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PERS Summit 2018 fomenta mercado nacional de teleassistência

Realizado durante os dias 11, 12 e 13 de janeiro, na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, o PERS Summit 2018 reuniu cerca de 20 empresários do ramo. Com representantes de diversas partes do país – São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Brasília, entre outros -, a primeira edição do evento, realizado pela Tecnosenior, contou com palestras sobre temas como técnicas de vendas, marketing digital, inovação e cuidados legais.

Abaixo você confere a cobertura de tudo que aconteceu nos três dias do evento, com os destaques das palestras e as principais dicas, estratégias e ações que permearam o PERS Summit.

Dia 11 – Monitoramento na nuvem e técnicas infalíveis de venda

Iniciando o primeiro dia de evento, o CEO da Tecnosenior, Gilson Esteves, falou sobre o objetivo do encontro, destacando o PERS Summit como uma oportunidade de troca de conhecimento e experiência ocorrendo pela primeira vez no Brasil. Em seguida, Esteves iniciou a primeira das oito palestras que ocorreram.

Plataforma de monitoramento na nuvem

O CEO falou sobre como a tecnologia de cloud computing, já empregada em diversos segmentos, pode revolucionar também o mercado de teleassistência. Um exemplo citado por Esteves de como a nuvem pode auxiliar esse setor é o novo serviço da Tecnosenior anunciado no PERS Summit: a plataforma Contactto.

“Nosso desejo é tornar o monitoramento mais fácil, mais rápido e mais confiável ainda. E, atualmente, a melhor forma de fazer isso é com a tecnologia de nuvem. Daí surgiu o Contactto, uma central de atendimento por VOIP”, explicou Gilson.
Entre outras vantagens desse tipo de central de monitoramento, o palestrante destacou:

  • a sua redundância (ou seja, a capacidade de um segundo equipamento trabalhar como back-up de segurança do primeiro);
  • a compatibilidade com diversos sistemas de emergência pessoal e seus acessórios;
  • a compatibilidade com computadores, smartphones e tablets.

Ainda sobre as propriedades do monitoramento na nuvem, especialmente no caso do Contactto, Esteves ressaltou a importância do software ser amigável, personalizável e, além disso, que se utilize de análise de dados. “O sistema tem relatórios, segmentação de dados, alarmes e notificações personalizáveis e histórico de dados. Além disso, o próprio usuário configura o plano do serviço que quer utilizar, e também quem será responsável pelo monitoramento e como este será feito”.

Como transformar uma visita em venda

Dando sequência ao PERS Summit 2018, foi a vez da palestra “Como transformar uma visita em venda”, ministrada por Patrícia Falcão, da empresa Iris Senior Rio. Com muita disposição e simpatia, Patrícia destacou o tipo de abordagem necessária e a importância de conhecer muito bem o tipo de pessoa ou empresa para quem você busca vender seus produtos.

“Logo no primeiro contato, quanto o cliente liga para a sua empresa, é fundamental traçar o perfil desse cliente, entender a situação e a motivação dele. Então, você deve marcar a demonstração dos produtos logo nesse primeiro contato, quando o interesse é maior”, ensina. “E na demonstração, é essencial ser amigável, conversar sobre tudo – não apenas sobre os produtos -, e se mostrar receptivo e cativante”, ressaltou.

Além disso, para Patrícia, um dos segredos para vender é conhecer muito bem tanto seus clientes quanto seus produtos. Dessa forma, o empresário sabe exatamente as necessidades que seu público-alvo possui e, com base nelas, pode indicar exatamente aquele modelo de aparelho que atuará como solução perfeita.

Por fim, Patrícia ainda deu uma última dica: compartilhar cases com os clientes. “Contar casos e experiências de outros clientes ajuda a vender, a fazer com que aquela pessoa presente na demonstração se identifique com a situação e, assim, visualize problemas e situações de necessidade as quais ainda não tinha se dado conta”.

Aumentando as vendas através da Programação Neurolinguística

Conhecida pela sigla PNL, a Programação Neurolinguística é uma ciência que estuda a estrutura com que nosso cérebro funciona, ou seja, os modelos mentais que influenciam na tomada de decisões, construção de significados e, além disso, na estruturação de nossos relacionamentos interpessoais.

Ou seja, que tem muito potencial quando aplicada em técnicas de vendas, gerando engajamento nos clientes e fazendo-os perceber necessidades. Foi com base nessa estratégia que ocorreu a terceira palestra do evento, feita pela trainer em PNL, Mileine Vargas.

Mileine mostrou como, levando em conta que é preciso entender as diferentes percepções de cada pessoa, é possível estimular os cinco sentidos do público-alvo para gerar mais interesse e facilitar a venda. “A visão corresponde a 83% da tomada de uma decisão de compra. Além disso, 71% de vendas fechadas são resultado do que o cliente acha do vendedor à primeira vista”, afirmou Mileine, para ressaltar a relevância de proporcionar estímulos visuais positivos.

Entre as estratégias que a PNL aponta para o aumento de vendas, estão empregar uma linguagem corporal adequada – fator que, segundo a trainer, corresponde a 93% de toda a comunicação entre duas pessoas. “É preciso entender como as pessoas se identificam, se comportam, e então mudar o estado emocional delas de uma forma positiva, que impacte e vende”, disse. E ainda completou: “não é o racional que compra, é o emocional”.

Encerrando a palestra, Mileine realizou uma dinâmica com os participantes do evento, aplicando técnicas de PNL que estimulam os sensos de propósito e motivação.

Dia 12 – Estudo da concorrência, marketing digital, inovação, receita recorrente e responsabilidade civil

Enquanto o primeiro dia do PERS Summit 2018 foi focado em técnicas de vendas e novos produtos, o segundo teve sua temática voltada para planejamento estratégico e conhecimento de mercado.

Estudando a concorrência

A primeira palestra da sexta-feira foi ministrada pela Gerente Comercial da Tecnosenior, Carine Proto, que abordou a importância de conhecer a concorrência.

Para Carine, ter esse conhecimento é fundamental do ponto de vista estratégico, pois dá embasamento para diversas ações, tudo através da análise de forças e fraquezas, oportunidades e ameaças no segmento. “Entender técnicas, abordagens e produtos dos concorrentes ajuda a criar argumentos de venda para o nosso próprio negócio”, destacou.

Ainda de acordo com a Gerente Comercial, “é importante analisar os argumentos dos concorrentes para percebermos quais, dentro os nossos próprios argumentos e características, são mais relevantes em comparação”. Assim, é possível perceber oportunidades de mercado e diferenciais de produtos.

Segundo Carine, especificamente no ramo de teleassistência, algumas características se mostram mais efetivas na hora de conquistar os clientes: dentre as boas práticas que devemos adotar, com base em pontos negativos da concorrência, estão:

  • apostar na demonstração;
  • ter total domínio dos produtos que estamos oferecendo;
  • transmitir organização na forma como mostramos a informação para os clientes;

Como vender mais através do marketing digital

Uma das grandes dúvidas que assolam os empresários – independente do ramo em que atuam – é por que a sua empresa não vende. Para responder a essa questão, o PERS Summit 2018 contou com a palestra de Guilherme de Bortoli, CEO da agência Orgânica Digital, que apontou o marketing digital como uma solução.

O CEO iniciou sua apresentação ressaltando justamente que empreender é um desejo de grande parte dos brasileiros: “34% dos brasileiros quer empreender, seja por vislumbrar oportunidades no mercado ou por necessidade de criar uma fonte de renda própria”.

Bortoli apontou que, no entanto, por vezes falta o conhecimento e a iniciativa de não apenas construir seu negócio, mas de saber efetivamente vender seus produtos/serviços. “O brasileiro tem um certo pré-conceito com o vendedor, por carregar aquela ideia de que ele é alguém que tenta nos ‘forçar’ algo. Porém, nós todos somos vendedores no nosso dia a dia, desde que nascemos; convencer os outros, influenciar decisões, oferecer algo são comportamentos naturais de todo ser humano”, explicou.

Em seguida, o palestrante abordou a importância do pensamento estratégico em ações de marketing (especialmente no meio digital). De acordo com o CEO da Orgânica Digital, é fundamental alcançar o chamado “perfil ideal de cliente”, ou seja, aquele indivíduo que vai realmente utilizar o que seu negócio oferece, que tem verdadeira necessidade pelas suas soluções e que, assim, não acarretará em cancelamentos.

Bortoli destacou, ainda, que para uma empresa vender mais, a integração entre vendas e marketing é necessária. “Hoje, o antigo funil de vendas é dividido em ações de marketing e do departamento comercial, que atraem leads e os transformam em clientes, respectivamente”.

Além disso, ele ressaltou que é preciso pensar a médio prazo, se valendo de métricas, estatísticas e de informação analítica: “não se pode apenas apostar no crescimento desenfreado e sem estrutura. O ideal é contar com uma controle de crescimento previsível e escalado, que aponta histórico, investimentos e, assim, gera projeções”.

O futuro da teleassistência

Então foi a vez do CEO da Tecnosenior, Gilson Esteves, voltar ao PERS Summit 2018, dessa vez para falar sobre o futuro do segmento. Esteves destacou que nos próximos anos veremos um crescimento das tecnologias controladas por meio da voz, e que essa realidade também estará presente na teleassistência.

“O que o cliente deseja quando busca por novos produtos é sempre contar com mais sofisticação, mais inovação, mais design e valor estético e, claro, mais segurança e eficiência”, destacou.

Entre as tecnologias citadas pelo CEO como indicativos de que, cada vez mais, os usuários de teleassistencia procurarão por produtos diversos para suprir variadas necessidades, estão:

  • a assistente pessoal Alexa, da Amazon;
  • o desenvolvimento de novos rastreadores e sensores de queda portáteis;
  • dispositivos compactos e altamente configuráveis, que podem realizar ações e transmitir dados – localização e SMS, por exemplo – com apenas um toque.
  • robôs de telepresença.

Receita recorrente e cobrança automática

Juntamente com todo o conhecimento sobre vendas e marketing, o evento também buscou proporcionar mais informação sobre questões administrativas e de gestão. Com esse viés, ocorreu a palestra do Chief Growth Officer da empresa Superlógica, Carlos Moura. Ele falou sobre o modelo de negócios de receita recorrente e também sobre como a automatização de processos internos pode trazer mais lucro e praticidade para o empreendedor.

Sobre o modelo de renda recorrente, Moura apontou essa estratégia como o futuro dos negócios: “esse tipo de empresa, como Netflix, Spotify e revendas de teleassistência, por exemplo, estão revolucionando o mercado e o mundo”, afirmou ao apontar a mensalidade/anuidade paga pelos clientes como uma forma de garantir renda fixa para os empreendedores.

Moura ressaltou, no entanto, que devido à natureza desse modelo de negócio, é fundamental cativar os clientes, entregar a melhor experiência possível e sempre priorizar a satisfação dos consumidores. “É preciso entender que esse processo todo é contínuo, é uma maratona, não uma corrida”.

O palestrante também indicou que para alcançar esse objetivo e, consequentemente, maximizar lucros e minimizar prejuízos, vale a pena analisar as necessidades dos clientes e ponderar sobre alguns aspectos como:

  • se a venda será feita on-line, por telefone, em loja física ou combinando mais de uma dessas opções;
  • se a periodicidade do pagamento do cliente será mensal ou anual;
  • incentivar fidelidade (através de promoções, descontos, brindes etc);
  • quais meios de pagamento serão adotados (boleto, débito em conta ou cartão de crédito, por exemplo);
  • continuar trabalhando com um banco ou, por outro lado, optar por uma instituição de pagamento.

Por fim, Moura também indicou que utilizar softwares de automação de cobrança, por exemplo, bem como de processos internos de gestão financeira é uma boa saída para quem busca ter mais agilidade.

Responsabilidade civil

Encerrando a programação de palestras do PERS Summit 2018, o advogado empresarial Rafael Sperotto falou sobre modelos de contrato de prestação de serviço no ramo de teleassistência, bem como alguns aspectos do código de defesa do consumidor que demandam atenção.

Em sua palestra, Sperotto trouxe dicas de como elaborar um contrato que seja claro, correto, transparente e que cumpra o que foi estabelecido e sirva às expectativas apropriadas do consumidor. “O principal ponto do contrato é transmitir a ideia de que as empresas de teleassistência atuam como um meio, como uma ferramenta que aciona o socorro. Portanto, não se pode, contratualmente, propor uma solução que salvará vidas, por exemplo, mas sim uma solução que é o caminho para o socorro”, explicou.

Então, o advogado tirou as dúvidas dos participantes sobre questões legais, em um momento de interação. Algumas das principais questões abordaram casos de erros e culpabilidade na teleassistência, a viabilidade de automatização tecnológica para evitar falhas humanas. Para finalizar sua palestra, Sperotto deu algumas dicas simples de itens contratuais para prestar atenção:

  • não estipular uma faixa de tempo mínima/máxima em que a central de atendimento acionará o socorro;
  • não tratar o serviço como algo que presta o salvamento de vidas, mas sim como um sistema que aciona o socorro, que por sua vez pode salvar vidas;
  • não comparar a teleassistência com o Serviço de Remoção ou prometer parcerias com serviços remoção de urgência (ambulâncias).

Dia 13 – Workshop sobre produtos Tecnosenior

No último dia de PERS Summit 2018, ocorreu um workshop sobre produtos Tecnosenior – o PERS 4200 e o IGO – feito por um integrante da equipe de Suporte da empresa, Marcelo Krewer. Primeiro, Krewer explicou particularidades, ferramentas e funcionalidades dos aparelhos; depois, deu algumas dicas de manutenção e bom uso dos itens.

Para finalizar o workshop e o evento em si, então ocorreu uma divertida mecânica entre os participantes: divididos em dois grupos, cada um teve que configurar um PERS 4200 e um IGO. Aquele que realizou as tarefas primeiro ganhou um saboroso prêmio: chocolates de gramado.

Com três dias de duração, oito palestras, um workshop e muita interação e troca de experiência e conhecimento, o PERS Summit 2018 já pode ser considerado um sucesso. Abordando assuntos como técnicas de venda, planejamento estratégico e gestão de negócios, o encontro, que reuniu cerca de 20 empresários de diversos lugares do Brasil, marca o início de uma cultura de aprendizado, parceria e enriquecimento do mercado de teleassistência no país.

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Franquias e revendas seguem modelos de negócio preestabelecidos, mas são voltadas a diferentes perfis de empreendedores. Descubra as diferenças entre elas!

Na hora de abrir uma empresa, alguns empreendedores ficam em dúvida sobre o modelo ideal de negócio para seu perfil. São muitas opções e, para diversos segmentos, aproveitar um formato ou um modelo de negócio que já está dando certo, como uma franquia ou revenda,  pode ser mais vantajoso do que começar do zero.

 

Neste artigo, você entenderá o que são franquias e revendas, e quais são as principais diferenças entre elas, para uma tomada de decisão mais segura. Confira!

Empreender é o sonho de muitos brasileiros. Mesmo com tanta burocracia, impostos e a crise econômica, o Brasil registrou, nos últimos 15 anos, crescimento de 70% na taxa de empreendedorismo. Segundo a pesquisa GEM Brasil 2016 (Global Entrepreneurship Monitor), que apresenta o panorama do empreendedorismo no Brasil e no mundo, quatro em cada 10 brasileiros são empreendedores – em implementação ou já vigentes.

No entanto, uma das incertezas mais comuns durante a elaboração do plano de negócio é sobre o modelo: franquia ou revenda? Tudo vai depender de quanto investimento pessoal e financeiro será aplicado.

O que é uma franquia?

Franquias são como um pacote pronto: o franqueado (empreendedor) compra do franqueador (dono da rede) o direito de utilização da marca, a infraestrutura e o know-how sobre o negócio. Para ter acesso a este pacote, o franqueado, por sua vez, paga ao franqueador, entre outras taxas, os tradicionais royalties, que geralmente são mensais. Tudo isso por um determinado período de tempo, previsto em contrato.

Neste caso, o empreendedor recebe um modelo de negócios completo, englobando também o acesso aos sistemas, política de gestão, treinamentos e suporte.  Há uma importante economia em não ter que desenvolver isso tudo do zero e ganha-se muito tempo em não precisar passar pelas etapas de tentativa e erro.

O principal desafio desse modelo de negócio é a falta de liberdade do empreendedor. Em grande parte dos contratos de franquia, o franqueado deve seguir à risca os padrões, que implicam, muitas vezes, em custos altos.

Com uma gestão mais rígida, o empreendedor não tem autonomia para arriscar e inovar, e dificilmente consegue realizar ações que gerem significativa redução de custos operacionais.

Como funciona uma revenda?

O princípio da revenda é bem simples: o empreendedor adquire os produtos e vende a outras pessoas, nas condições que ele definir.

Na contratação, o empreendedor também recebe treinamento operacional e apoio para o planejamento do negócio, porém também tem liberdade para comercializar produtos e serviços de outros fornecedores.

Em comparação com as franquias, o empresário tem maior autonomia: ele que decide como será seu modelo de gestão, quanto e como investirá em publicidade, como será seu ponto de venda, seu atendimento aos clientes e seu relacionamento com funcionários e fornecedores. Ou seja, ele consegue transferir seus valores pessoais para a empresa e deixá-la com “a sua cara”.

Outra diferença entre franquia e revenda é que, neste segundo modelo, o investimento inicial costuma ser menor. Isso é porque alguns fornecedores não condicionam valor ou quantidade mínimos para compra, o que pode ser uma bela vantagem para quem está começando. Além disso, o empresário não precisa arcar com a taxa inicial de franquia.

Qual o melhor modelo entre franquia e revenda?

Infelizmente, não há resposta certa para esta pergunta, já que as duas modalidades são voltadas a diferentes perfis de empreendedores. Em muitos casos, um revendedor é um empreendedor mais experiente. Já quem busca pela franquia topa pagar mais e seguir as normas para não se arriscar em um modelo de gestão que não domina.

Você conseguiu identificar qual o seu perfil? Descobriu qual modelo de negócio melhor atende seu potencial de investimento e suas expectativas? Lembre-se que pesquisar é um passo muito importante, mas o que realmente irá lhe trazer retorno é colocar a mão na massa.

Para conhecer o modelo de negócio de teleassistência, clique AQUI e faça o download do E-book “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio”. Já se você deseja entrar de vez nesse ramo e começar o seu negócio agora, veja como ser um revendedor Tecnosenior!

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Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

cuidador de idosos

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

As pessoas têm passado muito tempo fora de casa, trabalhando ou estudando, assim como a expectativa de vida está aumentando, logo, há muitos idosos que moram sozinhos. Isso causa grande angústia aos familiares pois, mesmo que os idosos sejam bastante ativos, a idade avançada traz riscos e qualquer possibilidade de acidente é preocupante.

Se você tem um familiar idoso que passa grande parte do tempo sozinho, com certeza já cogitou contratar um cuidador de idosos profissional.

A verdade é que, muitas vezes, ter um cuidador de idosos à disposição durante 24h, pode ser caro para os familiares, e um tanto incômodo para o paciente, principalmente para aqueles que sempre foram independentes. O que fazer, então?

O botão de emergência

botão de emergência

Para isso, há uma alternativa, muito habitual no exterior, que está conquistando adeptos em todo o Brasil: o sistema de emergência pessoal. Trata-se de um equipamento conectado à linha telefônica da casa, que acompanha um botão de emergência, podendo ser utilizado como pulseira ou pingente, durante todo o dia, já que é à prova d’água também. Assim, o idoso não perde sua autonomia e tem como chamar ajuda se precisar.

São inúmeros os benefícios dos sistemas de emergência pessoal. Além da manutenção da independência do idoso e do atendimento 24h, podem ser adicionados acessórios ao equipamento principal, de acordo com a necessidade de cada usuário: sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai; dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à central se a ação não for executada; detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio etc.

Além de todos esses benefícios, o custo mensal é bastante acessível. A média cobrada pelo serviço completo de emergência pessoal (aluguel do equipamento + monitoramento 24h) é de R$ 175,00, mas pode alterar se o familiar quiser incluir acessórios.

Quando contratar um cuidador de idosos?

Há algumas situações que demandam acompanhamento em tempo integral e, para estes, o cuidador ainda é o mais recomendado. Em caso de pessoas acamadas, sem mobilidade, as que precisam de ajuda para comer ou fazer as necessidades fisiológicas ou, ainda, pessoas com enfermidades psiquiátricas, cujas reações possam atentar contra a própria vida, são as indicações para ter um cuidador profissional.

cuidador de idosos

É importante ressaltar que os serviços podem ser utilizados juntos, trazendo ainda mais conforto e segurança para todos. Alguns familiares, por exemplo, contratam cuidadores de idosos em período parcial e, no restante do tempo, ficam assistidos pelo sistema de emergência pessoal. O cuidador, por sua vez, terá o equipamento de emergência pessoal como um aliado pois, em algum caso mais grave, pode pressionar o botão de emergência para chamar ajuda, ao mesmo tempo que executa os primeiros socorros ou acalma o paciente.

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Idosos ativos também caem

idosos ativos caem

Idosos ativos também caem

Há muitos anos, a imagem do idoso tem sido simbolizada como frágil, normalmente curvado ou usando bengala. Acontece que, com o avanço da expectativa de vida, temos idosos ativos. Muitos chegam à terceira idade em plena atividade laboral e social, independentes e sem incidência de doenças.

Inclusive, está vigorando no senado um projeto de lei que sugere a mudança da figura representativa do idoso frágil, usualmente expostos em ônibus e metrôs, para a de uma pessoa comum, ereta, com as inscrições +60 ao lado. O intuito do projeto é extinguir o estereótipo e reforçar a inclusão sem constrangimentos ou preconceitos.

idosos ativos

Entretanto, mesmo com este cenário, são alarmantes as estatísticas de ocorrências de acidentes graves com idosos. De acordo com o SUS, cerca de 75% dos acidentes com idosos ocorrem dentro de casa. Entre eles, as QUEDAS são as mais frequentes.

Confira AQUI quais adaptações são necessárias para tornar uma casa segura para idosos!

Com o avanço da idade, é inevitável o declínio de algumas funções do organismo, principalmente no que se refere ao equilíbrio e a mobilidade. Algumas perdas físicas e funcionais são naturais do processo de envelhecimento, como a redução do reflexo e a sensibilidade periférica dos membros.

Alguns indivíduos não apresentam dificuldades nas atividades da vida diária e, por isso, são considerados idosos ativos. Ainda assim, é importante que a família fique atenta, pois eles também caem.

Por que os idosos ativos caem?

Ao contrário dos idosos sedentários, que caem por fragilidade, dificuldade na marcha ou por efeito de alguma doença, os idosos ativos estão mais suscetíveis à queda devido à exposição.

Muitas vezes, o idoso não reconhece sua condição e mantém as atividades da fase adulta na mesma intensidade, como dirigir, cozinhar, mexer com eletricidade, usar saltos muito altos, subir em bancos ou escadas, etc. Ou seja, se arriscam em situações de alto potencial de acidentes.

A velhice não é sinônimo de incapacidade e é até recomendado que o idoso preserve os hábitos do cotidiano, porém é necessário que ele reduza o período ou carga e adote medidas de prevenção, que o idoso seja menos ousado e se cuide mais.

Caso aconteça algum acidente, a probabilidade de ter consequências graves é enorme, principalmente para os idosos ativos. Os efeitos do acidente acarretam em abalo psicológico, depressão e perda de autoestima, já que normalmente comprometem sua independência.

Leia também o artigo “Consequências de quedas em idosos“.

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Controle de Medicamentos com PERS

Controle de Medicamentos com PERS

Muitos idosos precisam consumir medicamentos regularmente e isso pode ser um grande problema quando sabemos que uma das características do avanço da idade é o esquecimento.

Estima-se que 30% dos idosos que tomam remédios esquecem de seguir os horários prescritos, o que, comprovadamente, reduz a eficácia do tratamento.

As complicações aumentam ainda mais quando se trata da dosagem. Cada medicamento pode ter várias apresentações (comprimidos, cápsulas, gotas, xarope etc.) e, em caso de ingestão da quantidade ou concentração errada, as reações em idosos podem ser muito severas.

Com a idade avançada, a atividade enzimática do fígado diminui, o que afeta a metabolização dos medicamentos. O fluxo sanguíneo e as funções renais também declinam, dificultando a excreção e prolongando, assim, os efeitos colaterais.

Na hora certa

controle de medicamentosVocê já ouviu falar em Cronofarmacologia?

O tema é tão importante que existe uma ciência que estuda a melhor hora para tomar o remédio.

Não existe hora universal para todos os fármacos, pois cada doença tem maior incidência em determinado período.

Com isso, deve ser administrado no horário prescrito pelo médico, para que a eficácia seja maior e o efeito colateral, menor.

Mas, e como fazer quando o idoso tem dificuldade em memorizar as informações dadas pelo médico?

Tecnologia para tomar o remédio

É comum que os idosos sintam dificuldade de lembrar das coisas.

Para não esquecer do horário do medicamento, alguns recorrem ao despertador. Para não errar na dose, usam caixinhas de pílulas diárias para separar a quantidade certa.

O problema é que, se o despertador não tocar ou o idoso não abrir a caixinha, não vai tomar o remédio e ninguém fica sabendo.

Para solucionar essa dificuldade, os familiares podem adotar a tecnologia para o controle de medicamentos.

O PERS 4200 é um sistema de emergência pessoal com um botão de emergência, em que a pessoa pode chamar ajuda com um simples toque. Neste equipamento, entre outras funções, é possível configurar lembretes de medicamentos, que serão disparados nos horários programados conforme necessidade do usuário.

Além disso, o PERS 4200 é compatível com diversos acessórios e, um deles é o Dispensador Eletrônico de Medicamentos.

Dispensador de Medicamentos

É um dispositivo circular com 28 espaços (nichos) e possui um sensor de atividade interno. Emite um alerta com o PERS nos horários agendados e a medicação é liberada pelo sistema. Ao retirar os comprimidos, o console recebe um sinal que houve a atividade prevista. Caso o usuário não pegue os medicamentos liberados pelo dispensador, o sistema enviará um sinal para a Central avisando que a ação não está completa.

Dessa forma, as chances do idoso trocar ou esquecer de tomar o remédio são quase nulas, pois o sistema acompanha toda a atividade e, a cada situação atípica, os familiares são notificados.

Por isso, é importante escutar a necessidade do usuário na hora de oferecer a melhor solução, pois os acessórios facilitam muito o dia a dia de quem usa e agregam valor à venda.

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ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) podem ser conhecidas por diversos nomes, tais como: residencial geriátrico, casas de repouso, geriatria, lar de idosos etc. Além do acolhimento em regime integral, as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal basicamente de três formas: internamente; para idosos que saem sozinhos; e como uma forma de conseguir novos clientes.

 No quarto dos moradores

Os moradores dos residenciais utilizam o Sistema de Monitoramento de Emergência, como uma forma de chamar um atendente quando estão no seu quarto ou apartamento. Neste caso, o sistema avisa um profissional que está na recepção ou no setor de enfermagem através de um monitor instalado no local. Além disso, qualquer pessoa cadastrada pode ser avisada através de mensagens SMS ou email. Este recurso permite que funcionários que fazem a ronda noturna, por exemplo, possam ser chamados numa emergência.

Moradores que saem

Moradores independentes que saem para suas atividades diárias e passeios, utilizam um sistema móvel com GPS, que além de funcionar com um telefone celular, caso o idoso precise ligar, funciona como um rastreador pessoal que permite às pessoas autorizadas localizar o usuário. O dispositivo pode avisar caso o idoso se afaste muito ou não chegue ao seu destino, por exemplo.

Futuros clientes

Sabemos que a decisão de se mudar para uma ILPI é um processo bastante demorado, dependendo da aprovação da família e do idoso.  Muitas vezes esta pessoa ainda não está pronta para a mudança e quer continuar morando em casa por mais algum tempo. Nestes casos o Residencial Geriátrico pode oferecer um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, como uma alternativa, até que a família tome uma decisão. Desta forma, se estabelece um vínculo entre o possível futuro cliente e a instituição.

ilpis podem utilizar sistemas de emergência pessoal

Dessa forma, todos saem ganhando: os familiares, que ficam tranquilos com a segurança e monitoramento dos idosos; e as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal, garantindo, assim, mais uma alternativa para aumentar o ticket médio por morador.

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Quanto custa um Sistema de Emergência Pessoal?

Antes de responder quanto custa, é importante explicar como funciona um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, e a diferença entre eles.

O que é mais difundido em todo mundo, e também no Brasil, são equipamentos conectados à linha de telefone fixo de uma residência, que discam para uma Central de Monitoramento, onde operadores que estão alertas 24h atendem o chamado do usuário e providenciam ajuda. Ligando para familiares, vizinhos e serviços de ambulância público ou privado.

Quando este tipo de Sistema de Emergência pessoal é ofertado, diversos valores estão incluídos na proposta:

  • valor do equipamento que foi instalado
  • serviço de instalação e configuração do equipamento
  • serviço de monitoramento 24 horas
  • custo da ligação telefônica
  • serviços e sensores extras

As empresas que ofertam o Serviço de Monitoramento Pessoal cobram uma mensalidade, que custa em torno de R$ 160,00, e engloba todos os itens acima. Podemos encontrar mensalidades a partir de R$ 100,00, quando o equipamento é cobrado a parte ou tem alguma taxa de instalação.

O Equipamento

Normalmente, as empresas não vendem o equipamento para o cliente, mas cobram um aluguel pelo equipamento, que será embutido na mensalidade. Algumas colocam parte do valor do equipamento na taxa de instalação (ou taxa de adesão) e oferecem uma mensalidade menor.

A Instalação

A instalação de um Sistema de Emergência Pessoal, depois de configurado, é muito simples. Basta ligar numa tomada de alimentação e na tomada do telefone. Por isso, as empresas podem enviar o equipamento para o cliente por correio e orientar a instalação por telefone. Já a configuração do equipamento que envolve a definição de diversos parâmetros, incluindo o número da Central de Monitoramento para o qual o sistema deverá ligar, é bem mais complexa, e vai necessitar de um computador com um programa específico para gravar todas as variáveis definidas pelo cliente em conjunto com a empresa de monitoramento.

Serviço de Monitoramento 24h

Você pode perguntar: Eu preciso de uma Central de Monitoramento?  Sim, dependendo do tipo de equipamento utilizado. O equipamento instalado pelas empresas de monitoramento, só conseguem ligar para uma Receptora de Alarme. Seria como os antigos aparelhos de Fax. Você não consegue atender um aparelho de Fax, ele tem que ser atendido por outro Fax. Quando o sistema é acionado pelo usuário, antes de completar a chamada, são enviados  dados identificando quem está chamando e qual o tipo de emergência acionada. Além disso, a Central de Monitoramento garante que sempre haverá alguém para receber o chamado de emergência e providenciar ajuda.

Custo da Ligação Telefônica

Falamos até aqui dos equipamentos que estão conectados a uma linha de telefone fixo, ja existente na residência. Nestes caso, a ligação custa pouco ou nada (quando as empresas disponibilizam  um número 0800).  Mas existem os equipamentos que utilizam linha de celular. Neste caso, o cliente vai pagar o valor de uma linha de celular que poderá estar embutida na mensalidade do sistema de monitoramento ou ser paga separadamente, diretamente para a operadora.

Sensores e Serviços Extras

Os sistemas atuais têm uma série de recursos que podem usar sensores extras e programados para emitirem avisos e chamar a central, tais como:  sensor de fumaça e fogo, sensor de gás CO2, sensores de abertura de portas e janelas, sensores de presença, que podem reportar inatividade.  Além disso, lembretes para compromissos e hora de tomar medicamentos, podem ser configurados e monitorados. Estes sensores e serviços, normalmente, são cobrados como opcionais no plano de monitoramento contratado.

 Equipamentos Sem Mensalidade

Existem Sistemas que discam diretamente para um número comum, sem cobrança de mensalidade?

Sim! Existem equipamentos, normalmente chamados de “livre de mensalidade” que discam diretamente para um telefone comum (fixo ou celular) e custa somente o valor do aparelho. Neste tipo de equipamento, o usuário pode configurar de 3 a 5 números que serão chamados quando o usuário acionar a emergência. O problema com estes sistemas é que, se nenhum dos números atender (por inúmeros motivos), o usuário não vai receber socorro. Com relação aos equipamentos livres de mensalidade, também existem aqueles que usam uma tecnologia mais avançada, que pode reduzir as chances do usuário não ser atendido. Para saber mais sobre este tipo de equipamento, clique aqui.

quanto custa

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Portaria Virtual

Com o surgimento das portaria virtual, os porteiros são substituídos por centrais de monitoramento remotas e os moradores perdem um recurso importante: o interfone.

As empresas de segurança não haviam percebido que para os moradores idosos, o interfone é o meio mais fácil e rápido de pedir ajuda num caso de emergência. Basta levantar o fone e falar com o porteiro. Este pode chamar socorro ou, até mesmo, ir até o apartamento do morador para prestar ajuda.

Os idosos em situação de estresse não conseguem utilizar um telefone fixo ou celular, por não lembrar que número digitar, ou por não encontrar alguém que atenda sua ligação imediatamente.

No caso da maioria das portarias virtuais, quando um visitante chega, o morador é contatado através de uma linha de telefone, fixo ou celular. O interfone deixa de ser usado.

Como atender os idosos com a oferta da Portaria Virtual?

Percebendo esta necessidade, algumas empresas de Portaria Virtual estão ofertando, também, o Sistema de Emergência Pessoal, que acrescenta uma série de vantagens com relação ao interfone. No caso de um acidente, o morador nem precisa ir até a cozinha onde normalmente está instalado o interfone. Ele pode se comunicar com a Central de Monitoramento simplesmente apertando um botão, de um pingente ou pulseira, e falar com o atendente através do viva-voz do console instalado no apartamento e conectado à Central de Monitoramento através de uma linha de telefone fixo.

Alguns empresários da Portaria Virtual ficam receosos em ofertar o Sistema ao condomínio porque foram contratados para reduzir custos, e a instalação do Sistema Emergência Pessoal representaria mais uma despesa para os condôminos. Não se dão conta que a implantação da Portaria Virtual nunca é uma decisão unânime dos moradores. Além disso, o Sistema de Monitoramento Pessoal é um investimento a ser feito pelo morador e não pelo condomínio.

Outros empresários se deram conta que podem ampliar bastante o número de clientes ofertando serviços não só ao condomínio, mas para cada um dos moradores. Uma dificuldade encontrada é que oferta dos serviços de monitoramento de emergência pessoal requer uma abordagem diferente por parte dos profissionais de venda uma vez que deve ser ofertado a família do morador idoso e não ao síndico que é para que eles ofertam a Portaria Virtual.

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A Revolução da Longevidade – Dr Emilio Moriguchi

Revolução da longevidade – No dia 14 de dezembro de 2015 na sede da Tecnosenior ocorreu um evento idealizado para discussão de um tema muito importante da atualidade: a revolução da longevidade e as mudanças que estão ocorrendo nesse contexto em nossa sociedade.

Para conduzir a pauta, os convidados contaram com a presença do Dr. Emílio Moriguchi, uma das grandes autoridades brasileiras em gerontologia. Ele apresentou o tema “Revolução da Longevidade”, através de informações sobre a evolução da população idosa no mundo. Dentro do assunto também foram discutidas as mudanças sofridas no perfil do idoso ao longo dos anos, bem como as diferenças do papel de homens e mulheres ao longo da vida.

Após sua apresentação abriu-se um painel de discussão com os convidados do evento, médicos e profissionais de diversas especialidades. A grande conclusão advinda da conversa é que atualmente as pessoas tem um ritmo de vida mais intenso, mas vivem mais sozinhas do que antigamente. Além disso, surge uma nova fase da vida – chamada pelo Dr. Moriguchi de “gerontolescência”, neologismo adotado pelo Dr. Alexandre Kalache – um dos maiores especialistas em envelhecimento da atualidade. O termo indica a fase em que o indivíduo está se se preparando para o envelhecimento efetivo. E é nessa etapa que as pessoas precisam pensar no futuro, adotar práticas corretas e adequar seu estilo de vida.

Tecnologia ao encontro da Revolução da Longevidade

A seguir foi a vez de Gilson Esteves, CEO da Tecnosenior, apresentar uma tecnologia que vem ao encontro de alguns anseios dessa nova geração, que são os riscos em estar sozinho e, portanto, mais vulnerável. O sistema de monitoramento pessoal (PERS, em inglês), vem para auxiliar os usuários em diversas situações da rotina, apenas com o clicar de um botão, para solicitar ajuda através de uma central de monitoramento 24 horas.

Os equipamentos disponíveis para demonstração no local podiam ser testados, como o pingente de emergência que auxilia no socorro rápido em caso de uma queda, por exemplo, além dos mais diversos sensores, como o de queda, o de movimento, o de inatividade, entre outros.

Ao final das apresentações houve um encontro agradável no lounge Tecnosenior para confraternização entre os convidados e anfitriões.

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Desafios do mercado de Portaria Virtual

A entrada em um novo mercado sempre implica transpor barreiras e encarar desafios. Em especial no mercado de portaria virtual, essas questões são potencializadas pelo medo de algumas pessoas em usar tecnologias.

São impactantes os resultados que tem sido evidenciados pela substituição de uma portaria orgânica – em que existe um porteiro no local – pela virtual – em que o controle de acesso é realizado por uma central à distância. A redução de custos que a implementação desse sistema promove tem sido o principal diferencial no momento da decisão.

Há quem diga que o condomínio tem em média 65% de seus gastos totais concentrados no pagamento da folha, levando-se em conta que uma portaria precisa funcionar no período de 24 horas, e que os profissionais precisam ter escalas de trabalho que cubram esse período. Com a opção pelas portarias virtuais, esses custos são reduzidos, uma vez que a central monitora mais de um local.

Entretanto ainda podemos perceber a recusa de alguns moradores, principalmente de faixas etárias mais elevadas, na troca pela portaria virtual. Isto porque a tecnologia continua a ser encarada por alguns com muitas ressalvas.

Uma questão muito importante para esse público é a falta do porteiro, que muitas vezes é responsável por atender emergências e solicitações diversas dos condôminos, que sentem-se vulneráveis por não poder contar com esse apoio.

Diferencial no mercado de Portaria Virtual

Em sistemas integrados que dispensem o uso do interfone, é importante destacar que existem equipamentos que poderão ser utilizados para assegurar que os moradores tenham acesso à central, como é o caso dos sistemas de monitoramento pessoal. Para idosos, doentes ou mesmo para quem mora sozinho ter a instalação de um equipamento de emergência que se comunica com a portaria virtual e que garante um atendimento de emergência personalizado pode ser a chave para a questão de segurança desse público, sendo um novo produto a ser agregado ao portfólio das empresas de monitoramento.

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