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Começando um novo negócio

Iniciar um novo negócio é um grande passo na vida de um empreendedor. Além de todos os cálculos e planos e trabalho árduo que essa situação envolve, a escolha de um segmento de atuação também pode ser complexa.

Por isso, separamos algumas dicas para entusiasmá-lo a tirar sua idéia do papel e investir no seu sonho, lembrando que até mesmo Bill Gates e Steve Jobs também começaram sem nada:

  1. Tenha paixão pelo seu projeto. Essa é uma importante característica para o sucesso de um novo negócio. Seu projeto deve deixá-lo animado e com brilho nos olhos!
  2. Pesquise seu mercado. Quando abrir sua empresa, você precisa conhecer profundamente o mercado e a concorrência onde irá atuar, para determinar as melhores estratégias para penetração.
  3. Tenha um objetivo. É importante que você saiba onde quer chegar, ou seja, sua meta principal, e que planeje um passo de cada vez até alcançá-la.
  4. Produza conteúdo que as pessoas queiram compartilhar. Busque inspiração para reproduzir suas idéias de forma única, principalmente se o assunto é o seu próprio website. Sua empresa precisa ter personalidade!
  5. Crie um banco de dados de e-mails. Esta ainda é a forma de melhor custo x benefício para fazer a promoção online do seu negócio.
  6. Crie produtos e serviços que possam ser vendidos, e aperfeiçoe-os sempre. Seu negócio precisa atender às necessidades de seu público, por isso entenda quais são os seus problemas.
  7. Comece já! Aproveite sua motivação e leve sua idéia adiante. Lembre-se que é perda de tempo pensar em como fazer as coisas perfeitas antes do lançamento do seu negócio. Os aperfeiçoamentos podem ser realizados no curso do seu negócio.

 

Se você quiser saber como a Tecnosenior pode te ajudar a empreender, veja nosso passo a passo para se tornar um revendedor e nos envie sua mensagem que entraremos em contato!

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Detectores de Quedas no PERS Summit

Uma das sessões do PERS Summit era uma mesa com três fabricantes de PERS  que tinham que reponder a seguinte pergunta: Seriam os detectores de quedas o Santo Graal dos sistemas de monitoramento? Em outras palavras: Seriam os detectores de quedas os grandes salvadores da pátria? 

Dois dos participantes deram uma de políticos: falaram sobre o quanto os detectores de queda avançaram nos últimos anos, e que eles quase já não emitem falsos alarmes, mas não responderam diretamente a pergunta. O terceiro, perguntou para o moderador se a pergunta se referia ao lado comercial ou técnico. E isso faz todo o sentido. 

Vou explicar: há alguns anos a Phillips apresentou um detector de quedas que funcionava muito mal – qualquer movimento era identificado como queda, o que mais chateava do que ajudava os usuários. Mas a empresa fez uma grande divulgação sobre o seu equipamento colocando o detector de quedas como uma grande vantagem sobre a concorrência. A partir daí todos os concorrentes correram para desenvolver detectores de queda cada vez mais inteligentes. Isso se tornou um “must have” para maioria dos consumidores.

Sucesso comercial

Portanto, comercialmente o detectores de quedas são um grande sucesso. Agora, se realmente eles ajudam mais as pessoas em caso de necessidade, ninguém sabe dizer precisamente. O que as Centrais de Monitoramento podem dizer é que os botões com detectores de queda reportam menos falsos alarme, hoje em dia. Isso porque  os algoritmos que interpretam uma queda estão cada vez mais precisos. 

Eles também são um sucesso comercial porque as revendas de monitoramento cobram mais por esse tipo de serviço. Mas a pergunta que ninguém consegue responder é: quantas pessoas não conseguem apertar o botão numa necessidade? É sabido, e já foi revelado em diversas pesquisas, que um grande número de clientes não vestem seu botão de emergência (com ou sem detector de queda). Muitos deixam no criado mudo durante a noite, não usam durante o banho, ou pior ainda, deixam guardado numa gaveta. Eu me concentraria em tornar estes botões  mais atrativos ao uso, ao invés de embutir muita eletrônica e sensores, o que invariavelmente acarreta num maior  tamanho e peso. Mas vamos ver o que o mercado nos diz.

Outro ponto muito importante que foi levantado é o seguinte: hoje já existe tecnologia suficiente para encher a casa do usuário de sensores que seriam capaz de detectar todos os movimentos e uma possível queda, mas os clientes estariam dispostos a pagar o preço de um sistema desse tipo?

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O Paradoxo do Monitoramento | PERS Summit

Na palestra apresentada por Josh Garner, Presidente e CEO da AvantGuard Monitoring, empresa independente de monitoramento que organiza o PERS Summit,  o palestrante abordou uma questão muito interessante, que pode ser considerada “O Paradoxo do Monitoramento”. Nos EUA, como este mercado existe certamente há mais de 20 anos (alguns dizem que existe há 40 anos) a competição é muito grande. Por isso os valores cobrados pelas Centrais de Monitoramento estão cada vez mais baixos. Em contrapartida os custos aumentam a cada ano, na medida que os salários são elevados em virtude da retomada dos empregos no país. 

É bem claro que nos EUA a maioria dos usuários de sistema PERS preferem o atendimento feito por uma Central de Monitoramento 24 horas / 7 dias por semana. Mesmo tendo que pagar por esse serviço, os americanos preferem ter uma pessoa respondendo aos chamados de emergência  do que os sistemas que fazem chamadas diretas ou enviam mensagens para os familiares e outras pessoas cadastradas. 

Paradoxo do Monitoramento no Brasil

No Brasil como tudo é muito novo não temos idéia de qual vai ser a preferência dos consumidores: pagar por um equipamento que liga ou envia mensagens para os familiares, ou pagar uma mensalidade para ter alguém 24 horas à disposição para resolver a situação de emergência.

Se no Brasil não temos ainda uma grande briga pelo mercado, forçando as empresas fornecedoras de  serviços de atendimento 24 horas a baixarem seus preços, temos um problema muito mais grave: o pequeno número de usuários fazem com que as empresas de monitoramento precisem ser subsidiadas até que consigam chegar a um número de usuários que permita pelo menos pagar funcionários 24 horas / 7 dias por semana.

Considerando que a AvantGuard monitora 700 mil clientes e não é uma das maiores Centrais de Monitoramento, vamos ter que esperar algum tempo até tornar este mercado realmente atrativo para as Centrais de Monitoramento especializadas e PERS.

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O Futuro do Alerta Médico

O Alerta Médico ou Medical Alert é como são denominados, nos EUA, os sistemas que permitem chamar ajuda no caso de uma emergência – normalmente um queda ou emergência médica. Na Europa estes sistema são mais conhecidos como sistema de Teleassistência, uma vez que na sua maioria estão conectados à uma linha telefônica. 

Apesar de pouco conhecidos no Brasil, estes sistemas são largamente utilizador por pessoas idosas ou portadoras de alguma necessidade especial. Durante um congresso que ocorreu nos EUA este mês, foram abordados diversas questões sobre a evolução destes sistemas.

Os americanos preferem os sistemas que, em caso de emergência, chamam uma Central de Monitoramento que fica disponível 24h, 7 dias por semana. É  lógico que isso tem um custo, mas em virtude do grande número de usuários os custos ficam diluídos. A outra opção seria utilizar equipamentos de monitoramento (PERS) que discam diretamente para familiares. Estes sistemas são chamados pelos americanos de “monthly free” (sem mensalidade), o cliente paga pelo equipamento mas não paga a mensalidade do serviço de monitoramento. Sempre tem o risco dos números cadastrados, não responderam, por uma infinidade de situações.

Alerta Médico no Brasil

No Brasil já temos diversas empresas oferecendo o serviço de alerta médico atendido por uma central de monitoramento. Neste caso a mensalidade paga pelo cliente serve para pagar o serviço de atendimento 24/7 e o aluguel do equipamento. Estas mensalidades giram em torno de R$ 150,00. Se por um lado é uma valor acessível para muitos usuários, as empresas que fornecem o serviço estão encontrando dificuldades para manter estes valores, devido ao número reduzido de usuários e investimento nos equipamentos que são importados.

Ainda não sabemos se os clientes brasileiros vão preferir pagar uma mensalidade pelo serviço ou comprar o equipamento que, pelo valor atual do dólar, chegaria ao consumidor final por uma valor em torno de R$ 1.500,00. 

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Playful Persuasion

A primeira palestra do PERS Summit 2015 foi apresentada por Russ Johnson, com o título de “Playful Persuasion”. Ele falou de uma coisa que quase todas as novas empresas de tecnologia e startups já sabem: um ambiente descontraído, onde as pessoas podem brincar umas com as outras, se torna muito mais produtivo e criativo. Russ Jonhson é consultor e escreveu um livro abordando este assunto: PLAY The New Leadership Secret that Changes Everything. Numa tradução livre: Brincar O Novo Segredo das Lideranças que Muda Tudo.

Ross mostra a experiência de algumas organizações que são líderes de mercado, com o tipo de cultura do Playful Persuasion que está mudando a forma de trabalhar e conseguindo resultados surpreendentes. 

Ele apresenta um modelo bastante simples de quatro etapas que é a base para uma nova forma de  alcançar o desempenho:

1. Veja o lado divertido das coisas.

2. Promova brincadeiras.

3. Seja divertido.

4. Dissemine a brincadeira. 

Ross mostrou aos participantes os 7 benefícios de promover um ambiente de brincadeiras:

1. Aumento de produtividade.

2. Melhora  na comunicação.

3. Aumento na influência.

4. Melhora na inovação.

5. Aumento no moral da empresa.

6. Incentivo ao trabalho em grupo.

7. Aumento  da lucratividade.

Segundo Ross nós fomos treinados para acreditar que trabalho e brincadeira são coisas completamente antagônicas. Que em ambiente de trabalho não se brinca. Que somente pessoas sérias são competentes e podem alcançar o sucesso. Quando na realidade uma dose equilibrada de brincadeiras pode trazer muitos benefícios, como os listados acima.

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PERS Summit 2015

No dia 30 de setembro nos Estados Unidos, ocorreu mais um encontro das revendas independentes de Personal Emergency Response System (PERS), reunindo empresas de todos o país.  O PERS Summit 2015 foi realizado em Park City, uma pequena cidade perto de Salt Lake City. A cidade é conhecida pelas estações de esqui e pelo festival de cinema.

O evento acontece de dois em dois anos e é organizado pela empresa de monitoramento AvantGuard. Esta foi a segunda vez que a Tecnosenior participa do encontro. Mesmo antes da conferência  de 2013, a Tecnosenior já havia visitado a AvantGuard Monitoring, em Salt Lake City, de onde trouxemos muitos ensinamentos sobre a montagem das Centrais de Monitoramento para nossos clientes no Brasil.

Além das palestras, o PERS Summit 2015 possibilitou a troca de informações com as revendas sobre este mercado, e também a oportunidade de conhecer os últimos lançamentos do fabricantes de PERS, que patrocinam o evento e apresentam seus produtos.

Foram realizadas diversas palestras apresentadas por profissionais com grande experiência neste mercado. A seguir apresentaremos um breve resumo de algumas delas, confira os links abaixo:

Playful Persuasion

O Futuro do Alerta Médico

O Paradoxo do Monitoramento

Detectores de Quedas

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