Posts Taged negocios

negócios para a terceira idade

As oportunidades de negócios para a terceira idade são proporcionais ao aumento no percentual da população idosa. Saiba como empreender no mercado de idosos!

Motivados pelas perspectivas promissoras para o futuro, alguns empreendedores estão de olho nas oportunidades de negócios para a terceira idade. Enquanto a participação dos idosos aumenta significativamente no recorte populacional do Brasil, o mercado aquece, trazendo muitas possibilidades de atuação para os novos empresários.

Um dos principais desafios para um novo empreendedor é considerar as exigências do mercado. Identificar demanda, potencial de crescimento e objetivo são os primeiros passos a serem trilhados por quem deseja executar um projeto.

Conheça alguns dados importantes sobre o mercado da terceira idade no Brasil e saiba como empreender no segmento de idosos!

Idosos no Brasil

O crescimento acelerado do número de idosos no Brasil tem chamado a atenção de todas as esferas. Atualmente, as pessoas com mais de 60 anos de idade representam cerca de 12% dos brasileiros e o índice de crescimento dessa população é maior do que a média mundial.

Os idosos também estão vivendo mais: segundo a Tábua de Mortalidade do IBGE, para 2016, a expectativa de vida dos brasileiros ao nascer é de 75,8 anos. Isso afeta diretamente a economia, já que este público passa a demandar mais produtos e serviços direcionados à sua saúde e qualidade de vida.

Mercado em crescimento

Além de já corresponder a uma parcela bastante representativa, a população de idosos continua crescendo a passos largos no Brasil. Estima-se que, em 2050, quase 30% dos brasileiros terão 60 anos de idade ou mais. Em contrapartida, a quantidade de recém nascidos será muito menor.

Este fenômeno é resultado do aumento da expectativa de vida, associado às novas composições familiares – o que é um grande trunfo para quem deseja ingressar neste mercado.

A população idosa do Brasil movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Além disso, a abrangência que o segmento proporciona é muito interessante, já que ele subdivide-se em diversos micro nichos: idosos ativos e autônomos, idosos que precisam de acompanhamento integral ou idosos em fase avançada de Alzheimer, por exemplo.

Nesse contexto, é possível, por exemplo, desenvolver uma ideia direcionada exclusivamente para o público idoso ou adaptá-la a um projeto já existente, oferecendo produtos ou serviços adicionais para atender aos mais velhos. Tudo depende do seu objetivo e da sua pesquisa de mercado.

Ideias de negócios para a terceira idade

Com tantas informações e oportunidades para atender ao segmento idoso, os empreendedores podem ter dúvidas sobre como desenvolver novos negócios para a terceira idade.

É importante saber que tanto os usuários, quanto seus familiares, priorizam os serviços pela sua qualidade, confiança, segurança e personalização. Sendo assim, quem consegue entregar esses valores em forma de produtos ou serviços certamente têm muito sucesso, visto que o índice de fidelização entre este público é bastante alto – pode significar até 85% em alguns segmentos.

Os negócios mais comuns estão, geralmente, relacionados à saúde ou lazer, como serviços de cuidadores ou pacotes de turismo exclusivos para casais ou grupos acima de 60 anos. Mas o mercado está crescendo e se diversificando muito, dando espaço aos negócios que estimulam a independência e autonomia dos idosos, oferecendo suporte, entretenimento e tudo o que tenha como objetivo a promoção da qualidade de vida e o bem-estar do idoso.

Confira algumas ideias inspiradoras de negócios para a terceira idade:

Serviço de Concierge

Diferente do serviço de Cuidadores de Idosos, os serviços de concierge não se limitam às responsabilidades de saúde do idoso. Os concierges atuam como uma companhia para diversas tarefas, como levar para fazer compras, assistir a um filme, fazer uma caminhada, levar ao banco, acompanhar a consultas e exames médicos, entre outras atividades. O serviço também pode incluir a gestão da agenda de compromissos.

Auxílio com tecnologia

Mais de 70% dos idosos possuem smartphone e acessam à internet regularmente, mas, ainda assim, a grande maioria das empresas direciona seus serviços de tecnologia aos mais jovens.

Instituições de ensino, operadoras de telefonia e empresas de diversos outros segmentos podem alavancar seus negócios oferecendo instruções de uso da tecnologia aos idosos. E não se trata de nada muito técnico: eles querem aprender coisas simples, como fazer download de fotos, criar um perfil nas redes sociais, escutar músicas e fazer pesquisas na internet, ou utilizar o controle remoto, aparelho de DVD e microondas, por exemplo.

Sistemas de Emergência Pessoal

Seguindo a tendência “aging in place”, traduzida como “envelhecer em casa”, cerca de 90% dos idosos afirma que pretende continuar morando sozinho.

Mas essa decisão, por vezes, acaba se tornando uma dor de cabeça para os familiares, que temem a ocorrência de um acidente ou mal súbito. E há alguma razão nisso: cerca de 30% dos idosos cai, pelo menos, uma vez ao ano, e as consequências decorrentes de uma queda são muito graves, podendo levar a óbito.

Para suprir a necessidade de independência dos idosos e de cuidado dos familiares, o mercado de teleassistência tem conquistado grande espaço no Brasil com os Sistemas de Emergência Pessoal – destaque entre os negócios para a terceira idade.

O modelo mais comum consiste na instalação de um equipamento na casa do usuário, em que ele pressiona um botão e é atendido por uma equipe especializada, que contata o socorro.

O serviço completo (equipamento + atendimento) é pago mensalmente, o que garante ao empreendedor uma receita recorrente. Ou seja, ele continua tendo receita mensal durante todo o período de contratação, que pode durar meses ou anos.

Também podem ser oferecidos acessórios que complementam o cuidado ao idoso, como dispensador automático de medicamentos e sensor de queda, contratados à parte. E, para os que costumam sair de casa desacompanhados, pode ser contratado o Mini Rastreador Pessoal, pelo qual os familiares podem ter acesso à localização do idoso em tempo real.

São muitas as possibilidades de oferecer tranquilidade, com produtos de qualidade e alto valor agregado.

Se você deseja fazer parte desse mercado que cresce a cada dia, veja como ser um revendedor Tecnosenior e baixe o e-book gratuito sobre o Mercado da Terceira Idade!

Continue Reading
idosa utilizando aparelho de teleassistência

O números de idosos está crescendo e a cada dia surgem novas oportunidades de negócio para este público. Conheça o serviço de teleassistência e como empreender!

O serviço de teleassistência surgiu nos Estados Unidos por volta dos anos 80, com o objetivo de reduzir o tempo de internação nos hospitais e manter a autonomia dos idosos em casa.  Mais de 20 anos depois, esse serviço chegou ao Brasil e, por aqui, tem se popularizado especialmente devido ao avanço rápido da expectativa de vida e às novas composições familiares – idosos ativos vivendo sozinhos e envelhecendo em casa.

Esta tendência tem trazido muitas oportunidades para os novos empreendedores, que podem incorporar os serviços dessa área de atuação a diversos nichos de mercado.

Entenda o que é o serviço de teleassistência e como funciona este modelo de negócio!

O termo teleassistência pode ser descrito como atendimento à distância, e consiste em atender, no menor tempo possível, pessoas que sofreram alguma emergência. No entanto, o atendimento de emergência não é realizado pelo serviço de teleassistência: ele apenas executa ações que viabilizam o atendimento ao usuário.

Como o serviço de teleassistência funciona na prática?

Ele é uma tecnologia assistiva operada por meio de um sistema responsivo de emergência pessoal (PERSPersonal Emergency Response System, na sigla em inglês). Com o PERS, o usuário pressiona um botão e o equipamento liga para uma central de atendimento, com atendentes disponíveis 24 horas, ou diretamente para número de familiares (dependendo do equipamento utilizado).

O modelo mais sofisticado em termos de recursos é o PERS 4200: ele é um console instalado na casa do cliente, conectado à sua linha telefônica fixa, e que acompanha um botão de emergência à prova d’água que pode ser utilizado como pingente ou pulseira.

Em caso de emergência, o usuário pressiona o botão, e então o equipamento disca para uma central 24h, sendo atendido por uma equipe capacitada que executa o plano de ação, definido previamente pelo usuário. O plano de ação pode incluir medidas como ligar para familiares, serviço de remoção, plano de saúde, emergência etc.

Além disso, o PERS 4200 pode ser instalado com diversos acessórios. Juntamente com o botão de emergência, o equipamento pode se comunicar com sensor de fumaça, sensor de movimento, sensor de queda, dispensador eletrônico de medicamentos, entre outros. Além dos dispositivos que são instalados na residência,  há os equipamentos móveis de teleassistência, para uso fora de casa. Entre eles está o Mini Rastreador Pessoal (IGO).

Como implantar uma empresa de teleassistência?

Quem deseja começar um negócio de emergência pessoal normalmente oferece o sistema completo de teleassistência ao cliente: equipamento + serviço (atendimento 24h).

Alguns empreendedores optam por formar uma equipe e realizar o atendimento, outros preferem terceirizar o serviço contratando uma Central  de Atendimento especializada, e há ainda aqueles que integram o atendimento a uma Central de Monitoramento já existente – de segurança pessoal, patrimonial ou veicular, por exemplo.

Para realizar o atendimento, seja ele exclusivo ou vinculado a outro segmento, você não precisa manter um ponto físico, nem equipe alocada, já que a plataforma de atendimento é 100% online e opera com cloud computing (mais conhecida como nuvem). Basta apenas alguns computadores e acesso à internet.

Como funciona o modelo de negócio?

O negócio de teleassistência segue o modelo de revenda, em que o empreendedor adquire os equipamentos e comercializa-os, nas suas condições, ao cliente.

No caso da emergência pessoal, na maioria das vezes, o equipamento não é vendido ao usuário, mas disponibilizado em forma de comodato. Ou seja, você instala o console na casa do cliente e cobra mensalidade pelo sistema todo, durante um período determinado em contrato. Quando o contrato acabar, você pode renová-lo ou reutilizar o equipamento com outro usuário.

Isso garante que você tenha receita recorrente, visto que o produto já foi pago ao fornecedor e você continua obtendo lucro com ele por toda sua vida útil.

O modelo de receita recorrente, também conhecido como modelo de assinaturas, é uma tendência nos negócios para os próximos anos: Netflix, Spotify e Kindle são alguns dos mais famosos exemplos.

Para quem oferecer o serviço de teleassistência?

Uma das grandes vantagens do serviço de teleassistência é a abrangência.

Embora o conceito tenha sido desenvolvido com foco em idosos e este seja realmente o maior público consumidor, há muitos nichos carentes de tecnologias assistivas.

Confira alguns dos perfis de usuários que podem ser atendidos pelos serviços de teleassistência:

  • Idosos: principais usuários de emergência pessoal, não abrem mão da autonomia, mas não podem ficar desassistidos em situações de emergência;
  • Crianças e adolescentes: especialmente se ficam sozinhos em casa durante parte do dia, ou costumam sair desacompanhados;
  • Gestantes: em repouso ou não, são suscetíveis a oscilações de pressão arterial, infecções e outras emergências;
  • Deficientes físicos: para que se sintam mais seguros ao realizar as atividades do dia a dia, mas possam ser atendidos se houver necessidade;
  • Pós-operados: após a desospitalização, é importante que o paciente seja monitorado e possa chamar ajuda sempre que necessário;
  • Pessoas que prezam pela segurança: para que possam ser localizados em qualquer situação.

É importante ressaltar, no entanto, que o público-alvo do serviço de teleassistência geralmente não é o usuário, mas seus familiares. São estas as pessoas que, por diversos motivos, não podem estar presentes em tempo integral e buscam alternativas para ficarem mais tranquilos.

Agora que você já conhece as possibilidades dos serviços de teleassistência, descubra como empreender no mercado de Emergência Pessoal! Clique AQUI e baixe GRATUITAMENTE o material “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio“.

Continue Reading

Afinal, como funciona um sensor de queda para idosos?

Quedas podem acontecer com qualquer pessoa. Porém, estudos apontam que são mais frequentes em deficientes físicos, crianças, pessoas em recuperação e, principalmente, em idosos. Cair pode representar um alto risco para a saúde, sendo um das principais causas de injúrias. Atualmente este é um problema de saúde pública mundial, podendo afetar gravemente a vida das vítimas e de seus familiares. Por conta disso, há uma busca contínua por sistemas que possam de alguma forma auxiliar as pessoas a resolverem a situação de maneira ágil, aumentando a sensação de segurança. Além do mais, a assistência médica rápida é um diferencial para a redução de algumas consequências negativas das quedas.

Nesse ponto é que entra o sensor de queda para idosos. Ele permite não somente a detecção do evento em tempo real, como também é uma forma de solicitar ajuda para a vítima, que pode estar desacordada e não ter condições de pedir socorro imediato, por exemplo.

sensor de queda para idoso

O funcionamento do sensor de queda

Pensando em toda a tecnologia que pode estar envolvida nesse produto, fica a pergunta: afinal de contas, como é que funcionam esses sensores de queda para idosos? Como é possível que um equipamento consiga identificar o que é uma queda, dentre todos os movimentos que se pode realizar no dia a dia, e reportar com exatidão a necessidade de auxílio?

A resposta não é simples. A atividade desses sensores é determinada por uma programação de um grupo de algoritmos, ou seja, sequências de instruções definidas para realizar ações baseadas em equações matemáticas, nesse caso a partir de variáveis detectadas por dispositivos físicos dentro do equipamento. O resultado a ser monitorado por essas variáveis é determinado através de testes realizados em grupos de controle.

Diversas abordagens tem sido exploradas para viabilizar a detecção de uma queda, sendo que os esquemas de cada sensor dependerão do próprio fabricante. Para ilustrar o funcionamento do equipamento, a seguir são apresentados alguns sistemas que, se combinados, podem compor um sensor de queda.

  • Detector de impacto: dispara uma ação ao identificar uma colisão. Baseia-se em uma combinação entre tempo e posição do objeto (ou proximidade com outros objetos).
  • Monitoramento da postura: classifica a postura humana básica – sentado, em pé ou deitado – bem como identifica situações que fogem a este padrão, como uma queda, por exemplo.
  • Giroscópio: monitora a rotação de um corpo em um espaço tridimensional. Consegue monitorar exatamente para qual direção o usuário está se movendo.
  • Acelerômetro: detecta a inclinação dos objetos. Também é responsável por detectar a queda e gerar uma ação, como por exemplo enviar o sinal para o console.

A principal intenção da combinação desses sistemas é a de separar o momento da queda do que seriam atividades da vida diária (AVD). Dessa forma, o sensor terá maiores condições de reportar de forma rápida e eficiente a ocorrência do evento a uma central de monitoramento, a fim de agilizar o atendimento e minimizar as consequências da queda.

– Quanto custa um Sistema de Emergência Pessoal?

Uma vez que um dos principais objetivos da tecnologia na atualidade é o de proporcionar melhores condições de vida, é podemos dizer que o sensor de queda para idosos é um passo crucial nessa direção. Esse equipamento, que já está disponível no Brasil para o público, traz aos usuários e familiares mais independência, segurança e comodidade nas atividades da rotina.

Continue Reading

Começando um novo negócio

Iniciar um novo negócio é um grande passo na vida de um empreendedor. Além de todos os cálculos e planos e trabalho árduo que essa situação envolve, a escolha de um segmento de atuação também pode ser complexa.

Por isso, separamos algumas dicas para entusiasmá-lo a tirar sua idéia do papel e investir no seu sonho, lembrando que até mesmo Bill Gates e Steve Jobs também começaram sem nada:

  1. Tenha paixão pelo seu projeto. Essa é uma importante característica para o sucesso de um novo negócio. Seu projeto deve deixá-lo animado e com brilho nos olhos!
  2. Pesquise seu mercado. Quando abrir sua empresa, você precisa conhecer profundamente o mercado e a concorrência onde irá atuar, para determinar as melhores estratégias para penetração.
  3. Tenha um objetivo. É importante que você saiba onde quer chegar, ou seja, sua meta principal, e que planeje um passo de cada vez até alcançá-la.
  4. Produza conteúdo que as pessoas queiram compartilhar. Busque inspiração para reproduzir suas idéias de forma única, principalmente se o assunto é o seu próprio website. Sua empresa precisa ter personalidade!
  5. Crie um banco de dados de e-mails. Esta ainda é a forma de melhor custo x benefício para fazer a promoção online do seu negócio.
  6. Crie produtos e serviços que possam ser vendidos, e aperfeiçoe-os sempre. Seu negócio precisa atender às necessidades de seu público, por isso entenda quais são os seus problemas.
  7. Comece já! Aproveite sua motivação e leve sua idéia adiante. Lembre-se que é perda de tempo pensar em como fazer as coisas perfeitas antes do lançamento do seu negócio. Os aperfeiçoamentos podem ser realizados no curso do seu negócio.

 

Se você quiser saber como a Tecnosenior pode te ajudar a empreender, veja nosso passo a passo para se tornar um revendedor e nos envie sua mensagem que entraremos em contato!

Continue Reading