Franquias e revendas seguem modelos de negócio preestabelecidos, mas são voltadas a diferentes perfis de empreendedores. Descubra as diferenças entre elas!

Na hora de abrir uma empresa, alguns empreendedores ficam em dúvida sobre o modelo ideal de negócio para seu perfil. São muitas opções e, para diversos segmentos, aproveitar um formato ou um modelo de negócio que já está dando certo, como uma franquia ou revenda,  pode ser mais vantajoso do que começar do zero.

 

Neste artigo, você entenderá o que são franquias e revendas, e quais são as principais diferenças entre elas, para uma tomada de decisão mais segura. Confira!

Empreender é o sonho de muitos brasileiros. Mesmo com tanta burocracia, impostos e a crise econômica, o Brasil registrou, nos últimos 15 anos, crescimento de 70% na taxa de empreendedorismo. Segundo a pesquisa GEM Brasil 2016 (Global Entrepreneurship Monitor), que apresenta o panorama do empreendedorismo no Brasil e no mundo, quatro em cada 10 brasileiros são empreendedores – em implementação ou já vigentes.

No entanto, uma das incertezas mais comuns durante a elaboração do plano de negócio é sobre o modelo: franquia ou revenda? Tudo vai depender de quanto investimento pessoal e financeiro será aplicado.

O que é uma franquia?

Franquias são como um pacote pronto: o franqueado (empreendedor) compra do franqueador (dono da rede) o direito de utilização da marca, a infraestrutura e o know-how sobre o negócio. Para ter acesso a este pacote, o franqueado, por sua vez, paga ao franqueador, entre outras taxas, os tradicionais royalties, que geralmente são mensais. Tudo isso por um determinado período de tempo, previsto em contrato.

Neste caso, o empreendedor recebe um modelo de negócios completo, englobando também o acesso aos sistemas, política de gestão, treinamentos e suporte.  Há uma importante economia em não ter que desenvolver isso tudo do zero e ganha-se muito tempo em não precisar passar pelas etapas de tentativa e erro.

O principal desafio desse modelo de negócio é a falta de liberdade do empreendedor. Em grande parte dos contratos de franquia, o franqueado deve seguir à risca os padrões, que implicam, muitas vezes, em custos altos.

Com uma gestão mais rígida, o empreendedor não tem autonomia para arriscar e inovar, e dificilmente consegue realizar ações que gerem significativa redução de custos operacionais.

Como funciona uma revenda?

O princípio da revenda é bem simples: o empreendedor adquire os produtos e vende a outras pessoas, nas condições que ele definir.

Na contratação, o empreendedor também recebe treinamento operacional e apoio para o planejamento do negócio, porém também tem liberdade para comercializar produtos e serviços de outros fornecedores.

Em comparação com as franquias, o empresário tem maior autonomia: ele que decide como será seu modelo de gestão, quanto e como investirá em publicidade, como será seu ponto de venda, seu atendimento aos clientes e seu relacionamento com funcionários e fornecedores. Ou seja, ele consegue transferir seus valores pessoais para a empresa e deixá-la com “a sua cara”.

Outra diferença entre franquia e revenda é que, neste segundo modelo, o investimento inicial costuma ser menor. Isso é porque alguns fornecedores não condicionam valor ou quantidade mínimos para compra, o que pode ser uma bela vantagem para quem está começando. Além disso, o empresário não precisa arcar com a taxa inicial de franquia.

Qual o melhor modelo entre franquia e revenda?

Infelizmente, não há resposta certa para esta pergunta, já que as duas modalidades são voltadas a diferentes perfis de empreendedores. Em muitos casos, um revendedor é um empreendedor mais experiente. Já quem busca pela franquia topa pagar mais e seguir as normas para não se arriscar em um modelo de gestão que não domina.

Você conseguiu identificar qual o seu perfil? Descobriu qual modelo de negócio melhor atende seu potencial de investimento e suas expectativas? Lembre-se que pesquisar é um passo muito importante, mas o que realmente irá lhe trazer retorno é colocar a mão na massa.

Para conhecer o modelo de negócio de teleassistência, clique AQUI e faça o download do E-book “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio”. Já se você deseja entrar de vez nesse ramo e começar o seu negócio agora, veja como ser um revendedor Tecnosenior!

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Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

cuidador de idosos

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

As pessoas têm passado muito tempo fora de casa, trabalhando ou estudando, assim como a expectativa de vida está aumentando, logo, há muitos idosos que moram sozinhos. Isso causa grande angústia aos familiares pois, mesmo que os idosos sejam bastante ativos, a idade avançada traz riscos e qualquer possibilidade de acidente é preocupante.

Se você tem um familiar idoso que passa grande parte do tempo sozinho, com certeza já cogitou contratar um cuidador de idosos profissional.

A verdade é que, muitas vezes, ter um cuidador de idosos à disposição durante 24h, pode ser caro para os familiares, e um tanto incômodo para o paciente, principalmente para aqueles que sempre foram independentes. O que fazer, então?

O botão de emergência

botão de emergência

Para isso, há uma alternativa, muito habitual no exterior, que está conquistando adeptos em todo o Brasil: o sistema de emergência pessoal. Trata-se de um equipamento conectado à linha telefônica da casa, que acompanha um botão de emergência, podendo ser utilizado como pulseira ou pingente, durante todo o dia, já que é à prova d’água também. Assim, o idoso não perde sua autonomia e tem como chamar ajuda se precisar.

São inúmeros os benefícios dos sistemas de emergência pessoal. Além da manutenção da independência do idoso e do atendimento 24h, podem ser adicionados acessórios ao equipamento principal, de acordo com a necessidade de cada usuário: sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai; dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à central se a ação não for executada; detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio etc.

Além de todos esses benefícios, o custo mensal é bastante acessível. A média cobrada pelo serviço completo de emergência pessoal (aluguel do equipamento + monitoramento 24h) é de R$ 175,00, mas pode alterar se o familiar quiser incluir acessórios.

Quando contratar um cuidador de idosos?

Há algumas situações que demandam acompanhamento em tempo integral e, para estes, o cuidador ainda é o mais recomendado. Em caso de pessoas acamadas, sem mobilidade, as que precisam de ajuda para comer ou fazer as necessidades fisiológicas ou, ainda, pessoas com enfermidades psiquiátricas, cujas reações possam atentar contra a própria vida, são as indicações para ter um cuidador profissional.

cuidador de idosos

É importante ressaltar que os serviços podem ser utilizados juntos, trazendo ainda mais conforto e segurança para todos. Alguns familiares, por exemplo, contratam cuidadores de idosos em período parcial e, no restante do tempo, ficam assistidos pelo sistema de emergência pessoal. O cuidador, por sua vez, terá o equipamento de emergência pessoal como um aliado pois, em algum caso mais grave, pode pressionar o botão de emergência para chamar ajuda, ao mesmo tempo que executa os primeiros socorros ou acalma o paciente.

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Idosos ativos também caem

idosos ativos caem

Idosos ativos também caem

Há muitos anos, a imagem do idoso tem sido simbolizada como frágil, normalmente curvado ou usando bengala. Acontece que, com o avanço da expectativa de vida, temos idosos ativos. Muitos chegam à terceira idade em plena atividade laboral e social, independentes e sem incidência de doenças.

Inclusive, está vigorando no senado um projeto de lei que sugere a mudança da figura representativa do idoso frágil, usualmente expostos em ônibus e metrôs, para a de uma pessoa comum, ereta, com as inscrições +60 ao lado. O intuito do projeto é extinguir o estereótipo e reforçar a inclusão sem constrangimentos ou preconceitos.

idosos ativos

Entretanto, mesmo com este cenário, são alarmantes as estatísticas de ocorrências de acidentes graves com idosos. De acordo com o SUS, cerca de 75% dos acidentes com idosos ocorrem dentro de casa. Entre eles, as QUEDAS são as mais frequentes.

Confira AQUI quais adaptações são necessárias para tornar uma casa segura para idosos!

Com o avanço da idade, é inevitável o declínio de algumas funções do organismo, principalmente no que se refere ao equilíbrio e a mobilidade. Algumas perdas físicas e funcionais são naturais do processo de envelhecimento, como a redução do reflexo e a sensibilidade periférica dos membros.

Alguns indivíduos não apresentam dificuldades nas atividades da vida diária e, por isso, são considerados idosos ativos. Ainda assim, é importante que a família fique atenta, pois eles também caem.

Por que os idosos ativos caem?

Ao contrário dos idosos sedentários, que caem por fragilidade, dificuldade na marcha ou por efeito de alguma doença, os idosos ativos estão mais suscetíveis à queda devido à exposição.

Muitas vezes, o idoso não reconhece sua condição e mantém as atividades da fase adulta na mesma intensidade, como dirigir, cozinhar, mexer com eletricidade, usar saltos muito altos, subir em bancos ou escadas, etc. Ou seja, se arriscam em situações de alto potencial de acidentes.

A velhice não é sinônimo de incapacidade e é até recomendado que o idoso preserve os hábitos do cotidiano, porém é necessário que ele reduza o período ou carga e adote medidas de prevenção, que o idoso seja menos ousado e se cuide mais.

Caso aconteça algum acidente, a probabilidade de ter consequências graves é enorme, principalmente para os idosos ativos. Os efeitos do acidente acarretam em abalo psicológico, depressão e perda de autoestima, já que normalmente comprometem sua independência.

Leia também o artigo “Consequências de quedas em idosos“.

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ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) podem ser conhecidas por diversos nomes, tais como: residencial geriátrico, casas de repouso, geriatria, lar de idosos etc. Além do acolhimento em regime integral, as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal basicamente de três formas: internamente; para idosos que saem sozinhos; e como uma forma de conseguir novos clientes.

 No quarto dos moradores

Os moradores dos residenciais utilizam o Sistema de Monitoramento de Emergência, como uma forma de chamar um atendente quando estão no seu quarto ou apartamento. Neste caso, o sistema avisa um profissional que está na recepção ou no setor de enfermagem através de um monitor instalado no local. Além disso, qualquer pessoa cadastrada pode ser avisada através de mensagens SMS ou email. Este recurso permite que funcionários que fazem a ronda noturna, por exemplo, possam ser chamados numa emergência.

Moradores que saem

Moradores independentes que saem para suas atividades diárias e passeios, utilizam um sistema móvel com GPS, que além de funcionar com um telefone celular, caso o idoso precise ligar, funciona como um rastreador pessoal que permite às pessoas autorizadas localizar o usuário. O dispositivo pode avisar caso o idoso se afaste muito ou não chegue ao seu destino, por exemplo.

Futuros clientes

Sabemos que a decisão de se mudar para uma ILPI é um processo bastante demorado, dependendo da aprovação da família e do idoso.  Muitas vezes esta pessoa ainda não está pronta para a mudança e quer continuar morando em casa por mais algum tempo. Nestes casos o Residencial Geriátrico pode oferecer um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, como uma alternativa, até que a família tome uma decisão. Desta forma, se estabelece um vínculo entre o possível futuro cliente e a instituição.

ilpis podem utilizar sistemas de emergência pessoal

Dessa forma, todos saem ganhando: os familiares, que ficam tranquilos com a segurança e monitoramento dos idosos; e as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal, garantindo, assim, mais uma alternativa para aumentar o ticket médio por morador.

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Portaria Virtual

Com o surgimento das portaria virtual, os porteiros são substituídos por centrais de monitoramento remotas e os moradores perdem um recurso importante: o interfone.

As empresas de segurança não haviam percebido que para os moradores idosos, o interfone é o meio mais fácil e rápido de pedir ajuda num caso de emergência. Basta levantar o fone e falar com o porteiro. Este pode chamar socorro ou, até mesmo, ir até o apartamento do morador para prestar ajuda.

Os idosos em situação de estresse não conseguem utilizar um telefone fixo ou celular, por não lembrar que número digitar, ou por não encontrar alguém que atenda sua ligação imediatamente.

No caso da maioria das portarias virtuais, quando um visitante chega, o morador é contatado através de uma linha de telefone, fixo ou celular. O interfone deixa de ser usado.

Como atender os idosos com a oferta da Portaria Virtual?

Percebendo esta necessidade, algumas empresas de Portaria Virtual estão ofertando, também, o Sistema de Emergência Pessoal, que acrescenta uma série de vantagens com relação ao interfone. No caso de um acidente, o morador nem precisa ir até a cozinha onde normalmente está instalado o interfone. Ele pode se comunicar com a Central de Monitoramento simplesmente apertando um botão, de um pingente ou pulseira, e falar com o atendente através do viva-voz do console instalado no apartamento e conectado à Central de Monitoramento através de uma linha de telefone fixo.

Alguns empresários da Portaria Virtual ficam receosos em ofertar o Sistema ao condomínio porque foram contratados para reduzir custos, e a instalação do Sistema Emergência Pessoal representaria mais uma despesa para os condôminos. Não se dão conta que a implantação da Portaria Virtual nunca é uma decisão unânime dos moradores. Além disso, o Sistema de Monitoramento Pessoal é um investimento a ser feito pelo morador e não pelo condomínio.

Outros empresários se deram conta que podem ampliar bastante o número de clientes ofertando serviços não só ao condomínio, mas para cada um dos moradores. Uma dificuldade encontrada é que oferta dos serviços de monitoramento de emergência pessoal requer uma abordagem diferente por parte dos profissionais de venda uma vez que deve ser ofertado a família do morador idoso e não ao síndico que é para que eles ofertam a Portaria Virtual.

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A Revolução da Longevidade – Dr Emilio Moriguchi

Revolução da longevidade – No dia 14 de dezembro de 2015 na sede da Tecnosenior ocorreu um evento idealizado para discussão de um tema muito importante da atualidade: a revolução da longevidade e as mudanças que estão ocorrendo nesse contexto em nossa sociedade.

Para conduzir a pauta, os convidados contaram com a presença do Dr. Emílio Moriguchi, uma das grandes autoridades brasileiras em gerontologia. Ele apresentou o tema “Revolução da Longevidade”, através de informações sobre a evolução da população idosa no mundo. Dentro do assunto também foram discutidas as mudanças sofridas no perfil do idoso ao longo dos anos, bem como as diferenças do papel de homens e mulheres ao longo da vida.

Após sua apresentação abriu-se um painel de discussão com os convidados do evento, médicos e profissionais de diversas especialidades. A grande conclusão advinda da conversa é que atualmente as pessoas tem um ritmo de vida mais intenso, mas vivem mais sozinhas do que antigamente. Além disso, surge uma nova fase da vida – chamada pelo Dr. Moriguchi de “gerontolescência”, neologismo adotado pelo Dr. Alexandre Kalache – um dos maiores especialistas em envelhecimento da atualidade. O termo indica a fase em que o indivíduo está se se preparando para o envelhecimento efetivo. E é nessa etapa que as pessoas precisam pensar no futuro, adotar práticas corretas e adequar seu estilo de vida.

Tecnologia ao encontro da Revolução da Longevidade

A seguir foi a vez de Gilson Esteves, CEO da Tecnosenior, apresentar uma tecnologia que vem ao encontro de alguns anseios dessa nova geração, que são os riscos em estar sozinho e, portanto, mais vulnerável. O sistema de monitoramento pessoal (PERS, em inglês), vem para auxiliar os usuários em diversas situações da rotina, apenas com o clicar de um botão, para solicitar ajuda através de uma central de monitoramento 24 horas.

Os equipamentos disponíveis para demonstração no local podiam ser testados, como o pingente de emergência que auxilia no socorro rápido em caso de uma queda, por exemplo, além dos mais diversos sensores, como o de queda, o de movimento, o de inatividade, entre outros.

Ao final das apresentações houve um encontro agradável no lounge Tecnosenior para confraternização entre os convidados e anfitriões.

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Detectores de Quedas no PERS Summit

Uma das sessões do PERS Summit era uma mesa com três fabricantes de PERS  que tinham que reponder a seguinte pergunta: Seriam os detectores de quedas o Santo Graal dos sistemas de monitoramento? Em outras palavras: Seriam os detectores de quedas os grandes salvadores da pátria? 

Dois dos participantes deram uma de políticos: falaram sobre o quanto os detectores de queda avançaram nos últimos anos, e que eles quase já não emitem falsos alarmes, mas não responderam diretamente a pergunta. O terceiro, perguntou para o moderador se a pergunta se referia ao lado comercial ou técnico. E isso faz todo o sentido. 

Vou explicar: há alguns anos a Phillips apresentou um detector de quedas que funcionava muito mal – qualquer movimento era identificado como queda, o que mais chateava do que ajudava os usuários. Mas a empresa fez uma grande divulgação sobre o seu equipamento colocando o detector de quedas como uma grande vantagem sobre a concorrência. A partir daí todos os concorrentes correram para desenvolver detectores de queda cada vez mais inteligentes. Isso se tornou um “must have” para maioria dos consumidores.

Sucesso comercial

Portanto, comercialmente o detectores de quedas são um grande sucesso. Agora, se realmente eles ajudam mais as pessoas em caso de necessidade, ninguém sabe dizer precisamente. O que as Centrais de Monitoramento podem dizer é que os botões com detectores de queda reportam menos falsos alarme, hoje em dia. Isso porque  os algoritmos que interpretam uma queda estão cada vez mais precisos. 

Eles também são um sucesso comercial porque as revendas de monitoramento cobram mais por esse tipo de serviço. Mas a pergunta que ninguém consegue responder é: quantas pessoas não conseguem apertar o botão numa necessidade? É sabido, e já foi revelado em diversas pesquisas, que um grande número de clientes não vestem seu botão de emergência (com ou sem detector de queda). Muitos deixam no criado mudo durante a noite, não usam durante o banho, ou pior ainda, deixam guardado numa gaveta. Eu me concentraria em tornar estes botões  mais atrativos ao uso, ao invés de embutir muita eletrônica e sensores, o que invariavelmente acarreta num maior  tamanho e peso. Mas vamos ver o que o mercado nos diz.

Outro ponto muito importante que foi levantado é o seguinte: hoje já existe tecnologia suficiente para encher a casa do usuário de sensores que seriam capaz de detectar todos os movimentos e uma possível queda, mas os clientes estariam dispostos a pagar o preço de um sistema desse tipo?

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O Paradoxo do Monitoramento | PERS Summit

Na palestra apresentada por Josh Garner, Presidente e CEO da AvantGuard Monitoring, empresa independente de monitoramento que organiza o PERS Summit,  o palestrante abordou uma questão muito interessante, que pode ser considerada “O Paradoxo do Monitoramento”. Nos EUA, como este mercado existe certamente há mais de 20 anos (alguns dizem que existe há 40 anos) a competição é muito grande. Por isso os valores cobrados pelas Centrais de Monitoramento estão cada vez mais baixos. Em contrapartida os custos aumentam a cada ano, na medida que os salários são elevados em virtude da retomada dos empregos no país. 

É bem claro que nos EUA a maioria dos usuários de sistema PERS preferem o atendimento feito por uma Central de Monitoramento 24 horas / 7 dias por semana. Mesmo tendo que pagar por esse serviço, os americanos preferem ter uma pessoa respondendo aos chamados de emergência  do que os sistemas que fazem chamadas diretas ou enviam mensagens para os familiares e outras pessoas cadastradas. 

Paradoxo do Monitoramento no Brasil

No Brasil como tudo é muito novo não temos idéia de qual vai ser a preferência dos consumidores: pagar por um equipamento que liga ou envia mensagens para os familiares, ou pagar uma mensalidade para ter alguém 24 horas à disposição para resolver a situação de emergência.

Se no Brasil não temos ainda uma grande briga pelo mercado, forçando as empresas fornecedoras de  serviços de atendimento 24 horas a baixarem seus preços, temos um problema muito mais grave: o pequeno número de usuários fazem com que as empresas de monitoramento precisem ser subsidiadas até que consigam chegar a um número de usuários que permita pelo menos pagar funcionários 24 horas / 7 dias por semana.

Considerando que a AvantGuard monitora 700 mil clientes e não é uma das maiores Centrais de Monitoramento, vamos ter que esperar algum tempo até tornar este mercado realmente atrativo para as Centrais de Monitoramento especializadas e PERS.

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Playful Persuasion

A primeira palestra do PERS Summit 2015 foi apresentada por Russ Johnson, com o título de “Playful Persuasion”. Ele falou de uma coisa que quase todas as novas empresas de tecnologia e startups já sabem: um ambiente descontraído, onde as pessoas podem brincar umas com as outras, se torna muito mais produtivo e criativo. Russ Jonhson é consultor e escreveu um livro abordando este assunto: PLAY The New Leadership Secret that Changes Everything. Numa tradução livre: Brincar O Novo Segredo das Lideranças que Muda Tudo.

Ross mostra a experiência de algumas organizações que são líderes de mercado, com o tipo de cultura do Playful Persuasion que está mudando a forma de trabalhar e conseguindo resultados surpreendentes. 

Ele apresenta um modelo bastante simples de quatro etapas que é a base para uma nova forma de  alcançar o desempenho:

1. Veja o lado divertido das coisas.

2. Promova brincadeiras.

3. Seja divertido.

4. Dissemine a brincadeira. 

Ross mostrou aos participantes os 7 benefícios de promover um ambiente de brincadeiras:

1. Aumento de produtividade.

2. Melhora  na comunicação.

3. Aumento na influência.

4. Melhora na inovação.

5. Aumento no moral da empresa.

6. Incentivo ao trabalho em grupo.

7. Aumento  da lucratividade.

Segundo Ross nós fomos treinados para acreditar que trabalho e brincadeira são coisas completamente antagônicas. Que em ambiente de trabalho não se brinca. Que somente pessoas sérias são competentes e podem alcançar o sucesso. Quando na realidade uma dose equilibrada de brincadeiras pode trazer muitos benefícios, como os listados acima.

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PERS Summit 2015

No dia 30 de setembro nos Estados Unidos, ocorreu mais um encontro das revendas independentes de Personal Emergency Response System (PERS), reunindo empresas de todos o país.  O PERS Summit 2015 foi realizado em Park City, uma pequena cidade perto de Salt Lake City. A cidade é conhecida pelas estações de esqui e pelo festival de cinema.

O evento acontece de dois em dois anos e é organizado pela empresa de monitoramento AvantGuard. Esta foi a segunda vez que a Tecnosenior participa do encontro. Mesmo antes da conferência  de 2013, a Tecnosenior já havia visitado a AvantGuard Monitoring, em Salt Lake City, de onde trouxemos muitos ensinamentos sobre a montagem das Centrais de Monitoramento para nossos clientes no Brasil.

Além das palestras, o PERS Summit 2015 possibilitou a troca de informações com as revendas sobre este mercado, e também a oportunidade de conhecer os últimos lançamentos do fabricantes de PERS, que patrocinam o evento e apresentam seus produtos.

Foram realizadas diversas palestras apresentadas por profissionais com grande experiência neste mercado. A seguir apresentaremos um breve resumo de algumas delas, confira os links abaixo:

Playful Persuasion

O Futuro do Alerta Médico

O Paradoxo do Monitoramento

Detectores de Quedas

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