Como definir o público-alvo de uma empresa

Conhecer quem são os seus potenciais clientes é essencial para o sucesso do seu negócio. Descubra agora como definir o público-alvo de uma empresa!

A definição do público-alvo de uma empresa é uma das partes essenciais na construção de um plano de negócio. É um processo complexo, que demanda muita pesquisa e consiste em descobrir, com a maior precisão possível, quem são as pessoas atendidas por uma corporação.

Esta etapa deve ser priorizada tanto por empreendedores iniciantes, quando pelos mais experientes, visto que o objetivo é orientar as ações de comunicação para os clientes mais propensos a realizar uma conversão.

Entretanto, não se trata somente de atingir quem irá comprar seu produto ou serviço, mas também em reconhecer todas as pessoas que têm algo em comum com a sua marca e podem contribuir com ela ao longo do tempo.

Como identificar o público-alvo de uma empresa?

Mesmo nos casos em que uma consultoria terceirizada for contratada para esta tarefa, você deve estar 100% envolvido com o processo de definição do público-alvo do seu negócio. Isso é importante porque ele permeia todas as outras ações que serão adotadas pela empresa no futuro e pode-se dizer que está relacionado ao seu sucesso. Para isso, a participação ativa do gestor é indispensável.

A definição do público-alvo é obtida por meio de pesquisas, que podem ser realizadas pessoalmente, com um entrevistador e um questionário, ou pela internet, usando fóruns e ferramentas de pesquisa online. Algumas das mais conhecidas são SurveyMonkey e Formulários Google, entre outras.

Confira algumas dicas do que coletar com o público que atinge ou pretende atingir:

Abaixo você tem uma lista com os principais informações que ajudam a definir o público-alvo de uma empresa.

#1 Liste as informações mais relevantes sobre a pessoa

  • Gênero;

  • Idade;

  • Estado civil;

  • Localização;

  • Escolaridade;

  • Ocupação;

  • Renda;

  • Hobbies;

  • Marcas favoritas;

  • Interesses e motivações;

  • Hábitos de compra;

  • Formas de pagamento preferidas.

#2 Quais são seus problemas e angústias?

Descubra o que incomoda ou dificulta a vida desta pessoa, como por exemplo:

  • Mora em um imóvel muito pequeno ou distante do trabalho;

  • Tem pouco tempo livre com a família;

  • Preocupa-se com os pais idosos que moram sozinhos;

#3 Quais as soluções esperadas para o problema?

Entenda de que maneira a pessoa gostaria que o problema fosse resolvido. Seguindo o exemplo anterior:

  • Mudar para uma casa maior, em um bairro central;

  • Ter um emprego com flexibilidade de horário;

  • Possuir uma forma de comunicação simples com os pais, para checar se está tudo bem.

#4 Como essa pessoa consome informação?

Esta questão serve para descobrir quais são os canais e a linguagem de sua preferência, para que assim a sua empresa possa se comunicar pelos meios corretos, ou seja, aquelas utilizados pelo público-alvo.

#5 Com todos os dados em mãos, como você pode ajudá-los?

Enumere as formas com que sua empresa pode contribuir para resolver os problemas desse perfil de pessoa. Identifique se você oferece uma solução efetiva, paliativa ou diferente da esperada pelo público e, se não atender, considere mudar seu posicionamento ou reavaliar a estratégia.

Se você quer saber como empreender no mercado de Emergência Pessoal, faça o download gratuito do E-Book Como Funciona o Mercado de Emergência Pessoal.

Por que não comunicar para todo mundo?

Na ânsia de ver o resultado acontecer, muitos empreendedores cometem o equívoco de não restringir o público em sua estratégia de comunicação. Há muitos prejuízos em tomar atitudes como esta, e as chances de obter retorno são ainda menores. Entenda o porquê:

É impossível agradar tanta gente

Você já ouviu a frase “o que é bom para você, pode ser não ser bom para os outros”? Para um empreendedor, é difícil imaginar que alguém possa não gostar da solução que sua empresa oferece, mas essa situação é real.

Nem todas as pessoas se identificam com a linguagem que você utiliza, com os seus valores ou, além disso, não têm uma demanda relacionada ao que você promove (ou seja, sua solução não é adequada ao problema).

É desperdício de dinheiro

Se você já investiu em algum canal de mídia, sabe que o investimento é bem elevado, especialmente em meios de massa, como televisão ou revistas de grande circulação. Imagine, então, contratar uma equipe de vendas que passa o dia ligando aleatoriamente para todos os tipos de clientes e oferecendo os produtos da sua empresa. Ou seja, aplicar dinheiro emmuitos canais, sem segmentação adequada, deixa de ser investimento e passa a ser custo, porque não traz retorno.

Além de atingir o consumidor mais valioso e aumentar o retorno sobre o investimento, ter o público-alvo de uma empresa bem definido garante vendas mais consistentes e clientes mais fiéis para a sua empresa.

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Serviço de teleassistência para idoso vale a pena

O serviço de teleassistência permite que o idoso chame ajuda em caso de emergência, pressionando apenas um botão. Mas, será que vale a pena? Confira!

Muito difundido nos Estados Unidos e na Europa, o serviço de teleassistência tem se popularizado no Brasil com o crescimento acelerado da população idosa, além do desejo desse público em permanecer morando sozinho – seguindo a tendência mundial “Aging in Place”, ou envelhecer em casa.

A proposta do serviço é oferecer segurança e tranquilidade aos usuários e seus familiares, que ficam preocupados pelo risco de o idoso sofrer algum acidente ou mal súbito, decorrentes da idade avançada.

Ainda assim, muitas pessoas desconhecem as funcionalidades e benefícios dos sistemas, e têm dúvidas se vale a pena contratar o serviço de teleassistência.

Esse é o seu caso? Então continue lendo e descubra tudo sobre essa tecnologia!

O que é o serviço de teleassistência?

O serviço de teleassistência é um sistema de atendimento remoto para situações de emergência. Com ele, o idoso pode chamar ajuda de forma fácil e rápida, sem precisar se deslocar até o telefone ou fazer discagens – o que é muito conveniente se o acidente ocorrer em outra peça da casa ou em casos graves.

No Brasil, a teleassistência é oferecida ao consumidor por meio dos Sistemas de Emergência Pessoal, cujo modelo mais comum é o PERS 4200. Ele é um equipamento instalado na casa do usuário, que acompanha um botão de emergência à prova d’água – este fica com o idoso durante todo o tempo, em formato de pulseira ou pingente.

Para aumentar a rede de cuidados, também é possível adicionar acessórios de teleassistência, como Sensor de Queda e Dispensador Eletrônico de Medicamentos, ou até mesmo Mini Rastreador GPS, que geralmente é mais indicado para os idosos que costumam sair sozinhos.

Como ele funciona?

Quando o usuário pressiona o botão de emergência (seja no console, no pingente ou no mini rastreador), é imediatamente atendido por uma central de monitoramento 24 horas, que identifica a ocorrência e executa o plano de ação definido no momento da contratação.

Em situações menos graves, geralmente são contatados os familiares mais próximos, que podem atendê-lo; em situações de maior gravidade, pode ser contatado o serviço de ambulância do plano de saúde, SAMU, entre outras medidas.

Em todos os casos, para tranquilizar o idoso, o atendente da central permanece em contato até que ele receba o atendimento.

Mesmo que o idoso esteja em outro cômodo, longe da base fixa, conseguirá se comunicar com o atendente pelo viva-voz de longo alcance. Caso o atendente não consiga fazer contato  verbal com o idoso, seguirá a orientação para executar o plano de ação do mesmo modo, considerando que ele esteja desacordado ou em estado grave.

Principais indicações dos serviços de teleassistência

A maioria dos clientes dos serviços de teleassistência são idosos que moram ou passam grande parte do dia sozinhos e, embora sejam ativos e autônomos, possuem histórico de acidente doméstico ou queda.

Conheça algumas outras indicações para uso dos Sistemas de Emergência Pessoal:

  • Pessoas com limitação moderada de mobilidade;

  • Pessoas que consomem medicamentos de uso contínuo;

  • Pessoas com diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares;

  • Pessoas com Alzheimer;

  • Pessoas pós-operadas;

  • Gestantes em repouso;

  • Crianças e adolescentes que passam parte do dia sozinhos.

Benefícios do serviço de teleassistência

Para o idoso, a principal vantagem de usar essa tecnologia é a manutenção da sua autonomia. A facilidade e eficiência dos Sistemas de Emergência Pessoal possibilitam que ele continue morando sozinho. Além disso, evita que ele dependa exclusivamente de cuidadores profissionais ou tenha de mudar-se para um residencial geriátrico.

Outro benefício é o fato de que o idoso fica mais seguro sabendo que, em caso de emergência, será prontamente atendido – o que, por sua vez, reduz as consequências dos acidentes e o risco de morte.

Para os familiares, a sensação de tranquilidade e segurança para com a saúde dos seus entes queridos é o maior benefício. Com um canal direto de comunicação, eles se mantém mais próximos do idoso.

Outro fator bastante relevante é o preço acessível: em vez de comprar o equipamento, você o aluga e tem acesso ao serviço completo por quanto tempo desejar. Um possível empecilho inicial pode ser o fato de esta ser uma tecnologia recente, o que, às vezes, faz com que alguns idosos tenham receio de usar a teleassistência. Mas vale a pena insistir, pelo ganho em tranquilidade e qualidade de vida!

Quer descobrir 4 maneiras de convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal? Clique aqui e veja as nossas dicas: https://goo.gl/LHhsbz.

Quer mais informações sobre o serviço de teleassistência? Entre em contato com a nossa equipe e solicite mais detalhes! Ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem na nossa página de contato.

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As oportunidades de negócios para a terceira idade são proporcionais ao aumento no percentual da população idosa. Saiba como empreender no mercado de idosos!

Motivados pelas perspectivas promissoras para o futuro, alguns empreendedores estão de olho nas oportunidades de negócios para a terceira idade. Enquanto a participação dos idosos aumenta significativamente no recorte populacional do Brasil, o mercado aquece, trazendo muitas possibilidades de atuação para os novos empresários.

Um dos principais desafios para um novo empreendedor é considerar as exigências do mercado. Identificar demanda, potencial de crescimento e objetivo são os primeiros passos a serem trilhados por quem deseja executar um projeto.

Conheça alguns dados importantes sobre o mercado da terceira idade no Brasil e saiba como empreender no segmento de idosos!

Idosos no Brasil

O crescimento acelerado do número de idosos no Brasil tem chamado a atenção de todas as esferas. Atualmente, as pessoas com mais de 60 anos de idade representam cerca de 12% dos brasileiros e o índice de crescimento dessa população é maior do que a média mundial.

Os idosos também estão vivendo mais: segundo a Tábua de Mortalidade do IBGE, para 2016, a expectativa de vida dos brasileiros ao nascer é de 75,8 anos. Isso afeta diretamente a economia, já que este público passa a demandar mais produtos e serviços direcionados à sua saúde e qualidade de vida.

Mercado em crescimento

Além de já corresponder a uma parcela bastante representativa, a população de idosos continua crescendo a passos largos no Brasil. Estima-se que, em 2050, quase 30% dos brasileiros terão 60 anos de idade ou mais. Em contrapartida, a quantidade de recém nascidos será muito menor.

Este fenômeno é resultado do aumento da expectativa de vida, associado às novas composições familiares – o que é um grande trunfo para quem deseja ingressar neste mercado.

A população idosa do Brasil movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Além disso, a abrangência que o segmento proporciona é muito interessante, já que ele subdivide-se em diversos micro nichos: idosos ativos e autônomos, idosos que precisam de acompanhamento integral ou idosos em fase avançada de Alzheimer, por exemplo.

Nesse contexto, é possível, por exemplo, desenvolver uma ideia direcionada exclusivamente para o público idoso ou adaptá-la a um projeto já existente, oferecendo produtos ou serviços adicionais para atender aos mais velhos. Tudo depende do seu objetivo e da sua pesquisa de mercado.

Ideias de negócios para a terceira idade

Com tantas informações e oportunidades para atender ao segmento idoso, os empreendedores podem ter dúvidas sobre como desenvolver novos negócios para a terceira idade.

É importante saber que tanto os usuários, quanto seus familiares, priorizam os serviços pela sua qualidade, confiança, segurança e personalização. Sendo assim, quem consegue entregar esses valores em forma de produtos ou serviços certamente têm muito sucesso, visto que o índice de fidelização entre este público é bastante alto – pode significar até 85% em alguns segmentos.

Os negócios mais comuns estão, geralmente, relacionados à saúde ou lazer, como serviços de cuidadores ou pacotes de turismo exclusivos para casais ou grupos acima de 60 anos. Mas o mercado está crescendo e se diversificando muito, dando espaço aos negócios que estimulam a independência e autonomia dos idosos, oferecendo suporte, entretenimento e tudo o que tenha como objetivo a promoção da qualidade de vida e o bem-estar do idoso.

Confira algumas ideias inspiradoras de negócios para a terceira idade:

Serviço de Concierge

Diferente do serviço de Cuidadores de Idosos, os serviços de concierge não se limitam às responsabilidades de saúde do idoso. Os concierges atuam como uma companhia para diversas tarefas, como levar para fazer compras, assistir a um filme, fazer uma caminhada, levar ao banco, acompanhar a consultas e exames médicos, entre outras atividades. O serviço também pode incluir a gestão da agenda de compromissos.

Auxílio com tecnologia

Mais de 70% dos idosos possuem smartphone e acessam à internet regularmente, mas, ainda assim, a grande maioria das empresas direciona seus serviços de tecnologia aos mais jovens.

Instituições de ensino, operadoras de telefonia e empresas de diversos outros segmentos podem alavancar seus negócios oferecendo instruções de uso da tecnologia aos idosos. E não se trata de nada muito técnico: eles querem aprender coisas simples, como fazer download de fotos, criar um perfil nas redes sociais, escutar músicas e fazer pesquisas na internet, ou utilizar o controle remoto, aparelho de DVD e microondas, por exemplo.

Sistemas de Emergência Pessoal

Seguindo a tendência “aging in place”, traduzida como “envelhecer em casa”, cerca de 90% dos idosos afirma que pretende continuar morando sozinho.

Mas essa decisão, por vezes, acaba se tornando uma dor de cabeça para os familiares, que temem a ocorrência de um acidente ou mal súbito. E há alguma razão nisso: cerca de 30% dos idosos cai, pelo menos, uma vez ao ano, e as consequências decorrentes de uma queda são muito graves, podendo levar a óbito.

Para suprir a necessidade de independência dos idosos e de cuidado dos familiares, o mercado de teleassistência tem conquistado grande espaço no Brasil com os Sistemas de Emergência Pessoal.

O modelo mais comum consiste na instalação de um equipamento na casa do usuário, em que ele pressiona um botão e é atendido por uma equipe especializada, que contata o socorro.

O serviço completo (equipamento + atendimento) é pago mensalmente, o que garante ao empreendedor uma receita recorrente. Ou seja, ele continua tendo receita mensal durante todo o período de contratação, que pode durar meses ou anos.

Também podem ser oferecidos acessórios que complementam o cuidado ao idoso, como dispensador automático de medicamentos e sensor de queda, contratados à parte. E, para os que costumam sair de casa desacompanhados, pode ser contratado o Mini Rastreador Pessoal, pelo qual os familiares podem ter acesso à localização do idoso em tempo real.

São muitas as possibilidades de oferecer tranquilidade, com produtos de qualidade e alto valor agregado.

Se você deseja fazer parte desse mercado que cresce a cada dia, veja como ser um revendedor Tecnosenior!

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prevenção de quedas em idosos

As quedas em idosos são reconhecidas como epidemia no Brasil, mas, na maior parte das vezes, podem ser evitadas. Aprenda dicas de prevenção de quedas em idosos!

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa vem aumentando consideravelmente e a expectativa é que este número cresça ainda mais nos próximos anos. Isso é uma notícia boa, pois significa que estamos vivendo mais. Contudo, apesar de todo avanço tecnológico, uma coisa ainda não mudou: o nosso organismo – com o avanço da idade, ele vai se tornando mais debilitado, de forma natural e gradual.

Por isso, é preciso estar atento à saúde dos mais velhos, já que a incidência de quedas de idosos em ambiente familiar é maior do que se imagina. Estima-se que 30% desta população caia pelo menos uma vez ao ano. São muitos os fatores associados à queda, como:

  • Fraqueza muscular;
  • Vertigem;
  • Diminuição do equilíbrio;
  • Confusão mental;
  • Uso excessivo de medicação;
  • Problemas de visão.

Mesmo idosos ativos e sem problemas de saúde podem sofrer acidentes, justamente por estarem mais expostos às atividades arriscadas.

O avanço da idade demanda, também, a ampliação dos cuidados e as medidas de prevenção no ambiente que uma pessoa mais velha vive. Para auxiliar, listamos algumas orientações importantes para prevenção de quedas em idosos e dicas de como evitar acidentes!

#1 Manter hábitos saudáveis

Praticar atividades físicas para fortalecer a musculatura e aumentar a flexibilidade, assim como manter uma hidratação adequada e alimentação equilibrada, são hábitos muito importantes na prevenção de quedas em idosos. Em alguns casos, e com indicação médica, pode ser necessário complementar a nutrição com ingestão de cálcio e vitamina D, por exemplo.

#2 Acompanhamento médico preventivo

As quedas podem ocorrer em decorrência de problemas de saúde que o idoso nem sabe que tem. Por isso, o acompanhamento médico é indispensável para a prevenção de quedas em idosos: comparecer às consultas de rotina com oftalmologista, otorrinolaringologista, cardiologista e geriatra, além de manter exames clínicos em dia, pode salvar vidas.

Se o idoso faz uso de medicação contínua, é importante ajudá-lo neste controle, para que o medicamento prescrito seja administrado na dose e hora certas.

#3 Manter a casa segura

As incidências mais recorrentes de queda ocorrem em casa, geralmente onde o idoso costuma se sentir mais seguro. Para evitá-las, é importante adaptar os ambientes, tornando a casa mais segura.

Confira sete dicas valiosas para evitar acidentes:

  • Deixar os ambientes com menos móveis e objetos que possam se tornar obstáculos ao idoso;
  • Melhorar a iluminação nos cômodos da casa – principalmente os mais utilizados pelo idoso;
  • Ajustar a altura da cama e do vaso sanitário;
  • Instalar barras de apoio próximos à cama e no banheiro – especialmente dentro do box;
  • Instalar corrimão nas escadas e fitas antiderrapantes nos degraus;
  • Se optar pelo uso de tapetes, escolha os antiderrapantes que fixam melhor ao chão;
  • Incentivar o uso de calçados com sola de borracha, antiderrapantes, que sejam confortáveis e seguros aos pés.

Para conferir mais orientações sobre como deixar a casa segura para idosos, clique aqui!

Ainda que todas essas e outras orientações sejam seguidas para a prevenção de quedas em idosos, a possibilidade de um acidente não está 100% descartada. Os primeiros 60 minutos que se leva para prestação de socorro, a chamada Golden Hour pode determinar quais consequências físicas e psicológicas uma queda pode trazer para a vida do idoso. Por isso, é preciso estar preparado para prestar o melhor e mais rápido atendimento.

Baixe o e-book “A hora de ouro e a queda de idosos” e saiba tudo sobre como socorrer um idoso com agilidade!

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idosa utilizando aparelho de teleassistência

O números de idosos está crescendo e a cada dia surgem novas oportunidades de negócio para este público. Conheça o serviço de teleassistência e como empreender!

O serviço de teleassistência surgiu nos Estados Unidos por volta dos anos 80, com o objetivo de reduzir o tempo de internação nos hospitais e manter a autonomia dos idosos em casa.  Mais de 20 anos depois, esse serviço chegou ao Brasil e, por aqui, tem se popularizado especialmente devido ao avanço rápido da expectativa de vida e às novas composições familiares – idosos ativos vivendo sozinhos e envelhecendo em casa.

Esta tendência tem trazido muitas oportunidades para os novos empreendedores, que podem incorporar os serviços dessa área de atuação a diversos nichos de mercado.

Entenda o que é o serviço de teleassistência e como funciona este modelo de negócio!

O termo teleassistência pode ser descrito como atendimento à distância, e consiste em atender, no menor tempo possível, pessoas que sofreram alguma emergência. No entanto, o atendimento de emergência não é realizado pelo serviço de teleassistência: ele apenas executa ações que viabilizam o atendimento ao usuário.

Como o serviço de teleassistência funciona na prática?

Ele é uma tecnologia assistiva operada por meio de um sistema responsivo de emergência pessoal (PERSPersonal Emergency Response System, na sigla em inglês). Com o PERS, o usuário pressiona um botão e o equipamento liga para uma central de atendimento, com atendentes disponíveis 24 horas, ou diretamente para número de familiares (dependendo do equipamento utilizado).

O modelo mais sofisticado em termos de recursos é o PERS 4200: ele é um console instalado na casa do cliente, conectado à sua linha telefônica fixa, e que acompanha um botão de emergência à prova d’água que pode ser utilizado como pingente ou pulseira.

Em caso de emergência, o usuário pressiona o botão, e então o equipamento disca para uma central 24h, sendo atendido por uma equipe capacitada que executa o plano de ação, definido previamente pelo usuário. O plano de ação pode incluir medidas como ligar para familiares, serviço de remoção, plano de saúde, emergência etc.

Além disso, o PERS 4200 pode ser instalado com diversos acessórios. Juntamente com o botão de emergência, o equipamento pode se comunicar com sensor de fumaça, sensor de movimento, sensor de queda, dispensador eletrônico de medicamentos, entre outros. Além dos dispositivos que são instalados na residência,  há os equipamentos móveis de teleassistência, para uso fora de casa. Entre eles está o Mini Rastreador Pessoal (IGO).

Como implantar uma empresa de teleassistência?

Quem deseja começar um negócio de emergência pessoal normalmente oferece o sistema completo de teleassistência ao cliente: equipamento + serviço (atendimento 24h).

Alguns empreendedores optam por formar uma equipe e realizar o atendimento, outros preferem terceirizar o serviço contratando uma Central  de Atendimento especializada, e há ainda aqueles que integram o atendimento a uma Central de Monitoramento já existente – de segurança pessoal, patrimonial ou veicular, por exemplo.

Para realizar o atendimento, seja ele exclusivo ou vinculado a outro segmento, você não precisa manter um ponto físico, nem equipe alocada, já que a plataforma de atendimento é 100% online e opera com cloud computing (mais conhecida como nuvem). Basta apenas alguns computadores e acesso à internet.

Como funciona o modelo de negócio?

O negócio de teleassistência segue o modelo de revenda, em que o empreendedor adquire os equipamentos e comercializa-os, nas suas condições, ao cliente.

No caso da emergência pessoal, na maioria das vezes, o equipamento não é vendido ao usuário, mas disponibilizado em forma de comodato. Ou seja, você instala o console na casa do cliente e cobra mensalidade pelo sistema todo, durante um período determinado em contrato. Quando o contrato acabar, você pode renová-lo ou reutilizar o equipamento com outro usuário.

Isso garante que você tenha receita recorrente, visto que o produto já foi pago ao fornecedor e você continua obtendo lucro com ele por toda sua vida útil.

O modelo de receita recorrente, também conhecido como modelo de assinaturas, é uma tendência nos negócios para os próximos anos: Netflix, Spotify e Kindle são alguns dos mais famosos exemplos.

Para quem oferecer o serviço de teleassistência?

Uma das grandes vantagens do serviço de teleassistência é a abrangência.

Embora o conceito tenha sido desenvolvido com foco em idosos e este seja realmente o maior público consumidor, há muitos nichos carentes de tecnologias assistivas.

Confira alguns dos perfis de usuários que podem ser atendidos pelos serviços de teleassistência:

  • Idosos: principais usuários de emergência pessoal, não abrem mão da autonomia, mas não podem ficar desassistidos em situações de emergência;
  • Crianças e adolescentes: especialmente se ficam sozinhos em casa durante parte do dia, ou costumam sair desacompanhados;
  • Gestantes: em repouso ou não, são suscetíveis a oscilações de pressão arterial, infecções e outras emergências;
  • Deficientes físicos: para que se sintam mais seguros ao realizar as atividades do dia a dia, mas possam ser atendidos se houver necessidade;
  • Pós-operados: após a desospitalização, é importante que o paciente seja monitorado e possa chamar ajuda sempre que necessário;
  • Pessoas que prezam pela segurança: para que possam ser localizados em qualquer situação.

É importante ressaltar, no entanto, que o público-alvo do serviço de teleassistência geralmente não é o usuário, mas seus familiares. São estas as pessoas que, por diversos motivos, não podem estar presentes em tempo integral e buscam alternativas para ficarem mais tranquilos.

Agora que você já conhece as possibilidades dos serviços de teleassistência, descubra como empreender no mercado de Emergência Pessoal! Clique AQUI e baixe GRATUITAMENTE o material “Mercado de Emergência Pessoal: como funciona o negócio“.

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estágios da síndrome de Alzheimer

Os 3 estágios do Alzheimer são caracterizados pelas alterações progressivas dos sintomas da Doença. Conheça quais são e como você pode ajudar em cada fase!

Muitas pessoas associam a Doença de Alzheimer ao esquecimento, por esse ser um dos primeiros sintomas manifestados, mas os demais efeitos da doença preocupam bem mais. Com o tempo, eles evoluem até o momento em que o paciente perde o total controle sobre as funções do seu organismo. Este declínio pode ser percebido em três fases bem distintas, conhecidas como os 3 Estágios do Alzheimer. Saiba mais!

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa em que, progressivamente, os neurônios se deterioram até o total comprometimento das funções do cérebro.

No Brasil, são quase 1,2 milhões de pessoas diagnosticadas com Alzheimer e, a cada ano, surgem 100 mil novos casos. Embora também possa ocorrer em pessoas jovens, o principal fator de risco para a Doença de Alzheimer é o avanço da idade. Por esse motivo, a grande maioria das ocorrências é em idosos.

Familiares e cuidadores devem ter muita atenção e paciência no trato com o paciente de Alzheimer – enquanto alguns idosos sequer percebem as alterações, outros negam ajuda por medo de perder sua autonomia.

Por ser uma doença que evolui gradativamente, há uma convenção entre os profissionais de saúde que classifica a Doença de Alzheimer em três estágios do Alzheimer, caracterizados pelos sintomas manifestados ao longo do tempo. Conheça cada um deles:

 #1 Estágio Inicial

Dura entre dois e quatro anos e, para os médicos, esta é considerada a fase mais complicada da doença devido à dificuldade em realizar o diagnóstico e à falta de conhecimento por parte da família.

Desde o início, é muito importante que os familiares entendam e apoiem a pessoa com Alzheimer, para que nenhum cuidado seja negligenciado.

principal característica do Estágio Inicial da Doença de Alzheimer é o esquecimento, mas também existem outros sintomas que podem sugerir, o que gera a necessidade de uma avaliação específica:

  • Desorientação Topográfica (quando o paciente não consegue mais reconhecer ou deslocar-se para locais familiares);

  • Repetir perguntas e histórias com frequência;

  • Deixar de fazer compras ou pagar contas;

  • Não alimentar ou higienizar animais de estimação.

Por serem sutis, no entanto, os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças (Hipotireoidismo, Depressão, Diabetes, entre outras), com os efeitos colaterais de algum medicamento, ou até mesmo associados às confusões próprias do avanço da idade.

Para desacelerar os sintomas, os familiares devem incentivar a prática de atividades que estimulem a memória do idoso, como leitura, dança e jogos de tabuleiro.

#2 Estágio Moderado

Geralmente, é a fase mais longa da Doença de Alzheimer, e dura entre dois a 10 anos. Caracteriza-se pela manifestação de dificuldades cognitivas, que limitam algumas funções rotineiras e podem ser a causa de confusões mentais e até acidentes. Casos de agressividade e apatia também são frequentes, sendo necessário que os familiares demonstrem afeto e paciência.

Sintomas comuns do Estágio Moderado do Alzheimer:

  • Dificuldade para tarefas simples, como vestir-se  ou cozinhar;

  • Perda mais acentuada da memória recente;

  • Incapacidade de ler e escrever;

  • Não reconhecimento de pessoas próximas.

Para evitar que o idoso se machuque (já que a queda em idosos pode ter sérias consequências), devem ser tomadas medidas de precaução, como tornar a casa mais segura para pessoas na terceira idade, removendo tapetes e instalando barras de apoio, por exemplo. O uso de tecnologias assistivas, como os Sistemas de Emergência Pessoal, também ajudam na manutenção da autonomia do paciente de Alzheimer, pois permitem que ele chame ajuda em caso de emergência de forma prática, rápida e fácil.

#3 Estágio Avançado

É o último dos estágios do Alzheimer antes do óbito; e dura de um a três anos. Para familiares e cuidadores, certamente é a fase mais difícil, pois leva o idoso à dependência total. Gradativamente, o paciente vai se desconectando do mundo, quando não reconhece as pessoas mais próximas, como esposa, filhos e netos, e nem a si mesmo.

O Estágio Avançado é marcado pelos seguintes sintomas:

  • Incapacidade de comunicar-se verbalmente;

  • Incontinência urinária e fecal;

  • Dependência para realizar a higiene pessoal;

  • Alimentação por sonda ou com ajuda de terceiros.

Embora não haja cura para a Doença de Alzheimer, o tratamento com medicamentos e terapias ajuda a minimizar os sintomas e é fundamental para que o idoso possa viver com mais qualidade. Exercícios físicos, boa alimentação e a presença dos familiares e amigos também produzem efeitos muito positivos na saúde do paciente com Alzheimer.

Para ficar sempre informado sobre as principais dicas sobre cuidados e bem-estar de pessoas na terceira idade, acesse a categoria sobre Idosos aqui do blog!

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