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Acessórios do PERS: usos e vantagens

Os acessórios do PERS 4200 são uma ótima maneira de ampliar seu portfólio de produtos e o seu rendimento. Saiba como funciona cada acessório e venda muito mais!

O PERS 4200 é um grande aliado dos revendedores de Sistemas de Emergência Pessoal no Brasil: muitos, inclusive, tiveram seu primeiro contato com a teleassistência por meio dele. Como você já sabe, cada PERS 4200 acompanha um acessório – o transmissor DXS LRC – mas, além disso, ele permite configurar até 16 acessórios simultaneamente (iguais ou diferentes). Atualmente, a Tecnosenior dispõe de 10 modelos de acessórios do PERS 4200 que são vendidos separadamente, e é sobre eles que vamos falar hoje.

Por que vender acessórios adicionais?

Os acessórios do PERS 4200 adicionais trazem inúmeras vantagens para quem compra e para quem vende:

  • Para o usuário, significa a ampliação da rede de cuidados, permitindo que ele se sinta ainda mais seguro.
  • Para os revendedores, é uma ótima maneira de ampliar o portfólio de produtos e incrementar o ticket médio.

Conheça 10 acessórios do PERS 4200

#1 DXS LRC – Pulseira de emergência

Acessórios do PERS: usos e vantagens

Entre os acessórios do PERS 4200 mais comercializados pelos empreendedores do segmento, está o Transmissor DXS LRC, ou a famosa “pulseira de emergência”, visto que acompanha o kit do PERS 4200. Ele pode ser utilizado como pulseira ou pingente, de acordo com a preferência do usuário.

É o único acessório à prova d’água, ou seja, além de poder tomar banho ou pegar chuva sem danos ao equipamento, o usuário também pode submergi-lo em banhos de piscina ou banheira (somente água doce).

Com ele, também é possível atender às chamadas do telefone onde está instalado, podendo comunicar-se com quem ligou pelo viva-voz de longo alcance da base.

#2 Sensor de Queda

acessórios do pers: sensor de queda

Com o Sensor de Queda, o usuário pode enviar solicitação de atendimento de duas maneiras: ao pressionar o botão SOS e em caso de queda. O Sensor de Queda detecta uma queda real e emite, automaticamente, um alerta para a central de monitoramento 24 horas.

Sua atividade é determinada por um conjunto de algoritmos que calcula quatro variáveis: impacto, altura, velocidade e ângulo. Toda essa precisão evita alertas falso-positivos, garantindo mais segurança para o usuário e seus familiares.

As pessoas mais propensas a comprar o Sensor de Queda são aquelas que já possuem histórico de queda ou pessoas que ouviram experiências semelhantes de alguém próximo.

#3 Sensor de Presença

acessórios do pers: sensor de presença

Diferente dos Sensores de Presença oferecidos por empresas de segurança residencial, este modelo reporta atividades no ambiente durante o dia todo – ou em período predeterminado – e somente aciona a central de monitoramento quando percebe ausência ou inatividade.

Este equipamento é bastante útil para monitorar idosos que seguem uma rotina bem definida. Por exemplo: se o idoso acorda sempre às 7 horas e passa pelo corredor para ir ao banheiro, todos os dias o sensor registra essa atividade. Se algum dia não for identificado sua presença neste horário, presume-se que tenha acontecido algum incidente. Nesse caso, o sensor de presença é uma ótima ferramenta que contatará o socorro.

#4 DXS-73 – Detector de Fumaça

acessórios do pers: detector de fumaça

Ao detectar fumaça, o sensor dispara um alarme bem alto, a fim de alertar ao usuário sobre uma panela esquecida ao fogo, por exemplo, ou até um incêndio. Se a fumaça persistir no ambiente após 20 segundos, o alerta é imediatamente enviado para a central de monitoramento.

Diferente do que muitas pessoas imaginam, a cozinha não é o cômodo mais indicado para instalação do detector de fumaça: isso porque a presença normal de fumaça e vapor do ambiente podem acionar o alarme desnecessariamente. O mais aconselhado é que seja instalado em todos os andares, nos corredores, quartos, salas, sótão e porão.

Pode ser uma boa oportunidade para ampliar os cuidados aos idosos que apresentem sinais de esquecimento ou mesmo em casos de Alzheimer.

#5 Dispensador Eletrônico de Medicamentos

acessórios do pers: dispensador de medicamentos

Este é um acessórios do PERS 4200 que chama muito a atenção dos usuários e familiares! O Dispensador Eletrônico de Medicamentos possui 28 nichos onde, em cada um, cabem mais de 10 medicamentos diversos. Internamente, há um sensor de movimento, que identifica se o usuário retirou os remédios no horário previsto.

Dessa forma, o equipamento dispara um alarme sonoro para lembrar ao usuário de tomar os remédios. Já no caso em que o idoso não vire o dispensador em 180º para retirar os medicamentos, um alerta é enviado para a central de monitoramento 24h.

#6 DXS-65 – Transmissor de mesa ou parede

acessórios do pers: transmissor de mesa

O DXS-65 possui um grande botão vermelho para solicitar emergência e pode ser fixado em qualquer cômodo da casa, como substituto à pulseira ou, ainda, um cuidado adicional.

A maioria dos acidentes com idosos ocorre no banheiro e, por ser resistente à água, o DXS-65 é uma excelente opção para instalação no box do banheiro. Também há indicações de fixação na parede da cozinha ou ao lado da cama.

#7 DXS-31 – Transmissor de porta e janela

acessórios do pers: transmissor de porta

Com ação passiva e semelhante ao Sensor de Presença, o DXS-31 pode ser instalado em portas, janelas, gavetas e portas de eletrodomésticos para monitorar atividade e reportar inatividade do usuário. Quando não identifica abertura ou fechamento de portas e janelas no período programado, o dispositivo envia alerta para a central de monitoramento.

Por exemplo: rotineiramente, o idoso abre a porta da geladeira entre 8h e 8h30, mas quando isso não ocorre, um alerta é enviado para a central de monitoramento.

#8 DXS-80 – Detector de Monóxido de Carbono

acessórios do pers: detector de monóxido de carbono

O DXS-80 é semelhante ao Detector de Fumaça, mas alerta para um perigo bem diferente e mais específico. O monóxido de carbono (CO) é um gás tóxico, incolor, inodoro e insípido, liberado com a queima de oxigênio no ambiente. Por ser indetectável sem ajuda de equipamentos específicos, representa um grande risco de vida, especialmente para crianças e idosos.

Essa liberação ocorre em ambientes domésticos quando há algum foco de fogo, sem nenhuma ventilação ou corrente de ar, como por exemplo:

  • Lareiras

  • Aquecedores

  • Fogões

  • Motores de automóveis

É justamente nessas situações que o DXS-80 se faz útil: ao identificar a presença do gás no ambiente, o equipamento dispara alarme sonoro a  cada 10 segundos. Se o ambiente continuar infectado, é enviado um alerta à central de monitoramento.

#9 Módulo de Voz

A funcionalidade deste modelo entre os acessórios do PERS 4200 é estender o alcance de comunicação entre o usuário e a central de monitoramento 24h.

Em residências muito grandes, pode ser difícil ouvir ou falar através do viva-voz, o que pode causar certo receio para os familiares. Neste caso, você pode solucionar o problema oferecendo o Módulo de Voz, que consiste em um microfone e um alto-falante sem fio. Podem ser instalados até quatro modelos adicionais em diversos cômodos da casa.

#10 Módulo de Celular

acessórios do pers: módulo de celular

Por via de regra, o PERS 4200 é instalado em uma linha de telefonia fixa na casa do usuário, porém nem todas as residências dispõem de linha fixa. O Módulo de Celular funciona com chip GSM e faz o papel de intermediário entre o PERS 4200 e a central de monitoramento.

Para os revendedores, este é um equipamento indispensável na hora da visita demonstrativa. Para os clientes que não possuem telefone fixo, é uma solução prática.

Para vender acessórios e aumentar sua lucratividade em cada atendimento, é necessário escutar o cliente: deixe-o falar, contar as ocorrências e possíveis riscos a que o idoso se expõe todos os dias. Assim, você pode utilizar uma informação que o próprio cliente forneceu para oferecer uma solução adicional.

Nosso compromisso é a qualidade: todos os acessórios são submetidos a testes rigorosos para que você tenha somente os melhores equipamentos em seu portfólio!

Sua equipe de vendas já conhece todos os acessórios disponíveis? Inclua os acessórios no seu próximo pedido e aumente sua receita!

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Monitoramento de idosos: pulseira de emergência ou sensor de queda

O monitoramento de idosos evoluiu muito para atender às necessidades da nova terceira idade. Saiba mais sobre a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda!

O conceito dos Sistemas de Emergência Pessoal surgiu por volta dos anos 70 nos Estados Unidos e pretendia reduzir o tempo das internações hospitalares e proporcionar tranquilidade para cuidadores e familiares. Na época, os equipamentos para monitoramento de idosos eram muito simples, já que sua única função era promover o monitoramento de idosos, realizando a comunicação de emergência entre os usuários e a central de monitoramento 24 horas.

Desde então, a tecnologia avançou muito. Os hábitos e necessidades da população idosa também são outros, oportunizando o surgimento de novos dispositivos e acessórios.

O Monitoramento de Idosos no Brasil

Atualmente no Brasil, existem dois principais sistemas de monitoramento para idosos: o PERS 4200, para uso exclusivo dentro de casa, e o Mini Rastreador IGO, para uso fora de casa.

O PERS 4200 é um console conectado à linha telefônica fixa do usuário e possui diversos acessórios móveis compatíveis, por onde o idoso realiza o pedido de socorro. Os acessórios de teleassistência mais conhecidos são a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda.

Mas qual a diferença entre eles?

Como funciona a Pulseira de Emergência para Idosos?

O nome técnico da pulseira de emergência é Transmissor DXS LRC e, geralmente, acompanha o kit do PERS 4200. Embora seja mais conhecido como pulseira de emergência, é um botão que pode ser utilizado tanto no pulso – como uma pulseira antialérgica, por exemplo -, quanto no pescoço, como pingente em um cordão antienforcamento.

É um equipamento à prova d´água, permitindo que o usuário o utilize-o durante todo o dia, inclusive durante o banho de chuveiro, banheira ou piscina.

Em caso de necessidade, o idoso deve pressionar o botão na pulseira/pingente e, em poucos segundos, o alerta de emergência é enviado para a Central de Monitoramento 24h, que identifica a ocorrência e aciona os familiares e demais contatos cadastrados previamente.

Como funciona o Sensor de Queda?

Conforme o nome sugere, este equipamento tem uma funcionalidade extra muito útil no cuidado com os idosos: a detecção de queda. O Sensor de Queda, que também opera em junção com o PERS 4200, pode ser considerado um substituto à pulseira de emergência ou, idealmente, um cuidado adicional. Cada PERS 4200 permite o uso de até 16 acessórios ao mesmo tempo, que devem ser contratados à parte.

Além disso, o sensor de queda também conta com um botão de emergência, mas seu principal diferencial é realmente a capacidade de enviar o comando de socorro após a ocorrência de uma queda – mesmo sem ter pressionado o botão.

Para garantir a precisão do alerta e a segurança do usuário, o Sensor de Queda é programado por uma sequência de algoritmos, determinados por microequipamentos internos, baseado em cálculos de altura, velocidade, impacto e ângulo.

Diferenças entre a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda

  1. Kit PERS

Enquanto a Pulseira de Emergência acompanha o kit PERS, o Sensor de Queda deve ser contratado separadamente.

  1. Modo de uso

A Pulseira de Emergência possui duas opções de uso: pulseira ou pingente. Para o Sensor de Queda, há somente a opção de pingente – já que o movimento brusco dos braços poderia prejudicar a sensibilidade da detecção.

  1. Resistência à água

A pulseira de emergência é à prova d’água, possibilitando ao idoso tomar banho, pegar chuva e até nadar com ele. O Sensor de Queda é um equipamento somente resistente à água, ou seja, também pode ser utilizado durante o banho ou na chuva, mas não pode ser submerso.

  1. Alerta de Emergência

Para chamar ajuda com a Pulseira de Emergência, o botão deve ser pressionado obrigatoriamente. Com o Sensor de Queda, se o idoso cair e perder a consciência antes de conseguir pressionar o botão, o alerta é enviado automaticamente, garantindo o atendimento.

E o Mini Rastreador IGO?

O IGO também é um sistema de monitoramento de idosos à distância, porém, com o acréscimo da função de rastreamento pessoal. Com ele, os familiares podem monitorar a localização do idoso em tempo real e são avisados quando ele sai de um perímetro seguro.

Diferente da Pulseira de Emergência e do Sensor de Queda, o IGO não depende do PERS 4200, nem de uma linha telefônica fixa para funcionar. Ele opera por meio da rede celular e precisa somente de um chip GSM. O equipamento possui um botão de emergência, que pode ser pressionado para chamar ajuda, e também tem função Sensor de Queda, capaz de detectar se o usuário cair e chamar ajuda mesmo sem que o botão seja pressionado.

Aqui mesmo no nosso blog você confere tudo sobre o Mini Rastreador IGO.

Assista abaixo ao vídeo sobre o IGO:

Como você pôde ver, há diversas opções para o monitoramento de idosos e, mesmo com tantas funções diferentes, todas elas são muito eficazes. Você só precisa identificar qual a necessidade de uso do seu caso (ou de seu familiar) e escolher o Sistema de Emergência ideal para o idoso.

Quer saber mais sobre como a teleassistência pode lhe ajudar? Solicite uma visita demonstrativa agora mesmo! Ligue para (51) 3018-6950 ou envie uma mensagem no WhatsApp para (51) 99998-0245.

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Como definir o público-alvo de uma empresa

Conhecer quem são os seus potenciais clientes é essencial para o sucesso do seu negócio. Descubra agora como definir o público-alvo de uma empresa!

A definição do público-alvo de uma empresa é uma das partes essenciais na construção de um plano de negócio. É um processo complexo, que demanda muita pesquisa e consiste em descobrir, com a maior precisão possível, quem são as pessoas atendidas por uma corporação.

Esta etapa deve ser priorizada tanto por empreendedores iniciantes, quando pelos mais experientes, visto que o objetivo é orientar as ações de comunicação para os clientes mais propensos a realizar uma conversão.

Entretanto, não se trata somente de atingir quem irá comprar seu produto ou serviço, mas também em reconhecer todas as pessoas que têm algo em comum com a sua marca e podem contribuir com ela ao longo do tempo.

Como identificar o público-alvo de uma empresa?

Mesmo nos casos em que uma consultoria terceirizada for contratada para esta tarefa, você deve estar 100% envolvido com o processo de definição do público-alvo do seu negócio. Isso é importante porque ele permeia todas as outras ações que serão adotadas pela empresa no futuro e pode-se dizer que está relacionado ao seu sucesso. Para isso, a participação ativa do gestor é indispensável.

A definição do público-alvo é obtida por meio de pesquisas, que podem ser realizadas pessoalmente, com um entrevistador e um questionário, ou pela internet, usando fóruns e ferramentas de pesquisa online. Algumas das mais conhecidas são SurveyMonkey e Formulários Google, entre outras.

Confira algumas dicas do que coletar com o público que atinge ou pretende atingir:

Abaixo você tem uma lista com os principais informações que ajudam a definir o público-alvo de uma empresa.

#1 Liste as informações mais relevantes sobre a pessoa

  • Gênero;

  • Idade;

  • Estado civil;

  • Localização;

  • Escolaridade;

  • Ocupação;

  • Renda;

  • Hobbies;

  • Marcas favoritas;

  • Interesses e motivações;

  • Hábitos de compra;

  • Formas de pagamento preferidas.

#2 Quais são seus problemas e angústias?

Descubra o que incomoda ou dificulta a vida desta pessoa, como por exemplo:

  • Mora em um imóvel muito pequeno ou distante do trabalho;

  • Tem pouco tempo livre com a família;

  • Preocupa-se com os pais idosos que moram sozinhos;

#3 Quais as soluções esperadas para o problema?

Entenda de que maneira a pessoa gostaria que o problema fosse resolvido. Seguindo o exemplo anterior:

  • Mudar para uma casa maior, em um bairro central;

  • Ter um emprego com flexibilidade de horário;

  • Possuir uma forma de comunicação simples com os pais, para checar se está tudo bem.

#4 Como essa pessoa consome informação?

Esta questão serve para descobrir quais são os canais e a linguagem de sua preferência, para que assim a sua empresa possa se comunicar pelos meios corretos, ou seja, aquelas utilizados pelo público-alvo.

#5 Com todos os dados em mãos, como você pode ajudá-los?

Enumere as formas com que sua empresa pode contribuir para resolver os problemas desse perfil de pessoa. Identifique se você oferece uma solução efetiva, paliativa ou diferente da esperada pelo público e, se não atender, considere mudar seu posicionamento ou reavaliar a estratégia.

Se você quer saber como empreender no mercado de Emergência Pessoal, faça o download gratuito do E-Book Como Funciona o Mercado de Emergência Pessoal.

Por que não comunicar para todo mundo?

Na ânsia de ver o resultado acontecer, muitos empreendedores cometem o equívoco de não restringir o público em sua estratégia de comunicação. Há muitos prejuízos em tomar atitudes como esta, e as chances de obter retorno são ainda menores. Entenda o porquê:

É impossível agradar tanta gente

Você já ouviu a frase “o que é bom para você, pode ser não ser bom para os outros”? Para um empreendedor, é difícil imaginar que alguém possa não gostar da solução que sua empresa oferece, mas essa situação é real.

Nem todas as pessoas se identificam com a linguagem que você utiliza, com os seus valores ou, além disso, não têm uma demanda relacionada ao que você promove (ou seja, sua solução não é adequada ao problema).

É desperdício de dinheiro

Se você já investiu em algum canal de mídia, sabe que o investimento é bem elevado, especialmente em meios de massa, como televisão ou revistas de grande circulação. Imagine, então, contratar uma equipe de vendas que passa o dia ligando aleatoriamente para todos os tipos de clientes e oferecendo os produtos da sua empresa. Ou seja, aplicar dinheiro emmuitos canais, sem segmentação adequada, deixa de ser investimento e passa a ser custo, porque não traz retorno.

Além de atingir o consumidor mais valioso e aumentar o retorno sobre o investimento, ter o público-alvo de uma empresa bem definido garante vendas mais consistentes e clientes mais fiéis para a sua empresa.

Gostou deste conteúdo? Continue acompanhando nosso blog para ter mais informações sobre empreendedorismo e novos negócios!

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Serviço de teleassistência para idoso vale a pena

O serviço de teleassistência permite que o idoso chame ajuda em caso de emergência, pressionando apenas um botão. Mas, será que vale a pena? Confira!

Muito difundido nos Estados Unidos e na Europa, o serviço de teleassistência tem se popularizado no Brasil com o crescimento acelerado da população idosa, além do desejo desse público em permanecer morando sozinho – seguindo a tendência mundial “Aging in Place”, ou envelhecer em casa.

A proposta do serviço é oferecer segurança e tranquilidade aos usuários e seus familiares, que ficam preocupados pelo risco de o idoso sofrer algum acidente ou mal súbito, decorrentes da idade avançada.

Ainda assim, muitas pessoas desconhecem as funcionalidades e benefícios dos sistemas, e têm dúvidas se vale a pena contratar o serviço de teleassistência.

Esse é o seu caso? Então continue lendo e descubra tudo sobre essa tecnologia!

O que é o serviço de teleassistência?

O serviço de teleassistência é um sistema de atendimento remoto para situações de emergência. Com ele, o idoso pode chamar ajuda de forma fácil e rápida, sem precisar se deslocar até o telefone ou fazer discagens – o que é muito conveniente se o acidente ocorrer em outra peça da casa ou em casos graves.

No Brasil, a teleassistência é oferecida ao consumidor por meio dos Sistemas de Emergência Pessoal, cujo modelo mais comum é o PERS 4200. Ele é um equipamento instalado na casa do usuário, que acompanha um botão de emergência à prova d’água – este fica com o idoso durante todo o tempo, em formato de pulseira ou pingente.

Para aumentar a rede de cuidados, também é possível adicionar acessórios de teleassistência, como Sensor de Queda e Dispensador Eletrônico de Medicamentos, ou até mesmo Mini Rastreador GPS, que geralmente é mais indicado para os idosos que costumam sair sozinhos.

Como ele funciona?

Quando o usuário pressiona o botão de emergência (seja no console, no pingente ou no mini rastreador), é imediatamente atendido por uma central de monitoramento 24 horas, que identifica a ocorrência e executa o plano de ação definido no momento da contratação.

Em situações menos graves, geralmente são contatados os familiares mais próximos, que podem atendê-lo; em situações de maior gravidade, pode ser contatado o serviço de ambulância do plano de saúde, SAMU, entre outras medidas.

Em todos os casos, para tranquilizar o idoso, o atendente da central permanece em contato até que ele receba o atendimento.

Mesmo que o idoso esteja em outro cômodo, longe da base fixa, conseguirá se comunicar com o atendente pelo viva-voz de longo alcance. Caso o atendente não consiga fazer contato  verbal com o idoso, seguirá a orientação para executar o plano de ação do mesmo modo, considerando que ele esteja desacordado ou em estado grave.

Principais indicações dos serviços de teleassistência

A maioria dos clientes dos serviços de teleassistência são idosos que moram ou passam grande parte do dia sozinhos e, embora sejam ativos e autônomos, possuem histórico de acidente doméstico ou queda.

Conheça algumas outras indicações para uso dos Sistemas de Emergência Pessoal:

  • Pessoas com limitação moderada de mobilidade;

  • Pessoas que consomem medicamentos de uso contínuo;

  • Pessoas com diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares;

  • Pessoas com Alzheimer;

  • Pessoas pós-operadas;

  • Gestantes em repouso;

  • Crianças e adolescentes que passam parte do dia sozinhos.

Benefícios do serviço de teleassistência

Para o idoso, a principal vantagem de usar essa tecnologia é a manutenção da sua autonomia. A facilidade e eficiência dos Sistemas de Emergência Pessoal possibilitam que ele continue morando sozinho. Além disso, evita que ele dependa exclusivamente de cuidadores profissionais ou tenha de mudar-se para um residencial geriátrico.

Outro benefício é o fato de que o idoso fica mais seguro sabendo que, em caso de emergência, será prontamente atendido – o que, por sua vez, reduz as consequências dos acidentes e o risco de morte.

Para os familiares, a sensação de tranquilidade e segurança para com a saúde dos seus entes queridos é o maior benefício. Com um canal direto de comunicação, eles se mantém mais próximos do idoso.

Outro fator bastante relevante é o preço acessível: em vez de comprar o equipamento, você o aluga e tem acesso ao serviço completo por quanto tempo desejar. Um possível empecilho inicial pode ser o fato de esta ser uma tecnologia recente, o que, às vezes, faz com que alguns idosos tenham receio de usar a teleassistência. Mas vale a pena insistir, pelo ganho em tranquilidade e qualidade de vida!

Quer descobrir 4 maneiras de convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal? Clique aqui e veja as nossas dicas: https://goo.gl/LHhsbz.

Quer mais informações sobre o serviço de teleassistência? Entre em contato com a nossa equipe e solicite mais detalhes! Ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem na nossa página de contato.

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negócios para a terceira idade

As oportunidades de negócios para a terceira idade são proporcionais ao aumento no percentual da população idosa. Saiba como empreender no mercado de idosos!

Motivados pelas perspectivas promissoras para o futuro, alguns empreendedores estão de olho nas oportunidades de negócios para a terceira idade. Enquanto a participação dos idosos aumenta significativamente no recorte populacional do Brasil, o mercado aquece, trazendo muitas possibilidades de atuação para os novos empresários.

Um dos principais desafios para um novo empreendedor é considerar as exigências do mercado. Identificar demanda, potencial de crescimento e objetivo são os primeiros passos a serem trilhados por quem deseja executar um projeto.

Conheça alguns dados importantes sobre o mercado da terceira idade no Brasil e saiba como empreender no segmento de idosos!

Idosos no Brasil

O crescimento acelerado do número de idosos no Brasil tem chamado a atenção de todas as esferas. Atualmente, as pessoas com mais de 60 anos de idade representam cerca de 12% dos brasileiros e o índice de crescimento dessa população é maior do que a média mundial.

Os idosos também estão vivendo mais: segundo a Tábua de Mortalidade do IBGE, para 2016, a expectativa de vida dos brasileiros ao nascer é de 75,8 anos. Isso afeta diretamente a economia, já que este público passa a demandar mais produtos e serviços direcionados à sua saúde e qualidade de vida.

Mercado em crescimento

Além de já corresponder a uma parcela bastante representativa, a população de idosos continua crescendo a passos largos no Brasil. Estima-se que, em 2050, quase 30% dos brasileiros terão 60 anos de idade ou mais. Em contrapartida, a quantidade de recém nascidos será muito menor.

Este fenômeno é resultado do aumento da expectativa de vida, associado às novas composições familiares – o que é um grande trunfo para quem deseja ingressar neste mercado.

A população idosa do Brasil movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Além disso, a abrangência que o segmento proporciona é muito interessante, já que ele subdivide-se em diversos micro nichos: idosos ativos e autônomos, idosos que precisam de acompanhamento integral ou idosos em fase avançada de Alzheimer, por exemplo.

Nesse contexto, é possível, por exemplo, desenvolver uma ideia direcionada exclusivamente para o público idoso ou adaptá-la a um projeto já existente, oferecendo produtos ou serviços adicionais para atender aos mais velhos. Tudo depende do seu objetivo e da sua pesquisa de mercado.

Ideias de negócios para a terceira idade

Com tantas informações e oportunidades para atender ao segmento idoso, os empreendedores podem ter dúvidas sobre como desenvolver novos negócios para a terceira idade.

É importante saber que tanto os usuários, quanto seus familiares, priorizam os serviços pela sua qualidade, confiança, segurança e personalização. Sendo assim, quem consegue entregar esses valores em forma de produtos ou serviços certamente têm muito sucesso, visto que o índice de fidelização entre este público é bastante alto – pode significar até 85% em alguns segmentos.

Os negócios mais comuns estão, geralmente, relacionados à saúde ou lazer, como serviços de cuidadores ou pacotes de turismo exclusivos para casais ou grupos acima de 60 anos. Mas o mercado está crescendo e se diversificando muito, dando espaço aos negócios que estimulam a independência e autonomia dos idosos, oferecendo suporte, entretenimento e tudo o que tenha como objetivo a promoção da qualidade de vida e o bem-estar do idoso.

Confira algumas ideias inspiradoras de negócios para a terceira idade:

Serviço de Concierge

Diferente do serviço de Cuidadores de Idosos, os serviços de concierge não se limitam às responsabilidades de saúde do idoso. Os concierges atuam como uma companhia para diversas tarefas, como levar para fazer compras, assistir a um filme, fazer uma caminhada, levar ao banco, acompanhar a consultas e exames médicos, entre outras atividades. O serviço também pode incluir a gestão da agenda de compromissos.

Auxílio com tecnologia

Mais de 70% dos idosos possuem smartphone e acessam à internet regularmente, mas, ainda assim, a grande maioria das empresas direciona seus serviços de tecnologia aos mais jovens.

Instituições de ensino, operadoras de telefonia e empresas de diversos outros segmentos podem alavancar seus negócios oferecendo instruções de uso da tecnologia aos idosos. E não se trata de nada muito técnico: eles querem aprender coisas simples, como fazer download de fotos, criar um perfil nas redes sociais, escutar músicas e fazer pesquisas na internet, ou utilizar o controle remoto, aparelho de DVD e microondas, por exemplo.

Sistemas de Emergência Pessoal

Seguindo a tendência “aging in place”, traduzida como “envelhecer em casa”, cerca de 90% dos idosos afirma que pretende continuar morando sozinho.

Mas essa decisão, por vezes, acaba se tornando uma dor de cabeça para os familiares, que temem a ocorrência de um acidente ou mal súbito. E há alguma razão nisso: cerca de 30% dos idosos cai, pelo menos, uma vez ao ano, e as consequências decorrentes de uma queda são muito graves, podendo levar a óbito.

Para suprir a necessidade de independência dos idosos e de cuidado dos familiares, o mercado de teleassistência tem conquistado grande espaço no Brasil com os Sistemas de Emergência Pessoal – destaque entre os negócios para a terceira idade.

O modelo mais comum consiste na instalação de um equipamento na casa do usuário, em que ele pressiona um botão e é atendido por uma equipe especializada, que contata o socorro.

O serviço completo (equipamento + atendimento) é pago mensalmente, o que garante ao empreendedor uma receita recorrente. Ou seja, ele continua tendo receita mensal durante todo o período de contratação, que pode durar meses ou anos.

Também podem ser oferecidos acessórios que complementam o cuidado ao idoso, como dispensador automático de medicamentos e sensor de queda, contratados à parte. E, para os que costumam sair de casa desacompanhados, pode ser contratado o Mini Rastreador Pessoal, pelo qual os familiares podem ter acesso à localização do idoso em tempo real.

São muitas as possibilidades de oferecer tranquilidade, com produtos de qualidade e alto valor agregado.

Se você deseja fazer parte desse mercado que cresce a cada dia, veja como ser um revendedor Tecnosenior e baixe o e-book gratuito sobre o Mercado da Terceira Idade!

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Prevenção de quedas em idosos: saiba como evitar acidentes

As quedas em idosos são reconhecidas como epidemia no Brasil, mas, na maior parte das vezes, podem ser evitadas. Aprenda dicas de prevenção de quedas em idosos!

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa vem aumentando consideravelmente e a expectativa é que este número cresça ainda mais nos próximos anos. Isso é uma notícia boa, pois significa que estamos vivendo mais. Contudo, apesar de todo avanço tecnológico, uma coisa ainda não mudou: o nosso organismo – com o avanço da idade, ele vai se tornando mais debilitado, de forma natural e gradual. E aí entra a prevenção de quedas em idosos.

É preciso estar atento à saúde dos mais velhos, já que a incidência de quedas de idosos em ambiente familiar é maior do que se imagina. Estima-se que 30% desta população caia pelo menos uma vez ao ano. São muitos os fatores associados à queda, como:

  • Fraqueza muscular;
  • Vertigem;
  • Diminuição do equilíbrio;
  • Confusão mental;
  • Uso excessivo de medicação;
  • Problemas de visão.

Mesmo idosos ativos e sem problemas de saúde podem sofrer acidentes, justamente por estarem mais expostos às atividades arriscadas.

O avanço da idade demanda, também, a ampliação dos cuidados e as medidas de prevenção no ambiente que uma pessoa mais velha vive. Para auxiliar, listamos algumas orientações importantes para prevenção de quedas em idosos e dicas de como evitar acidentes!

#1 Manter hábitos saudáveis

Praticar atividades físicas para fortalecer a musculatura e aumentar a flexibilidade, assim como manter uma hidratação adequada e alimentação equilibrada, são hábitos muito importantes na prevenção de quedas em idosos. Em alguns casos, e com indicação médica, pode ser necessário complementar a nutrição com ingestão de cálcio e vitamina D, por exemplo.

#2 Acompanhamento médico preventivo

As quedas podem ocorrer em decorrência de problemas de saúde que o idoso nem sabe que tem. Por isso, o acompanhamento médico é indispensável para a prevenção de quedas em idosos: comparecer às consultas de rotina com oftalmologista, otorrinolaringologista, cardiologista e geriatra, além de manter exames clínicos em dia, pode salvar vidas.

Se o idoso faz uso de medicação contínua, é importante ajudá-lo neste controle, para que o medicamento prescrito seja administrado na dose e hora certas.

#3 Manter a casa segura

As incidências mais recorrentes de queda ocorrem em casa, geralmente onde o idoso costuma se sentir mais seguro. Para evitá-las, é importante adaptar os ambientes, tornando a casa mais segura.

Confira sete dicas valiosas para evitar acidentes:

  • Deixar os ambientes com menos móveis e objetos que possam se tornar obstáculos ao idoso;
  • Melhorar a iluminação nos cômodos da casa – principalmente os mais utilizados pelo idoso;
  • Ajustar a altura da cama e do vaso sanitário;
  • Instalar barras de apoio próximos à cama e no banheiro – especialmente dentro do box;
  • Instalar corrimão nas escadas e fitas antiderrapantes nos degraus;
  • Se optar pelo uso de tapetes, escolha os antiderrapantes que fixam melhor ao chão;
  • Incentivar o uso de calçados com sola de borracha, antiderrapantes, que sejam confortáveis e seguros aos pés.

Para conferir mais orientações sobre como deixar a casa segura para idosos, clique aqui!

Ainda que todas essas e outras orientações sejam seguidas para a prevenção de quedas em idosos, a possibilidade de um acidente não está 100% descartada. Os primeiros 60 minutos que se leva para prestação de socorro, a chamada Golden Hour pode determinar quais consequências físicas e psicológicas uma queda pode trazer para a vida do idoso. Por isso, é preciso estar preparado para prestar o melhor e mais rápido atendimento.

Baixe o e-book “A hora de ouro e a queda de idosos” e saiba tudo sobre como socorrer um idoso com agilidade!

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idosa utilizando aparelho de teleassistência

O números de idosos está crescendo e a cada dia surgem novas oportunidades de negócio para este público. Conheça o serviço de teleassistência e como empreender!

O serviço de teleassistência surgiu nos Estados Unidos por volta dos anos 80, com o objetivo de reduzir o tempo de internação nos hospitais e manter a autonomia dos idosos em casa.  Mais de 20 anos depois, esse serviço chegou ao Brasil e, por aqui, tem se popularizado especialmente devido ao avanço rápido da expectativa de vida e às novas composições familiares – idosos ativos vivendo sozinhos e envelhecendo em casa.

Esta tendência tem trazido muitas oportunidades para os novos empreendedores, que podem incorporar os serviços dessa área de atuação a diversos nichos de mercado.

Entenda o que é o serviço de teleassistência e como funciona este modelo de negócio!

O termo teleassistência pode ser descrito como atendimento à distância, e consiste em atender, no menor tempo possível, pessoas que sofreram alguma emergência. No entanto, o atendimento de emergência não é realizado pelo serviço de teleassistência: ele apenas executa ações que viabilizam o atendimento ao usuário.

Como o serviço de teleassistência funciona na prática?

Ele é uma tecnologia assistiva operada por meio de um sistema responsivo de emergência pessoal (PERSPersonal Emergency Response System, na sigla em inglês). Com o PERS, o usuário pressiona um botão e o equipamento liga para uma central de atendimento, com atendentes disponíveis 24 horas, ou diretamente para número de familiares (dependendo do equipamento utilizado).

O modelo mais sofisticado em termos de recursos é o PERS 4200: ele é um console instalado na casa do cliente, conectado à sua linha telefônica fixa, e que acompanha um botão de emergência à prova d’água que pode ser utilizado como pingente ou pulseira.

Em caso de emergência, o usuário pressiona o botão, e então o equipamento disca para uma central 24h, sendo atendido por uma equipe capacitada que executa o plano de ação, definido previamente pelo usuário. O plano de ação pode incluir medidas como ligar para familiares, serviço de remoção, plano de saúde, emergência etc.

Além disso, o PERS 4200 pode ser instalado com diversos acessórios. Juntamente com o botão de emergência, o equipamento pode se comunicar com sensor de fumaça, sensor de movimento, sensor de queda, dispensador eletrônico de medicamentos, entre outros. Além dos dispositivos que são instalados na residência,  há os equipamentos móveis de teleassistência, para uso fora de casa. Entre eles está o Mini Rastreador Pessoal (IGO).

Como implantar uma empresa de teleassistência?

Quem deseja começar um negócio de emergência pessoal normalmente oferece o sistema completo de teleassistência ao cliente: equipamento + serviço (atendimento 24h).

Alguns empreendedores optam por formar uma equipe e realizar o atendimento, outros preferem terceirizar o serviço contratando uma Central  de Atendimento especializada, e há ainda aqueles que integram o atendimento a uma Central de Monitoramento já existente – de segurança pessoal, patrimonial ou veicular, por exemplo.

Para realizar o atendimento, seja ele exclusivo ou vinculado a outro segmento, você não precisa manter um ponto físico, nem equipe alocada, já que a plataforma de atendimento é 100% online e opera com cloud computing (mais conhecida como nuvem). Basta apenas alguns computadores e acesso à internet.

Como funciona o modelo de negócio?

O negócio de teleassistência segue o modelo de revenda, em que o empreendedor adquire os equipamentos e comercializa-os, nas suas condições, ao cliente.

No caso da emergência pessoal, na maioria das vezes, o equipamento não é vendido ao usuário, mas disponibilizado em forma de comodato. Ou seja, você instala o console na casa do cliente e cobra mensalidade pelo sistema todo, durante um período determinado em contrato. Quando o contrato acabar, você pode renová-lo ou reutilizar o equipamento com outro usuário.

Isso garante que você tenha receita recorrente, visto que o produto já foi pago ao fornecedor e você continua obtendo lucro com ele por toda sua vida útil.

O modelo de receita recorrente, também conhecido como modelo de assinaturas, é uma tendência nos negócios para os próximos anos: Netflix, Spotify e Kindle são alguns dos mais famosos exemplos.

Para quem oferecer o serviço de teleassistência?

Uma das grandes vantagens do serviço de teleassistência é a abrangência.

Embora o conceito tenha sido desenvolvido com foco em idosos e este seja realmente o maior público consumidor, há muitos nichos carentes de tecnologias assistivas.

Confira alguns dos perfis de usuários que podem ser atendidos pelos serviços de teleassistência:

  • Idosos: principais usuários de emergência pessoal, não abrem mão da autonomia, mas não podem ficar desassistidos em situações de emergência;
  • Crianças e adolescentes: especialmente se ficam sozinhos em casa durante parte do dia, ou costumam sair desacompanhados;
  • Gestantes: em repouso ou não, são suscetíveis a oscilações de pressão arterial, infecções e outras emergências;
  • Deficientes físicos: para que se sintam mais seguros ao realizar as atividades do dia a dia, mas possam ser atendidos se houver necessidade;
  • Pós-operados: após a desospitalização, é importante que o paciente seja monitorado e possa chamar ajuda sempre que necessário;
  • Pessoas que prezam pela segurança: para que possam ser localizados em qualquer situação.

É importante ressaltar, no entanto, que o público-alvo do serviço de teleassistência geralmente não é o usuário, mas seus familiares. São estas as pessoas que, por diversos motivos, não podem estar presentes em tempo integral e buscam alternativas para ficarem mais tranquilos.

Agora que você já conhece as possibilidades dos serviços de teleassistência, descubra como empreender no mercado de Emergência Pessoal! Clique AQUI e baixe GRATUITAMENTE o material “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio“.

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Show information about the snippet editorYou can click on each element in the preview to jump to the Snippet Editor. SEO title preview: Estágios do Alzheimer: saiba tudo sobre cada um deles

Os 3 estágios do Alzheimer são caracterizados pelas alterações progressivas dos sintomas da Doença. Conheça quais são e como você pode ajudar em cada fase!

Muitas pessoas associam a Doença de Alzheimer ao esquecimento, por esse ser um dos primeiros sintomas manifestados, mas os demais efeitos da doença preocupam bem mais. Com o tempo, eles evoluem até o momento em que o paciente perde o total controle sobre as funções do seu organismo. Este declínio pode ser percebido em três fases bem distintas, conhecidas como os 3 Estágios do Alzheimer. Saiba mais!

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa em que, progressivamente, os neurônios se deterioram até o total comprometimento das funções do cérebro.

No Brasil, são quase 1,2 milhões de pessoas diagnosticadas com Alzheimer e, a cada ano, surgem 100 mil novos casos. Embora também possa ocorrer em pessoas jovens, o principal fator de risco para a Doença de Alzheimer é o avanço da idade. Por esse motivo, a grande maioria das ocorrências é em idosos.

Familiares e cuidadores devem ter muita atenção e paciência no trato com o paciente de Alzheimer – enquanto alguns idosos sequer percebem as alterações, outros negam ajuda por medo de perder sua autonomia.

Por ser uma doença que evolui gradativamente, há uma convenção entre os profissionais de saúde que classifica a Doença de Alzheimer em três estágios do Alzheimer, caracterizados pelos sintomas manifestados ao longo do tempo. Conheça cada um deles:

 #1 Estágios do Alzheimer – Inicial

Dura entre dois e quatro anos e, para os médicos, esta é considerada a fase mais complicada da doença devido à dificuldade em realizar o diagnóstico e à falta de conhecimento por parte da família.

Desde o início, é muito importante que os familiares entendam e apoiem a pessoa com Alzheimer, para que nenhum cuidado seja negligenciado.

principal característica do Estágio Inicial da Doença de Alzheimer é o esquecimento, mas também existem outros sintomas que podem sugerir, o que gera a necessidade de uma avaliação específica:

  • Desorientação Topográfica (quando o paciente não consegue mais reconhecer ou deslocar-se para locais familiares);

  • Repetir perguntas e histórias com frequência;

  • Deixar de fazer compras ou pagar contas;

  • Não alimentar ou higienizar animais de estimação.

Por serem sutis, no entanto, os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças (Hipotireoidismo, Depressão, Diabetes, entre outras), com os efeitos colaterais de algum medicamento, ou até mesmo associados às confusões próprias do avanço da idade.

Para desacelerar os sintomas, os familiares devem incentivar a prática de atividades que estimulem a memória do idoso, como leitura, dança e jogos de tabuleiro.

#2 Estágios do Alzheimer – Moderado

Geralmente, é a fase mais longa da Doença de Alzheimer, e dura entre dois a 10 anos. Caracteriza-se pela manifestação de dificuldades cognitivas, que limitam algumas funções rotineiras e podem ser a causa de confusões mentais e até acidentes. Casos de agressividade e apatia também são frequentes, sendo necessário que os familiares demonstrem afeto e paciência.

Sintomas comuns do Estágio Moderado do Alzheimer:

  • Dificuldade para tarefas simples, como vestir-se  ou cozinhar;

  • Perda mais acentuada da memória recente;

  • Incapacidade de ler e escrever;

  • Não reconhecimento de pessoas próximas.

Para evitar que o idoso se machuque (já que a queda em idosos pode ter sérias consequências), devem ser tomadas medidas de precaução, como tornar a casa mais segura para pessoas na terceira idade, removendo tapetes e instalando barras de apoio, por exemplo. O uso de tecnologias assistivas, como os Sistemas de Emergência Pessoal, também ajudam na manutenção da autonomia do paciente de Alzheimer, pois permitem que ele chame ajuda em caso de emergência de forma prática, rápida e fácil.

#3 Estágios do Alzheimer – Avançado

É o último dos estágios do Alzheimer antes do óbito; e dura de um a três anos. Para familiares e cuidadores, certamente é a fase mais difícil, pois leva o idoso à dependência total. Gradativamente, o paciente vai se desconectando do mundo, quando não reconhece as pessoas mais próximas, como esposa, filhos e netos, e nem a si mesmo.

O Estágio Avançado é marcado pelos seguintes sintomas:

  • Incapacidade de comunicar-se verbalmente;

  • Incontinência urinária e fecal;

  • Dependência para realizar a higiene pessoal;

  • Alimentação por sonda ou com ajuda de terceiros.

Embora não haja cura para a Doença de Alzheimer, o tratamento com medicamentos e terapias ajuda a minimizar os sintomas e é fundamental para que o idoso possa viver com mais qualidade. Exercícios físicos, boa alimentação e a presença dos familiares e amigos também produzem efeitos muito positivos na saúde do paciente com Alzheimer.

Para ficar sempre informado sobre as principais dicas sobre cuidados e bem-estar de pessoas na terceira idade, acesse a categoria sobre Idosos aqui do blog!

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