Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

cuidador de idosos

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

As pessoas têm passado muito tempo fora de casa, trabalhando ou estudando, assim como a expectativa de vida está aumentando, logo, há muitos idosos que moram sozinhos. Isso causa grande angústia aos familiares pois, mesmo que os idosos sejam bastante ativos, a idade avançada traz riscos e qualquer possibilidade de acidente é preocupante.

Se você tem um familiar idoso que passa grande parte do tempo sozinho, com certeza já cogitou contratar um cuidador de idosos profissional.

A verdade é que, muitas vezes, ter um cuidador de idosos à disposição durante 24h, pode ser caro para os familiares, e um tanto incômodo para o paciente, principalmente para aqueles que sempre foram independentes. O que fazer, então?

O botão de emergência

botão de emergência

Para isso, há uma alternativa, muito habitual no exterior, que está conquistando adeptos em todo o Brasil: o sistema de emergência pessoal. Trata-se de um equipamento conectado à linha telefônica da casa, que acompanha um botão de emergência, podendo ser utilizado como pulseira ou pingente, durante todo o dia, já que é à prova d’água também. Assim, o idoso não perde sua autonomia e tem como chamar ajuda se precisar.

São inúmeros os benefícios dos sistemas de emergência pessoal. Além da manutenção da independência do idoso e do atendimento 24h, podem ser adicionados acessórios ao equipamento principal, de acordo com a necessidade de cada usuário: sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai; dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à central se a ação não for executada; detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio etc.

Além de todos esses benefícios, o custo mensal é bastante acessível. A média cobrada pelo serviço completo de emergência pessoal (aluguel do equipamento + monitoramento 24h) é de R$ 175,00, mas pode alterar se o familiar quiser incluir acessórios.

Quando contratar um cuidador de idosos?

Há algumas situações que demandam acompanhamento em tempo integral e, para estes, o cuidador ainda é o mais recomendado. Em caso de pessoas acamadas, sem mobilidade, as que precisam de ajuda para comer ou fazer as necessidades fisiológicas ou, ainda, pessoas com enfermidades psiquiátricas, cujas reações possam atentar contra a própria vida, são as indicações para ter um cuidador profissional.

cuidador de idosos

É importante ressaltar que os serviços podem ser utilizados juntos, trazendo ainda mais conforto e segurança para todos. Alguns familiares, por exemplo, contratam cuidadores de idosos em período parcial e, no restante do tempo, ficam assistidos pelo sistema de emergência pessoal. O cuidador, por sua vez, terá o equipamento de emergência pessoal como um aliado pois, em algum caso mais grave, pode pressionar o botão de emergência para chamar ajuda, ao mesmo tempo que executa os primeiros socorros ou acalma o paciente.

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Idosos ativos também caem

idosos ativos caem

Idosos ativos também caem

Há muitos anos, a imagem do idoso tem sido simbolizada como frágil, normalmente curvado ou usando bengala. Acontece que, com o avanço da expectativa de vida, temos idosos ativos. Muitos chegam à terceira idade em plena atividade laboral e social, independentes e sem incidência de doenças.

Inclusive, está vigorando no senado um projeto de lei que sugere a mudança da figura representativa do idoso frágil, usualmente expostos em ônibus e metrôs, para a de uma pessoa comum, ereta, com as inscrições +60 ao lado. O intuito do projeto é extinguir o estereótipo e reforçar a inclusão sem constrangimentos ou preconceitos.

idosos ativos

Entretanto, mesmo com este cenário, são alarmantes as estatísticas de ocorrências de acidentes graves com idosos. De acordo com o SUS, cerca de 75% dos acidentes com idosos ocorrem dentro de casa. Entre eles, as QUEDAS são as mais frequentes.

Confira AQUI quais adaptações são necessárias para tornar uma casa segura para idosos!

Com o avanço da idade, é inevitável o declínio de algumas funções do organismo, principalmente no que se refere ao equilíbrio e a mobilidade. Algumas perdas físicas e funcionais são naturais do processo de envelhecimento, como a redução do reflexo e a sensibilidade periférica dos membros.

Alguns indivíduos não apresentam dificuldades nas atividades da vida diária e, por isso, são considerados idosos ativos. Ainda assim, é importante que a família fique atenta, pois eles também caem.

Por que os idosos ativos caem?

Ao contrário dos idosos sedentários, que caem por fragilidade, dificuldade na marcha ou por efeito de alguma doença, os idosos ativos estão mais suscetíveis à queda devido à exposição.

Muitas vezes, o idoso não reconhece sua condição e mantém as atividades da fase adulta na mesma intensidade, como dirigir, cozinhar, mexer com eletricidade, usar saltos muito altos, subir em bancos ou escadas, etc. Ou seja, se arriscam em situações de alto potencial de acidentes.

A velhice não é sinônimo de incapacidade e é até recomendado que o idoso preserve os hábitos do cotidiano, porém é necessário que ele reduza o período ou carga e adote medidas de prevenção, que o idoso seja menos ousado e se cuide mais.

Caso aconteça algum acidente, a probabilidade de ter consequências graves é enorme, principalmente para os idosos ativos. Os efeitos do acidente acarretam em abalo psicológico, depressão e perda de autoestima, já que normalmente comprometem sua independência.

Leia também o artigo “Consequências de quedas em idosos“.

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Casa segura para Idosos

Casa segura para Idosos

casa segura para idosos

Estima-se que cerca de 30% dos idosos caem, ao menos, uma vez ao ano. A queda é um evento recorrente entre os idosos, principalmente mulheres e, quanto mais avançada é a idade, maior a incidência.

São inúmeras as consequências das quedas em idosos e, infelizmente, para eles, este acidente pode ser fatal. Dessa forma, é indispensável que haja conscientização de todos sobre a importância da prevenção das quedas.

As causas são diversas, desde alterações fisiológicas decorrentes da idade, surgimento de alguma doença que comprometa a marcha até a existência de objetos no chão ou móveis em excesso pela casa.

Cada cômodo pode apresentar riscos e os familiares devem estar atentos para a adaptação do ambiente ao idoso. A maioria das intervenções é simples e fazem muita diferença no cotidiano dos mais velhos.

Por isso, separamos algumas dicas do que pode ser adaptado para transformar o lar em uma casa segura para idosos.

Iluminação

Os sentidos costumam ficam reduzidos com o avanço da idade e o declínio da visão pode trazer muitos perigos.

O ideal é que a luz dos cômodos seja branca-azulada, que equilibra visões turvas e amareladas.

No quarto, é recomendado que haja um interruptor próximo à cama, para que o idoso não tenha que caminhar no escuro e, também, uma lanterna para uso em caso de falta de energia.

Se houver escadas ou desníveis no piso, faixas refletoras nos degraus ajudam na indicação do caminho.

Móveis e Objetos

A sugestão é reduzir, ao máximo, a quantidade de móveis da casa. Mesas, cadeiras, cômodas e criados-mudos em excesso transformam a casa em um labirinto, aumentando ainda mais os riscos de acidentes.

Prateleiras devem estar firmes e eletrodomésticos bem instalados. Fios e cabos devem estar escondidos e organizados em canaletas.

Os riscos de tropeçar em objetos deixados no chão são enormes para qualquer pessoa mas, no caso dos idosos, são ainda mais graves.

Banheiro

É o cômodo mais perigoso da casa, pois tem muitas armadilhas.

Para evitar de escorregar, pode-se cobrir o piso com um revestimento antiderrapante. Em caso de tapete, ele deve ser inteiro, pois tapetes soltos ou pequenos também representam perigo.

Além disso, a instalação de barras de apoio próximo ao vaso sanitário e no box mantém a autonomia do idoso. Caso ele tenha dificuldade de locomoção ou sinta-se inseguro, recomenda-se o uso de uma cadeira com pés emborrachados para que tome banho sentado.

Ainda sobre a área do chuveiro, retirar o box de vidro ou trocar por um de plástico é uma medida muito eficaz para evitar consequências mais graves em caso de acidente.

Em alguns casos, pode ser necessário que as adaptações sejam mais complexas, alterando a estrutura dos cômodos ou mudando o quarto e rotina do idoso para um único andar da casa, evitando que ele tenha de subir ou descer escadas muitas vezes por dia.

O principal é que a família se envolva nesse processo e fique claro para o idoso que as providências são necessárias para prevenir acidentes e, não, para tirar sua autonomia.

Para garantir ainda mais tranquilidade, uma casa segura para idosos deve contar com um sistema de emergência pessoal. Além de adotar medidas para prevenção dos acidentes, é necessário ter como agir caso eles ocorram.

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Equipamentos de Emergência Pessoal como Alarme

Alarme para lojas, escritórios e consultórios

Muitos estabelecimentos comerciais são assaltados durante o período de expediente, seja uma joalheria de shopping, um supermercado ou farmácia, ninguém está livre da violência urbana. Profissionais como advogados, médicos e dentistas, também estão na mira dos assaltantes, com o agravante de que muitos destes profissionais trabalham sozinhos.
No caso destes assaltos os sistemas de alarme convencionais, que protegem contra arrombamentos, não ajudam muito. Mesmo que estes sistemas de alarme possuam um botão de pânico, dificilmente eles são acionados.

Os Sistemas de Emergência Pessoal possuem recursos e características que são de grande valor nestes casos:

  • os botões de pânico são muito leves e pequenos e podem ser usados como pingentes sob a roupa, facilitando o acionamento de forma discreta sem chamar a atenção dos ladrões.
  • estes botões podem ser utilizados por diversas pessoas que irão acionar o mesmo sistema.
  • estes botões tem um longo alcance, mesmo que as pessoas sejam trancadas dentro de um banheiro, e estejam longe do console, poderão acionar a emergência.
  • a solicitação de ajuda pode ser feita de forma silenciosa e permite que os operadores da Central de Monitoramento abram um escuta no ambiente através de um microfone super-sensível do console.
  •  o console pode utilizar uma linha telefônica regular ou módulo de celular.
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Flic, o Botão Inteligente para Smartphones

Não seria incrível se você tivesse um botão externo que  pudesse ser configurado para interagir com diversos aplicativos do seu smartphone? O Flic é um botão inteligente, lançado com grande sucesso pelo site de crowdfunding indiegogo, que está sendo importado e distribuído no Brasil pela Tecnosenior.

O botão se conecta ao smartphone via Bluetooth, através de um aplicativo grátis para iPhone e Android, e você pode configurar diversas ações. Uma grande aplicação é para segurança pessoal: é possível programar o Flic para enviar uma mensagem de texto pedindo ajuda e sua localização.

botão inteligente

O botão é bem pequeno e pode ser fixado em qualquer superfície ou preso na roupa com um clip. Cada um memoriza três comandos: clique simples, clique duplo, e clique longo. Você pode comprar vários botões e colocá-los em torno da sua mesa de trabalho, na sua bicicleta, em casa, ou no seu carro.

Possui design emborrachado e está disponível em diversas cores.

botão inteligente

 

O que posso fazer com o Flic?

Muita coisa pode ser feita com estes botões: disparar a câmera fotográfica do telefone, fazer chamadas, acionar o GPS e dezenas de outros aplicativos.  Ele também funciona como uma forma física para disparar um comando do tipo If-This-Then-That (IfTTT) através do aplicativo IfTTT. O nível de interesse neste produto indica que os consumidores querem uma maneira fácil de disparar rapidamente comandos repetitivos dentro de uma casa inteligente, em casos de automação residencial. O botão inteligente Flic utiliza uma bateria que pode ser facilmente substituída.

Cada cliente pode cadastrar vários botões e configurá-los com funções diferentes, o que garante a segurança e praticidade para executar qualquer tarefa.

Assista o vídeo para ver como funciona.

 

Para maiores informações, clique aqui.

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Portaria Virtual

Com o surgimento das portaria virtual, os porteiros são substituídos por centrais de monitoramento remotas e os moradores perdem um recurso importante: o interfone.

As empresas de segurança não haviam percebido que para os moradores idosos, o interfone é o meio mais fácil e rápido de pedir ajuda num caso de emergência. Basta levantar o fone e falar com o porteiro. Este pode chamar socorro ou, até mesmo, ir até o apartamento do morador para prestar ajuda.

Os idosos em situação de estresse não conseguem utilizar um telefone fixo ou celular, por não lembrar que número digitar, ou por não encontrar alguém que atenda sua ligação imediatamente.

No caso da maioria das portarias virtuais, quando um visitante chega, o morador é contatado através de uma linha de telefone, fixo ou celular. O interfone deixa de ser usado.

Como atender os idosos com a oferta da Portaria Virtual?

Percebendo esta necessidade, algumas empresas de Portaria Virtual estão ofertando, também, o Sistema de Emergência Pessoal, que acrescenta uma série de vantagens com relação ao interfone. No caso de um acidente, o morador nem precisa ir até a cozinha onde normalmente está instalado o interfone. Ele pode se comunicar com a Central de Monitoramento simplesmente apertando um botão, de um pingente ou pulseira, e falar com o atendente através do viva-voz do console instalado no apartamento e conectado à Central de Monitoramento através de uma linha de telefone fixo.

Alguns empresários da Portaria Virtual ficam receosos em ofertar o Sistema ao condomínio porque foram contratados para reduzir custos, e a instalação do Sistema Emergência Pessoal representaria mais uma despesa para os condôminos. Não se dão conta que a implantação da Portaria Virtual nunca é uma decisão unânime dos moradores. Além disso, o Sistema de Monitoramento Pessoal é um investimento a ser feito pelo morador e não pelo condomínio.

Outros empresários se deram conta que podem ampliar bastante o número de clientes ofertando serviços não só ao condomínio, mas para cada um dos moradores. Uma dificuldade encontrada é que oferta dos serviços de monitoramento de emergência pessoal requer uma abordagem diferente por parte dos profissionais de venda uma vez que deve ser ofertado a família do morador idoso e não ao síndico que é para que eles ofertam a Portaria Virtual.

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Prefeitura implanta teleassistência para idosos

Botão de emergência salva a vida de idoso no RS

A cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, implantou um programa de teleassistência para idosos, seguindo o modelo de muitas cidades européias. O aposentado João Albino Lopes, 66 anos e deficiente visual há dez anos, é um dos usuários do Sistema de Emergência Pessoal PERS3600, distribuído pela Tecnosenior, e conta sua experiência.

João Albino Lopes usando o botão de emergência na pulseira

Foto de Nilson Winter

 

O Sr. João acionou o botão de emergência para conectar com a Central de Atendimento, e pedir ajuda para a esposa que tem Alzheimer. “Mesmo estando acompanhado da nossa cuidadora, quando soube que minha esposa estava desmaiada, não pensei duas vezes em apertar o botão e pedir ajuda. Em 15 minutos a ambulância do Samu chegou e iniciou o atendimento”, contou ele satisfeito com o serviço rápido e eficiente. “Sei que o usuário da pulseira sou eu, mas no momento de necessidade fui obrigado a usá-la e em nenhum momento foi negado atendimento”.

Segundo Lisiane Machado Bitencourt da Silva, da unidade de Atenção Básica de Saúde, o objetivo da Secretaria Municipal de Saúde de São Leopoldo é agilizar o atendimento médico para reduzir a gravidade. “Dá uma segurança maior nas intercorrências médicas, ou seja, nos eventos inesperados que necessitam de um procedimento médico, nos possibilita a oferecer o socorro de forma mais rápida, reduzindo assim a gravidade. Além disso, traz uma tranquilidade maior para a família”. Leia aqui a matéria publicada pela prefeitura.

Teleassistência para Idosos na Europa

A implantação de Sistemas de Emergência Pessoal para idosos é comum em muitas cidades da Europa, como em Lisboa, por exemplo,  onde este serviço contribui para a manutenção da autonomia dos idosos no seu domicílio, com dignidade e segurança, proporcionando uma resposta imediata em situação de emergência ou derivadas destas, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Aqui no Brasil, algumas cidades como Joinville, em Santa Cataria, e Santos, em São Paulo, já implantaram programas de teleassistência para idosos de baixa renda.

 

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Mercado de segurança eletrônica usa alarme

Segurança Eletrônica e o Alarme de Emergência Pessoal

As empresas de Seguranca Eletronica estão atentas para um novo mercado extremamente promissor: O Alarme de Emergência Pessoal.

Todos sabemos da quantidade de invasões e roubos de residências que ocorrem no Brasil. Por isso temos tantas empresas de Segurança Eletrônica, que fazem parte de um mercado milionário, que envolve fabicantes de alarmes, empresas de monitoramento, e revendores de serviços de instalação e monitoramento.

O que ninguém no Brasil tinha se dado conta até poucos anos, é de um outro tipo de monitoramento de alarme, que movimenta bilhões de dólares nos Estados Unidos, Europa e Japão.

Estes sistemas, que servem para os usuários chamarem ajuda numa situação de emergência doméstica, atende por diversos nomes lá fora. Os americanos chamam o serviço de Alerta Médico (Medical Alert). Já na Europa os termos mais utilizados são Tele-assistência (Portugal), Telecare (Inglaterra), Teleassistance (França), Teleassistencia (Espanha).

O sistema é muito parecido com um de alarme residencial, uma vez que utiliza um equipamento instalado na casa do cliente, uma linha telefoônica, uma central de monitoramento que recebe as chamadas, e as revendas que instalam e comercializam o serviço de monitoramento 24h. Mas as semelhanças terminam ai. O equipamento – PERS – como é chamado nos Estados Unidos, sigla de Personal Emergency Reponse System, o que em português seria Sistema para Reportar Emergência Pessoal, tem uma série de recursos para atender às necessidades dos usuários e ser extremamente confiável.

Botões de emergência usados com pingente ou pulseira

Botões de emergência

A primeira exigência deste tipo de equipamento é que tenha um botão pequeno, leve e a prova d’água, que possa ser usado como pingente ou no pulso, com transmissão de longo alcance para a base ou console que vai realizar a chamada em caso de acionamento. Outro aspecto que o diferencia de uma sistema de alarme tradicional é o recuros de viva-voz. Quando acionado, o operador consegue se comunicar pelo sistema de viva-voz do console, sem que seja necessário o usuário atender uma chamada. O que seria impossível se ele estiver caído ou numa situação.

A estes dois recursos se somam inúmeros outros, tais como:
Atendimento automático de chamadas telefônicas.
Avisos de medicamento e compromissos.
Monitoramento de temperatura.
Monitoramento de não atividade.

Por utilizar uma tecnologia semelhante aos sistemas de Monitoramento de Alarme, muitas empresas de Segurança Eletrônica estão vislumbarndo ma nova gama infinita de clientes:

Idosos que moram sozinhos ou ficam algum tempo sozinhos em casa.
Pessoas que necessitam de cuidados especiais.
Pessoas com dificulades de locomoção.
Pacientes que estão se recuperando em casa.
Gestantes com gravidez de risco.
Atendentes de loja e estabelecimentos comerciais.
Moradores de apartamentos sujeitos a invasão de condomínios.

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Desafios do mercado de Portaria Virtual

A entrada em um novo mercado sempre implica transpor barreiras e encarar desafios. Em especial no mercado de portaria virtual, essas questões são potencializadas pelo medo de algumas pessoas em usar tecnologias.

São impactantes os resultados que tem sido evidenciados pela substituição de uma portaria orgânica – em que existe um porteiro no local – pela virtual – em que o controle de acesso é realizado por uma central à distância. A redução de custos que a implementação desse sistema promove tem sido o principal diferencial no momento da decisão.

Há quem diga que o condomínio tem em média 65% de seus gastos totais concentrados no pagamento da folha, levando-se em conta que uma portaria precisa funcionar no período de 24 horas, e que os profissionais precisam ter escalas de trabalho que cubram esse período. Com a opção pelas portarias virtuais, esses custos são reduzidos, uma vez que a central monitora mais de um local.

Entretanto ainda podemos perceber a recusa de alguns moradores, principalmente de faixas etárias mais elevadas, na troca pela portaria virtual. Isto porque a tecnologia continua a ser encarada por alguns com muitas ressalvas.

Uma questão muito importante para esse público é a falta do porteiro, que muitas vezes é responsável por atender emergências e solicitações diversas dos condôminos, que sentem-se vulneráveis por não poder contar com esse apoio.

Diferencial no mercado de Portaria Virtual

Em sistemas integrados que dispensem o uso do interfone, é importante destacar que existem equipamentos que poderão ser utilizados para assegurar que os moradores tenham acesso à central, como é o caso dos sistemas de monitoramento pessoal. Para idosos, doentes ou mesmo para quem mora sozinho ter a instalação de um equipamento de emergência que se comunica com a portaria virtual e que garante um atendimento de emergência personalizado pode ser a chave para a questão de segurança desse público, sendo um novo produto a ser agregado ao portfólio das empresas de monitoramento.

Veja mais em: www.tecnosenior.com/blog

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Detectores de Quedas no PERS Summit

Uma das sessões do PERS Summit era uma mesa com três fabricantes de PERS  que tinham que reponder a seguinte pergunta: Seriam os detectores de quedas o Santo Graal dos sistemas de monitoramento? Em outras palavras: Seriam os detectores de quedas os grandes salvadores da pátria? 

Dois dos participantes deram uma de políticos: falaram sobre o quanto os detectores de queda avançaram nos últimos anos, e que eles quase já não emitem falsos alarmes, mas não responderam diretamente a pergunta. O terceiro, perguntou para o moderador se a pergunta se referia ao lado comercial ou técnico. E isso faz todo o sentido. 

Vou explicar: há alguns anos a Phillips apresentou um detector de quedas que funcionava muito mal – qualquer movimento era identificado como queda, o que mais chateava do que ajudava os usuários. Mas a empresa fez uma grande divulgação sobre o seu equipamento colocando o detector de quedas como uma grande vantagem sobre a concorrência. A partir daí todos os concorrentes correram para desenvolver detectores de queda cada vez mais inteligentes. Isso se tornou um “must have” para maioria dos consumidores.

Sucesso comercial

Portanto, comercialmente o detectores de quedas são um grande sucesso. Agora, se realmente eles ajudam mais as pessoas em caso de necessidade, ninguém sabe dizer precisamente. O que as Centrais de Monitoramento podem dizer é que os botões com detectores de queda reportam menos falsos alarme, hoje em dia. Isso porque  os algoritmos que interpretam uma queda estão cada vez mais precisos. 

Eles também são um sucesso comercial porque as revendas de monitoramento cobram mais por esse tipo de serviço. Mas a pergunta que ninguém consegue responder é: quantas pessoas não conseguem apertar o botão numa necessidade? É sabido, e já foi revelado em diversas pesquisas, que um grande número de clientes não vestem seu botão de emergência (com ou sem detector de queda). Muitos deixam no criado mudo durante a noite, não usam durante o banho, ou pior ainda, deixam guardado numa gaveta. Eu me concentraria em tornar estes botões  mais atrativos ao uso, ao invés de embutir muita eletrônica e sensores, o que invariavelmente acarreta num maior  tamanho e peso. Mas vamos ver o que o mercado nos diz.

Outro ponto muito importante que foi levantado é o seguinte: hoje já existe tecnologia suficiente para encher a casa do usuário de sensores que seriam capaz de detectar todos os movimentos e uma possível queda, mas os clientes estariam dispostos a pagar o preço de um sistema desse tipo?

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