Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

cuidador de idosos

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

As pessoas têm passado muito tempo fora de casa, trabalhando ou estudando, assim como a expectativa de vida está aumentando, logo, há muitos idosos que moram sozinhos. Isso causa grande angústia aos familiares pois, mesmo que os idosos sejam bastante ativos, a idade avançada traz riscos e qualquer possibilidade de acidente é preocupante.

Se você tem um familiar idoso que passa grande parte do tempo sozinho, com certeza já cogitou contratar um cuidador de idosos profissional.

A verdade é que, muitas vezes, ter um cuidador de idosos à disposição durante 24h, pode ser caro para os familiares, e um tanto incômodo para o paciente, principalmente para aqueles que sempre foram independentes. O que fazer, então?

O botão de emergência

botão de emergência

Para isso, há uma alternativa, muito habitual no exterior, que está conquistando adeptos em todo o Brasil: o sistema de emergência pessoal. Trata-se de um equipamento conectado à linha telefônica da casa, que acompanha um botão de emergência, podendo ser utilizado como pulseira ou pingente, durante todo o dia, já que é à prova d’água também. Assim, o idoso não perde sua autonomia e tem como chamar ajuda se precisar.

São inúmeros os benefícios dos sistemas de emergência pessoal. Além da manutenção da independência do idoso e do atendimento 24h, podem ser adicionados acessórios ao equipamento principal, de acordo com a necessidade de cada usuário: sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai; dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à central se a ação não for executada; detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio etc.

Além de todos esses benefícios, o custo mensal é bastante acessível. A média cobrada pelo serviço completo de emergência pessoal (aluguel do equipamento + monitoramento 24h) é de R$ 175,00, mas pode alterar se o familiar quiser incluir acessórios.

Quando contratar um cuidador de idosos?

Há algumas situações que demandam acompanhamento em tempo integral e, para estes, o cuidador ainda é o mais recomendado. Em caso de pessoas acamadas, sem mobilidade, as que precisam de ajuda para comer ou fazer as necessidades fisiológicas ou, ainda, pessoas com enfermidades psiquiátricas, cujas reações possam atentar contra a própria vida, são as indicações para ter um cuidador profissional.

cuidador de idosos

É importante ressaltar que os serviços podem ser utilizados juntos, trazendo ainda mais conforto e segurança para todos. Alguns familiares, por exemplo, contratam cuidadores de idosos em período parcial e, no restante do tempo, ficam assistidos pelo sistema de emergência pessoal. O cuidador, por sua vez, terá o equipamento de emergência pessoal como um aliado pois, em algum caso mais grave, pode pressionar o botão de emergência para chamar ajuda, ao mesmo tempo que executa os primeiros socorros ou acalma o paciente.

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Idosos ativos também caem

idosos ativos caem

Idosos ativos também caem

Há muitos anos, a imagem do idoso tem sido simbolizada como frágil, normalmente curvado ou usando bengala. Acontece que, com o avanço da expectativa de vida, temos idosos ativos. Muitos chegam à terceira idade em plena atividade laboral e social, independentes e sem incidência de doenças.

Inclusive, está vigorando no senado um projeto de lei que sugere a mudança da figura representativa do idoso frágil, usualmente expostos em ônibus e metrôs, para a de uma pessoa comum, ereta, com as inscrições +60 ao lado. O intuito do projeto é extinguir o estereótipo e reforçar a inclusão sem constrangimentos ou preconceitos.

idosos ativos

Entretanto, mesmo com este cenário, são alarmantes as estatísticas de ocorrências de acidentes graves com idosos. De acordo com o SUS, cerca de 75% dos acidentes com idosos ocorrem dentro de casa. Entre eles, as QUEDAS são as mais frequentes.

Confira AQUI quais adaptações são necessárias para tornar uma casa segura para idosos!

Com o avanço da idade, é inevitável o declínio de algumas funções do organismo, principalmente no que se refere ao equilíbrio e a mobilidade. Algumas perdas físicas e funcionais são naturais do processo de envelhecimento, como a redução do reflexo e a sensibilidade periférica dos membros.

Alguns indivíduos não apresentam dificuldades nas atividades da vida diária e, por isso, são considerados idosos ativos. Ainda assim, é importante que a família fique atenta, pois eles também caem.

Por que os idosos ativos caem?

Ao contrário dos idosos sedentários, que caem por fragilidade, dificuldade na marcha ou por efeito de alguma doença, os idosos ativos estão mais suscetíveis à queda devido à exposição.

Muitas vezes, o idoso não reconhece sua condição e mantém as atividades da fase adulta na mesma intensidade, como dirigir, cozinhar, mexer com eletricidade, usar saltos muito altos, subir em bancos ou escadas, etc. Ou seja, se arriscam em situações de alto potencial de acidentes.

A velhice não é sinônimo de incapacidade e é até recomendado que o idoso preserve os hábitos do cotidiano, porém é necessário que ele reduza o período ou carga e adote medidas de prevenção, que o idoso seja menos ousado e se cuide mais.

Caso aconteça algum acidente, a probabilidade de ter consequências graves é enorme, principalmente para os idosos ativos. Os efeitos do acidente acarretam em abalo psicológico, depressão e perda de autoestima, já que normalmente comprometem sua independência.

Leia também o artigo “Consequências de quedas em idosos“.

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Controle de Medicamentos com PERS

Controle de Medicamentos com PERS

Muitos idosos precisam consumir medicamentos regularmente e isso pode ser um grande problema quando sabemos que uma das características do avanço da idade é o esquecimento.

Estima-se que 30% dos idosos que tomam remédios esquecem de seguir os horários prescritos, o que, comprovadamente, reduz a eficácia do tratamento.

As complicações aumentam ainda mais quando se trata da dosagem. Cada medicamento pode ter várias apresentações (comprimidos, cápsulas, gotas, xarope etc.) e, em caso de ingestão da quantidade ou concentração errada, as reações em idosos podem ser muito severas.

Com a idade avançada, a atividade enzimática do fígado diminui, o que afeta a metabolização dos medicamentos. O fluxo sanguíneo e as funções renais também declinam, dificultando a excreção e prolongando, assim, os efeitos colaterais.

Na hora certa

controle de medicamentosVocê já ouviu falar em Cronofarmacologia?

O tema é tão importante que existe uma ciência que estuda a melhor hora para tomar o remédio.

Não existe hora universal para todos os fármacos, pois cada doença tem maior incidência em determinado período.

Com isso, deve ser administrado no horário prescrito pelo médico, para que a eficácia seja maior e o efeito colateral, menor.

Mas, e como fazer quando o idoso tem dificuldade em memorizar as informações dadas pelo médico?

Tecnologia para tomar o remédio

É comum que os idosos sintam dificuldade de lembrar das coisas.

Para não esquecer do horário do medicamento, alguns recorrem ao despertador. Para não errar na dose, usam caixinhas de pílulas diárias para separar a quantidade certa.

O problema é que, se o despertador não tocar ou o idoso não abrir a caixinha, não vai tomar o remédio e ninguém fica sabendo.

Para solucionar essa dificuldade, os familiares podem adotar a tecnologia para o controle de medicamentos.

O PERS 4200 é um sistema de emergência pessoal com um botão de emergência, em que a pessoa pode chamar ajuda com um simples toque. Neste equipamento, entre outras funções, é possível configurar lembretes de medicamentos, que serão disparados nos horários programados conforme necessidade do usuário.

Além disso, o PERS 4200 é compatível com diversos acessórios e, um deles é o Dispensador Eletrônico de Medicamentos.

Dispensador de Medicamentos

É um dispositivo circular com 28 espaços (nichos) e possui um sensor de atividade interno. Emite um alerta com o PERS nos horários agendados e a medicação é liberada pelo sistema. Ao retirar os comprimidos, o console recebe um sinal que houve a atividade prevista. Caso o usuário não pegue os medicamentos liberados pelo dispensador, o sistema enviará um sinal para a Central avisando que a ação não está completa.

Dessa forma, as chances do idoso trocar ou esquecer de tomar o remédio são quase nulas, pois o sistema acompanha toda a atividade e, a cada situação atípica, os familiares são notificados.

Por isso, é importante escutar a necessidade do usuário na hora de oferecer a melhor solução, pois os acessórios facilitam muito o dia a dia de quem usa e agregam valor à venda.

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Desospitalização – soluções simples

Desospitalização

Muito se fala em desospitalização hoje em dia, mas muitas vezes soluções muito simples, que poderiam dar mais tranquilidade ao paciente que recebe alta e vai se recuperar em casa, não são consideradas.

Conversando com uma pessoa que estava aguardando o transplante de um rim, ele me confessou que o seu maior medo era ficar sozinho em casa depois que recebesse alta, se recuperando da cirurgia.  Essa preocupação lhe tirava o sono, mais do que a própria espera por um doador.  Este senhor era separado e os filhos moravam no exterior. “Numa emergência, nem sempre a gente consegue alcançar um telefone e ligar para alguém que possa providenciar socorro”, observou ele.

Não conheço uma pesquisa sobre isso, mas provavelmente o número de pacientes que tem a alta retardada pelo seu médico, pelo motivo exposto acima, seja muito maior que os hospitais imaginam.

Os hospitais querem saber quem vai enviar uma enfermeira ou médico até residência da pessoa no caso de um chamado. Esquecem que antes de mais nada o paciente precisa ter como chamar ajuda. Nem sempre um telefone está ao alcance da mão.  Também existe uma grande chance que sua chamada não seja prontamente atendida. Imaginem alguém passando mal ligando para o centro de atendimento de um hospital: “disque 0 para isso, disque 1 para aquilo…” Depois, nem sempre, essa pessoa que está convalescendo precisa de um atendimento médico. Muitas vezes tirar um dúvida sobre o tratamento ou chamar um parente ou vizinho para ajudá-la a levantar depois de uma queda, pode resolver a situação.

Cuidador 24h ?

Deixar alguém 24 horas ao lado da pessoa que está se recuperando, além de ter um custo alto, muitas vezes não se mostra necessário. Talvez oferecer um Serviço de Monitoramento de Emergência possa ser considerado uma das opções para facilitar a alta e dar uma recuperação mais tranquila para pacientes e familiares.

Quedas: um dos risco na desospitalização

O conceito de desospitalização envolve:

  • Garantir a alta de um paciente do ambiente hospitalar de forma segura promovendo todos os cuidados necessários em domicílio.
  • Redução do tempo de internação no hospital e aumentar a satisfação do paciente.

Quem paga ?

Alguns hospitais no Brasil alegam que o Serviço de Monitoramento de Emergência não é pago pelo SUS ou pelos Planos de Saúde. No entanto, muitos pacientes e familiares estariam dispostos a arcar com o custo do serviço para ter mais segurança e tranquilidade. Nos Estados Unidos muitos hospitais recomendam, ou até mesmo ofertam o serviço, para seus pacientes, os Sistemas de Monitoramento de Emergência ou “Medical Alert”, como é mais conhecido. Pelo lado das operadoras de saúde, com o valor economizado em uma diária de hospital, elas poderiam pagar muitos meses de um Serviço de Monitoramento Pessoal.

A Tecnosenior pesquisa e desenvolve, junto com os hospitais, tecnologias que já são utilizadas em outros países e que podem facilitar a desospitalização.

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Flic, o Botão Inteligente para Smartphones

Não seria incrível se você tivesse um botão externo que  pudesse ser configurado para interagir com diversos aplicativos do seu smartphone? O Flic é um botão inteligente, lançado com grande sucesso pelo site de crowdfunding indiegogo, que está sendo importado e distribuído no Brasil pela Tecnosenior.

O botão se conecta ao smartphone via Bluetooth, através de um aplicativo grátis para iPhone e Android, e você pode configurar diversas ações. Uma grande aplicação é para segurança pessoal: é possível programar o Flic para enviar uma mensagem de texto pedindo ajuda e sua localização.

botão inteligente

O botão é bem pequeno e pode ser fixado em qualquer superfície ou preso na roupa com um clip. Cada um memoriza três comandos: clique simples, clique duplo, e clique longo. Você pode comprar vários botões e colocá-los em torno da sua mesa de trabalho, na sua bicicleta, em casa, ou no seu carro.

Possui design emborrachado e está disponível em diversas cores.

botão inteligente

 

O que posso fazer com o Flic?

Muita coisa pode ser feita com estes botões: disparar a câmera fotográfica do telefone, fazer chamadas, acionar o GPS e dezenas de outros aplicativos.  Ele também funciona como uma forma física para disparar um comando do tipo If-This-Then-That (IfTTT) através do aplicativo IfTTT. O nível de interesse neste produto indica que os consumidores querem uma maneira fácil de disparar rapidamente comandos repetitivos dentro de uma casa inteligente, em casos de automação residencial. O botão inteligente Flic utiliza uma bateria que pode ser facilmente substituída.

Cada cliente pode cadastrar vários botões e configurá-los com funções diferentes, o que garante a segurança e praticidade para executar qualquer tarefa.

Assista o vídeo para ver como funciona.

 

Para maiores informações, clique aqui.

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Quanto custa um Sistema de Emergência Pessoal?

Antes de responder quanto custa, é importante explicar como funciona um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, e a diferença entre eles.

O que é mais difundido em todo mundo, e também no Brasil, são equipamentos conectados à linha de telefone fixo de uma residência, que discam para uma Central de Monitoramento, onde operadores que estão alertas 24h atendem o chamado do usuário e providenciam ajuda. Ligando para familiares, vizinhos e serviços de ambulância público ou privado.

Quando este tipo de Sistema de Emergência pessoal é ofertado, diversos valores estão incluídos na proposta:

  • valor do equipamento que foi instalado
  • serviço de instalação e configuração do equipamento
  • serviço de monitoramento 24 horas
  • custo da ligação telefônica
  • serviços e sensores extras

As empresas que ofertam o Serviço de Monitoramento Pessoal cobram uma mensalidade, que custa em torno de R$ 160,00, e engloba todos os itens acima. Podemos encontrar mensalidades a partir de R$ 100,00, quando o equipamento é cobrado a parte ou tem alguma taxa de instalação.

O Equipamento

Normalmente, as empresas não vendem o equipamento para o cliente, mas cobram um aluguel pelo equipamento, que será embutido na mensalidade. Algumas colocam parte do valor do equipamento na taxa de instalação (ou taxa de adesão) e oferecem uma mensalidade menor.

A Instalação

A instalação de um Sistema de Emergência Pessoal, depois de configurado, é muito simples. Basta ligar numa tomada de alimentação e na tomada do telefone. Por isso, as empresas podem enviar o equipamento para o cliente por correio e orientar a instalação por telefone. Já a configuração do equipamento que envolve a definição de diversos parâmetros, incluindo o número da Central de Monitoramento para o qual o sistema deverá ligar, é bem mais complexa, e vai necessitar de um computador com um programa específico para gravar todas as variáveis definidas pelo cliente em conjunto com a empresa de monitoramento.

Serviço de Monitoramento 24h

Você pode perguntar: Eu preciso de uma Central de Monitoramento?  Sim, dependendo do tipo de equipamento utilizado. O equipamento instalado pelas empresas de monitoramento, só conseguem ligar para uma Receptora de Alarme. Seria como os antigos aparelhos de Fax. Você não consegue atender um aparelho de Fax, ele tem que ser atendido por outro Fax. Quando o sistema é acionado pelo usuário, antes de completar a chamada, são enviados  dados identificando quem está chamando e qual o tipo de emergência acionada. Além disso, a Central de Monitoramento garante que sempre haverá alguém para receber o chamado de emergência e providenciar ajuda.

Custo da Ligação Telefônica

Falamos até aqui dos equipamentos que estão conectados a uma linha de telefone fixo, ja existente na residência. Nestes caso, a ligação custa pouco ou nada (quando as empresas disponibilizam  um número 0800).  Mas existem os equipamentos que utilizam linha de celular. Neste caso, o cliente vai pagar o valor de uma linha de celular que poderá estar embutida na mensalidade do sistema de monitoramento ou ser paga separadamente, diretamente para a operadora.

Sensores e Serviços Extras

Os sistemas atuais têm uma série de recursos que podem usar sensores extras e programados para emitirem avisos e chamar a central, tais como:  sensor de fumaça e fogo, sensor de gás CO2, sensores de abertura de portas e janelas, sensores de presença, que podem reportar inatividade.  Além disso, lembretes para compromissos e hora de tomar medicamentos, podem ser configurados e monitorados. Estes sensores e serviços, normalmente, são cobrados como opcionais no plano de monitoramento contratado.

 Equipamentos Sem Mensalidade

Existem Sistemas que discam diretamente para um número comum, sem cobrança de mensalidade?

Sim! Existem equipamentos, normalmente chamados de “livre de mensalidade” que discam diretamente para um telefone comum (fixo ou celular) e custa somente o valor do aparelho. Neste tipo de equipamento, o usuário pode configurar de 3 a 5 números que serão chamados quando o usuário acionar a emergência. O problema com estes sistemas é que, se nenhum dos números atender (por inúmeros motivos), o usuário não vai receber socorro. Com relação aos equipamentos livres de mensalidade, também existem aqueles que usam uma tecnologia mais avançada, que pode reduzir as chances do usuário não ser atendido. Para saber mais sobre este tipo de equipamento, clique aqui.

quanto custa

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Câmeras para monitoramento de saúde

Você consegue imaginar câmeras capazes de fazer monitoramento de saúde apenas pelo uso de imagens? Pois é. A Hanwha Techwin, fabricante de câmeras de vigilância da Samsung, e a Oxehealth, desenvolvedora de softwares de monitoramento de saúde, anunciaram parceria para a criação de uma câmera capaz de fazer o monitoramento de saúde das pessoas a partir de imagens.

O trabalho em conjunto já rendeu resultados surpreendentes, pois já é possível por meio da câmera monitorar a frequência cardíaca e as taxas de respiração dos pacientes. O objetivo é expandir as funções para o monitoramento de temperatura, pressão arterial e até mesmo da oxigenação no sangue. Mas como isso acontece? A câmera é capaz de “ler” os sinais vitais por meio da localização da pessoa nas imagens e da seleção da parte do corpo a ser analisada. O intuito é que a tecnologia seja utilizada em instituições de saúde e em penitenciárias, visando a prevenção de mortes, já que por meio do monitoramento será possível receber alertas sobre mudanças súbitas nos pacientes e nos detentos. As empresas também estão considerando a aplicabilidade em pacientes em atendimento domiciliar, como idosos, e no monitoramento de bebês. Parece ficção científica, mas é a realidade.

Monitoramento de saúde

Reconhecimento facial

Certamente a utilização desta tecnologia dentro das penitenciárias, está muito longe da realidade brasileira. Mas para as ILPI – Instituições de Longa Permanência para Idosos, quem sabe num futuro próximo. Sabemos que os sistemas de reconhecimento facial funcionam cada vez melhor, inclusive reconhecendo expressões como sorriso para disparar fotos, em câmeras fotográficas simples.

Confira o vídeo que mostra o funcionamento da Oxecam:

Matéria publicada pelo Canaltech. Para acessar a matéria original, clique aqui.

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Tecnologia Assistiva

Tecnologia Assistiva 

Tecnologia Assistiva, segundo as autoras Mara Lúcia Sartoretto e Rita Bersch, é um termo ainda novo, mas é muito bem apresentado no site Assistiva Tecnologia e Educação – www.assistiva.com.br

Conforme está no site, o termo Tecnologia Assistiva se refere a “uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências” (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995.

Tecnologia Assistiva para idosos no Brasil

A Tecnosenior é uma empresa que fornece equipamentos e softwares de Tecnologia Assistiva para empresas que queiram prestar serviços nesta área. Não exclusivamente, mas principalmente, para pessoa idosas, que se configuram como um grande mercado. Os equipamentos e sistemas importados e desenvolvidos por nós atendem integralmente os objetivos da Tecnologia Assistiva, que são: “proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade”.

Os Sistemas de Emergência Pessoal ou Teleassistência proporcionam uma maior independência aos seu usuários na medida que permitem comunicação com seus familiares, amigos ou cuidadores, em situações de emergência. Dessa forma o usuário se sente mais independente para continuar suas atividades domésticas mesmo que more só ou passe parte do tempo sozinho em casa.

Os equipamentos de teleassistência se enquadram na categoria 4 de Tecnologia Assistiva:  Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores. Na realidade, os sistemas de emergência pessoal, permitem que o usuário controle um telefone com discagem a automática, através de botões e sensores que transmitem sinal para um console instalada na casa do usuários e conectado à uma Central de Monitoramento através de linha telefônica.

Sistema de Tele-assistência e tecnologia assistiva

Tele-assistência

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Envelhecimento no Século XXI

“O Brasil será, em poucas décadas, um dos países com maior número de idosos do mundo, e precisa correr para poder atendê-los no que eles têm de melhor e mais saudável: o desejo de viver com independência e autonomia”.

envelhecimento

Envelhecimento em Casa

A reportagem de Fernanda Allegretti – Envelhecimento no Século XXI, para a revista Veja de 18/03/2016, mostra que o mantra da velhice no século XXI é “envelhecer em casa”, ou como os americanos dizem: aging in place. Disponibilizar novas tecnologias que irão nos ajudar a cuidar dos nossos pais, e permitir que eles envelheçam e suas casas, com independência e autonomia é o objetivo da Tecnosenior.

“O conceito que guia novas políticas e negócios voltados para os longevos tem como principal objetivo fazer com que as pessoas consigam permanecer em casa o maior tempo possível, sem que, para isso, precisem de um familiar por perto”. Como diz na reportagem, não é o caso de fazer apologia da solidão, e sim encarar uma realidade. As famílias contemporâneas não têm mais aquela filha que foi criada para ficar cuidando dos pais na velhice. Temos que lançar mão de novas tecnologias para que os idosos possam ter uma vida autônoma e independente.

Envelhecimento no Brasil

Falando em envelhecimento no século XXI, em 2050, nada menos que 64 milhões de brasileiros – o equivalente a 30% da população – estarão com 60 anos ou mais. Hoje, são 25 milhões, pouco mais de 12%. A expectativa de vida saltará de 75 para 81 anos, acima da média mundial, que, estima-se, estará em 76. Só no Estado de São Paulo, o número de centenários será dez vezes maior. O país ocupará, então, no ranking internacional, o nono lugar na proporção de idosos na população, à frente, por exemplo, de Estados Unidos, México e Rússia.

Com famílias menores, casais optando por não ter filhos e o chamariz da emigração, muitos dos jovens adultos de agora terão de encarar a longevidade sozinhos. Diante desse cenário, o desafio que se apresenta a todos – médicos, governantes e cidadãos comuns – é atender à principal e mais saudável ambição dos idosos: manter uma vida autônoma e independente.

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Termômetro à prova de fraude

Uma amiga me confessou que, quando criança, colocava o termômetro no vapor da chaleira e levava até a mãe para mostrar que estava com febre e não poderia ir para a escola naquele dia.

Se depender da empresa Withings as crianças não poderão mais usar esse truque. O novo termômetro da Withings mede a temperatura do corpo de alguém com apenas um toque na testa.

Dentro de uma capsula de plástico encontra-se um conjunto de 16 sensores infravermelhos que localizam e medem rapidamente a assinatura Infravermelho da artéria temporal que corre pelo lado de seu rosto e parte da sua testa. Em apenas dois segundos a matriz de sensores faz 4.000 medições.  As medidas são processadas usando um algoritmo especial que corrige a temperatura ambiente e a perda de calor através de sua pele. Isso garante que o Thermo possa informar uma leitura precisa em poucos segundos.

Apesar de toda a tecnologia, este termômetro é muito simples de ser usado. Basta encostar na testa e pressionar um único botão, e esperar alguns segundos até que uma vibração indique que o dispositivo tenha feito uma leitura bem sucedida. Os resultados são exibidos em graus Celsius ou Fahrenheit através de um display de LED do aparelho. Além disso um LED muda de cor para indicar possíveis problemas de saúde, com as cores verde, laranja ou vermelho de advertência.

Em vez de ter de recarregar constantemente o Thermo, um par de pilhas AA podem mantê-lo funcionando por até dois anos. O Thermo pode compartilhar as medições de temperatura através da rede Wi-Fi ou Bluetooth para um aplicativo grátis de smartphone Android ou iOS, que pode manter os dados de temperatura de vários usuários.

Além deste termômetro que estará no mercado no início de 2016, a Withings desenvolve balanças  e aparelhos que medem a pressão arterial e transmitem os resultados para um aplicativo no seu smartphone.

Quer saber porque a temperatura do corpo humano é 37 graus centígrados? Clique aqui.

 

termometro

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