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Atividades cognitivas para idosos - xadrez

O esquecimento é uma característica comum entre idosos, mas é possível amenizar o sintoma. Confira 5 atividades cognitivas que estimulam a memória dos idosos!

Embora o esquecimento não seja exclusividade dos idosos, ele pode ser considerado uma característica da terceira idade: a cada ano de envelhecimento, o cérebro perde um pouquinho de sua capacidade funcional, afetando o desempenho motor e racional. Esse declínio acontece gradual e naturalmente, por isso, é muito comum percebermos algumas dificuldades de fala, de marcha e, principalmente, de memória em pessoas mais velhas. A prática de atividades cognitivas para idosos tem sido uma grande contribuição na redução da perda de memória na terceira idade. Alguns pesquisadores chegam até a comparar o cérebro com um músculo, enfatizando que a falta de estímulo cerebral pode originar ou agravar debilitações na saúde.

Saiba o que pode causar os problemas cognitivos e conheça cinco dicas para estimular a memória na terceira idade!

Memória na terceira idade

Todo mundo já teve ou ainda vai ter algum lapso de memória na vida, em qualquer idade. A explicação para isso é que o cérebro tende a apagar informações menos relevantes (ou com menor impacto emocional) para dar lugar às novas. Com o envelhecimento, essa absorção e substituição realizada pelos neurônios ocorre de forma mais lenta, como todas as demais funções do organismo, e os esquecimentos ficam mais frequentes.

Enquanto os sintomas de perda de memória forem pontuais e não representarem risco ao idoso ou às pessoas que convivem com ele, é considerado apenas uma característica comum da idade. No entanto, os familiares devem ficar atentos quando os episódios de esquecimento se tornarem muito frequentes ou comprometerem a saúde do idoso, como perder-se na rua, esquecer de se alimentar ou de tomar remédios, entre outras coisas que o idoso costumava fazer sempre.

Constantemente associada à Doença de Alzheimer, a falta de memória também pode indicar outros problemas de saúde, como depressão, deficiências nutricionais, endócrinas ou até hidrocefalia.

5 atividades cognitivas para idosos terem melhor memória

Ainda que as atividades cognitivas para idosos não possam impedir o surgimento das doenças neurológicas, como o Alzheimer, elas são capazes de retardar os sintomas e a evolução da doença, mantendo as funções cerebrais ativas por mais tempo. Além disso, estimulam a memória no caso de quem não conta com nenhuma doença desse tipo.

Confira algumas dicas de atividades:

#1 Ouvir música

Reservar alguns minutos para ouvir músicas todos os dias é uma atividade prazerosa e muito eficaz para o estímulo da memória. Geralmente associada com experiências emocionais muito intensas, a música é um recurso poderoso na prevenção e no tratamento dos sintomas de perda de memória, justamente porque gera lembranças desses momentos.

Muitos idosos com Alzheimer e outras demências apresentam melhora significativa no comportamento e no reconhecimento das pessoas após ouvir suas músicas preferidas. Esses e outros benefícios da música para a memória do idoso foram abordados no documentário Alive Inside: A Story of Music and Memory (Vivo por dentro: uma história de música e memória).

Que tal propor ao idoso adivinhar quem canta uma música ou lembrar um trecho dela?

#2 Olhar fotos

Assim como a música, as fotos trazem lembranças emocionais muito fortes e contribuem muito para manter a memória ativa. Álbuns de fotos e porta-retratos são excelentes ferramentas para ajudar o idoso a lembrar-se de pessoas, lugares e acontecimentos.

Ao rever fotos antigas, pergunte ao idoso quem são as pessoas fotografadas ou onde aquela cena aconteceu. Peça que ele conte histórias da sua juventude, como sua família foi formada ou sobre a infância dos filhos, mas evite confrontá-lo com lembranças desagradáveis, como a perda de um ente querido, por exemplo.

#3 Praticar atividades físicas e mentais

A saúde do corpo e da mente estão interligados e, portanto, é impossível falar de atividades cognitivas para idosos sem falar, também, dos exercícios físicos. Isso ocorre porque a prática de atividades físicas contribui para a oxigenação do cérebro, o que, por sua vez, acaba fixando as memórias e retardando os sintomas de esquecimento. Além disso, ter o hábito de exercer atividades que envolvem o raciocínio (leitura, palavras-cruzadas, xadrez etc) também mantém o cérebro ativo e saudável.

#4 Lidar com a tecnologia

Os jogos e demais funcionalidades dos dispositivos eletrônicos favorecem o estímulo cerebral das pessoas em qualquer idade – e com os idosos não seria diferente. Por meio da tecnologia, o idoso desenvolve sua comunicação, socialização e tem acesso à informação. Portanto, através dessas atividades, o seu familiar na terceira idade acaba contando com reflexos positivos em sua memória e também no seu humor.

#5 Dormir bem

Durante o sono, o corpo para, mas o cérebro não. Por isso, uma noite de sono de qualidade possibilita que o cérebro execute muitas funções, sendo que a maior parte delas está justamente voltada à manutenção da memória. Em uma das últimas fases do sono, por exemplo, o cérebro seleciona quais memórias devem ser fixadas e quais podem ser esquecidas, evitando a sobrecarga de informações.

Muitos idosos apresentam distúrbios do sono, como apneia ou insônia, o que acarreta em irritabilidade e cansaço a curto prazo; o maior problema é que essa situação, a médio e longo prazo, pode evoluir para problemas de memória. Por isso é tão importante dormir horas suficientes e aproveitar todas as fases do sono com qualidade.

Sejam estimuladas por um profissional, com abordagem mais profunda, ou mesmo por um familiar, as atividades cognitivas para idosos trazem muitos benefícios e têm impactos positivos na qualidade de vida da família toda.

No entanto, mesmo com a prática de estimular a memória do idoso com atividades cognitivas, ele pode apresentar dificuldades mais avançadas – em que o idoso se perde na rua, por exemplo. Neste caso, é indicado que os familiares adotem medidas adicionais de proteção, como os serviços de teleassistência.

Nesse caso, uma solução acessível e eficiente é o Mini Rastreador para Idosos IGO, cujo monitoramento pode ser realizado pelos familiares. Além de indicar a localização do usuário em tempo real, o aparelho tem sensor de queda, que envia um alerta automaticamente em caso de acidentes. Clique aqui para saber mais sobre o Mini Rastreador IGO.

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Como evitar os distúrbios do sono no idoso

A insônia é um dos problemas mais comuns na terceira idade e causa muitos prejuízos à saúde. Descubra como minimizar os efeitos dos distúrbios do sono no idoso!

O avanço da idade traz consigo inúmeras modificações no organismo das pessoas, que vão muito além das rugas e cabelos brancos.  Algumas, inclusive, não recebem a devida importância e podem causar complicações na vida do idoso, como é o caso da insônia (um dos maiores distúrbios do sono no idoso). Dados de uma pesquisa realizada a cada cinco anos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2013 – apontam que 7,6% da população com 18 anos ou mais faz uso de medicação para dormir, sendo o grupo da terceira idade o mais significativo.

Você conhece algum idoso que se queixa de dificuldades para dormir ou manter o sono? Saiba, então, quais as principais características dos distúrbios do sono no idoso e como pode ajudá-lo.

Insônia na terceira idade

Durante o sono o organismo recebe a liberação de substâncias hormonais importantes, e não ter um sono reparador, devido à facilidade de acordar com ruídos ou pela dificuldade de manter o sono, pode gerar irritabilidade, fadiga e sonolência diurna.

Mais frequente em idosos, em sua maioria mulheres, a insônia é caracterizada pela dificuldade de iniciar ou manter o sono e é origem de diversas complicações, se não for levada a sério.

Fatores como ansiedade, estresse, mudanças no ambiente, medicações, depressão e outras condições clínicas (artrite, dores crônicas, síndrome das pernas inquietas, apneia do sono, noctúria – necessidade de urinar muitas vezes durante a noite, sintomas da menopausa, etc.) podem ser algumas das causas desse que é um dos mais comuns distúrbios do sono no idoso.

Uma das consequências deste problema é o aumento das incidências de quedas, pois o reflexo e raciocínio ficam comprometidos. Além disso, predispõe a depressão, piora a memória e aumenta o risco de doenças como hipertensão e diabetes, debilitando muito a qualidade de vida dos idosos.

Dicas para evitar distúrbios do sono no idoso

Como sabemos, idosos costumam ir para a cama mais cedo e levantam mais cedo também. Mas isso não significa que estão descansados, pois geralmente eles têm menos horas de sono e acordam várias vezes neste período, afetando o estágio do sono profundo.

Para auxiliar de forma eficaz é importante ter o diagnóstico correto das causas que os levam a ter insônia e seguir o tratamento indicado. Mas existem medidas, já conhecidas por promoverem a saúde, que podem ser acrescentadas para a melhora da qualidade do sono na terceira idade:

  • Ter alimentação saudável, rica em nutrientes;

  • Verificar com o médico a permanência e dosagem dos medicamentos que já faz uso;

  • Realizar a prática de exercícios e correção postural;

  • Criar uma rotina, estabelecendo o horário para dormir e acordar – respeitando a quantidade de horas necessárias para o descanso;

  • Evitar o uso de televisão no quarto;

  • Manter o quarto arejado durante o dia, mas escuro e em silêncio à noite;

  • Utilizar colchão e travesseiros confortáveis;

  • Evitar o consumo de líquidos e alimentos pesados nas horas próximas de dormir;

  • Evitar o consumo de substâncias estimulantes como nicotina, álcool, cafeína (presente em cafés, refrigerantes e chás), principalmente antes de ir para cama;

  • Procurar atividades para ocupar o dia e assim afastar a depressão e ansiedade, grandes vilãs da insônia.

Preservar bons hábitos e estilo de vida mais saudável, realizar consultas médicas preventivas e tratamentos adequados conforme prescrição, são atitudes que não apenas reduzem as chances de surgirem distúrbios do sono no idoso – que é um elemento importantíssimo para o bem-estar geral de alguém na terceira idade.

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como lidar com idosos

Cuidar de idosos é um desafio diário, mas o carinho e o amor podem tornar a rotina bem mais leve. Confira algumas dicas de como lidar com idosos teimosos!

Não raramente ouvimos que “idosos são como crianças”, e há um fundo de verdade se considerarmos o fato de que com o avanço da idade, o organismo fica naturalmente mais frágil e com isso eles precisam de auxílio e cuidados. Porém, é preciso levar em conta que são pessoas com uma carga de experiência de vida, personalidade e autonomia já conquistada e que, muitas vezes, é difícil “abrir mão” disso tudo, por assim dizer. Ou seja, se tornar mais dependente de alguma forma.

Quando a vida faz os papéis se inverterem, e os filhos precisam cuidar dos pais, é possível que surjam alguns medos, incertezas e até mesmo conflitos por desacordo de opiniões ou dificuldades no trato com os idosos. Se você está vivendo uma situação como esta, conheça algumas sugestões de como lidar com idosos e conquistar uma relação mais agradável.

Dica 1 | Empatia

como lidar com idosos - ter empatia com idosos

Certamente esta é uma sugestão norteadora de muitas outras. Empatia é colocar-se no lugar da outra pessoa, identificar-se, compreender as ações e reações frente a uma situação como se ela estivesse acontecendo com você. Como conviver harmoniosamente com outras pessoas, se não conseguirmos nos identificar com a situação pela qual estão passando? A ausência de empatia torna a relação mais complicada e prejudica sua capacidade de como lidar com idosos.

E no cuidado com idosos, não é diferente. É interessante entender que pessoas com idade mais avançada tiveram outro tipo de criação, têm vivências e opiniões diferentes da sua e devem ser respeitadas.

Se o idoso estiver enfrentando alguma doença, você pode conversar com o médico e pesquisar sobre os sintomas e as reações às medicações. Essas atitudes auxiliam nos cuidados com os idosos e estimulam esse processo de identificação com o outro.

Dica 2 | Atividades em conjunto

atividades para lidar com idosos teimosos

A prática de atividades físicas é importante em todas as etapas da vida, especialmente na terceira idade. Se o idoso não tem condições de fazer exercícios, existem diversas outras atividades que, além de entretê-lo, podem auxiliar para estimular a memória, relaxar, deixá-lo mais descontraído, acalmar, entre outros benefícios. Jogo dos 7 erros, palavras cruzadas e dominó são algumas das opções.

Façam uma caminhada pelas ruas perto de casa, joguem cartas, assistam a um filme ou passem um tempo conversando e ouvindo suas histórias: o que fará a diferença aqui é a companhia, a troca de afeto.

Atividades em conjunto, com o cuidador, com familiares ou mesmo em um grupo de amigos, fazem o idoso sentir-se acolhido, querido, respeitado. Quanto maior a intimidade, a troca de afeto, mais saudável fica a relação e mais fácil é lidar com os idosos – até mesmo os teimosos, que muitas vezes usam a teimosia como forma de suprir alguma carência.

Dica 3 | Preservar a autonomia

preservar a autonomia dos idosos

Especialmente para as pessoas que foram ativas –  na vida pessoal ou profissional –, a necessidade de auxílio para algumas atividades, seja decorrente de alguma enfermidade, seja pelo processo natural de envelhecimento, pode ser uma situação de muito incômodo e estresse.

É interessanteressaltar que o auxílio deve ser para atividades que o familiar realmente apresenta dificuldades, diminuindo assim a sensação de dependência e facilitando a adaptação nesta nova fase da vida. Dessa forma, você sabe como lidar com idosos da melhor maneira possível nessas situações.

Ainda que as tonturas, falta de ar ao caminhar, chance de quedas e o uso de medicações sejam ocorrências comuns com o avanço da idade, é preciso readequar a disposição dos móveis nos cômodos da casa para minimizar os riscos – para facilitar essa tarefa, veja nosso post sobre deixar a casa segura para idosos. Mas lembre-se de que a casa precisa continuar com a identidade do idoso, que deve ter suas opiniões consideradas.

Seguindo essas dicas, você tem o conhecimento de como lidar com idosos de uma forma saudável para todos. No entanto, é preciso ressaltar que não há fórmula mágica para isso. Crianças, adultos ou idosos, cada indivíduo possui uma forma de lidar com outro ser humano, mas existem “ingredientes” essenciais para que a relação seja saudável: entre eles estão o respeito, a empatia e a educação.

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Acessórios do PERS: usos e vantagens

Os acessórios do PERS 4200 são uma ótima maneira de ampliar seu portfólio de produtos e o seu rendimento. Saiba como funciona cada acessório e venda muito mais!

O PERS 4200 é um grande aliado dos revendedores de Sistemas de Emergência Pessoal no Brasil: muitos, inclusive, tiveram seu primeiro contato com a teleassistência por meio dele. Como você já sabe, cada PERS 4200 acompanha um acessório – o transmissor DXS LRC – mas, além disso, ele permite configurar até 16 acessórios simultaneamente (iguais ou diferentes). Atualmente, a Tecnosenior dispõe de 10 modelos de acessórios do PERS 4200 que são vendidos separadamente, e é sobre eles que vamos falar hoje.

Por que vender acessórios adicionais?

Os acessórios do PERS 4200 adicionais trazem inúmeras vantagens para quem compra e para quem vende:

  • Para o usuário, significa a ampliação da rede de cuidados, permitindo que ele se sinta ainda mais seguro.
  • Para os revendedores, é uma ótima maneira de ampliar o portfólio de produtos e incrementar o ticket médio.

Conheça 10 acessórios do PERS 4200

#1 DXS LRC – Pulseira de emergência

Acessórios do PERS: usos e vantagens

Entre os acessórios do PERS 4200 mais comercializados pelos empreendedores do segmento, está o Transmissor DXS LRC, ou a famosa “pulseira de emergência”, visto que acompanha o kit do PERS 4200. Ele pode ser utilizado como pulseira ou pingente, de acordo com a preferência do usuário.

É o único acessório à prova d’água, ou seja, além de poder tomar banho ou pegar chuva sem danos ao equipamento, o usuário também pode submergi-lo em banhos de piscina ou banheira (somente água doce).

Com ele, também é possível atender às chamadas do telefone onde está instalado, podendo comunicar-se com quem ligou pelo viva-voz de longo alcance da base.

#2 Sensor de Queda

acessórios do pers: sensor de queda

Com o Sensor de Queda, o usuário pode enviar solicitação de atendimento de duas maneiras: ao pressionar o botão SOS e em caso de queda. O Sensor de Queda detecta uma queda real e emite, automaticamente, um alerta para a central de monitoramento 24 horas.

Sua atividade é determinada por um conjunto de algoritmos que calcula quatro variáveis: impacto, altura, velocidade e ângulo. Toda essa precisão evita alertas falso-positivos, garantindo mais segurança para o usuário e seus familiares.

As pessoas mais propensas a comprar o Sensor de Queda são aquelas que já possuem histórico de queda ou pessoas que ouviram experiências semelhantes de alguém próximo.

#3 Sensor de Presença

acessórios do pers: sensor de presença

Diferente dos Sensores de Presença oferecidos por empresas de segurança residencial, este modelo reporta atividades no ambiente durante o dia todo – ou em período predeterminado – e somente aciona a central de monitoramento quando percebe ausência ou inatividade.

Este equipamento é bastante útil para monitorar idosos que seguem uma rotina bem definida. Por exemplo: se o idoso acorda sempre às 7 horas e passa pelo corredor para ir ao banheiro, todos os dias o sensor registra essa atividade. Se algum dia não for identificado sua presença neste horário, presume-se que tenha acontecido algum incidente. Nesse caso, o sensor de presença é uma ótima ferramenta que contatará o socorro.

#4 DXS-73 – Detector de Fumaça

acessórios do pers: detector de fumaça

Ao detectar fumaça, o sensor dispara um alarme bem alto, a fim de alertar ao usuário sobre uma panela esquecida ao fogo, por exemplo, ou até um incêndio. Se a fumaça persistir no ambiente após 20 segundos, o alerta é imediatamente enviado para a central de monitoramento.

Diferente do que muitas pessoas imaginam, a cozinha não é o cômodo mais indicado para instalação do detector de fumaça: isso porque a presença normal de fumaça e vapor do ambiente podem acionar o alarme desnecessariamente. O mais aconselhado é que seja instalado em todos os andares, nos corredores, quartos, salas, sótão e porão.

Pode ser uma boa oportunidade para ampliar os cuidados aos idosos que apresentem sinais de esquecimento ou mesmo em casos de Alzheimer.

#5 Dispensador Eletrônico de Medicamentos

acessórios do pers: dispensador de medicamentos

Este é um acessórios do PERS 4200 que chama muito a atenção dos usuários e familiares! O Dispensador Eletrônico de Medicamentos possui 28 nichos onde, em cada um, cabem mais de 10 medicamentos diversos. Internamente, há um sensor de movimento, que identifica se o usuário retirou os remédios no horário previsto.

Dessa forma, o equipamento dispara um alarme sonoro para lembrar ao usuário de tomar os remédios. Já no caso em que o idoso não vire o dispensador em 180º para retirar os medicamentos, um alerta é enviado para a central de monitoramento 24h.

#6 DXS-65 – Transmissor de mesa ou parede

acessórios do pers: transmissor de mesa

O DXS-65 possui um grande botão vermelho para solicitar emergência e pode ser fixado em qualquer cômodo da casa, como substituto à pulseira ou, ainda, um cuidado adicional.

A maioria dos acidentes com idosos ocorre no banheiro e, por ser resistente à água, o DXS-65 é uma excelente opção para instalação no box do banheiro. Também há indicações de fixação na parede da cozinha ou ao lado da cama.

#7 DXS-31 – Transmissor de porta e janela

acessórios do pers: transmissor de porta

Com ação passiva e semelhante ao Sensor de Presença, o DXS-31 pode ser instalado em portas, janelas, gavetas e portas de eletrodomésticos para monitorar atividade e reportar inatividade do usuário. Quando não identifica abertura ou fechamento de portas e janelas no período programado, o dispositivo envia alerta para a central de monitoramento.

Por exemplo: rotineiramente, o idoso abre a porta da geladeira entre 8h e 8h30, mas quando isso não ocorre, um alerta é enviado para a central de monitoramento.

#8 DXS-80 – Detector de Monóxido de Carbono

acessórios do pers: detector de monóxido de carbono

O DXS-80 é semelhante ao Detector de Fumaça, mas alerta para um perigo bem diferente e mais específico. O monóxido de carbono (CO) é um gás tóxico, incolor, inodoro e insípido, liberado com a queima de oxigênio no ambiente. Por ser indetectável sem ajuda de equipamentos específicos, representa um grande risco de vida, especialmente para crianças e idosos.

Essa liberação ocorre em ambientes domésticos quando há algum foco de fogo, sem nenhuma ventilação ou corrente de ar, como por exemplo:

  • Lareiras

  • Aquecedores

  • Fogões

  • Motores de automóveis

É justamente nessas situações que o DXS-80 se faz útil: ao identificar a presença do gás no ambiente, o equipamento dispara alarme sonoro a  cada 10 segundos. Se o ambiente continuar infectado, é enviado um alerta à central de monitoramento.

#9 Módulo de Voz

A funcionalidade deste modelo entre os acessórios do PERS 4200 é estender o alcance de comunicação entre o usuário e a central de monitoramento 24h.

Em residências muito grandes, pode ser difícil ouvir ou falar através do viva-voz, o que pode causar certo receio para os familiares. Neste caso, você pode solucionar o problema oferecendo o Módulo de Voz, que consiste em um microfone e um alto-falante sem fio. Podem ser instalados até quatro modelos adicionais em diversos cômodos da casa.

#10 Módulo de Celular

acessórios do pers: módulo de celular

Por via de regra, o PERS 4200 é instalado em uma linha de telefonia fixa na casa do usuário, porém nem todas as residências dispõem de linha fixa. O Módulo de Celular funciona com chip GSM e faz o papel de intermediário entre o PERS 4200 e a central de monitoramento.

Para os revendedores, este é um equipamento indispensável na hora da visita demonstrativa. Para os clientes que não possuem telefone fixo, é uma solução prática.

Para vender acessórios e aumentar sua lucratividade em cada atendimento, é necessário escutar o cliente: deixe-o falar, contar as ocorrências e possíveis riscos a que o idoso se expõe todos os dias. Assim, você pode utilizar uma informação que o próprio cliente forneceu para oferecer uma solução adicional.

Nosso compromisso é a qualidade: todos os acessórios são submetidos a testes rigorosos para que você tenha somente os melhores equipamentos em seu portfólio!

Sua equipe de vendas já conhece todos os acessórios disponíveis? Inclua os acessórios no seu próximo pedido e aumente sua receita!

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Monitoramento de idosos: pulseira de emergência ou sensor de queda

O monitoramento de idosos evoluiu muito para atender às necessidades da nova terceira idade. Saiba mais sobre a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda!

O conceito dos Sistemas de Emergência Pessoal surgiu por volta dos anos 70 nos Estados Unidos e pretendia reduzir o tempo das internações hospitalares e proporcionar tranquilidade para cuidadores e familiares. Na época, os equipamentos para monitoramento de idosos eram muito simples, já que sua única função era promover o monitoramento de idosos, realizando a comunicação de emergência entre os usuários e a central de monitoramento 24 horas.

Desde então, a tecnologia avançou muito. Os hábitos e necessidades da população idosa também são outros, oportunizando o surgimento de novos dispositivos e acessórios.

O Monitoramento de Idosos no Brasil

Atualmente no Brasil, existem dois principais sistemas de monitoramento para idosos: o PERS 4200, para uso exclusivo dentro de casa, e o Mini Rastreador IGO, para uso fora de casa.

O PERS 4200 é um console conectado à linha telefônica fixa do usuário e possui diversos acessórios móveis compatíveis, por onde o idoso realiza o pedido de socorro. Os acessórios de teleassistência mais conhecidos são a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda.

Mas qual a diferença entre eles?

Como funciona a Pulseira de Emergência para Idosos?

O nome técnico da pulseira de emergência é Transmissor DXS LRC e, geralmente, acompanha o kit do PERS 4200. Embora seja mais conhecido como pulseira de emergência, é um botão que pode ser utilizado tanto no pulso – como uma pulseira antialérgica, por exemplo -, quanto no pescoço, como pingente em um cordão antienforcamento.

É um equipamento à prova d´água, permitindo que o usuário o utilize-o durante todo o dia, inclusive durante o banho de chuveiro, banheira ou piscina.

Em caso de necessidade, o idoso deve pressionar o botão na pulseira/pingente e, em poucos segundos, o alerta de emergência é enviado para a Central de Monitoramento 24h, que identifica a ocorrência e aciona os familiares e demais contatos cadastrados previamente.

Como funciona o Sensor de Queda?

Conforme o nome sugere, este equipamento tem uma funcionalidade extra muito útil no cuidado com os idosos: a detecção de queda. O Sensor de Queda, que também opera em junção com o PERS 4200, pode ser considerado um substituto à pulseira de emergência ou, idealmente, um cuidado adicional. Cada PERS 4200 permite o uso de até 16 acessórios ao mesmo tempo, que devem ser contratados à parte.

Além disso, o sensor de queda também conta com um botão de emergência, mas seu principal diferencial é realmente a capacidade de enviar o comando de socorro após a ocorrência de uma queda – mesmo sem ter pressionado o botão.

Para garantir a precisão do alerta e a segurança do usuário, o Sensor de Queda é programado por uma sequência de algoritmos, determinados por microequipamentos internos, baseado em cálculos de altura, velocidade, impacto e ângulo.

Diferenças entre a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda

  1. Kit PERS

Enquanto a Pulseira de Emergência acompanha o kit PERS, o Sensor de Queda deve ser contratado separadamente.

  1. Modo de uso

A Pulseira de Emergência possui duas opções de uso: pulseira ou pingente. Para o Sensor de Queda, há somente a opção de pingente – já que o movimento brusco dos braços poderia prejudicar a sensibilidade da detecção.

  1. Resistência à água

A pulseira de emergência é à prova d’água, possibilitando ao idoso tomar banho, pegar chuva e até nadar com ele. O Sensor de Queda é um equipamento somente resistente à água, ou seja, também pode ser utilizado durante o banho ou na chuva, mas não pode ser submerso.

  1. Alerta de Emergência

Para chamar ajuda com a Pulseira de Emergência, o botão deve ser pressionado obrigatoriamente. Com o Sensor de Queda, se o idoso cair e perder a consciência antes de conseguir pressionar o botão, o alerta é enviado automaticamente, garantindo o atendimento.

E o Mini Rastreador IGO?

O IGO também é um sistema de monitoramento de idosos à distância, porém, com o acréscimo da função de rastreamento pessoal. Com ele, os familiares podem monitorar a localização do idoso em tempo real e são avisados quando ele sai de um perímetro seguro.

Diferente da Pulseira de Emergência e do Sensor de Queda, o IGO não depende do PERS 4200, nem de uma linha telefônica fixa para funcionar. Ele opera por meio da rede celular e precisa somente de um chip GSM. O equipamento possui um botão de emergência, que pode ser pressionado para chamar ajuda, e também tem função Sensor de Queda, capaz de detectar se o usuário cair e chamar ajuda mesmo sem que o botão seja pressionado.

Aqui mesmo no nosso blog você confere tudo sobre o Mini Rastreador IGO.

Assista abaixo ao vídeo sobre o IGO:

Como você pôde ver, há diversas opções para o monitoramento de idosos e, mesmo com tantas funções diferentes, todas elas são muito eficazes. Você só precisa identificar qual a necessidade de uso do seu caso (ou de seu familiar) e escolher o Sistema de Emergência ideal para o idoso.

Quer saber mais sobre como a teleassistência pode lhe ajudar? Solicite uma visita demonstrativa agora mesmo! Ligue para (51) 3018-6950 ou envie uma mensagem no WhatsApp para (51) 99998-0245.

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Serviço de teleassistência para idoso vale a pena

O serviço de teleassistência permite que o idoso chame ajuda em caso de emergência, pressionando apenas um botão. Mas, será que vale a pena? Confira!

Muito difundido nos Estados Unidos e na Europa, o serviço de teleassistência tem se popularizado no Brasil com o crescimento acelerado da população idosa, além do desejo desse público em permanecer morando sozinho – seguindo a tendência mundial “Aging in Place”, ou envelhecer em casa.

A proposta do serviço é oferecer segurança e tranquilidade aos usuários e seus familiares, que ficam preocupados pelo risco de o idoso sofrer algum acidente ou mal súbito, decorrentes da idade avançada.

Ainda assim, muitas pessoas desconhecem as funcionalidades e benefícios dos sistemas, e têm dúvidas se vale a pena contratar o serviço de teleassistência.

Esse é o seu caso? Então continue lendo e descubra tudo sobre essa tecnologia!

O que é o serviço de teleassistência?

O serviço de teleassistência é um sistema de atendimento remoto para situações de emergência. Com ele, o idoso pode chamar ajuda de forma fácil e rápida, sem precisar se deslocar até o telefone ou fazer discagens – o que é muito conveniente se o acidente ocorrer em outra peça da casa ou em casos graves.

No Brasil, a teleassistência é oferecida ao consumidor por meio dos Sistemas de Emergência Pessoal, cujo modelo mais comum é o PERS 4200. Ele é um equipamento instalado na casa do usuário, que acompanha um botão de emergência à prova d’água – este fica com o idoso durante todo o tempo, em formato de pulseira ou pingente.

Para aumentar a rede de cuidados, também é possível adicionar acessórios de teleassistência, como Sensor de Queda e Dispensador Eletrônico de Medicamentos, ou até mesmo Mini Rastreador GPS, que geralmente é mais indicado para os idosos que costumam sair sozinhos.

Como ele funciona?

Quando o usuário pressiona o botão de emergência (seja no console, no pingente ou no mini rastreador), é imediatamente atendido por uma central de monitoramento 24 horas, que identifica a ocorrência e executa o plano de ação definido no momento da contratação.

Em situações menos graves, geralmente são contatados os familiares mais próximos, que podem atendê-lo; em situações de maior gravidade, pode ser contatado o serviço de ambulância do plano de saúde, SAMU, entre outras medidas.

Em todos os casos, para tranquilizar o idoso, o atendente da central permanece em contato até que ele receba o atendimento.

Mesmo que o idoso esteja em outro cômodo, longe da base fixa, conseguirá se comunicar com o atendente pelo viva-voz de longo alcance. Caso o atendente não consiga fazer contato  verbal com o idoso, seguirá a orientação para executar o plano de ação do mesmo modo, considerando que ele esteja desacordado ou em estado grave.

Principais indicações dos serviços de teleassistência

A maioria dos clientes dos serviços de teleassistência são idosos que moram ou passam grande parte do dia sozinhos e, embora sejam ativos e autônomos, possuem histórico de acidente doméstico ou queda.

Conheça algumas outras indicações para uso dos Sistemas de Emergência Pessoal:

  • Pessoas com limitação moderada de mobilidade;

  • Pessoas que consomem medicamentos de uso contínuo;

  • Pessoas com diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares;

  • Pessoas com Alzheimer;

  • Pessoas pós-operadas;

  • Gestantes em repouso;

  • Crianças e adolescentes que passam parte do dia sozinhos.

Benefícios do serviço de teleassistência

Para o idoso, a principal vantagem de usar essa tecnologia é a manutenção da sua autonomia. A facilidade e eficiência dos Sistemas de Emergência Pessoal possibilitam que ele continue morando sozinho. Além disso, evita que ele dependa exclusivamente de cuidadores profissionais ou tenha de mudar-se para um residencial geriátrico.

Outro benefício é o fato de que o idoso fica mais seguro sabendo que, em caso de emergência, será prontamente atendido – o que, por sua vez, reduz as consequências dos acidentes e o risco de morte.

Para os familiares, a sensação de tranquilidade e segurança para com a saúde dos seus entes queridos é o maior benefício. Com um canal direto de comunicação, eles se mantém mais próximos do idoso.

Outro fator bastante relevante é o preço acessível: em vez de comprar o equipamento, você o aluga e tem acesso ao serviço completo por quanto tempo desejar. Um possível empecilho inicial pode ser o fato de esta ser uma tecnologia recente, o que, às vezes, faz com que alguns idosos tenham receio de usar a teleassistência. Mas vale a pena insistir, pelo ganho em tranquilidade e qualidade de vida!

Quer descobrir 4 maneiras de convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal? Clique aqui e veja as nossas dicas: https://goo.gl/LHhsbz.

Quer mais informações sobre o serviço de teleassistência? Entre em contato com a nossa equipe e solicite mais detalhes! Ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem na nossa página de contato.

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negócios para a terceira idade

As oportunidades de negócios para a terceira idade são proporcionais ao aumento no percentual da população idosa. Saiba como empreender no mercado de idosos!

Motivados pelas perspectivas promissoras para o futuro, alguns empreendedores estão de olho nas oportunidades de negócios para a terceira idade. Enquanto a participação dos idosos aumenta significativamente no recorte populacional do Brasil, o mercado aquece, trazendo muitas possibilidades de atuação para os novos empresários.

Um dos principais desafios para um novo empreendedor é considerar as exigências do mercado. Identificar demanda, potencial de crescimento e objetivo são os primeiros passos a serem trilhados por quem deseja executar um projeto.

Conheça alguns dados importantes sobre o mercado da terceira idade no Brasil e saiba como empreender no segmento de idosos!

Idosos no Brasil

O crescimento acelerado do número de idosos no Brasil tem chamado a atenção de todas as esferas. Atualmente, as pessoas com mais de 60 anos de idade representam cerca de 12% dos brasileiros e o índice de crescimento dessa população é maior do que a média mundial.

Os idosos também estão vivendo mais: segundo a Tábua de Mortalidade do IBGE, para 2016, a expectativa de vida dos brasileiros ao nascer é de 75,8 anos. Isso afeta diretamente a economia, já que este público passa a demandar mais produtos e serviços direcionados à sua saúde e qualidade de vida.

Mercado em crescimento

Além de já corresponder a uma parcela bastante representativa, a população de idosos continua crescendo a passos largos no Brasil. Estima-se que, em 2050, quase 30% dos brasileiros terão 60 anos de idade ou mais. Em contrapartida, a quantidade de recém nascidos será muito menor.

Este fenômeno é resultado do aumento da expectativa de vida, associado às novas composições familiares – o que é um grande trunfo para quem deseja ingressar neste mercado.

A população idosa do Brasil movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Além disso, a abrangência que o segmento proporciona é muito interessante, já que ele subdivide-se em diversos micro nichos: idosos ativos e autônomos, idosos que precisam de acompanhamento integral ou idosos em fase avançada de Alzheimer, por exemplo.

Nesse contexto, é possível, por exemplo, desenvolver uma ideia direcionada exclusivamente para o público idoso ou adaptá-la a um projeto já existente, oferecendo produtos ou serviços adicionais para atender aos mais velhos. Tudo depende do seu objetivo e da sua pesquisa de mercado.

Ideias de negócios para a terceira idade

Com tantas informações e oportunidades para atender ao segmento idoso, os empreendedores podem ter dúvidas sobre como desenvolver novos negócios para a terceira idade.

É importante saber que tanto os usuários, quanto seus familiares, priorizam os serviços pela sua qualidade, confiança, segurança e personalização. Sendo assim, quem consegue entregar esses valores em forma de produtos ou serviços certamente têm muito sucesso, visto que o índice de fidelização entre este público é bastante alto – pode significar até 85% em alguns segmentos.

Os negócios mais comuns estão, geralmente, relacionados à saúde ou lazer, como serviços de cuidadores ou pacotes de turismo exclusivos para casais ou grupos acima de 60 anos. Mas o mercado está crescendo e se diversificando muito, dando espaço aos negócios que estimulam a independência e autonomia dos idosos, oferecendo suporte, entretenimento e tudo o que tenha como objetivo a promoção da qualidade de vida e o bem-estar do idoso.

Confira algumas ideias inspiradoras de negócios para a terceira idade:

Serviço de Concierge

Diferente do serviço de Cuidadores de Idosos, os serviços de concierge não se limitam às responsabilidades de saúde do idoso. Os concierges atuam como uma companhia para diversas tarefas, como levar para fazer compras, assistir a um filme, fazer uma caminhada, levar ao banco, acompanhar a consultas e exames médicos, entre outras atividades. O serviço também pode incluir a gestão da agenda de compromissos.

Auxílio com tecnologia

Mais de 70% dos idosos possuem smartphone e acessam à internet regularmente, mas, ainda assim, a grande maioria das empresas direciona seus serviços de tecnologia aos mais jovens.

Instituições de ensino, operadoras de telefonia e empresas de diversos outros segmentos podem alavancar seus negócios oferecendo instruções de uso da tecnologia aos idosos. E não se trata de nada muito técnico: eles querem aprender coisas simples, como fazer download de fotos, criar um perfil nas redes sociais, escutar músicas e fazer pesquisas na internet, ou utilizar o controle remoto, aparelho de DVD e microondas, por exemplo.

Sistemas de Emergência Pessoal

Seguindo a tendência “aging in place”, traduzida como “envelhecer em casa”, cerca de 90% dos idosos afirma que pretende continuar morando sozinho.

Mas essa decisão, por vezes, acaba se tornando uma dor de cabeça para os familiares, que temem a ocorrência de um acidente ou mal súbito. E há alguma razão nisso: cerca de 30% dos idosos cai, pelo menos, uma vez ao ano, e as consequências decorrentes de uma queda são muito graves, podendo levar a óbito.

Para suprir a necessidade de independência dos idosos e de cuidado dos familiares, o mercado de teleassistência tem conquistado grande espaço no Brasil com os Sistemas de Emergência Pessoal – destaque entre os negócios para a terceira idade.

O modelo mais comum consiste na instalação de um equipamento na casa do usuário, em que ele pressiona um botão e é atendido por uma equipe especializada, que contata o socorro.

O serviço completo (equipamento + atendimento) é pago mensalmente, o que garante ao empreendedor uma receita recorrente. Ou seja, ele continua tendo receita mensal durante todo o período de contratação, que pode durar meses ou anos.

Também podem ser oferecidos acessórios que complementam o cuidado ao idoso, como dispensador automático de medicamentos e sensor de queda, contratados à parte. E, para os que costumam sair de casa desacompanhados, pode ser contratado o Mini Rastreador Pessoal, pelo qual os familiares podem ter acesso à localização do idoso em tempo real.

São muitas as possibilidades de oferecer tranquilidade, com produtos de qualidade e alto valor agregado.

Se você deseja fazer parte desse mercado que cresce a cada dia, veja como ser um revendedor Tecnosenior e baixe o e-book gratuito sobre o Mercado da Terceira Idade!

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Prevenção de quedas em idosos: saiba como evitar acidentes

As quedas em idosos são reconhecidas como epidemia no Brasil, mas, na maior parte das vezes, podem ser evitadas. Aprenda dicas de prevenção de quedas em idosos!

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa vem aumentando consideravelmente e a expectativa é que este número cresça ainda mais nos próximos anos. Isso é uma notícia boa, pois significa que estamos vivendo mais. Contudo, apesar de todo avanço tecnológico, uma coisa ainda não mudou: o nosso organismo – com o avanço da idade, ele vai se tornando mais debilitado, de forma natural e gradual. E aí entra a prevenção de quedas em idosos.

É preciso estar atento à saúde dos mais velhos, já que a incidência de quedas de idosos em ambiente familiar é maior do que se imagina. Estima-se que 30% desta população caia pelo menos uma vez ao ano. São muitos os fatores associados à queda, como:

  • Fraqueza muscular;
  • Vertigem;
  • Diminuição do equilíbrio;
  • Confusão mental;
  • Uso excessivo de medicação;
  • Problemas de visão.

Mesmo idosos ativos e sem problemas de saúde podem sofrer acidentes, justamente por estarem mais expostos às atividades arriscadas.

O avanço da idade demanda, também, a ampliação dos cuidados e as medidas de prevenção no ambiente que uma pessoa mais velha vive. Para auxiliar, listamos algumas orientações importantes para prevenção de quedas em idosos e dicas de como evitar acidentes!

#1 Manter hábitos saudáveis

Praticar atividades físicas para fortalecer a musculatura e aumentar a flexibilidade, assim como manter uma hidratação adequada e alimentação equilibrada, são hábitos muito importantes na prevenção de quedas em idosos. Em alguns casos, e com indicação médica, pode ser necessário complementar a nutrição com ingestão de cálcio e vitamina D, por exemplo.

#2 Acompanhamento médico preventivo

As quedas podem ocorrer em decorrência de problemas de saúde que o idoso nem sabe que tem. Por isso, o acompanhamento médico é indispensável para a prevenção de quedas em idosos: comparecer às consultas de rotina com oftalmologista, otorrinolaringologista, cardiologista e geriatra, além de manter exames clínicos em dia, pode salvar vidas.

Se o idoso faz uso de medicação contínua, é importante ajudá-lo neste controle, para que o medicamento prescrito seja administrado na dose e hora certas.

#3 Manter a casa segura

As incidências mais recorrentes de queda ocorrem em casa, geralmente onde o idoso costuma se sentir mais seguro. Para evitá-las, é importante adaptar os ambientes, tornando a casa mais segura.

Confira sete dicas valiosas para evitar acidentes:

  • Deixar os ambientes com menos móveis e objetos que possam se tornar obstáculos ao idoso;
  • Melhorar a iluminação nos cômodos da casa – principalmente os mais utilizados pelo idoso;
  • Ajustar a altura da cama e do vaso sanitário;
  • Instalar barras de apoio próximos à cama e no banheiro – especialmente dentro do box;
  • Instalar corrimão nas escadas e fitas antiderrapantes nos degraus;
  • Se optar pelo uso de tapetes, escolha os antiderrapantes que fixam melhor ao chão;
  • Incentivar o uso de calçados com sola de borracha, antiderrapantes, que sejam confortáveis e seguros aos pés.

Para conferir mais orientações sobre como deixar a casa segura para idosos, clique aqui!

Ainda que todas essas e outras orientações sejam seguidas para a prevenção de quedas em idosos, a possibilidade de um acidente não está 100% descartada. Os primeiros 60 minutos que se leva para prestação de socorro, a chamada Golden Hour pode determinar quais consequências físicas e psicológicas uma queda pode trazer para a vida do idoso. Por isso, é preciso estar preparado para prestar o melhor e mais rápido atendimento.

Baixe o e-book “A hora de ouro e a queda de idosos” e saiba tudo sobre como socorrer um idoso com agilidade!

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Show information about the snippet editorYou can click on each element in the preview to jump to the Snippet Editor. SEO title preview: Estágios do Alzheimer: saiba tudo sobre cada um deles

Os 3 estágios do Alzheimer são caracterizados pelas alterações progressivas dos sintomas da Doença. Conheça quais são e como você pode ajudar em cada fase!

Muitas pessoas associam a Doença de Alzheimer ao esquecimento, por esse ser um dos primeiros sintomas manifestados, mas os demais efeitos da doença preocupam bem mais. Com o tempo, eles evoluem até o momento em que o paciente perde o total controle sobre as funções do seu organismo. Este declínio pode ser percebido em três fases bem distintas, conhecidas como os 3 Estágios do Alzheimer. Saiba mais!

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa em que, progressivamente, os neurônios se deterioram até o total comprometimento das funções do cérebro.

No Brasil, são quase 1,2 milhões de pessoas diagnosticadas com Alzheimer e, a cada ano, surgem 100 mil novos casos. Embora também possa ocorrer em pessoas jovens, o principal fator de risco para a Doença de Alzheimer é o avanço da idade. Por esse motivo, a grande maioria das ocorrências é em idosos.

Familiares e cuidadores devem ter muita atenção e paciência no trato com o paciente de Alzheimer – enquanto alguns idosos sequer percebem as alterações, outros negam ajuda por medo de perder sua autonomia.

Por ser uma doença que evolui gradativamente, há uma convenção entre os profissionais de saúde que classifica a Doença de Alzheimer em três estágios do Alzheimer, caracterizados pelos sintomas manifestados ao longo do tempo. Conheça cada um deles:

 #1 Estágios do Alzheimer – Inicial

Dura entre dois e quatro anos e, para os médicos, esta é considerada a fase mais complicada da doença devido à dificuldade em realizar o diagnóstico e à falta de conhecimento por parte da família.

Desde o início, é muito importante que os familiares entendam e apoiem a pessoa com Alzheimer, para que nenhum cuidado seja negligenciado.

principal característica do Estágio Inicial da Doença de Alzheimer é o esquecimento, mas também existem outros sintomas que podem sugerir, o que gera a necessidade de uma avaliação específica:

  • Desorientação Topográfica (quando o paciente não consegue mais reconhecer ou deslocar-se para locais familiares);

  • Repetir perguntas e histórias com frequência;

  • Deixar de fazer compras ou pagar contas;

  • Não alimentar ou higienizar animais de estimação.

Por serem sutis, no entanto, os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças (Hipotireoidismo, Depressão, Diabetes, entre outras), com os efeitos colaterais de algum medicamento, ou até mesmo associados às confusões próprias do avanço da idade.

Para desacelerar os sintomas, os familiares devem incentivar a prática de atividades que estimulem a memória do idoso, como leitura, dança e jogos de tabuleiro.

#2 Estágios do Alzheimer – Moderado

Geralmente, é a fase mais longa da Doença de Alzheimer, e dura entre dois a 10 anos. Caracteriza-se pela manifestação de dificuldades cognitivas, que limitam algumas funções rotineiras e podem ser a causa de confusões mentais e até acidentes. Casos de agressividade e apatia também são frequentes, sendo necessário que os familiares demonstrem afeto e paciência.

Sintomas comuns do Estágio Moderado do Alzheimer:

  • Dificuldade para tarefas simples, como vestir-se  ou cozinhar;

  • Perda mais acentuada da memória recente;

  • Incapacidade de ler e escrever;

  • Não reconhecimento de pessoas próximas.

Para evitar que o idoso se machuque (já que a queda em idosos pode ter sérias consequências), devem ser tomadas medidas de precaução, como tornar a casa mais segura para pessoas na terceira idade, removendo tapetes e instalando barras de apoio, por exemplo. O uso de tecnologias assistivas, como os Sistemas de Emergência Pessoal, também ajudam na manutenção da autonomia do paciente de Alzheimer, pois permitem que ele chame ajuda em caso de emergência de forma prática, rápida e fácil.

#3 Estágios do Alzheimer – Avançado

É o último dos estágios do Alzheimer antes do óbito; e dura de um a três anos. Para familiares e cuidadores, certamente é a fase mais difícil, pois leva o idoso à dependência total. Gradativamente, o paciente vai se desconectando do mundo, quando não reconhece as pessoas mais próximas, como esposa, filhos e netos, e nem a si mesmo.

O Estágio Avançado é marcado pelos seguintes sintomas:

  • Incapacidade de comunicar-se verbalmente;

  • Incontinência urinária e fecal;

  • Dependência para realizar a higiene pessoal;

  • Alimentação por sonda ou com ajuda de terceiros.

Embora não haja cura para a Doença de Alzheimer, o tratamento com medicamentos e terapias ajuda a minimizar os sintomas e é fundamental para que o idoso possa viver com mais qualidade. Exercícios físicos, boa alimentação e a presença dos familiares e amigos também produzem efeitos muito positivos na saúde do paciente com Alzheimer.

Para ficar sempre informado sobre as principais dicas sobre cuidados e bem-estar de pessoas na terceira idade, acesse a categoria sobre Idosos aqui do blog!

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queda em idosos

As quedas são os acidentes mais frequentes e perigosos entre os idosos. Nesse post, você confere dicas para evitar as principais causas desse problema.

A queda é o acidente doméstico mais frequente e perigoso para os idosos. Isso porque com o avançar da idade, as estruturas óssea e muscular, bem como as articulações, ficam debilitadas e levam muito mais tempo para se recuperarem. Sendo assim, ter conhecimento sobre os principais fatores de risco para a queda em idosos é muito importante para que seja possível evitá-la e preservar ao máximo a saúde dos seus familiares.

Esse tipo de acidente se torna muito frequente nos idosos por uma série de motivos. Alguns deles são inerentes ao estado de saúde do idoso, tais como o controle postural, o equilíbrio, a visão, a audição e até mesmo a força muscular que podem estar comprometidos.

Além disso, há os fatores ambientais e comportamentais, que podem ser cumulativos. Dentre eles estão o grau de dependência de terceiros para atividades básicas, o sedentarismo, os obstáculos do ambiente domiciliar, entre outros.

Para conseguir reduzir o índice de acidentes com os entes queridos com quem você convive, confira abaixo os principais fatores de risco que levam à queda em idosos.

Principais fatores de risco para a queda em idosos

De acordo com levantamento feito em hospitais do SUS em São Paulo, em 60% dos casos de internações por queda de idosos, o paciente é mulher. O motivo seria o fato de as mulheres terem menor massa muscular e serem mais ativas do que os homens no ambiente domiciliar, envolvendo-se diariamente em atividades domésticas.

Já quanto aos fatores externos, os principais facilitadores da queda de idosos são o uso de medicamentos, o perfil comportamental do idoso e o uso de sapatos inadequados. A combinação de fármacos pode alterar o nível de consciência, gerar sonolência e prejudicar a visão. Os sapatos inadequados, como chinelos ou aqueles com salto superior a dois centímetros, também possuem papel agravante nessa situação.

Comportamentalmente, há dois fatores a considerar: o primeiro é o nível de sedentarismo – ou seja, idosos que não se exercitam ficam com as estruturas óssea, muscular e com as articulações mais frágeis, ocasionando em mais quedas por fraqueza e desequilíbrio; o segundo ponto a considerar é o índice de atividade dentro de casa, porque quanto mais o idoso circula em ambientes com objetos que apresentem um obstáculo em seu caminho, maiores os índices de tombos.

Para facilitar sua visualização dos principais fatores de risco para a queda em idosos, confira a lista abaixo.

Riscos de queda relacionados à idade:

  • Gênero: o sexo feminino tem maior risco de queda, então atenção especial às idosas;
  • Histórico prévio de quedas;
  • Uso de 4 ou mais medicamentos simultaneamente;
  • Dificuldades em andar ou desequilíbrio;
  • Dificuldades cognitivas;
  • Alterações da visão;
  • Alterações ortopédicas
  • Estado psicológico;
  • Grau de dependência.

Riscos de queda relacionados ao ambiente

  • Iluminação ineficiente;
  • Piso escorregadio;
  • Ausência de corrimão;
  • Tapetes soltos;
  • Obstáculos mobiliários;
  • Roupas muito largas;
  • Sapatos inadequados.

  Riscos de queda relacionados ao comportamento

  • Sedentarismo;
  • Alta atividade doméstica.

Como prevenir a queda em idosos

Evitar esse tipo de acidente muitas vezes significa evitar também uma grave fratura óssea, medicações fortes e até mesmo uma cirurgia ortopédica, pois essas são situações que frequentemente se tornam consequências das quedas em idosos. Além disso, esses fatores podem acarretar em um efeito dominó com demais problemas de saúde.

Há uma série de medidas preventivas que você pode adotar hoje mesmo para proteger melhor seus idosos, são elas:

  • Promover e incentivar a prática de atividades físicas para reforço muscular e equilíbrio
  • Remover possíveis obstáculos das áreas de circulação da casa, como mesas de centro;
  • Deixar os objetos mais utilizados no dia a dia em local de fácil acesso;
  • Evitar o uso de tapetes, sobretudo no banheiro;
  • Manter uma boa iluminação interna, utilizando lâmpadas fluorescentes ou de LED;
  • Disponibilizar um abajur ou interruptor de luz ao lado da cama do idoso;
  • Dispor de calçados adequados, com solado antiderrapante, fechados e que possam ser presos ao redor dos calcanhares, preferencialmente com velcro.

Cuidar adequadamente de um idoso, oferecendo-lhe segurança, acolhimento e atenção, muitas vezes é cansativo e desafiador, mas não permita que a rotina atarefada do dia a dia o distraia desses pequenos cuidados que podem significar muito à saúde do seu familiar. Lembre-se sempreda máxima: prevenir sempre é melhor que remediar. E se, mesmo com todas as medidas de prevenção, o idoso possuir ocorrências de queda, considere utilizar os Sistemas de Emergência Pessoal! Para saber mais, entre em contato com a Tecnosenior!

Veja mais dicas aqui no blog da Tecnosenior sobre cuidados com os idosos!

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