Novas tecnologias melhoram qualidade de vida dos idosos

Novas tecnologias são cada vez mais desenvolvidas para melhorar qualidade de vida dos idosos. Pensando nisso, escolhemos quatro novas tecnologias criadas atualmente para proporcionar uma vida mais confortável, ainda que existam as doenças e a solidão. Confira abaixo o que tem sido desenvolvido para este público:

Sapato com localizador GPS

Uma empresa no Japão criou sapatos com GPS especialmente planejados para ajudar a localizar idosos que podem se perder e não voltar para suas residências. Esses sapatos possuem um localizador e permitem mostrar a posição do usuário em dispositivos como smartphones e computadores, mediante inserção de login e senha. O sistema também mostra a posição do usuário em um mapa para que seja mais fácil iniciar sua procura, entre outras funções.

Robô personal trainer

Em Cingapura foi desenvolvido um robô para ser personal trainer de idosos locais. Com braços metálicos e uma tela no rosto, o equipamento instrui os alunos na prática de um exercício saudável. Em Portugal também existe um projeto semelhante há pelo menos dois anos, onde o robô será uma espécie de treinador pessoal controlado por clínicos ou terapeutas que estejam acompanhando o idoso.

Sensor de queda

Quedas podem acontecer com qualquer pessoa, e cair pode representar um alto risco para a saúde. Por isso há uma busca contínua por sistemas que possam auxiliar as pessoas a receberem atendimento o mais rápido possível, como os sensores de quedas. Eles permitem não somente a detecção do evento em tempo real, como também são uma forma de solicitar ajuda para a vítima, que pode estar desacordada e não ter condições de pedir socorro imediato.

Gatinhos robôs acompanhantes

Os pets tentam simular a melhor parte de ter animais de estimação por perto, como promover interação e distração, sem os transtornos que acompanham a criação de um animal de verdade, como a limpeza, alimentação e cuidados com sua saúde. Logo, ter um gatinho robótico pode ser bastante interessante para idosos que não têm condições de se responsabilizar por uma outra vida, mas que desejam a companhia de um pet, ou ainda para aqueles que tem alergias quando em contato com animais.

Para saber mais acesse:

Empresa japonesa cria sapatos com GPS para localizar idosos perdidos

Robocoach: robo treinador ajuda idosos cingapura manterem forma

Tecnosenior já dispõe de detectores de quedas

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sensor de queda para idosos

Afinal, como funciona um sensor de queda para idosos?

Quedas podem acontecer com qualquer pessoa. Porém, estudos apontam que são mais frequentes em deficientes físicos, crianças, pessoas em recuperação e, principalmente, em idosos. Cair pode representar um alto risco para a saúde, sendo um das principais causas de injúrias. Atualmente este é um problema de saúde pública mundial, podendo afetar gravemente a vida das vítimas e de seus familiares. Por conta disso, há uma busca contínua por sistemas que possam de alguma forma auxiliar as pessoas a resolverem a situação de maneira ágil, aumentando a sensação de segurança. Além do mais, a assistência médica rápida é um diferencial para a redução de algumas consequências negativas das quedas.

Nesse ponto é que entra o sensor de queda para idosos. Ele permite não somente a detecção do evento em tempo real, como também é uma forma de solicitar ajuda para a vítima, que pode estar desacordada e não ter condições de pedir socorro imediato, por exemplo.

sensor de queda para idoso

O funcionamento do sensor de queda

Pensando em toda a tecnologia que pode estar envolvida nesse produto, fica a pergunta: afinal de contas, como é que funcionam esses sensores de queda para idosos? Como é possível que um equipamento consiga identificar o que é uma queda, dentre todos os movimentos que se pode realizar no dia a dia, e reportar com exatidão a necessidade de auxílio?

A resposta não é simples. A atividade desses sensores é determinada por uma programação de um grupo de algoritmos, ou seja, sequências de instruções definidas para realizar ações baseadas em equações matemáticas, nesse caso a partir de variáveis detectadas por dispositivos físicos dentro do equipamento. O resultado a ser monitorado por essas variáveis é determinado através de testes realizados em grupos de controle.

Diversas abordagens tem sido exploradas para viabilizar a detecção de uma queda, sendo que os esquemas de cada sensor dependerão do próprio fabricante. Para ilustrar o funcionamento do equipamento, a seguir são apresentados alguns sistemas que, se combinados, podem compor um sensor de queda.

  • Detector de impacto: dispara uma ação ao identificar uma colisão. Baseia-se em uma combinação entre tempo e posição do objeto (ou proximidade com outros objetos).
  • Monitoramento da postura: classifica a postura humana básica – sentado, em pé ou deitado – bem como identifica situações que fogem a este padrão, como uma queda, por exemplo.
  • Giroscópio: monitora a rotação de um corpo em um espaço tridimensional. Consegue monitorar exatamente para qual direção o usuário está se movendo.
  • Acelerômetro: detecta a inclinação dos objetos. Também é responsável por detectar a queda e gerar uma ação, como por exemplo enviar o sinal para o console.

A principal intenção da combinação desses sistemas é a de separar o momento da queda do que seriam atividades da vida diária (AVD). Dessa forma, o sensor terá maiores condições de reportar de forma rápida e eficiente a ocorrência do evento a uma central de monitoramento, a fim de agilizar o atendimento e minimizar as consequências da queda.

– Quanto custa um Sistema de Emergência Pessoal?

Uma vez que um dos principais objetivos da tecnologia na atualidade é o de proporcionar melhores condições de vida, é podemos dizer que o sensor de queda para idosos é um passo crucial nessa direção. Esse equipamento, que já está disponível no Brasil para o público, traz aos usuários e familiares mais independência, segurança e comodidade nas atividades da rotina.

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golden hour

Golden Hour: Você sabe o que é?

A Golden Hour ou “Hora de Ouro” é uma teoria criada pelo cirurgião americano R Adams Coley, cujo  propósito baseia-se em oferecer ao paciente o melhor atendimento de emergência possível. O conceito propõe que, na primeira hora de cuidados efetivos, uma pessoa que sofreu um trauma tem maiores chances de sobrevivência do que após esse período.

Queda em idosos: conheça os principais fatores de risco e saiba como evitá-los

A Golden Hour, há muitos anos, tem sido o guia para orientação no socorro de vítimas de trauma. O conceito permanece como padrão global para decisão sobre os tempos que devem ser respeitados na abordagem e salvamento de uma pessoa.

Entretanto, sabe-se que existem alguns fatores que podem influenciar no atendimento a um chamado, levando a grandes variações na agilidade de resposta. Um desses fatores é o tempo gasto pela vítima para solicitar o socorro. Se for uma queda de idoso, por exemplo, a situação ainda é mais crítica, pois é possível que a vítima fique impossibilitada de levantar-se e que só receba socorro após ser encontrada por alguém.

Tecnologias à favor da Golden Hour

Por conta disso muitas tecnologias vem sendo desenvolvidas para melhorar a resposta efetiva aos chamados de emergência, garantindo ao paciente um atendimento o mais rápido possível. Uma destas tecnologias, presente nos Estados Unidos há cerca de 20 anos, chegou ao Brasil recentemente e promete revolucionar o atendimento de emergência.

O Sistema de Alerta Médico é um equipamento que consiste em um botão de emergência e um console conectado a uma linha telefônica, que abre um canal de voz bidirecional com uma central de atendimento que funciona 24 horas por dia. A função principal dessa central é a de atender aos chamados feitos através do equipamento, e direcionar ajuda ao usuário sempre que solicitado.

O Sistema de Alerta Médico ainda é uma novidade no Brasil, mas estima-se que já existam mais de dez mil usuários do equipamento sendo atendidos por diversas centrais. Esse número tende a ampliar-se ainda mais com as previsões de aumento no número de idosos nos próximos anos e com a utilização do produto por outros segmentos, como gestantes e pessoas em recuperação.

Podemos incluir ainda dentro do pacote de novas tecnologias os sensores de queda, sincronizados com o equipamento, são capazes de identificar e reportar as quedas para as centrais de atendimento, mesmo se o usuário perder a consciência ou não puder se mexer. O sensor combina um algoritmo complexo para determinar se o usuário realmente caiu antes de enviar o sinal de alerta para a central, e também já se encontra disponível no país.

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