Novos negócios para a terceira idade

Tecnologia para idosos

Há algumas décadas, os idosos não consumiam tecnologia. Hoje, representam o público mais promissor do mercado. Veja as oportunidades da tecnologia para idosos!

Há poucas décadas, dificilmente você veria as palavras “tecnologia para idosos” na mesma frase. O estereótipo da terceira idade era representado por velhinhos frágeis, dependentes e sem nenhum interesse ou habilidade com inovação.

Felizmente, esse perfil mudou: hoje, 78% dos idosos brasileiros utiliza smartphone e 40% acessa à internet diariamente. Muitos deles, por necessidade ou opção, continuam trabalhando e mantém seu poder de compra – cerca de 70% das pessoas com mais de 60 anos toma decisões sozinha na hora de comprar.

Quem ganha com isso são os empresários, dos mais diversos segmentos, que vêem crescer, a cada dia, as oportunidades de ampliar seu nicho de atuação.

Demanda pouco explorada

Uma pesquisa mundial, realizada em 2016 pela AVG Technologies, apontou que os idosos se sentem menosprezados pelas empresas, sobretudo as de tecnologia. Eles afirmam que os produtos e serviços comercializados são direcionados aos jovens e não se destinam a suprir as necessidades dos mais velhos.

Considerando o número de idosos ativos e economicamente autônomos, essa atitude deve ser reavaliada. Além de representar um mercado muito promissor, a oferta de tecnologia para idosos tem poder social, pois contribui para a manutenção da saúde e promove a qualidade de vida na terceira idade.

Tecnologia para idosos no mundo

Estados Unidos, Portugal e Japão são os países que concentram o maior número de inovações desenvolvidas com foco no idoso. Todos os anos, estes e outros países participam da maior feira de eletrônicos do mundo, a Consumer Electronics Show, onde são apresentados milhares de soluções em tecnologia.

Conheça as novidades sobre tecnologia para idosos apresentadas em Las Vegas, na CES 2018:

#1 Airbag para idosos

O Hip’Air é um airbag usado como cinto, que infla automaticamente ao detectar a iminência de uma queda. Seu objetivo é reduzir os riscos de fraturas no quadril e fêmur, principais regiões afetadas nos episódios de quedas, que podem, inclusive, levar à óbito.

#2 Tênis antiqueda

The Smart Shoe, ou O Tênis Inteligente, foi desenvolvido por uma startup francesa e conta com vários sensores – acelerômetro, sensor de pressão, giroscópio e GPS – que pode detectar quedas e informar o incidente, por meio da rede celular, aos familiares e amigos do idoso.

#3 Cadeira de rodas poderosa

A Whill é uma cadeira de rodas motorizada, desenvolvida por uma startup japonesa, que promete revolucionar o segmento de veículos elétricos pessoais: suas rodas manobram com facilidade, possibilitando ao idoso passar por lugares apertados, dentro ou fora de casa, e em diferentes terrenos – lama, areia e até neve.

Oportunidades de negócio com as tecnologias para idosos

Quando traçamos o paralelo entre o crescente público consumidor e a falta de interesse em atendê-lo por parte de muitas empresas, percebe-se uma grande brecha.

Apostar no mercado de tecnologia para idosos possibilita suprir essa demanda e atrair muitos resultados para o negócio. Para empresas novas, é a oportunidade de ingressar em um nicho em expansão; para empresas já consolidadas, é a grande chance de agregar valor aos serviços oferecidos e garantir autoridade em seu segmento.

Se você possui uma empresa de tecnologia, por exemplo, pode ampliar seu setor de atuação e oferecer serviços para os idosos. Por outro lado, se você é empresário no mercado da terceira idade, pode incluir soluções de tecnologia em seu portfólio de serviços.

Também é importante considerar a adequação dos serviços oferecidos às necessidades do público, que, para os idosos, são saúde, segurança, entretenimento e relacionamento.

Conheça algumas possibilidades de atuação:

Aplicativos para celular

Muitos idosos já utilizam aplicativos de celular, especialmente para uso das redes sociais, e oferecer opções direcionadas a eles pode lhes facilitar muito o dia a dia. Algumas opções interessantes podem ser lembrete de medicamentos, guia de exercícios físicos, jogos de lógica e estimulação cognitiva, apps para conhecer pessoas, entre outros.

Aulas de tecnologia

Pessoas que possuem habilidades com smartphones, computadores e outros dispositivos eletrônicos podem ensinar os idosos a usá-los. Na maioria das vezes, eles desejam aprender funcionalidades simples como tirar e salvar fotos, fazer pesquisas, criar um perfil nas redes sociais ou fazer downloads de jogos e aplicativos.

Automação residencial

Toda tecnologia se propõe a solucionar algum problema do usuário. No caso dos idosos, as dificuldades de visão, audição e mobilidade podem comprometer as atividades da vida diária. Portanto, equipamentos que controlam de forma automatizada a iluminação, a temperatura e a segurança do ambiente são muito úteis para os mais velhos.

Sistemas de teleassistência

Visando preservar a independência e a autonomia dos idosos que preferem morar sozinhos, os sistemas de teleassistência garantem que o usuário consiga chamar socorro em caso de emergência. Pressionando apenas um botão, ele é atendido imediatamente por uma central de monitoramento especializada, que executa o plano de emergência e aciona os familiares.

Esse sistema compreende a instalação do equipamento na casa do usuário e o serviço de atendimento 24 horas. É uma excelente oportunidade de negócio para empreendedores que buscam receita recorrente e baixo investimento inicial.

BAIXE O E-BOOK GRATUITO E SAIBA COMO FUNCIONA O MERCADO DE TELEASSISTÊNCIA

Você tem interesse em ser um revendedor de Sistemas de Teleassistência para idosos? Entre em contato conosco agora mesmo! Ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem em nossa página de contato!

E para ter acesso aos nossos conteúdos gratuitos sobre o mercado da terceira idade e as oportunidades de negócio, cadastre seu e-mail no box “Quer mais conteúdo” no início do texto!

Continue Reading
Administrar empresa: 8 aplicativos incríveis para empresários

A falta de tempo e a quantidade de tarefas estão reduzindo seus resultados? Veja 8 aplicativos incríveis para ajudar a administrar sua empresa!

Os aplicativos para smartphone, muito populares no acesso às redes sociais e jogos, têm tido uma aplicação muito útil no mundo corporativo: ajudar gestores a administrar empresa. Já considerados ferramentas estratégicas de gestão, os apps são eficazes na organização e otimização do tempo nas companhias, compensando a alta demanda de tarefas e aumentando a produtividade das equipes.

A Tecnosenior testou dezenas de aplicativos e selecionou alguns deles para apresentar a você. Confira agora oito aplicativos muito práticos para facilitar o dia a dia do empresário!

#1 Trello

Principal função: Gerenciamento de tarefas.

Disponibilidade: Mobile (Android e iOS) e Desktop (MacOS e Windows).

No Trello, você cria uma lista de tarefas e projetos com seus respectivos prazos e pode dividí-los em ordem de prioridade e pelo progresso – Não iniciada, Em progresso e Finalizada. Em cada uma dessas etapas, é possível anexar fotos, vídeos, checklists e comentários.

Além disso, as tarefas podem ser atribuídas a outros usuários da equipe, de modo com que cada um tenha controle sobre seu fluxo de produção.

#2 WhatsApp Business

Principal função: Comunicação com clientes.

Disponibilidade: Mobile (Android) – Ainda sem previsão para iOS.

Todo mundo já conhece o WhatsApp pessoal, mas a versão Business chegou para revolucionar a forma de comunicação entre empresa e clientes.

Pensado para pequenas empresas, o WhatsApp Business permite montar um perfil profissional com endereço, horário de funcionamento, endereço de e-mail e site. Também possibilita a configuração de mensagens automáticas (de saudação ou ausência, por exemplo) e mensagens rápidas (para responder às perguntas mais recorrentes sem demora). Para acompanhar as métricas de atendimento, o WhatsApp Business gera estatísticas com a quantidade de mensagens recebidas, lidas e enviadas.

Além de tudo isso, na versão Business é possível cadastrar um número de telefone celular ou fixo para acessar o aplicativo.

#3 Pomodoro Timer

Principal função: Gestão do tempo e produtividade.

Disponibilidade: Mobile (Android e iOS) e Desktop (Extensão para MacOS e Windows).

Você e/ou seu time de colaboradores sofre com a procrastinação e falta de produtividade? Se sua resposta é sim, a técnica Pomodoro pode lhe ajudar!

O aplicativo Pomodoro Timer é um cronômetro que divide seu fluxo de trabalho em blocos de tempo, denominados pomodoros. Nesse período, alguns sites têm o acesso bloqueado, para evitar que você saia do foco, por exemplo.

Na configuração original, cada pomodoro dura 25 minutos e é sucedido de um intervalo de cinco minutos. A cada quatro pomodoros, você tem direito a uma pausa de 20 minutos. Assim, é possível ter maior produtividade e foco nas tarefas sem abdicar de pequenos (mas efetivos) momentos de descanso e relaxamento – que inclusive ajudam a maximizar a qualidade nos afazeres. Todas as configurações de tempo e os sites bloqueados podem ser alterados para se adequar ao seu ritmo de trabalho.

#4 Conta Azul

Principal função: Gestão Financeira.

Disponibilidade: Desktop (MacOS e Windows). App de Vendas Mobile (Android e iOS).

Em uma interface simples, o Conta Azul é um sistema de gestão completo que integra suas informações bancárias, para que você tenha total controle sobre a movimentação financeira da sua empresa.

Entre suas funcionalidades estão a emissão de boletos e notas fiscais, monitoramento do fluxo de caixa, controle de estoque, envio automático de documentos fiscais ao contador e emissão de relatórios. Ou seja, tudo o que é necessário para administrar sua empresa do ponto de vista financeiro, de forma organizada e prática.

Além disso, o Conta Azul oferece o App de Vendas para uso no celular ou no tablet, permitindo que você realize transações comerciais, gerencie seu estoque e acompanhe a evolução do desempenho de qualquer lugar.

#5 Slack

Principal função: Comunicação Interna.

Disponibilidade: Mobile (Android e iOS) e Desktop (MacOS e Windows).

Com o objetivo de centralizar a comunicação das equipes em um único lugar, o Slack é um dos aplicativos favoritos entre os empreendedores – dos pequenos até os grandes, como The New York Times, Adobe e Spotify, todos clientes da plataforma.

No Brasil, é mais popular entre empresas de tecnologia e agências de comunicação, porém, nos Estados Unidos, é utilizado por empresas de diversos segmentos.

O Slack unei a agilidade e a interatividade de um chat com o profissionalismo e os recursos de um e-mail. Além disso, permite o envio de mensagens de texto instantâneas, arquivos em vários formatos, GIFs e muito mais.

Para completar, o aplicativo pode ser integrado a diversas outras plataformas, como Trello, Google Drive, MailChimp e Youtube, por exemplo.

#6 Pocket

Principal função: Armazenar informações para leitura posterior.

Disponibilidade: Mobile (Android e iOS) e Desktop (MacOS e Windows).

Sabe quando você encontra um artigo muito interessante, mas não pode ler naquele momento? O Pocket salva ele para você!

Muitos empreendedores o utilizam como forma de manter a produtividade, pois não precisam parar o que estão fazendo para consumir os conteúdos – como guias com dicas, novos dados do mercado, estudos de caso, entre outras informações que poderiam auxiliar nas atividades de administrar empresa.

Você pode guardar textos, imagens e vídeos de diversas plataformas para ver mais tarde, e todos eles ficam disponíveis offline. O Pocket possui integração com mais de 1.500 aplicativos, como Twitter, Pulse e Feedly.

#7 G Suite

Principal função: Pacote de ferramentas empresariais.

Disponibilidade: Mobile (Android e iOS) e Desktop (MacOS e Windows).

Resumindo, o G Suite é uma plataforma do Google com diversos recursos empresariais que você pode acessar a qualquer hora, de qualquer lugar do mundo – pois fica armazenado na nuvem. Dessa forma, permite acessar, compartilhar e administrar múltiplas ferramentas de maneira rápida e fácil, e assim otimiza diversos processos.

Entre as aplicações do G Suite, estão:

  • Gmail: maior plataforma de e-mail do mundo, em espaço disponível e número de usuários;

  • Google Agenda: calendários com tarefas compartilháveis;

  • Google+: rede social para empresas;

  • Hangouts: aplicativo de videoconferências;

  • Google Drive: armazenamento na nuvem e compartilhamento de arquivos;

  • Google Docs, Planilhas, Apresentações, Formulários etc.: espelho do Pacote Office para criar e compartilhar materiais.

#8 Canva

Principal função: Criação de materiais gráficos.

Disponibilidade: Mobile (Android e iOS) e Desktop (MacOS e Windows).

Os modelos pré-configurados do Canva permitem que você (ou o seu departamento de design) crie diversos materiais gráficos, nos formatos adequados para múltiplas plataformas onlines, como Facebook, Instagram e Pinterest, e também para materiais impressos como cartões de visita, folders, convites, entre outros.

A ferramenta é muito útil para momentos em que você não tem como recorrer a um profissional, quando esse profissional precisa entregar um material em um curto período de tempo, ou, ainda, quando não há a disponibilidade de softwares mais avançados de design gráfico, como Photoshop ou Illustrator.

Outras ferramentas de gestão também disponibilizam versões em aplicativo mobile para ajudar a administrar empresa quando você está no celular ou tablet. É o caso da plataforma de CRM Pipedrive e da plataforma de gestão de redes sociais Etus.

Gostou desse conteúdo? Quer saber como ter acesso a mais informações sobre negócios e administração de empresas? Então inscreva-se na nossa newsletter cadastrando o seu e-mail no box “Quer ainda mais conteúdo” no início do texto!

Continue Reading
Dicas de Empreendedorismo

Você sabia que a principal razão pelo fechamento de uma empresa é a falta de planejamento? Conheça 6 dicas de empreendedorismo para ter sucesso no seu negócio!

Para muitos, empreender é a realização de um sonho. Para outros, uma solução para driblar a crise econômica e o alto índice de desemprego no país. Nos últimos anos, o Brasil registrou um aumento de 20% na abertura de empresas de todos os portes e, estima-se, atualmente, que 30% da população esteja vinculada a algum negócio próprio, como renda principal ou complementar.

Em contrapartida, a longevidade das empresas é baixa: segundo o IBGE, metade das empresas fecham antes de completar cinco anos. E entre os principais motivos para isso que são apontados pelos empresários, está a elevada carga tributária e a falta de clientes.

Mas isso não é motivo para desistir da ideia de empreender. Este texto foi desenvolvido justamente para incentivá-lo a continuar, com dicas de empreendedorismo para garantir o sucesso do seu negócio.

Confira seis passos fundamentais para quem deseja empreender!

#1 Planeje cada etapa

A falta de planejamento é, de longe, a principal razão para o fechamento de uma empresa. Não é à toa que toda consultoria empresarial – seja ela realizada pelo Sebrae ou por um Coach – começa com elaboração de um Plano de Negócio (em inglês, Business Plan).

Esse documento visa analisar a viabilidade do negócio por meio da definição da proposta de valor, conceito, objetivo, público-alvo, fonte de recursos, projeção de crescimento e outros detalhes que orientam todas as decisões relacionadas à empresa.

Independentemente do porte ou do número de funcionários, é indispensável que o empreendedor esteja seguro sobre seus valores e o que pretende solucionar com o seu negócio.

#2 Invista em marketing

“Se eu tivesse um único dólar, investiria em propaganda”. Embora cite apenas a propaganda, a célebre frase dita por Henry Ford representa a importância do investimento em marketing para o sucesso de uma empresa.

As estratégias de marketing propõem estudar a fundo o comportamento do potencial cliente e executar ações de prospecção – entre elas, a propaganda – a partir dos dados coletados.

O Inbound Marketing, conhecido como Marketing de Atração, possibilita localizar os consumidores ideais e atraí-los por meio de conteúdo relevante e relacionamento. O efeito disso é a consistência dos resultados e a fidelização dos clientes.

#3 Qualifique sua equipe de vendas

Seu produto pode ser excelente, mas não se vende sozinho. Uma equipe de vendas é a ponte entre a empresa e os clientes, mas, para que essa ponte não rompa, ela deve ser construída com materiais de qualidade e receber manutenção.

Como líder, você precisa ter um fluxo de relacionamento com a equipe: (1) orientar seus funcionários, sendo transparente sobre os objetivos da empresa e certificando-se de que estão engajados com o seu propósito; (2) oferecer recursos adequados para o desempenho das atividades (materiais e equipamentos), capacitação, um ambiente saudável e remuneração justa; (3) por fim, acompanhar o desempenho, considerar os contratempos, corrigir as falhas e manter todo esse processo funcionando e se renovando.

#4 Segmente seu público

No artigo “Como definir o público-alvo de uma empresa?”, falamos sobre a importância da segmentação e dos motivos por que você não deve comunicar para todo mundo – essa que é uma das principais dicas de empreendedorismo.

Ao segmentar o público, você amplia as chances de atingir as pessoas mais propensas a comprar, aumentando a receita e reduzindo o desperdício.

As vantagens são ainda maiores se a sua empresa utilizar a técnica de Persona, que consiste na representação semificcional de um cliente real, com quem você vai se comunicar em todas as suas estratégias de comunicação.

Ou seja, em vez de considerar características básicas para compor o seu público (sexo, faixa etária, localização, renda e ocupação), você cria um perfil com dados específicos, incluindo nome, características demográficas, comportamentais e interesses.

Se a sua empresa ainda não tem uma Persona, você pode utilizar O Fantástico Gerador de Personas, desenvolvido pelas empresas Rock Content e Resultados Digitais.

#5 Utilize ferramentas de gestão

Administrar uma empresa requer a gestão de muitos processos ao mesmo tempo e, nessas horas, a tecnologia pode ser uma grande aliada.

Existem diversas ferramentas online que podem contribuir para otimizar seu tempo e suas informações, e muitas delas, inclusive, podem ser integradas. Conheça algumas:

Para CRM (Gestão do Relacionamento com o Cliente)

Para Gerenciamento de Tarefas

Para Automação de Marketing (Inbound Marketing)

#6 Tome decisões baseadas em dados

É claro que você precisa colocar emoção no desenvolvimento do seu negócio, mas as decisões que envolvem a empresa devem ser sempre fundamentadas em dados.

O sucesso de uma empresa depende muito do seu poder de adaptação e inovação, mas, para tomar decisões acertadas, você deve considerar os resultados de pesquisas e relatórios confiáveis. Isso vale para o lançamento de novos produtos, entrada em novos mercados, mudanças na marca e quaisquer outras definições.

Para manter a efetividade do trabalho, é recomendado que as pesquisas sejam realizadas periodicamente, especialmente em relação à concorrência, mercado, tendências e clima organizacional.

Entre as dicas de empreendedorismo, uma extra: tenha paciência!

Depois de planejar e executar cada passo, seja paciente. Novos empreendedores tendem a querer resultados imediatos, mas “colocar a carroça na frente dos bois” é um dos motivos para a falência de muitas empresas.

Dificilmente, você terá o retorno do seu investimento no primeiro ano. Enquanto isso, otimize os recursos e trabalhe com responsabilidade que os resultados logo virão!

Quer receber mais dicas de empreendedorismo? Cadastre-se na nossa newsletter “Quer ainda mais conteúdo” no início do texto e acompanhe nossos materiais exclusivos!

Continue Reading
Como definir o público-alvo de uma empresa

Conhecer quem são os seus potenciais clientes é essencial para o sucesso do seu negócio. Descubra agora como definir o público-alvo de uma empresa!

A definição do público-alvo de uma empresa é uma das partes essenciais na construção de um plano de negócio. É um processo complexo, que demanda muita pesquisa e consiste em descobrir, com a maior precisão possível, quem são as pessoas atendidas por uma corporação.

Esta etapa deve ser priorizada tanto por empreendedores iniciantes, quando pelos mais experientes, visto que o objetivo é orientar as ações de comunicação para os clientes mais propensos a realizar uma conversão.

Entretanto, não se trata somente de atingir quem irá comprar seu produto ou serviço, mas também em reconhecer todas as pessoas que têm algo em comum com a sua marca e podem contribuir com ela ao longo do tempo.

Como identificar o público-alvo de uma empresa?

Mesmo nos casos em que uma consultoria terceirizada for contratada para esta tarefa, você deve estar 100% envolvido com o processo de definição do público-alvo do seu negócio. Isso é importante porque ele permeia todas as outras ações que serão adotadas pela empresa no futuro e pode-se dizer que está relacionado ao seu sucesso. Para isso, a participação ativa do gestor é indispensável.

A definição do público-alvo é obtida por meio de pesquisas, que podem ser realizadas pessoalmente, com um entrevistador e um questionário, ou pela internet, usando fóruns e ferramentas de pesquisa online. Algumas das mais conhecidas são SurveyMonkey e Formulários Google, entre outras.

Confira algumas dicas do que coletar com o público que atinge ou pretende atingir:

Abaixo você tem uma lista com os principais informações que ajudam a definir o público-alvo de uma empresa.

#1 Liste as informações mais relevantes sobre a pessoa

  • Gênero;

  • Idade;

  • Estado civil;

  • Localização;

  • Escolaridade;

  • Ocupação;

  • Renda;

  • Hobbies;

  • Marcas favoritas;

  • Interesses e motivações;

  • Hábitos de compra;

  • Formas de pagamento preferidas.

#2 Quais são seus problemas e angústias?

Descubra o que incomoda ou dificulta a vida desta pessoa, como por exemplo:

  • Mora em um imóvel muito pequeno ou distante do trabalho;

  • Tem pouco tempo livre com a família;

  • Preocupa-se com os pais idosos que moram sozinhos;

#3 Quais as soluções esperadas para o problema?

Entenda de que maneira a pessoa gostaria que o problema fosse resolvido. Seguindo o exemplo anterior:

  • Mudar para uma casa maior, em um bairro central;

  • Ter um emprego com flexibilidade de horário;

  • Possuir uma forma de comunicação simples com os pais, para checar se está tudo bem.

#4 Como essa pessoa consome informação?

Esta questão serve para descobrir quais são os canais e a linguagem de sua preferência, para que assim a sua empresa possa se comunicar pelos meios corretos, ou seja, aquelas utilizados pelo público-alvo.

#5 Com todos os dados em mãos, como você pode ajudá-los?

Enumere as formas com que sua empresa pode contribuir para resolver os problemas desse perfil de pessoa. Identifique se você oferece uma solução efetiva, paliativa ou diferente da esperada pelo público e, se não atender, considere mudar seu posicionamento ou reavaliar a estratégia.

Se você quer saber como empreender no mercado de Emergência Pessoal, faça o download gratuito do E-Book Como Funciona o Mercado de Emergência Pessoal.

Por que não comunicar para todo mundo?

Na ânsia de ver o resultado acontecer, muitos empreendedores cometem o equívoco de não restringir o público em sua estratégia de comunicação. Há muitos prejuízos em tomar atitudes como esta, e as chances de obter retorno são ainda menores. Entenda o porquê:

É impossível agradar tanta gente

Você já ouviu a frase “o que é bom para você, pode ser não ser bom para os outros”? Para um empreendedor, é difícil imaginar que alguém possa não gostar da solução que sua empresa oferece, mas essa situação é real.

Nem todas as pessoas se identificam com a linguagem que você utiliza, com os seus valores ou, além disso, não têm uma demanda relacionada ao que você promove (ou seja, sua solução não é adequada ao problema).

É desperdício de dinheiro

Se você já investiu em algum canal de mídia, sabe que o investimento é bem elevado, especialmente em meios de massa, como televisão ou revistas de grande circulação. Imagine, então, contratar uma equipe de vendas que passa o dia ligando aleatoriamente para todos os tipos de clientes e oferecendo os produtos da sua empresa. Ou seja, aplicar dinheiro emmuitos canais, sem segmentação adequada, deixa de ser investimento e passa a ser custo, porque não traz retorno.

Além de atingir o consumidor mais valioso e aumentar o retorno sobre o investimento, ter o público-alvo de uma empresa bem definido garante vendas mais consistentes e clientes mais fiéis para a sua empresa.

Gostou deste conteúdo? Continue acompanhando nosso blog para ter mais informações sobre empreendedorismo e novos negócios!

Continue Reading
negócios para a terceira idade

As oportunidades de negócios para a terceira idade são proporcionais ao aumento no percentual da população idosa. Saiba como empreender no mercado de idosos!

Motivados pelas perspectivas promissoras para o futuro, alguns empreendedores estão de olho nas oportunidades de negócios para a terceira idade. Enquanto a participação dos idosos aumenta significativamente no recorte populacional do Brasil, o mercado aquece, trazendo muitas possibilidades de atuação para os novos empresários.

Um dos principais desafios para um novo empreendedor é considerar as exigências do mercado. Identificar demanda, potencial de crescimento e objetivo são os primeiros passos a serem trilhados por quem deseja executar um projeto.

Conheça alguns dados importantes sobre o mercado da terceira idade no Brasil e saiba como empreender no segmento de idosos!

Idosos no Brasil

O crescimento acelerado do número de idosos no Brasil tem chamado a atenção de todas as esferas. Atualmente, as pessoas com mais de 60 anos de idade representam cerca de 12% dos brasileiros e o índice de crescimento dessa população é maior do que a média mundial.

Os idosos também estão vivendo mais: segundo a Tábua de Mortalidade do IBGE, para 2016, a expectativa de vida dos brasileiros ao nascer é de 75,8 anos. Isso afeta diretamente a economia, já que este público passa a demandar mais produtos e serviços direcionados à sua saúde e qualidade de vida.

Mercado em crescimento

Além de já corresponder a uma parcela bastante representativa, a população de idosos continua crescendo a passos largos no Brasil. Estima-se que, em 2050, quase 30% dos brasileiros terão 60 anos de idade ou mais. Em contrapartida, a quantidade de recém nascidos será muito menor.

Este fenômeno é resultado do aumento da expectativa de vida, associado às novas composições familiares – o que é um grande trunfo para quem deseja ingressar neste mercado.

A população idosa do Brasil movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Além disso, a abrangência que o segmento proporciona é muito interessante, já que ele subdivide-se em diversos micro nichos: idosos ativos e autônomos, idosos que precisam de acompanhamento integral ou idosos em fase avançada de Alzheimer, por exemplo.

Nesse contexto, é possível, por exemplo, desenvolver uma ideia direcionada exclusivamente para o público idoso ou adaptá-la a um projeto já existente, oferecendo produtos ou serviços adicionais para atender aos mais velhos. Tudo depende do seu objetivo e da sua pesquisa de mercado.

Ideias de negócios para a terceira idade

Com tantas informações e oportunidades para atender ao segmento idoso, os empreendedores podem ter dúvidas sobre como desenvolver novos negócios para a terceira idade.

É importante saber que tanto os usuários, quanto seus familiares, priorizam os serviços pela sua qualidade, confiança, segurança e personalização. Sendo assim, quem consegue entregar esses valores em forma de produtos ou serviços certamente têm muito sucesso, visto que o índice de fidelização entre este público é bastante alto – pode significar até 85% em alguns segmentos.

Os negócios mais comuns estão, geralmente, relacionados à saúde ou lazer, como serviços de cuidadores ou pacotes de turismo exclusivos para casais ou grupos acima de 60 anos. Mas o mercado está crescendo e se diversificando muito, dando espaço aos negócios que estimulam a independência e autonomia dos idosos, oferecendo suporte, entretenimento e tudo o que tenha como objetivo a promoção da qualidade de vida e o bem-estar do idoso.

Confira algumas ideias inspiradoras de negócios para a terceira idade:

Serviço de Concierge

Diferente do serviço de Cuidadores de Idosos, os serviços de concierge não se limitam às responsabilidades de saúde do idoso. Os concierges atuam como uma companhia para diversas tarefas, como levar para fazer compras, assistir a um filme, fazer uma caminhada, levar ao banco, acompanhar a consultas e exames médicos, entre outras atividades. O serviço também pode incluir a gestão da agenda de compromissos.

Auxílio com tecnologia

Mais de 70% dos idosos possuem smartphone e acessam à internet regularmente, mas, ainda assim, a grande maioria das empresas direciona seus serviços de tecnologia aos mais jovens.

Instituições de ensino, operadoras de telefonia e empresas de diversos outros segmentos podem alavancar seus negócios oferecendo instruções de uso da tecnologia aos idosos. E não se trata de nada muito técnico: eles querem aprender coisas simples, como fazer download de fotos, criar um perfil nas redes sociais, escutar músicas e fazer pesquisas na internet, ou utilizar o controle remoto, aparelho de DVD e microondas, por exemplo.

Sistemas de Emergência Pessoal

Seguindo a tendência “aging in place”, traduzida como “envelhecer em casa”, cerca de 90% dos idosos afirma que pretende continuar morando sozinho.

Mas essa decisão, por vezes, acaba se tornando uma dor de cabeça para os familiares, que temem a ocorrência de um acidente ou mal súbito. E há alguma razão nisso: cerca de 30% dos idosos cai, pelo menos, uma vez ao ano, e as consequências decorrentes de uma queda são muito graves, podendo levar a óbito.

Para suprir a necessidade de independência dos idosos e de cuidado dos familiares, o mercado de teleassistência tem conquistado grande espaço no Brasil com os Sistemas de Emergência Pessoal – destaque entre os negócios para a terceira idade.

O modelo mais comum consiste na instalação de um equipamento na casa do usuário, em que ele pressiona um botão e é atendido por uma equipe especializada, que contata o socorro.

O serviço completo (equipamento + atendimento) é pago mensalmente, o que garante ao empreendedor uma receita recorrente. Ou seja, ele continua tendo receita mensal durante todo o período de contratação, que pode durar meses ou anos.

Também podem ser oferecidos acessórios que complementam o cuidado ao idoso, como dispensador automático de medicamentos e sensor de queda, contratados à parte. E, para os que costumam sair de casa desacompanhados, pode ser contratado o Mini Rastreador Pessoal, pelo qual os familiares podem ter acesso à localização do idoso em tempo real.

São muitas as possibilidades de oferecer tranquilidade, com produtos de qualidade e alto valor agregado.

Se você deseja fazer parte desse mercado que cresce a cada dia, veja como ser um revendedor Tecnosenior e baixe o e-book gratuito sobre o Mercado da Terceira Idade!

Continue Reading
idosa utilizando aparelho de teleassistência

O números de idosos está crescendo e a cada dia surgem novas oportunidades de negócio para este público. Conheça o serviço de teleassistência e como empreender!

O serviço de teleassistência surgiu nos Estados Unidos por volta dos anos 80, com o objetivo de reduzir o tempo de internação nos hospitais e manter a autonomia dos idosos em casa.  Mais de 20 anos depois, esse serviço chegou ao Brasil e, por aqui, tem se popularizado especialmente devido ao avanço rápido da expectativa de vida e às novas composições familiares – idosos ativos vivendo sozinhos e envelhecendo em casa.

Esta tendência tem trazido muitas oportunidades para os novos empreendedores, que podem incorporar os serviços dessa área de atuação a diversos nichos de mercado.

Entenda o que é o serviço de teleassistência e como funciona este modelo de negócio!

O termo teleassistência pode ser descrito como atendimento à distância, e consiste em atender, no menor tempo possível, pessoas que sofreram alguma emergência. No entanto, o atendimento de emergência não é realizado pelo serviço de teleassistência: ele apenas executa ações que viabilizam o atendimento ao usuário.

Como o serviço de teleassistência funciona na prática?

Ele é uma tecnologia assistiva operada por meio de um sistema responsivo de emergência pessoal (PERSPersonal Emergency Response System, na sigla em inglês). Com o PERS, o usuário pressiona um botão e o equipamento liga para uma central de atendimento, com atendentes disponíveis 24 horas, ou diretamente para número de familiares (dependendo do equipamento utilizado).

O modelo mais sofisticado em termos de recursos é o PERS 4200: ele é um console instalado na casa do cliente, conectado à sua linha telefônica fixa, e que acompanha um botão de emergência à prova d’água que pode ser utilizado como pingente ou pulseira.

Em caso de emergência, o usuário pressiona o botão, e então o equipamento disca para uma central 24h, sendo atendido por uma equipe capacitada que executa o plano de ação, definido previamente pelo usuário. O plano de ação pode incluir medidas como ligar para familiares, serviço de remoção, plano de saúde, emergência etc.

Além disso, o PERS 4200 pode ser instalado com diversos acessórios. Juntamente com o botão de emergência, o equipamento pode se comunicar com sensor de fumaça, sensor de movimento, sensor de queda, dispensador eletrônico de medicamentos, entre outros. Além dos dispositivos que são instalados na residência,  há os equipamentos móveis de teleassistência, para uso fora de casa. Entre eles está o Mini Rastreador Pessoal (IGO).

Como implantar uma empresa de teleassistência?

Quem deseja começar um negócio de emergência pessoal normalmente oferece o sistema completo de teleassistência ao cliente: equipamento + serviço (atendimento 24h).

Alguns empreendedores optam por formar uma equipe e realizar o atendimento, outros preferem terceirizar o serviço contratando uma Central  de Atendimento especializada, e há ainda aqueles que integram o atendimento a uma Central de Monitoramento já existente – de segurança pessoal, patrimonial ou veicular, por exemplo.

Para realizar o atendimento, seja ele exclusivo ou vinculado a outro segmento, você não precisa manter um ponto físico, nem equipe alocada, já que a plataforma de atendimento é 100% online e opera com cloud computing (mais conhecida como nuvem). Basta apenas alguns computadores e acesso à internet.

Como funciona o modelo de negócio?

O negócio de teleassistência segue o modelo de revenda, em que o empreendedor adquire os equipamentos e comercializa-os, nas suas condições, ao cliente.

No caso da emergência pessoal, na maioria das vezes, o equipamento não é vendido ao usuário, mas disponibilizado em forma de comodato. Ou seja, você instala o console na casa do cliente e cobra mensalidade pelo sistema todo, durante um período determinado em contrato. Quando o contrato acabar, você pode renová-lo ou reutilizar o equipamento com outro usuário.

Isso garante que você tenha receita recorrente, visto que o produto já foi pago ao fornecedor e você continua obtendo lucro com ele por toda sua vida útil.

O modelo de receita recorrente, também conhecido como modelo de assinaturas, é uma tendência nos negócios para os próximos anos: Netflix, Spotify e Kindle são alguns dos mais famosos exemplos.

Para quem oferecer o serviço de teleassistência?

Uma das grandes vantagens do serviço de teleassistência é a abrangência.

Embora o conceito tenha sido desenvolvido com foco em idosos e este seja realmente o maior público consumidor, há muitos nichos carentes de tecnologias assistivas.

Confira alguns dos perfis de usuários que podem ser atendidos pelos serviços de teleassistência:

  • Idosos: principais usuários de emergência pessoal, não abrem mão da autonomia, mas não podem ficar desassistidos em situações de emergência;
  • Crianças e adolescentes: especialmente se ficam sozinhos em casa durante parte do dia, ou costumam sair desacompanhados;
  • Gestantes: em repouso ou não, são suscetíveis a oscilações de pressão arterial, infecções e outras emergências;
  • Deficientes físicos: para que se sintam mais seguros ao realizar as atividades do dia a dia, mas possam ser atendidos se houver necessidade;
  • Pós-operados: após a desospitalização, é importante que o paciente seja monitorado e possa chamar ajuda sempre que necessário;
  • Pessoas que prezam pela segurança: para que possam ser localizados em qualquer situação.

É importante ressaltar, no entanto, que o público-alvo do serviço de teleassistência geralmente não é o usuário, mas seus familiares. São estas as pessoas que, por diversos motivos, não podem estar presentes em tempo integral e buscam alternativas para ficarem mais tranquilos.

Agora que você já conhece as possibilidades dos serviços de teleassistência, descubra como empreender no mercado de Emergência Pessoal! Clique AQUI e baixe GRATUITAMENTE o material “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio“.

Continue Reading
participantes do pers summit 2018

PERS Summit 2018 fomenta mercado nacional de teleassistência

Realizado durante os dias 11, 12 e 13 de janeiro, na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, o PERS Summit 2018 reuniu cerca de 20 empresários do ramo. Com representantes de diversas partes do país – São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Brasília, entre outros -, a primeira edição do evento, realizado pela Tecnosenior, contou com palestras sobre temas como técnicas de vendas, marketing digital, inovação e cuidados legais.

Abaixo você confere a cobertura de tudo que aconteceu nos três dias do evento, com os destaques das palestras e as principais dicas, estratégias e ações que permearam o PERS Summit.

Dia 11 – Monitoramento na nuvem e técnicas infalíveis de venda

Iniciando o primeiro dia de evento, o CEO da Tecnosenior, Gilson Esteves, falou sobre o objetivo do encontro, destacando o PERS Summit como uma oportunidade de troca de conhecimento e experiência ocorrendo pela primeira vez no Brasil. Em seguida, Esteves iniciou a primeira das oito palestras que ocorreram.

Plataforma de monitoramento na nuvem

O CEO falou sobre como a tecnologia de cloud computing, já empregada em diversos segmentos, pode revolucionar também o mercado de teleassistência. Um exemplo citado por Esteves de como a nuvem pode auxiliar esse setor é o novo serviço da Tecnosenior anunciado no PERS Summit: a plataforma Contactto.

“Nosso desejo é tornar o monitoramento mais fácil, mais rápido e mais confiável ainda. E, atualmente, a melhor forma de fazer isso é com a tecnologia de nuvem. Daí surgiu o Contactto, uma central de atendimento por VOIP”, explicou Gilson.
Entre outras vantagens desse tipo de central de monitoramento, o palestrante destacou:

  • a sua redundância (ou seja, a capacidade de um segundo equipamento trabalhar como back-up de segurança do primeiro);
  • a compatibilidade com diversos sistemas de emergência pessoal e seus acessórios;
  • a compatibilidade com computadores, smartphones e tablets.

Ainda sobre as propriedades do monitoramento na nuvem, especialmente no caso do Contactto, Esteves ressaltou a importância do software ser amigável, personalizável e, além disso, que se utilize de análise de dados. “O sistema tem relatórios, segmentação de dados, alarmes e notificações personalizáveis e histórico de dados. Além disso, o próprio usuário configura o plano do serviço que quer utilizar, e também quem será responsável pelo monitoramento e como este será feito”.

Como transformar uma visita em venda

Dando sequência ao PERS Summit 2018, foi a vez da palestra “Como transformar uma visita em venda”, ministrada por Patrícia Falcão, da empresa Iris Senior Rio. Com muita disposição e simpatia, Patrícia destacou o tipo de abordagem necessária e a importância de conhecer muito bem o tipo de pessoa ou empresa para quem você busca vender seus produtos.

“Logo no primeiro contato, quanto o cliente liga para a sua empresa, é fundamental traçar o perfil desse cliente, entender a situação e a motivação dele. Então, você deve marcar a demonstração dos produtos logo nesse primeiro contato, quando o interesse é maior”, ensina. “E na demonstração, é essencial ser amigável, conversar sobre tudo – não apenas sobre os produtos -, e se mostrar receptivo e cativante”, ressaltou.

Além disso, para Patrícia, um dos segredos para vender é conhecer muito bem tanto seus clientes quanto seus produtos. Dessa forma, o empresário sabe exatamente as necessidades que seu público-alvo possui e, com base nelas, pode indicar exatamente aquele modelo de aparelho que atuará como solução perfeita.

Por fim, Patrícia ainda deu uma última dica: compartilhar cases com os clientes. “Contar casos e experiências de outros clientes ajuda a vender, a fazer com que aquela pessoa presente na demonstração se identifique com a situação e, assim, visualize problemas e situações de necessidade as quais ainda não tinha se dado conta”.

Aumentando as vendas através da Programação Neurolinguística

Conhecida pela sigla PNL, a Programação Neurolinguística é uma ciência que estuda a estrutura com que nosso cérebro funciona, ou seja, os modelos mentais que influenciam na tomada de decisões, construção de significados e, além disso, na estruturação de nossos relacionamentos interpessoais.

Ou seja, que tem muito potencial quando aplicada em técnicas de vendas, gerando engajamento nos clientes e fazendo-os perceber necessidades. Foi com base nessa estratégia que ocorreu a terceira palestra do evento, feita pela trainer em PNL, Mileine Vargas.

Mileine mostrou como, levando em conta que é preciso entender as diferentes percepções de cada pessoa, é possível estimular os cinco sentidos do público-alvo para gerar mais interesse e facilitar a venda. “A visão corresponde a 83% da tomada de uma decisão de compra. Além disso, 71% de vendas fechadas são resultado do que o cliente acha do vendedor à primeira vista”, afirmou Mileine, para ressaltar a relevância de proporcionar estímulos visuais positivos.

Entre as estratégias que a PNL aponta para o aumento de vendas, estão empregar uma linguagem corporal adequada – fator que, segundo a trainer, corresponde a 93% de toda a comunicação entre duas pessoas. “É preciso entender como as pessoas se identificam, se comportam, e então mudar o estado emocional delas de uma forma positiva, que impacte e vende”, disse. E ainda completou: “não é o racional que compra, é o emocional”.

Encerrando a palestra, Mileine realizou uma dinâmica com os participantes do evento, aplicando técnicas de PNL que estimulam os sensos de propósito e motivação.

Dia 12 – Estudo da concorrência, marketing digital, inovação, receita recorrente e responsabilidade civil

Enquanto o primeiro dia do PERS Summit 2018 foi focado em técnicas de vendas e novos produtos, o segundo teve sua temática voltada para planejamento estratégico e conhecimento de mercado.

Estudando a concorrência

A primeira palestra da sexta-feira foi ministrada pela Gerente Comercial da Tecnosenior, Carine Proto, que abordou a importância de conhecer a concorrência.

Para Carine, ter esse conhecimento é fundamental do ponto de vista estratégico, pois dá embasamento para diversas ações, tudo através da análise de forças e fraquezas, oportunidades e ameaças no segmento. “Entender técnicas, abordagens e produtos dos concorrentes ajuda a criar argumentos de venda para o nosso próprio negócio”, destacou.

Ainda de acordo com a Gerente Comercial, “é importante analisar os argumentos dos concorrentes para percebermos quais, dentro os nossos próprios argumentos e características, são mais relevantes em comparação”. Assim, é possível perceber oportunidades de mercado e diferenciais de produtos.

Segundo Carine, especificamente no ramo de teleassistência, algumas características se mostram mais efetivas na hora de conquistar os clientes: dentre as boas práticas que devemos adotar, com base em pontos negativos da concorrência, estão:

  • apostar na demonstração;
  • ter total domínio dos produtos que estamos oferecendo;
  • transmitir organização na forma como mostramos a informação para os clientes;

Como vender mais através do marketing digital

Uma das grandes dúvidas que assolam os empresários – independente do ramo em que atuam – é por que a sua empresa não vende. Para responder a essa questão, o PERS Summit 2018 contou com a palestra de Guilherme de Bortoli, CEO da agência Orgânica Digital, que apontou o marketing digital como uma solução.

O CEO iniciou sua apresentação ressaltando justamente que empreender é um desejo de grande parte dos brasileiros: “34% dos brasileiros quer empreender, seja por vislumbrar oportunidades no mercado ou por necessidade de criar uma fonte de renda própria”.

Bortoli apontou que, no entanto, por vezes falta o conhecimento e a iniciativa de não apenas construir seu negócio, mas de saber efetivamente vender seus produtos/serviços. “O brasileiro tem um certo pré-conceito com o vendedor, por carregar aquela ideia de que ele é alguém que tenta nos ‘forçar’ algo. Porém, nós todos somos vendedores no nosso dia a dia, desde que nascemos; convencer os outros, influenciar decisões, oferecer algo são comportamentos naturais de todo ser humano”, explicou.

Em seguida, o palestrante abordou a importância do pensamento estratégico em ações de marketing (especialmente no meio digital). De acordo com o CEO da Orgânica Digital, é fundamental alcançar o chamado “perfil ideal de cliente”, ou seja, aquele indivíduo que vai realmente utilizar o que seu negócio oferece, que tem verdadeira necessidade pelas suas soluções e que, assim, não acarretará em cancelamentos.

Bortoli destacou, ainda, que para uma empresa vender mais, a integração entre vendas e marketing é necessária. “Hoje, o antigo funil de vendas é dividido em ações de marketing e do departamento comercial, que atraem leads e os transformam em clientes, respectivamente”.

Além disso, ele ressaltou que é preciso pensar a médio prazo, se valendo de métricas, estatísticas e de informação analítica: “não se pode apenas apostar no crescimento desenfreado e sem estrutura. O ideal é contar com uma controle de crescimento previsível e escalado, que aponta histórico, investimentos e, assim, gera projeções”.

O futuro da teleassistência

Então foi a vez do CEO da Tecnosenior, Gilson Esteves, voltar ao PERS Summit 2018, dessa vez para falar sobre o futuro do segmento. Esteves destacou que nos próximos anos veremos um crescimento das tecnologias controladas por meio da voz, e que essa realidade também estará presente na teleassistência.

“O que o cliente deseja quando busca por novos produtos é sempre contar com mais sofisticação, mais inovação, mais design e valor estético e, claro, mais segurança e eficiência”, destacou.

Entre as tecnologias citadas pelo CEO como indicativos de que, cada vez mais, os usuários de teleassistencia procurarão por produtos diversos para suprir variadas necessidades, estão:

  • a assistente pessoal Alexa, da Amazon;
  • o desenvolvimento de novos rastreadores e sensores de queda portáteis;
  • dispositivos compactos e altamente configuráveis, que podem realizar ações e transmitir dados – localização e SMS, por exemplo – com apenas um toque.
  • robôs de telepresença.

Receita recorrente e cobrança automática

Juntamente com todo o conhecimento sobre vendas e marketing, o evento também buscou proporcionar mais informação sobre questões administrativas e de gestão. Com esse viés, ocorreu a palestra do Chief Growth Officer da empresa Superlógica, Carlos Moura. Ele falou sobre o modelo de negócios de receita recorrente e também sobre como a automatização de processos internos pode trazer mais lucro e praticidade para o empreendedor.

Sobre o modelo de renda recorrente, Moura apontou essa estratégia como o futuro dos negócios: “esse tipo de empresa, como Netflix, Spotify e revendas de teleassistência, por exemplo, estão revolucionando o mercado e o mundo”, afirmou ao apontar a mensalidade/anuidade paga pelos clientes como uma forma de garantir renda fixa para os empreendedores.

Moura ressaltou, no entanto, que devido à natureza desse modelo de negócio, é fundamental cativar os clientes, entregar a melhor experiência possível e sempre priorizar a satisfação dos consumidores. “É preciso entender que esse processo todo é contínuo, é uma maratona, não uma corrida”.

O palestrante também indicou que para alcançar esse objetivo e, consequentemente, maximizar lucros e minimizar prejuízos, vale a pena analisar as necessidades dos clientes e ponderar sobre alguns aspectos como:

  • se a venda será feita on-line, por telefone, em loja física ou combinando mais de uma dessas opções;
  • se a periodicidade do pagamento do cliente será mensal ou anual;
  • incentivar fidelidade (através de promoções, descontos, brindes etc);
  • quais meios de pagamento serão adotados (boleto, débito em conta ou cartão de crédito, por exemplo);
  • continuar trabalhando com um banco ou, por outro lado, optar por uma instituição de pagamento.

Por fim, Moura também indicou que utilizar softwares de automação de cobrança, por exemplo, bem como de processos internos de gestão financeira é uma boa saída para quem busca ter mais agilidade.

Responsabilidade civil

Encerrando a programação de palestras do PERS Summit 2018, o advogado empresarial Rafael Sperotto falou sobre modelos de contrato de prestação de serviço no ramo de teleassistência, bem como alguns aspectos do código de defesa do consumidor que demandam atenção.

Em sua palestra, Sperotto trouxe dicas de como elaborar um contrato que seja claro, correto, transparente e que cumpra o que foi estabelecido e sirva às expectativas apropriadas do consumidor. “O principal ponto do contrato é transmitir a ideia de que as empresas de teleassistência atuam como um meio, como uma ferramenta que aciona o socorro. Portanto, não se pode, contratualmente, propor uma solução que salvará vidas, por exemplo, mas sim uma solução que é o caminho para o socorro”, explicou.

Então, o advogado tirou as dúvidas dos participantes sobre questões legais, em um momento de interação. Algumas das principais questões abordaram casos de erros e culpabilidade na teleassistência, a viabilidade de automatização tecnológica para evitar falhas humanas. Para finalizar sua palestra, Sperotto deu algumas dicas simples de itens contratuais para prestar atenção:

  • não estipular uma faixa de tempo mínima/máxima em que a central de atendimento acionará o socorro;
  • não tratar o serviço como algo que presta o salvamento de vidas, mas sim como um sistema que aciona o socorro, que por sua vez pode salvar vidas;
  • não comparar a teleassistência com o Serviço de Remoção ou prometer parcerias com serviços remoção de urgência (ambulâncias).

Dia 13 – Workshop sobre produtos Tecnosenior

No último dia de PERS Summit 2018, ocorreu um workshop sobre produtos Tecnosenior – o PERS 4200 e o IGO – feito por um integrante da equipe de Suporte da empresa, Marcelo Krewer. Primeiro, Krewer explicou particularidades, ferramentas e funcionalidades dos aparelhos; depois, deu algumas dicas de manutenção e bom uso dos itens.

Para finalizar o workshop e o evento em si, então ocorreu uma divertida mecânica entre os participantes: divididos em dois grupos, cada um teve que configurar um PERS 4200 e um IGO. Aquele que realizou as tarefas primeiro ganhou um saboroso prêmio: chocolates de gramado.

Com três dias de duração, oito palestras, um workshop e muita interação e troca de experiência e conhecimento, o PERS Summit 2018 já pode ser considerado um sucesso. Abordando assuntos como técnicas de venda, planejamento estratégico e gestão de negócios, o encontro, que reuniu cerca de 20 empresários de diversos lugares do Brasil, marca o início de uma cultura de aprendizado, parceria e enriquecimento do mercado de teleassistência no país.

Continue Reading

Franquias e revendas seguem modelos de negócio preestabelecidos, mas são voltadas a diferentes perfis de empreendedores. Descubra as diferenças entre elas!

Na hora de abrir uma empresa, alguns empreendedores ficam em dúvida sobre o modelo ideal de negócio para seu perfil. São muitas opções e, para diversos segmentos, aproveitar um formato ou um modelo de negócio que já está dando certo, como uma franquia ou revenda,  pode ser mais vantajoso do que começar do zero.

 

Neste artigo, você entenderá o que são franquias e revendas, e quais são as principais diferenças entre elas, para uma tomada de decisão mais segura. Confira!

Empreender é o sonho de muitos brasileiros. Mesmo com tanta burocracia, impostos e a crise econômica, o Brasil registrou, nos últimos 15 anos, crescimento de 70% na taxa de empreendedorismo. Segundo a pesquisa GEM Brasil 2016 (Global Entrepreneurship Monitor), que apresenta o panorama do empreendedorismo no Brasil e no mundo, quatro em cada 10 brasileiros são empreendedores – em implementação ou já vigentes.

No entanto, uma das incertezas mais comuns durante a elaboração do plano de negócio é sobre o modelo: franquia ou revenda? Tudo vai depender de quanto investimento pessoal e financeiro será aplicado.

O que é uma franquia?

Franquias são como um pacote pronto: o franqueado (empreendedor) compra do franqueador (dono da rede) o direito de utilização da marca, a infraestrutura e o know-how sobre o negócio. Para ter acesso a este pacote, o franqueado, por sua vez, paga ao franqueador, entre outras taxas, os tradicionais royalties, que geralmente são mensais. Tudo isso por um determinado período de tempo, previsto em contrato.

Neste caso, o empreendedor recebe um modelo de negócios completo, englobando também o acesso aos sistemas, política de gestão, treinamentos e suporte.  Há uma importante economia em não ter que desenvolver isso tudo do zero e ganha-se muito tempo em não precisar passar pelas etapas de tentativa e erro.

O principal desafio desse modelo de negócio é a falta de liberdade do empreendedor. Em grande parte dos contratos de franquia, o franqueado deve seguir à risca os padrões, que implicam, muitas vezes, em custos altos.

Com uma gestão mais rígida, o empreendedor não tem autonomia para arriscar e inovar, e dificilmente consegue realizar ações que gerem significativa redução de custos operacionais.

Como funciona uma revenda?

O princípio da revenda é bem simples: o empreendedor adquire os produtos e vende a outras pessoas, nas condições que ele definir.

Na contratação, o empreendedor também recebe treinamento operacional e apoio para o planejamento do negócio, porém também tem liberdade para comercializar produtos e serviços de outros fornecedores.

Em comparação com as franquias, o empresário tem maior autonomia: ele que decide como será seu modelo de gestão, quanto e como investirá em publicidade, como será seu ponto de venda, seu atendimento aos clientes e seu relacionamento com funcionários e fornecedores. Ou seja, ele consegue transferir seus valores pessoais para a empresa e deixá-la com “a sua cara”.

Outra diferença entre franquia e revenda é que, neste segundo modelo, o investimento inicial costuma ser menor. Isso é porque alguns fornecedores não condicionam valor ou quantidade mínimos para compra, o que pode ser uma bela vantagem para quem está começando. Além disso, o empresário não precisa arcar com a taxa inicial de franquia.

Qual o melhor modelo entre franquia e revenda?

Infelizmente, não há resposta certa para esta pergunta, já que as duas modalidades são voltadas a diferentes perfis de empreendedores. Em muitos casos, um revendedor é um empreendedor mais experiente. Já quem busca pela franquia topa pagar mais e seguir as normas para não se arriscar em um modelo de gestão que não domina.

Você conseguiu identificar qual o seu perfil? Descobriu qual modelo de negócio melhor atende seu potencial de investimento e suas expectativas? Lembre-se que pesquisar é um passo muito importante, mas o que realmente irá lhe trazer retorno é colocar a mão na massa.

Para conhecer o modelo de negócio de teleassistência, clique AQUI e faça o download do E-book “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio”. Já se você deseja entrar de vez nesse ramo e começar o seu negócio agora, veja como ser um revendedor Tecnosenior!

Continue Reading

Já imaginou ter um negócio com garantia de receita todos os meses? Descubra o que é a Economia da Recorrência e conheça as empresas que já aderiram ao modelo!

A cada dia o mundo do empreendedorismo está mais cheio de novidades. Atualmente, um dos modelos de negócios que mais tem se destacado é a economia da recorrência, também conhecida no Brasil como clube de assinaturas. Este modelo baseia-se na oferta de acesso aos benefícios do produto ou serviço mediante o pagamento de uma mensalidade, em vez de realizar a venda do produto em si.

Provavelmente a empresa Netflix tenha surgido em sua mente como um exemplo deste novo modelo, e realmente é um dos melhores.  Porém, não é algo tão novo nem exclusivo, apenas vem sendo explorado em novos segmentos.

Este é o mesmo formato praticado por academias de ginástica, escolas e estacionamentos: o cliente paga mensalidades somente enquanto usa os serviços, sem períodos de carência, de fidelidade ou multas por quebra de contrato.

Para o consumidor, esse modelo de contratação oferece muitas vantagens. Além da simplicidade da adesão ou do cancelamento, o cliente sente-se mais seguro em tomar a decisão de contratar, ao saber que não precisará se comprometer em manter um serviço que não lhe agrade. Se não gostou, basta cancelar e o compromisso com os pagamentos também é cessado no ato.  Ou seja: a relação comercial torna-se mais justa e transparente.

Que vantagens a Economia da Recorrência oferece às empresas?

Além de muitas vantagens aos clientes, as empresas também saem ganhando muito com a Economia da Recorrência. Uma das principais vantagens é a possibilidade de prever com maior assertividade os faturamentos futuros.

Isso é possível devido à empresa saber facilmente a quantidade de assinantes que terá no mês seguinte. Previsibilidade essa que se torna praticamente impossível no comércio tradicional. Assim, surpresas desagradáveis, como faturamentos muito abaixo do esperado e verba insuficiente para arcar com as contas mensais da empresa, raramente acontecem.

Os custos das mensalidades, geralmente baixos, também contribuem para a prosperidade desse modelo de negócio. Quanto menor o tamanho do investimento, proporcionalmente menor é o tamanho do esforço que o cliente faz para tomar sua decisão de contratação.

Por exemplo, considere que o cliente está decidindo entre comprar uma esteira elétrica que custa R$ 2 mil reais ou inscrever-se em uma academia que custe R$100 mensais,  lhe ofereça ampla variedade de equipamentos e a liberdade de cancelar seu contrato sem multas ou custos extras. Há muito mais chances de ele escolher a segunda opção.

Por fim, mas não menos importante, uma das maiores vantagens dos contratos por assinaturas é que manter a fidelidade dos clientes dá bem menos trabalho – e custa bem menos – que atrair novos. Manter relacionamento, motivação e incentivo aos clientes fiéis custa, em geral, 5 vezes menos que todos os investimentos necessários para atrair um cliente novo: visibilidade da marca, anúncios, promoções, comissões de vendas, entre outros.

Quais os segmentos de negócios que podem adotar a Economia da Recorrência?

Amplamente democráticos, os clubes de assinaturas são aplicáveis a praticamente todos os modelos de negócios. Confira se os insights abaixo são aplicáveis ao seu negócio.

Para quem trabalha com prestação de serviços, é possível criar uma mensalidade que garanta acesso ilimitado aos serviços durante o período contratado. Infoprodutores e empresas de educação, por sua vez, podem seguir o modelo da Netflix e cobrar uma mensalidade para acesso ilimitado ao seu conteúdo, em uma área restrita com senha.

Já quem trabalha com produtos físicos, pode inspirar-se nas mistery box, que cobram um valor fixo mensal para enviar um produto surpresa aos seus clientes. Há empresas desse estilo nos mais diversos nichos: cervejas artesanais, cafés especiais, produtos glúten free, maquiagem, acessórios da cultura nerd, e muito mais.

Que tal conhecer o modelo de receita recorrente no mercado de teleassistência para idosos? Considere que a economia da recorrência é uma tendência muito forte, além de garantir um faturamento recorrente e uma vida financeira mais saudável para sua empresa.

Quer saber mais? Entre em contato com a Tecnosenior agora mesmo!

Continue Reading

LTV, ROI e CAC: entenda como funcionam as três principais métricas que apontam o crescimento da sua empresa e aprenda a calculá-las de maneira rápida e prática.

Monitorar e analisar indicadores de performance, como LTV, ROI e CAC, são ações indispensáveis para o crescimento do seu negócio. Por meio delas é possível identificar quanto sua empresa está rendendo, indicar erros pontuais a serem corrigidos e apontar tendências e oportunidades.

Porém, devido a grande quantidade de métricas existentes atualmente, é comum a confusão a respeito de quais devem ser consideradas. Em alguns casos, são levadas em conta aquelas conhecidas como “métricas da vaidade”, que indicam a popularidade de uma marca, mas não dizem muito os resultados financeiros da empresa, sobre suas vendas ou sobre seu crescimento.

Neste artigo, você irá descobrir quais são e como calcular os indicadores de performance que realmente indicam se seus esforços estão no rumo certo. Serão apresentadas, pontualmente, as três principais métricas que apontam o crescimento da sua empresa e o retorno sobre investimento, sendo elas: LTV (Lifetime Value), ROI (Return on Investment) e CAC (Customer Acquisition Cost). Entenda como funcionam e aprenda a calculá-las de maneira rápida e prática. Acompanhe!

CAC – Custo de Aquisição do Cliente

Conforme o próprio nome já indica, este indicador levanta tudo que a empresa gasta, em termos de Vendas e Marketing, para fechar conquistar um cliente novo. Contempla todos os custos de Marketing (banco de dados, marketing digital, ações promocionais diversas, anúncios, softwares de automação, entre outros) e de Vendas (comissão de vendedores, despesas de deslocamento e viagens, telefone, entre outros).

Como Calcular o CAC?

Faça uma linha de corte em um determinado período, como por exemplo 1 mês, e calcular conforme abaixo:

 (CUSTO DE MARKETING + CUSTO DE VENDA)

___________________________________________________ = CAC

TOTAL DE NOVOS CLIENTES

Para ficar mais claro, consideremos este exemplo prático.

Suponha que no mês de outubro, os custos de Marketing da sua empresa tenham sido de R$ 10 mil reais, os custos de vendas de R$15 mil reais, e que você tenha conquistado 100 novos clientes.

(R$10.000 + R$15.000)

___________________________________________________  = R$250

100

Ou seja, no caso do nosso exemplo, no mês de outubro sua empresa gastou R$ 250 reais para conquistar um novo cliente.

LTV – Lifetime Value

 O  Lifetime Value é a média de toda a  receita que um cliente gera durante seu relacionamento com a empresa. Esta métrica relaciona o ticket médio (valor médio por compra) e a quantidade de compras com o tempo total que um cliente continua comprando da sua empresa.

Como Calcular o LTV?

Para calcular o LTV, multiplique:

Ticket Médio (por compra)

X

Número de transações (por ano)

X

Média do tempo de relacionamento (em anos)

=

LTV

Consideremos, aqui, outro exemplo prático ilustrativo.

Suponha que o ticket médio dos clientes da sua empresa seja de R$ 500,00, que eles realizem em média 5 compras por ano, e que permaneçam ativos por 10 anos.

R$500 X 5 compras ao ano X 10 anos  = R$25.000

Ou seja, neste exemplo, concluímos que durante todo o seu ciclo de vida junto à empresa, um único cliente soma compras de R$25.000,00.  Relacionando o LTV com o CAC, podemos ainda dizer que nessa empresa custa R$250 atrair um novo cliente e esse mesmo gera receita de  R$25.000 em 10 anos.

O ROI –  Retorno Sobre Investimento

Muito conhecido por gestores de alta performance, o ROI é a métrica que aponta se determinada campanha ou projeto trouxeram lucros ou prejuízos para a empresa. Considera a receita e subtrai dela todos os custos globais da empresa ou do projeto em questão (custos fixos, variáveis, folha de pagamento, contratos, impostos, entre outros).

Como Calcular o ROI?

Confira a equação abaixo:

(RECEITA – CUSTO DO INVESTIMENTO)

___________________________________________________ = ROI

CUSTO DO INVESTIMENTO

Analisemos, mais uma vez, de maneira prática. Considere que outubro sua empresa tenha lucrado R$ 50.000, e que os custos totais tenham somado R$ 25.000.

(R$50.000 – R$25.000)

___________________________________________________ = 1

R$25.000

O resultado final do cálculo do ROI sempre deve ser multiplicado por 100, para ser considerado em percentual. Sendo assim, no exemplo acima, sua empresa teve 100% de retorno sobre o investimento.

 Embora exijam um pouco de raciocínio e trabalhem com números grandes, calcular as três métricas mais importantes que apontam o crescimento do seu negócio (o CAC, o LTV e o ROI) é simples e totalmente praticável no seu dia a dia. Para facilitar os processos, você pode criar planilhas com todas as fórmulas no Excel e ir alimentando semanalmente.

Que tal começar hoje mesmo? Certamente em menos de um mês você já terá insights incríveis para potencializar a performance do seu negócio, tudo graças a esses indicadores de performance.

Continue Reading