Mobilidade urbana para idosos: As cidades estão preparadas?

Dificuldades na locomoção e no equilíbrio são consequências naturais do envelhecimento. Com o passar dos anos, a massa muscular diminui, os ossos e cartilagens se desgastam, os reflexos , a visão e a audição começam a falhar… Andar pela rua, direito básico de todo cidadão, torna-se um desafio à parte, já que a todo tempo são encontrados obstáculos como pisos irregulares, raízes expostas, degraus, etc. Até mesmo atravessar ruas e usar o transporte público viram tarefas complicadas, uma vez que a maioria dos locais públicos não é adaptada para suprir as necessidades das pessoas mais velhas. Ou seja,  idosos que costumam andar desacompanhados pela rua correm um risco iminente de sofrer acidentes como as quedas, por exemplo. 

Lei prevê acessibilidade para pessoas idosas

O Projeto de lei  n.º 7.061-A, aprovado em 2017, prevê alterações no Estatuto do Idoso (lei 10.741, de 1º de outubro de 2003), para garantir o direito à mobilidade às pessoas na terceira idade.  O texto afirma que “As políticas públicas de mobilidade urbana deverão observar as necessidades de acessibilidade dos idosos aos espaços da cidade, com a garantia da adaptação dos equipamentos urbanos necessários para assegurar que seus deslocamentos possam ser realizados de modo confortável, seguro e eficiente”.  Infelizmente, essa não é a realidade encontrada na maioria das cidades brasileiras.  A falta de infraestrutura adequada afeta diretamente a qualidade de vida dos idosos, já que, em grande parte dos casos, praticar exercícios ao ar livre ou mesmo se deslocar sozinhos para fazer compras e outros passeios faz parte da rotina de socialização e lazer dessas pessoas. Abrir mão disso é abrir mão da autonomia, o que acaba reduzindo a capacidade funcional dos idosos e, consequentemente, suas chances de ter uma vida saudável, participativa e feliz. Falar em exclusão não é exagero nesses casos. 

Tecnologias de monitoramento pessoal podem ajudar em caso de incidentes

Para os idosos que não abrem mão das atividades na rua, uma opção que proporciona segurança é o Sistema de monitoramento pessoal conhecido como VIDAFONE MÓVEL. O serviço funciona através de um dispositivo discreto e leve usado como pingente e conta com um botão de emergência que  através de um chip de celular  consegue contatar imediatamente uma central disponível 24 horas para atendê-lo caso necessário. Dessa forma, é possível pedir socorro rapidamente no caso de acidentes, por exemplo. O sistema Vidafone Móvel funciona em qualquer lugar que possua cobertura de rede de telefonia móvel e também possui localização por satélite (GPS). Assim, quando o usuário estiver em uma situação de risco, a sua localização será enviada para a Central e também para contatos de emergência cadastrados. No caso de algum incidente em que o idoso fique inconsciente ou impossibilitado de acessar o botão, como uma queda, por exemplo, o sensor de quedas embutido no dispositivo realiza automaticamente a chamada de emergência para a central 24 horas e sempre que necessário, eles irão avisar os contatos de emergência. Para mais informações, ligue para (51) 3018-6950.  Se preferir, você pode enviar um e-mail para contato@tecnosenior.com.br ou deixar uma mensagem em nossa página de contato.  
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