em forma de comodato. Ou seja, você instala o console na casa do cliente e cobra mensalidade pelo sistema todo, durante um período determinado em contrato. Quando o contrato acabar, você pode renová-lo ou reutilizar o equipamento com outro usuário.

Isso garante que você tenha receita recorrente, visto que o produto já foi pago ao fornecedor e você continua obtendo lucro com ele por toda sua vida útil.

O modelo de receita recorrente, também conhecido como modelo de assinaturas, é uma tendência nos negócios para os próximos anos: Netflix, Spotify e Kindle são alguns dos mais famosos exemplos.

Para quem oferecer o serviço de teleassistência?

Uma das grandes vantagens do serviço de teleassistência é a abrangência.

Embora o conceito tenha sido desenvolvido com foco em idosos e este seja realmente o maior público consumidor, há muitos nichos carentes de tecnologias assistivas.

Confira alguns dos perfis de usuários que podem ser atendidos pelos serviços de teleassistência:

  • Idosos: principais usuários de emergência pessoal, não abrem mão da autonomia, mas não podem ficar desassistidos em situações de emergência;
  • Crianças e adolescentes: especialmente se ficam sozinhos em casa durante parte do dia, ou costumam sair desacompanhados;
  • Gestantes: em repouso ou não, são suscetíveis a oscilações de pressão arterial, infecções e outras emergências;
  • Deficientes físicos: para que se sintam mais seguros ao realizar as atividades do dia a dia, mas possam ser atendidos se houver necessidade;
  • Pós-operados: após a desospitalização, é importante que o paciente seja monitorado e possa chamar ajuda sempre que necessário;
  • Pessoas que prezam pela segurança: para que possam ser localizados em qualquer situação.

É importante ressaltar, no entanto, que o público-alvo do serviço de teleassistência geralmente não é o usuário, mas seus familiares. São estas as pessoas que, por diversos motivos, não podem estar presentes em tempo integral e buscam alternativas para ficarem mais tranquilos.

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Já imaginou ter um negócio com garantia de receita todos os meses? Descubra o que é a Economia da Recorrência e conheça as empresas que já aderiram ao modelo!

A cada dia o mundo do empreendedorismo está mais cheio de novidades. Atualmente, um dos modelos de negócios que mais tem se destacado é a economia da recorrência, também conhecida no Brasil como clube de assinaturas. Este modelo baseia-se na oferta de acesso aos benefícios do produto ou serviço mediante o pagamento de uma mensalidade, em vez de realizar a venda do produto em si.

Provavelmente a empresa Netflix tenha surgido em sua mente como um exemplo deste novo modelo, e realmente é um dos melhores.  Porém, não é algo tão novo nem exclusivo, apenas vem sendo explorado em novos segmentos.

Este é o mesmo formato praticado por academias de ginástica, escolas e estacionamentos: o cliente paga mensalidades somente enquanto usa os serviços, sem períodos de carência, de fidelidade ou multas por quebra de contrato.

Para o consumidor, esse modelo de contratação oferece muitas vantagens. Além da simplicidade da adesão ou do cancelamento, o cliente sente-se mais seguro em tomar a decisão de contratar, ao saber que não precisará se comprometer em manter um serviço que não lhe agrade. Se não gostou, basta cancelar e o compromisso com os pagamentos também é cessado no ato.  Ou seja: a relação comercial torna-se mais justa e transparente.

Que vantagens a Economia da Recorrência oferece às empresas?

Além de muitas vantagens aos clientes, as empresas também saem ganhando muito com a Economia da Recorrência. Uma das principais vantagens é a possibilidade de prever com maior assertividade os faturamentos futuros.

Isso é possível devido à empresa saber facilmente a quantidade de assinantes que terá no mês seguinte. Previsibilidade essa que se torna praticamente impossível no comércio tradicional. Assim, surpresas desagradáveis, como faturamentos muito abaixo do esperado e verba insuficiente para arcar com as contas mensais da empresa, raramente acontecem.

Os custos das mensalidades, geralmente baixos, também contribuem para a prosperidade desse modelo de negócio. Quanto menor o tamanho do investimento, proporcionalmente menor é o tamanho do esforço que o cliente faz para tomar sua decisão de contratação.

Por exemplo, considere que o cliente está decidindo entre comprar uma esteira elétrica que custa R$ 2 mil reais ou inscrever-se em uma academia que custe R$100 mensais,  lhe ofereça ampla variedade de equipamentos e a liberdade de cancelar seu contrato sem multas ou custos extras. Há muito mais chances de ele escolher a segunda opção.

Por fim, mas não menos importante, uma das maiores vantagens dos contratos por assinaturas é que manter a fidelidade dos clientes dá bem menos trabalho – e custa bem menos – que atrair novos. Manter relacionamento, motivação e incentivo aos clientes fiéis custa, em geral, 5 vezes menos que todos os investimentos necessários para atrair um cliente novo: visibilidade da marca, anúncios, promoções, comissões de vendas, entre outros.

Quais os segmentos de negócios que podem adotar a Economia da Recorrência?

Amplamente democráticos, os clubes de assinaturas são aplicáveis a praticamente todos os modelos de negócios. Confira se os insights abaixo são aplicáveis ao seu negócio.

Para quem trabalha com prestação de serviços, é possível criar uma mensalidade que garanta acesso ilimitado aos serviços durante o período contratado. Infoprodutores e empresas de educação, por sua vez, podem seguir o modelo da Netflix e cobrar uma mensalidade para acesso ilimitado ao seu conteúdo, em uma área restrita com senha.

Já quem trabalha com produtos físicos, pode inspirar-se nas mistery box, que cobram um valor fixo mensal para enviar um produto surpresa aos seus clientes. Há empresas desse estilo nos mais diversos nichos: cervejas artesanais, cafés especiais, produtos glúten free, maquiagem, acessórios da cultura nerd, e muito mais.

Que tal conhecer o modelo de receita recorrente no mercado de teleassistência para idosos? Considere que a economia da recorrência é uma tendência muito forte, além de garantir um faturamento recorrente e uma vida financeira mais saudável para sua empresa.

Quer saber mais? Entre em contato com a Tecnosenior agora mesmo!

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Como facilitar a cobrança nos negócios de assinatura ou receita recorrente.

A economia de receita recorrente, também conhecida como modelo de assinaturas, baseia–se na venda de produtos ou serviços com uma mensalidade, como  é o caso do serviço de Emergência Pessoal.

Uma das dores de cabeça para quem empreende nesse modelo de negócio, diz respeito a forma de cobrar os serviços. Processos utilizados até então, como o cadastramento dos clientes e emissão de boletos, além de demandarem muito tempo e serviço de administração, muitas vezes geram atrasos nos pagamentos.  Os clientes esquecem de pagar e até perdem o boleto. Isso acarreta custo que não são percebidos e contabilizados pelo empresário: alguém tem que ligar para o cliente (diversas vezes) para lembrar do pagamento, emitir um novo boleto, dar baixa no boleto que não foi pago… e por aí vai.

Plataformas de gerenciamento da Economia de Receita Recorrente

Empresas que fornecem plataformas para gerenciamento de negócios de receita recorrente, oferecem um vasto material informativo sobre este modelo de assinaturas, além de automatizarem todo o processo. Desta forma, o cliente pode contratar o serviço pagando com cartão de crédito ou boleto, de forma totalmente transparente para o prestador de serviço. Muitos vão argumentar que isso vai acarretar mais custos ao serviço, no entanto, não estão considerando os custo indiretos que recaem sobre a forma atual de cobrança.

No Brasil temos duas grandes empresas nesta área: a Vinde  e a Superlógica. Vale a pena dar uma olhada nos vídeos e e-books que elas disponibilizam sobre o assunto.

Clique aqui para saber mais: Economia da Recorrência e Pagamento Recorrente.

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Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

cuidador de idosos

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

As pessoas têm passado muito tempo fora de casa, trabalhando ou estudando, assim como a expectativa de vida está aumentando, logo, há muitos idosos que moram sozinhos. Isso causa grande angústia aos familiares pois, mesmo que os idosos sejam bastante ativos, a idade avançada traz riscos e qualquer possibilidade de acidente é preocupante.

Se você tem um familiar idoso que passa grande parte do tempo sozinho, com certeza já cogitou contratar um cuidador de idosos profissional.

A verdade é que, muitas vezes, ter um cuidador de idosos à disposição durante 24h, pode ser caro para os familiares, e um tanto incômodo para o paciente, principalmente para aqueles que sempre foram independentes. O que fazer, então?

O botão de emergência

botão de emergência

Para isso, há uma alternativa, muito habitual no exterior, que está conquistando adeptos em todo o Brasil: o sistema de emergência pessoal. Trata-se de um equipamento conectado à linha telefônica da casa, que acompanha um botão de emergência, podendo ser utilizado como pulseira ou pingente, durante todo o dia, já que é à prova d’água também. Assim, o idoso não perde sua autonomia e tem como chamar ajuda se precisar.

São inúmeros os benefícios dos sistemas de emergência pessoal. Além da manutenção da independência do idoso e do atendimento 24h, podem ser adicionados acessórios ao equipamento principal, de acordo com a necessidade de cada usuário: sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai; dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à central se a ação não for executada; detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio etc.

Além de todos esses benefícios, o custo mensal é bastante acessível. A média cobrada pelo serviço completo de emergência pessoal (aluguel do equipamento + monitoramento 24h) é de R$ 175,00, mas pode alterar se o familiar quiser incluir acessórios.

Quando contratar um cuidador de idosos?

Há algumas situações que demandam acompanhamento em tempo integral e, para estes, o cuidador ainda é o mais recomendado. Em caso de pessoas acamadas, sem mobilidade, as que precisam de ajuda para comer ou fazer as necessidades fisiológicas ou, ainda, pessoas com enfermidades psiquiátricas, cujas reações possam atentar contra a própria vida, são as indicações para ter um cuidador profissional.

cuidador de idosos

É importante ressaltar que os serviços podem ser utilizados juntos, trazendo ainda mais conforto e segurança para todos. Alguns familiares, por exemplo, contratam cuidadores de idosos em período parcial e, no restante do tempo, ficam assistidos pelo sistema de emergência pessoal. O cuidador, por sua vez, terá o equipamento de emergência pessoal como um aliado pois, em algum caso mais grave, pode pressionar o botão de emergência para chamar ajuda, ao mesmo tempo que executa os primeiros socorros ou acalma o paciente.

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Idosos ativos também caem

idosos ativos caem

Idosos ativos também caem

Há muitos anos, a imagem do idoso tem sido simbolizada como frágil, normalmente curvado ou usando bengala. Acontece que, com o avanço da expectativa de vida, temos idosos ativos. Muitos chegam à terceira idade em plena atividade laboral e social, independentes e sem incidência de doenças.

Inclusive, está vigorando no senado um projeto de lei que sugere a mudança da figura representativa do idoso frágil, usualmente expostos em ônibus e metrôs, para a de uma pessoa comum, ereta, com as inscrições +60 ao lado. O intuito do projeto é extinguir o estereótipo e reforçar a inclusão sem constrangimentos ou preconceitos.

idosos ativos

Entretanto, mesmo com este cenário, são alarmantes as estatísticas de ocorrências de acidentes graves com idosos. De acordo com o SUS, cerca de 75% dos acidentes com idosos ocorrem dentro de casa. Entre eles, as QUEDAS são as mais frequentes.

Confira AQUI quais adaptações são necessárias para tornar uma casa segura para idosos!

Com o avanço da idade, é inevitável o declínio de algumas funções do organismo, principalmente no que se refere ao equilíbrio e a mobilidade. Algumas perdas físicas e funcionais são naturais do processo de envelhecimento, como a redução do reflexo e a sensibilidade periférica dos membros.

Alguns indivíduos não apresentam dificuldades nas atividades da vida diária e, por isso, são considerados idosos ativos. Ainda assim, é importante que a família fique atenta, pois eles também caem.

Por que os idosos ativos caem?

Ao contrário dos idosos sedentários, que caem por fragilidade, dificuldade na marcha ou por efeito de alguma doença, os idosos ativos estão mais suscetíveis à queda devido à exposição.

Muitas vezes, o idoso não reconhece sua condição e mantém as atividades da fase adulta na mesma intensidade, como dirigir, cozinhar, mexer com eletricidade, usar saltos muito altos, subir em bancos ou escadas, etc. Ou seja, se arriscam em situações de alto potencial de acidentes.

A velhice não é sinônimo de incapacidade e é até recomendado que o idoso preserve os hábitos do cotidiano, porém é necessário que ele reduza o período ou carga e adote medidas de prevenção, que o idoso seja menos ousado e se cuide mais.

Caso aconteça algum acidente, a probabilidade de ter consequências graves é enorme, principalmente para os idosos ativos. Os efeitos do acidente acarretam em abalo psicológico, depressão e perda de autoestima, já que normalmente comprometem sua independência.

Leia também o artigo “Consequências de quedas em idosos“.

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ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) podem ser conhecidas por diversos nomes, tais como: residencial geriátrico, casas de repouso, geriatria, lar de idosos etc. Além do acolhimento em regime integral, as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal basicamente de três formas: internamente; para idosos que saem sozinhos; e como uma forma de conseguir novos clientes.

 No quarto dos moradores

Os moradores dos residenciais utilizam o Sistema de Monitoramento de Emergência, como uma forma de chamar um atendente quando estão no seu quarto ou apartamento. Neste caso, o sistema avisa um profissional que está na recepção ou no setor de enfermagem através de um monitor instalado no local. Além disso, qualquer pessoa cadastrada pode ser avisada através de mensagens SMS ou email. Este recurso permite que funcionários que fazem a ronda noturna, por exemplo, possam ser chamados numa emergência.

Moradores que saem

Moradores independentes que saem para suas atividades diárias e passeios, utilizam um sistema móvel com GPS, que além de funcionar com um telefone celular, caso o idoso precise ligar, funciona como um rastreador pessoal que permite às pessoas autorizadas localizar o usuário. O dispositivo pode avisar caso o idoso se afaste muito ou não chegue ao seu destino, por exemplo.

Futuros clientes

Sabemos que a decisão de se mudar para uma ILPI é um processo bastante demorado, dependendo da aprovação da família e do idoso.  Muitas vezes esta pessoa ainda não está pronta para a mudança e quer continuar morando em casa por mais algum tempo. Nestes casos o Residencial Geriátrico pode oferecer um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, como uma alternativa, até que a família tome uma decisão. Desta forma, se estabelece um vínculo entre o possível futuro cliente e a instituição.

ilpis podem utilizar sistemas de emergência pessoal

Dessa forma, todos saem ganhando: os familiares, que ficam tranquilos com a segurança e monitoramento dos idosos; e as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal, garantindo, assim, mais uma alternativa para aumentar o ticket médio por morador.

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Quanto custa um Sistema de Emergência Pessoal?

Antes de responder quanto custa, é importante explicar como funciona um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, e a diferença entre eles.

O que é mais difundido em todo mundo, e também no Brasil, são equipamentos conectados à linha de telefone fixo de uma residência, que discam para uma Central de Monitoramento, onde operadores que estão alertas 24h atendem o chamado do usuário e providenciam ajuda. Ligando para familiares, vizinhos e serviços de ambulância público ou privado.

Quando este tipo de Sistema de Emergência pessoal é ofertado, diversos valores estão incluídos na proposta:

  • valor do equipamento que foi instalado
  • serviço de instalação e configuração do equipamento
  • serviço de monitoramento 24 horas
  • custo da ligação telefônica
  • serviços e sensores extras

As empresas que ofertam o Serviço de Monitoramento Pessoal cobram uma mensalidade, que custa em torno de R$ 160,00, e engloba todos os itens acima. Podemos encontrar mensalidades a partir de R$ 100,00, quando o equipamento é cobrado a parte ou tem alguma taxa de instalação.

O Equipamento

Normalmente, as empresas não vendem o equipamento para o cliente, mas cobram um aluguel pelo equipamento, que será embutido na mensalidade. Algumas colocam parte do valor do equipamento na taxa de instalação (ou taxa de adesão) e oferecem uma mensalidade menor.

A Instalação

A instalação de um Sistema de Emergência Pessoal, depois de configurado, é muito simples. Basta ligar numa tomada de alimentação e na tomada do telefone. Por isso, as empresas podem enviar o equipamento para o cliente por correio e orientar a instalação por telefone. Já a configuração do equipamento que envolve a definição de diversos parâmetros, incluindo o número da Central de Monitoramento para o qual o sistema deverá ligar, é bem mais complexa, e vai necessitar de um computador com um programa específico para gravar todas as variáveis definidas pelo cliente em conjunto com a empresa de monitoramento.

Serviço de Monitoramento 24h

Você pode perguntar: Eu preciso de uma Central de Monitoramento?  Sim, dependendo do tipo de equipamento utilizado. O equipamento instalado pelas empresas de monitoramento, só conseguem ligar para uma Receptora de Alarme. Seria como os antigos aparelhos de Fax. Você não consegue atender um aparelho de Fax, ele tem que ser atendido por outro Fax. Quando o sistema é acionado pelo usuário, antes de completar a chamada, são enviados  dados identificando quem está chamando e qual o tipo de emergência acionada. Além disso, a Central de Monitoramento garante que sempre haverá alguém para receber o chamado de emergência e providenciar ajuda.

Custo da Ligação Telefônica

Falamos até aqui dos equipamentos que estão conectados a uma linha de telefone fixo, ja existente na residência. Nestes caso, a ligação custa pouco ou nada (quando as empresas disponibilizam  um número 0800).  Mas existem os equipamentos que utilizam linha de celular. Neste caso, o cliente vai pagar o valor de uma linha de celular que poderá estar embutida na mensalidade do sistema de monitoramento ou ser paga separadamente, diretamente para a operadora.

Sensores e Serviços Extras

Os sistemas atuais têm uma série de recursos que podem usar sensores extras e programados para emitirem avisos e chamar a central, tais como:  sensor de fumaça e fogo, sensor de gás CO2, sensores de abertura de portas e janelas, sensores de presença, que podem reportar inatividade.  Além disso, lembretes para compromissos e hora de tomar medicamentos, podem ser configurados e monitorados. Estes sensores e serviços, normalmente, são cobrados como opcionais no plano de monitoramento contratado.

 Equipamentos Sem Mensalidade

Existem Sistemas que discam diretamente para um número comum, sem cobrança de mensalidade?

Sim! Existem equipamentos, normalmente chamados de “livre de mensalidade” que discam diretamente para um telefone comum (fixo ou celular) e custa somente o valor do aparelho. Neste tipo de equipamento, o usuário pode configurar de 3 a 5 números que serão chamados quando o usuário acionar a emergência. O problema com estes sistemas é que, se nenhum dos números atender (por inúmeros motivos), o usuário não vai receber socorro. Com relação aos equipamentos livres de mensalidade, também existem aqueles que usam uma tecnologia mais avançada, que pode reduzir as chances do usuário não ser atendido. Para saber mais sobre este tipo de equipamento, clique aqui.

quanto custa

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Portaria Virtual

Com o surgimento das portaria virtual, os porteiros são substituídos por centrais de monitoramento remotas e os moradores perdem um recurso importante: o interfone.

As empresas de segurança não haviam percebido que para os moradores idosos, o interfone é o meio mais fácil e rápido de pedir ajuda num caso de emergência. Basta levantar o fone e falar com o porteiro. Este pode chamar socorro ou, até mesmo, ir até o apartamento do morador para prestar ajuda.

Os idosos em situação de estresse não conseguem utilizar um telefone fixo ou celular, por não lembrar que número digitar, ou por não encontrar alguém que atenda sua ligação imediatamente.

No caso da maioria das portarias virtuais, quando um visitante chega, o morador é contatado através de uma linha de telefone, fixo ou celular. O interfone deixa de ser usado.

Como atender os idosos com a oferta da Portaria Virtual?

Percebendo esta necessidade, algumas empresas de Portaria Virtual estão ofertando, também, o Sistema de Emergência Pessoal, que acrescenta uma série de vantagens com relação ao interfone. No caso de um acidente, o morador nem precisa ir até a cozinha onde normalmente está instalado o interfone. Ele pode se comunicar com a Central de Monitoramento simplesmente apertando um botão, de um pingente ou pulseira, e falar com o atendente através do viva-voz do console instalado no apartamento e conectado à Central de Monitoramento através de uma linha de telefone fixo.

Alguns empresários da Portaria Virtual ficam receosos em ofertar o Sistema ao condomínio porque foram contratados para reduzir custos, e a instalação do Sistema Emergência Pessoal representaria mais uma despesa para os condôminos. Não se dão conta que a implantação da Portaria Virtual nunca é uma decisão unânime dos moradores. Além disso, o Sistema de Monitoramento Pessoal é um investimento a ser feito pelo morador e não pelo condomínio.

Outros empresários se deram conta que podem ampliar bastante o número de clientes ofertando serviços não só ao condomínio, mas para cada um dos moradores. Uma dificuldade encontrada é que oferta dos serviços de monitoramento de emergência pessoal requer uma abordagem diferente por parte dos profissionais de venda uma vez que deve ser ofertado a família do morador idoso e não ao síndico que é para que eles ofertam a Portaria Virtual.

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Envelhecimento no Século XXI

“O Brasil será, em poucas décadas, um dos países com maior número de idosos do mundo, e precisa correr para poder atendê-los no que eles têm de melhor e mais saudável: o desejo de viver com independência e autonomia”.

envelhecimento

Envelhecimento em Casa

A reportagem de Fernanda Allegretti – Envelhecimento no Século XXI, para a revista Veja de 18/03/2016, mostra que o mantra da velhice no século XXI é “envelhecer em casa”, ou como os americanos dizem: aging in place. Disponibilizar novas tecnologias que irão nos ajudar a cuidar dos nossos pais, e permitir que eles envelheçam e suas casas, com independência e autonomia é o objetivo da Tecnosenior.

“O conceito que guia novas políticas e negócios voltados para os longevos tem como principal objetivo fazer com que as pessoas consigam permanecer em casa o maior tempo possível, sem que, para isso, precisem de um familiar por perto”. Como diz na reportagem, não é o caso de fazer apologia da solidão, e sim encarar uma realidade. As famílias contemporâneas não têm mais aquela filha que foi criada para ficar cuidando dos pais na velhice. Temos que lançar mão de novas tecnologias para que os idosos possam ter uma vida autônoma e independente.

Envelhecimento no Brasil

Falando em envelhecimento no século XXI, em 2050, nada menos que 64 milhões de brasileiros – o equivalente a 30% da população – estarão com 60 anos ou mais. Hoje, são 25 milhões, pouco mais de 12%. A expectativa de vida saltará de 75 para 81 anos, acima da média mundial, que, estima-se, estará em 76. Só no Estado de São Paulo, o número de centenários será dez vezes maior. O país ocupará, então, no ranking internacional, o nono lugar na proporção de idosos na população, à frente, por exemplo, de Estados Unidos, México e Rússia.

Com famílias menores, casais optando por não ter filhos e o chamariz da emigração, muitos dos jovens adultos de agora terão de encarar a longevidade sozinhos. Diante desse cenário, o desafio que se apresenta a todos – médicos, governantes e cidadãos comuns – é atender à principal e mais saudável ambição dos idosos: manter uma vida autônoma e independente.

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