Por que a saúde pública gasta tanto com acidentes entre idosos?

Obstáculos como calçadas irregulares, passeios quebrados, lixos amontoados, degraus muito altos e postes no meio do caminho são fatores agravantes para o risco de quedas de transeuntes nas ruas, especialmente quando falamos de idosos. Com a saúde já fragilizada pela idade avançada, muitos acabam sofrendo acidentes ao circular pelas vias. Não faltam exemplos de situações que poderiam ter sido evitadas com reparos que cabem, teoricamente, ao poder público realizar. 

De acordo com um estudo realizado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, o custo por paciente internado por esse motivo pode chegar a R$ 40 mil ao Sistema Único de Saúde, sem falar nos prejuízos irreparáveis para a saúde das vítimas. É primordial que se estabeleçam políticas públicas nesse sentido, já que seriam a única forma concreta de se evitar esses acidentes. Além de preservar a integridade dos moradores das cidades, elas promoveriam uma economia significativa para os cofres públicos com a diminuição das despesas médicas e hospitalares.

Atendimento imediato é determinante para uma boa recuperação 

No caso de ocorrência de queda, é primordial que o atendimento seja realizado imediatamente. A Golden Hour, como é chamada a primeira hora após o trauma, é determinante e definitiva para as consequências e sequelas, tanto físicas quanto psicológicas.  Ou seja, quanto mais rápido o idoso é atendido após uma queda, maior a chance de recuperação. Isso também significaria, consequentemente, menor custo de internação e recuperação hospitalar.

Tecnologia pode ajudar na garantia de socorro imediato em caso de queda de idosos

Infelizmente não existem formas de prevenir a ocorrência de quedas nas ruas além das melhorias necessárias na infraestrutura (que cabem ao Estado). Diante disso, os idosos que não abrem mão de andar desacompanhados pelas vias correm um risco iminente. Uma forma de minimizar os prejuízos para a saúde são os sistemas de monitoramento pessoal, que permitem que o usuário peça socorro imediatamente em caso de emergência.

O Vidafone Móvel, modelo indicado para  pessoas com esse perfil, é um dispositivo leve e discreto que pode ser acionado através de um botão de emergência usado como pingente, ou seja, ao alcance das mãos. Quando acionado, contata imediatamente uma central disponível 24 horas, 7 dias por semana, por onde um atendente especializado agirá automaticamente da forma que for necessária. 

O sistema Vidafone Móvel funciona em qualquer lugar que possua cobertura de rede de telefonia móvel e também possui localização por satélite (GPS). Assim, quando o usuário estiver em uma situação de risco, a sua localização será enviada para a Central e a contatos de emergência cadastrados, trazendo uma maior liberdade e tranquilidade, tanto para o usuário quanto para a família. Além disso, a localização pode ser acessada a qualquer momento pelos familiares ou responsáveis pelo idoso. Um sensor de quedas embutido garante o atendimento mesmo no caso do usuário ficar inconsciente ou impossibilitado de pedir ajuda. 

Para saber mais sobre o Vidafone móvel e demais serviços oferecidos pela Tecnosenior, você pode entrar em contato conosco clicando aqui 

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