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Prefeitura implanta teleassistência para idosos

Botão de emergência salva a vida de idoso no RS

A cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, implantou um programa de teleassistência para idosos, seguindo o modelo de muitas cidades européias. O aposentado João Albino Lopes, 66 anos e deficiente visual há dez anos, é um dos usuários do Sistema de Emergência Pessoal PERS3600, distribuído pela Tecnosenior, e conta sua experiência.

João Albino Lopes usando o botão de emergência na pulseira

Foto de Nilson Winter

 

O Sr. João acionou o botão de emergência para conectar com a Central de Atendimento, e pedir ajuda para a esposa que tem Alzheimer. “Mesmo estando acompanhado da nossa cuidadora, quando soube que minha esposa estava desmaiada, não pensei duas vezes em apertar o botão e pedir ajuda. Em 15 minutos a ambulância do Samu chegou e iniciou o atendimento”, contou ele satisfeito com o serviço rápido e eficiente. “Sei que o usuário da pulseira sou eu, mas no momento de necessidade fui obrigado a usá-la e em nenhum momento foi negado atendimento”.

Segundo Lisiane Machado Bitencourt da Silva, da unidade de Atenção Básica de Saúde, o objetivo da Secretaria Municipal de Saúde de São Leopoldo é agilizar o atendimento médico para reduzir a gravidade. “Dá uma segurança maior nas intercorrências médicas, ou seja, nos eventos inesperados que necessitam de um procedimento médico, nos possibilita a oferecer o socorro de forma mais rápida, reduzindo assim a gravidade. Além disso, traz uma tranquilidade maior para a família”. Leia aqui a matéria publicada pela prefeitura.

Teleassistência para Idosos na Europa

A implantação de Sistemas de Emergência Pessoal para idosos é comum em muitas cidades da Europa, como em Lisboa, por exemplo,  onde este serviço contribui para a manutenção da autonomia dos idosos no seu domicílio, com dignidade e segurança, proporcionando uma resposta imediata em situação de emergência ou derivadas destas, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Aqui no Brasil, algumas cidades como Joinville, em Santa Cataria, e Santos, em São Paulo, já implantaram programas de teleassistência para idosos de baixa renda.

 

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Segurança Eletrônica e o Alarme de Emergência Pessoal

As empresas de Seguranca Eletronica estão atentas para um novo mercado extremamente promissor: O Alarme de Emergência Pessoal.

Todos sabemos da quantidade de invasões e roubos de residências que ocorrem no Brasil. Por isso temos tantas empresas de Segurança Eletrônica, que fazem parte de um mercado milionário, que envolve fabicantes de alarmes, empresas de monitoramento, e revendores de serviços de instalação e monitoramento.

O que ninguém no Brasil tinha se dado conta até poucos anos, é de um outro tipo de monitoramento de alarme, que movimenta bilhões de dólares nos Estados Unidos, Europa e Japão.

Estes sistemas, que servem para os usuários chamarem ajuda numa situação de emergência doméstica, atende por diversos nomes lá fora. Os americanos chamam o serviço de Alerta Médico (Medical Alert). Já na Europa os termos mais utilizados são Tele-assistência (Portugal), Telecare (Inglaterra), Teleassistance (França), Teleassistencia (Espanha).

O sistema é muito parecido com um de alarme residencial, uma vez que utiliza um equipamento instalado na casa do cliente, uma linha telefoônica, uma central de monitoramento que recebe as chamadas, e as revendas que instalam e comercializam o serviço de monitoramento 24h. Mas as semelhanças terminam ai. O equipamento – PERS – como é chamado nos Estados Unidos, sigla de Personal Emergency Reponse System, o que em português seria Sistema para Reportar Emergência Pessoal, tem uma série de recursos para atender às necessidades dos usuários e ser extremamente confiável.

Botões de emergência usados com pingente ou pulseira

Botões de emergência

A primeira exigência deste tipo de equipamento é que tenha um botão pequeno, leve e a prova d’água, que possa ser usado como pingente ou no pulso, com transmissão de longo alcance para a base ou console que vai realizar a chamada em caso de acionamento. Outro aspecto que o diferencia de uma sistema de alarme tradicional é o recuros de viva-voz. Quando acionado, o operador consegue se comunicar pelo sistema de viva-voz do console, sem que seja necessário o usuário atender uma chamada. O que seria impossível se ele estiver caído ou numa situação.

A estes dois recursos se somam inúmeros outros, tais como:
Atendimento automático de chamadas telefônicas.
Avisos de medicamento e compromissos.
Monitoramento de temperatura.
Monitoramento de não atividade.

Por utilizar uma tecnologia semelhante aos sistemas de Monitoramento de Alarme, muitas empresas de Segurança Eletrônica estão vislumbarndo ma nova gama infinita de clientes:

Idosos que moram sozinhos ou ficam algum tempo sozinhos em casa.
Pessoas que necessitam de cuidados especiais.
Pessoas com dificulades de locomoção.
Pacientes que estão se recuperando em casa.
Gestantes com gravidez de risco.
Atendentes de loja e estabelecimentos comerciais.
Moradores de apartamentos sujeitos a invasão de condomínios.

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O Futuro do Alerta Médico

O Alerta Médico ou Medical Alert é como são denominados, nos EUA, os sistemas que permitem chamar ajuda no caso de uma emergência – normalmente um queda ou emergência médica. Na Europa estes sistema são mais conhecidos como sistema de Teleassistência, uma vez que na sua maioria estão conectados à uma linha telefônica. 

Apesar de pouco conhecidos no Brasil, estes sistemas são largamente utilizador por pessoas idosas ou portadoras de alguma necessidade especial. Durante um congresso que ocorreu nos EUA este mês, foram abordados diversas questões sobre a evolução destes sistemas.

Os americanos preferem os sistemas que, em caso de emergência, chamam uma Central de Monitoramento que fica disponível 24h, 7 dias por semana. É  lógico que isso tem um custo, mas em virtude do grande número de usuários os custos ficam diluídos. A outra opção seria utilizar equipamentos de monitoramento (PERS) que discam diretamente para familiares. Estes sistemas são chamados pelos americanos de “monthly free” (sem mensalidade), o cliente paga pelo equipamento mas não paga a mensalidade do serviço de monitoramento. Sempre tem o risco dos números cadastrados, não responderam, por uma infinidade de situações.

Alerta Médico no Brasil

No Brasil já temos diversas empresas oferecendo o serviço de alerta médico atendido por uma central de monitoramento. Neste caso a mensalidade paga pelo cliente serve para pagar o serviço de atendimento 24/7 e o aluguel do equipamento. Estas mensalidades giram em torno de R$ 150,00. Se por um lado é uma valor acessível para muitos usuários, as empresas que fornecem o serviço estão encontrando dificuldades para manter estes valores, devido ao número reduzido de usuários e investimento nos equipamentos que são importados.

Ainda não sabemos se os clientes brasileiros vão preferir pagar uma mensalidade pelo serviço ou comprar o equipamento que, pelo valor atual do dólar, chegaria ao consumidor final por uma valor em torno de R$ 1.500,00. 

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