Número de idosos ultrapassa o de crianças no RS

Uma virada demográfica histórica aconteceu recentemente no Rio Grande do Sul: No dia  7 de outubro de 2019 o número de idosos gaúchos passou a ser maior do que o de crianças e adolescentes com até 14 anos. A marca só deverá ser atingida em nível nacional em 2031, de acordo com cálculos do IBGE. Segundo matéria publicada no site gaúchazh, esse fenômeno é resultado do aumento na expectativa de vida, além da queda no número de filhos por mulher no país nas últimas décadas: Nos anos 1960, a taxa de fecundidade era de 6,3 filhos por mulher.  Em 2019, apenas 1,77.

Mudança no perfil etário chama atenção para necessidade de adaptações na dinâmica das cidades e oferta de serviços 

À medida em que as pessoas envelhecem, mudam as suas necessidades, e isso é refletido em diversos setores da sociedade. Na economia, por exemplo, há um grande impacto previdenciário, já que aposentados estão vivendo por mais anos. Aumentar o tempo de contribuição é um dos pontos da Reforma da Previdência, que está em vigor desde metade de novembro. 

No que diz respeito ao planejamento urbano, também serão necessárias mudanças que contemplem as necessidades dos idosos. Calçadas irregulares, sinaleiras com mais tempo para os pedestres passarem e parques e praças com pouca infraestrutura adequada para que eles possam praticar atividades físicas e sociais são alguns dos problemas que precisam ser resolvidos para promover o bem-estar e a qualidade de vida dessas pessoas.

A grande verdade é que, em geral, as cidades não estão preparadas para o envelhecimento da população. Além dos problemas estruturais citados, a maioria dos serviços oferecidos não são pensados nos idosos.  A qualificação profissional para atender essas pessoas, nas mais diferentes áreas também é quase inexiste. É uma demanda urgente, já que as pessoas têm chegado na terceira idade com cada vez mais saúde e disposição para ter uma vida ativa.

Sistemas de monitoramento proporcionam independência e autonomia sem colocar idosos em risco

Os idosos não estão apenas vivendo por mais tempo. Eles estão chegando na terceira idade com cada vez mais disposição.  Quando são saudáveis e ativos, fazem questão de cuidar da própria vida e rotina. Nesse cenário, muitos optam por permanecer nas próprias casas, muitas vezes sozinhos. Só que mesmo capazes de realizar atividades diárias sem depender de outras pessoas, ainda são idosos e a sua segurança é motivo constante de preocupação por parte da família. 

Os sistemas de monitoramento pessoal como o Vidafone atuam de forma passiva, ou seja, sem interferir na rotina do usuário. Com ele, é possível viver normalmente e ter a segurança de poder pedir ajuda imediatamente caso haja necessidade. Disponível em duas versões: Fixo, para idosos que ficam sozinhos na própria casa, e móvel, para idosos que mantém atividades externas e andam desacompanhados pela rua, o dispositivo pequeno e discreto é a solução ideal e menos invasiva que você encontrará. 

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