Perda de mobilidade na velhice

Uma das consequências mais impactantes do envelhecimento é a progressiva perda na habilidade de realizar movimentos: O corpo já não corresponde à mesma velocidade do cérebro. Isso pode se tornar frustrante para o idoso que, durante toda uma vida, foi acostumado a ir onde bem entendesse com o próprio corpo.

Os primeiros sinais podem ser observados na mudança na postura e no deslocamento, além de cansaço e fraqueza ao realizar atividades de costume. O envelhecimento chega acompanhado de perdas de massa muscular, diminuição da densidade óssea e problemas nas articulações. Essas mudanças fazem com que realizar tarefas físicas fique ainda mais difícil. Entenda o que acontece com o corpo com a chegada da velhice: 

Ossos

A redução da densidade óssea, que ocorre a partir dos 40 anos de idade, fica mais evidente na velhice. Os ossos ficam fracos, levando ao aumento no risco de fraturas.  A boa nutrição, incluindo as quantidades necessárias de vitaminas e minerais como cálcio e vitamina D, combinada com exercícios físicos, pode ajudar a manter uma boa saúde óssea.

Músculos

A partir dos 30 anos, perdemos de 3% a 8% de massa muscular por década, o que desencadeia em uma diminuição de força muscular que fica mais evidente a a partir dos 50 anos. A prática regular de atividade física ao longo da vida influencia diretamente nos níveis dessa perda. Lesões ou doenças temporárias também podem afetar a quantidade de massa muscular esquelética. Praticar exercícios diariamente, combinando com uma dieta rica em proteínas contribui para o ganho saudável de massa muscular.

Articulações

Com o passar dos anos, as articulações tornam-se mais vulneráveis a danos. Para se ter uma ideia, a cada década, a flexão do quadril  e do ombro sofre um declínio de 5 a 7 graus. Pessoas em idade avançada sofrem com isso. Movimentar o corpo é essencial para reduzir dores e desconfortos. 

Riscos da perda de mobilidade na velhice: cuidado com as quedas 

Ter em mente que essas perdas de mobilidade são naturais da velhice e procurar lidar com elas da melhor forma é imprescindível para ter qualidade de vida na terceira idade. Pessoas sedentárias, além de sofrerem mais com dores e desconfortos, ficam com o corpo frágil mais cedo e, consequentemente, suscetíveis a acidentes como as quedas, por exemplo. Por outro lado, idosos ativos também correm esse risco, justamente por se arriscarem mais.   As consequências de uma queda na terceira idade, tanto físicas quanto psicológicas, podem ser graves e irreparáveis.

Sistemas de monitoramento de idosos são aliados em situações de quedas

Através dos  sistemas de monitoramento pessoal, o idoso consegue ter uma rotina normal e independente. Isso porque ele consegue  pedir ajuda através de um botão de emergência em caso de necessidade, como se sofrer uma queda, por exemplo. O  botão é usado junto ao corpo, como pingente ou pulseira. O dispositivo ainda pode ter a função de sensor de quedas, que garante o socorro mesmo se o usuário estiver impossibilitado.

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