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ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) podem ser conhecidas por diversos nomes, tais como: residencial geriátrico, casas de repouso, geriatria, lar de idosos etc. Além do acolhimento em regime integral, as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal basicamente de três formas: internamente; para idosos que saem sozinhos; e como uma forma de conseguir novos clientes.

 No quarto dos moradores

Os moradores dos residenciais utilizam o Sistema de Monitoramento de Emergência, como uma forma de chamar um atendente quando estão no seu quarto ou apartamento. Neste caso, o sistema avisa um profissional que está na recepção ou no setor de enfermagem através de um monitor instalado no local. Além disso, qualquer pessoa cadastrada pode ser avisada através de mensagens SMS ou email. Este recurso permite que funcionários que fazem a ronda noturna, por exemplo, possam ser chamados numa emergência.

Moradores que saem

Moradores independentes que saem para suas atividades diárias e passeios, utilizam um sistema móvel com GPS, que além de funcionar com um telefone celular, caso o idoso precise ligar, funciona como um rastreador pessoal que permite às pessoas autorizadas localizar o usuário. O dispositivo pode avisar caso o idoso se afaste muito ou não chegue ao seu destino, por exemplo.

Futuros clientes

Sabemos que a decisão de se mudar para uma ILPI é um processo bastante demorado, dependendo da aprovação da família e do idoso.  Muitas vezes esta pessoa ainda não está pronta para a mudança e quer continuar morando em casa por mais algum tempo. Nestes casos o Residencial Geriátrico pode oferecer um Sistema de Monitoramento de Emergência Pessoal, como uma alternativa, até que a família tome uma decisão. Desta forma, se estabelece um vínculo entre o possível futuro cliente e a instituição.

ilpis podem utilizar sistemas de emergência pessoal

Dessa forma, todos saem ganhando: os familiares, que ficam tranquilos com a segurança e monitoramento dos idosos; e as ILPIs podem utilizar Sistemas de Emergência Pessoal, garantindo, assim, mais uma alternativa para aumentar o ticket médio por morador.

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Desospitalização – soluções simples

Desospitalização

Muito se fala em desospitalização hoje em dia, mas muitas vezes soluções muito simples, que poderiam dar mais tranquilidade ao paciente que recebe alta e vai se recuperar em casa, não são consideradas.

Conversando com uma pessoa que estava aguardando o transplante de um rim, ele me confessou que o seu maior medo era ficar sozinho em casa depois que recebesse alta, se recuperando da cirurgia.  Essa preocupação lhe tirava o sono, mais do que a própria espera por um doador.  Este senhor era separado e os filhos moravam no exterior. “Numa emergência, nem sempre a gente consegue alcançar um telefone e ligar para alguém que possa providenciar socorro”, observou ele.

Não conheço uma pesquisa sobre isso, mas provavelmente o número de pacientes que tem a alta retardada pelo seu médico, pelo motivo exposto acima, seja muito maior que os hospitais imaginam.

Os hospitais querem saber quem vai enviar uma enfermeira ou médico até residência da pessoa no caso de um chamado. Esquecem que antes de mais nada o paciente precisa ter como chamar ajuda. Nem sempre um telefone está ao alcance da mão.  Também existe uma grande chance que sua chamada não seja prontamente atendida. Imaginem alguém passando mal ligando para o centro de atendimento de um hospital: “disque 0 para isso, disque 1 para aquilo…” Depois, nem sempre, essa pessoa que está convalescendo precisa de um atendimento médico. Muitas vezes tirar um dúvida sobre o tratamento ou chamar um parente ou vizinho para ajudá-la a levantar depois de uma queda, pode resolver a situação.

Cuidador 24h ?

Deixar alguém 24 horas ao lado da pessoa que está se recuperando, além de ter um custo alto, muitas vezes não se mostra necessário. Talvez oferecer um Serviço de Monitoramento de Emergência possa ser considerado uma das opções para facilitar a alta e dar uma recuperação mais tranquila para pacientes e familiares.

Quedas: um dos risco na desospitalização

O conceito de desospitalização envolve:

  • Garantir a alta de um paciente do ambiente hospitalar de forma segura promovendo todos os cuidados necessários em domicílio.
  • Redução do tempo de internação no hospital e aumentar a satisfação do paciente.

Quem paga ?

Alguns hospitais no Brasil alegam que o Serviço de Monitoramento de Emergência não é pago pelo SUS ou pelos Planos de Saúde. No entanto, muitos pacientes e familiares estariam dispostos a arcar com o custo do serviço para ter mais segurança e tranquilidade. Nos Estados Unidos muitos hospitais recomendam, ou até mesmo ofertam o serviço, para seus pacientes, os Sistemas de Monitoramento de Emergência ou “Medical Alert”, como é mais conhecido. Pelo lado das operadoras de saúde, com o valor economizado em uma diária de hospital, elas poderiam pagar muitos meses de um Serviço de Monitoramento Pessoal.

A Tecnosenior pesquisa e desenvolve, junto com os hospitais, tecnologias que já são utilizadas em outros países e que podem facilitar a desospitalização.

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Emergência Pessoal sem Mensalidade

O Freedom Alert pode ser programado para discar diretamente para número de parentes, amigos ou cuidadores. Este sistema não precisa de interação com uma Central de Monitoramento, por isso, é chamado de “Sistema Livre de Mensalidade”. Uma vez que os sistemas que ligam para uma Central de Monitoramento, cobram por este serviço.

Usuário Sistema sem Mensalidade

Outro grande diferencial do Freedom Alert, é o seu microfone e alto-falante embutidos no botão de emergência. Isso assegura que a pessoa que está chamando ajuda possa se comunicar mesmo estando longe do console.

O Freedom Alert é o primeiro botão de emergência que permite comunicação de voz bi-direcional  e pode ser programado para ligar até quatro (4) contatos. É possível se comunicar com a família, amigos ou vizinhos, a qualquer hora e de qualquer lugar da casa ou do pátio ao redor de casa.

Uma tomada e uma linha de telefone fixo é tudo o que é necessário para que a unidade opere. O pingente é alimentado por uma bateria de lítio que dura até 6 meses com uma única carga. Além disso uma bateria reserva fica sempre na base sendo recarregada.

Outro ponto importante: para garantir o atendimento, a pessoa que recebe o chamado de emergência, precisa digitar o número 5. Isso confirma que a chamada não foi atendida pelo sistema de mensagem de voz ou secretária eletrônica. Caso o Freedom Alert não “receba” o sinal do número 5, ele vai chamar os outros números cadastrados.

Isso faz do Freedom Alert um dos sistemas mais econômicos e seguros do mundo, para aqueles que abrem mão do serviço de uma Central de Monitoramento 24h.

A confirmação de recebimento da ligação, que é feita através da digitação do número 5, garante que todos os número programados serão chamados. Esse recurso não está disponível em outros sistemas que ligam diretamente para números cadastrados. Confira clicando aqui outros produtos Tecnosenior.

Sistema de Alerta sem Mensalidade

Freeedom Alert

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