Monitoramento na nuvem e teleassistência

O monitoramento na nuvem oferece muitas vantagens e segurança para os revendedores e para os usuários dos sistemas de teleassistência. Clique aqui e saiba mais!

Uma das maiores preocupações dos novos empreendedores do mercado de teleassistência é ter algum problema na Central de Monitoramento que possa comprometer o atendimento ao usuário. De fato, é imprescindível dispor de uma plataforma estável que possibilite o atendimento assim que o botão de emergência for acionado. Para garantir a estabilidade necessária, o monitoramento na nuvem se apresenta como uma forma segura e eficiente para os Sistemas de Emergência Pessoal. No entanto, muitas pessoas ainda desconhecem seu funcionamento e as vantagens de utilizá-lo.

Entenda por que a tecnologia em nuvem foi adotada pelas maiores empresas do mundo e por que ela é tão importante para o monitoramento da teleassistência.

O que é a tecnologia em nuvem?

Todos os dados e informações que a sua empresa gera precisam ficar seguros, certo? Mas como garantir essa segurança se estiverem armazenados em sistemas locais.

A tecnologia em nuvem serve justamente para evitar esse risco: ela permite arquivar informações em plataformas online, sem comprometer o espaço de armazenamento dos seus dispositivos, garantindo a proteção das informações e possibilitando que você tenha acesso aos seus arquivos quando quiser, de qualquer lugar do mundo – tudo por meio da internet, com apenas um login e uma senha.

Um dos fatores a favor da tecnologia em nuvem é a redundância dos sistemas, que oferece alta disponibilidade. Ou seja, há sistemas secundários que ficam disponíveis imediatamente se houver alguma falha no sistema principal, garantindo estabilidade e fornecimento absoluto dos serviços.

Outra grande vantagem é a otimização dos recursos, uma vez que não é necessário investir na aquisição ou na manutenção de hardwares (equipamentos). Também é possível ir adicionando mais capacidade ao sistema na medida de suas necessidades, sem precisar substituir ou adicionar mais servidores.

É importante ressaltar, no entanto, que esses hardwares continuam sendo indispensáveis para o processo de tecnologia em nuvem. A diferença é que eles são parte de enormes data centers de alta complexidade e segurança, desenvolvidos e administrados por grandes empresas.

Plataformas e serviços de tecnologia em nuvem mais famosos

  • Amazon Web Services – AWS (Amazon);

  • IBM Cloud (IBM);

  • Microsoft Azure (Microsoft);

  • Google Cloud (Google).

Monitoramento na nuvem aplicado à teleassistência

Quando os Sistemas de Emergência Pessoal surgiram no Brasil, os revendedores tinham apenas duas opções de monitoramento:

  1. desenvolver uma central de monitoramento própria, assumindo um alto investimento com local físico, servidores, receptores de alarmes, no-breaks, geradores, links  de internet,  linhas de telefone, contratação de profissionais de TI para dar suporte a toda essa infraestrutura, além da equipe de atendimento ao usuário;

  2. terceirizar o atendimento com uma empresa de monitoramento de alarmes, que não tinham tecnologia  para atendimento de alarme e voz, simultaneamente. Além de não possuirem equipe treinada para atendimento de emergência pessoal.

Monitoramento na nuvem com o Contactto.care

Atendendo à demanda de revendedores que desejavam fazer o próprio monitoramento mas não dispunham de recursos para desenvolver um data center, a Tecnosenior criou o Contactto.care.

Ele é uma plataforma de monitoramento na nuvem integrada aos Sistemas de Emergência Pessoal, com hospedagem na Amazon Web Services. Para utilizá-lo, só é necessário ter um computador e uma conexão de internet.

Em uma interface simples e intuitiva, o Contactto oferece diversas funcionalidades:

  • Banco de dados, com todas as informações de perfil, contato e plano de ação para cada usuário;

  • Permite atender diretamente as chamadas de emergência, com comunicação de voz bidirecional (através de um número 0800, que já está incluído no serviço oferecido pela Tecnosenior);

  • Histórico e gravação das chamadas, com dados do atendente, data, hora e duração do atendimento;

  • Configuração imediata, sem depender de uma central externa para inserção de novos usuários;

  • Geração de relatórios e gráficos para acompanhamento de performance.

Para saber mais sobre a plataforma de monitoramento na nuvem Contactto, acesse www.contactto.com.br.

E se você deseja agendar uma demonstração ao vivo do software, ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem em nossa página de contato!

Read More
Os Sistemas de Emergência Pessoal podem interferir no Marcapasso

Para quem usa marcapasso, as portas giratórias podem significar risco de vida. Será que os Sistemas de Emergência Pessoal podem interferir no Marcapasso?

Essa é uma dúvida muito comum entre os clientes dos sistemas de teleassistência, já que os usuários de marcapasso são orientados a abdicar de certos tipos de equipamentos eletrônicos, a fim de evitar interferência. Nesse caso, será que os Equipamentos de Emergência Pessoal são capazes de causar interferência no marcapasso?

Antes de responder a essa pergunta, vamos explicar como funcionam esses dois equipamentos.

Como o marcapasso funciona?

O marcapasso é um dispositivo eletrônico implantado no tórax e conectado ao coração de pacientes com arritmia ou algum tipo de insuficiência cardíaca que decorra na redução do ritmo dos batimentos. Sua função é regular e estimular, artificialmente, os batimentos cardíacos.

Seu sistema inclui um gerador de pulsos elétricos, um eletrodo e um programador e, para evitar interferência e comprometimento da sua função, é recomendado evitar a proximidade ou o uso de equipamentos que emitam atividades eletromagnéticas.

Que tipo de equipamentos podem interferir no marcapasso?

Algumas pessoas acreditam que o uso do marcapasso impede o manuseio de aparelho microondas, celular e até chuveiro elétrico, enquanto pesquisadores afirmam que os modelos atuais destes equipamentos não possuem componentes magnéticos em seu sistema.

Entretanto, a orientação médica é sempre conferir a compatibilidade do marcapasso com o equipamento em questão. Caso haja necessidade de usá-los, é recomendado que seja por um curto período, afastando-se rapidamente do perímetro de emissão da radiação – em média, dois metros.

Para algumas situações específicas, como é o caso das portas giratórias em bancos e dos portais detectores de metal dos aeroportos, o portador de marcapasso deve apresentar documento que comprove sua condição e solicitar o direito ao acesso por uma entrada alternativa. Exames de ressonância magnética também são proibidos.

Os Sistemas de Emergência Pessoal podem interferir no marcapasso?

Por via de regra, não.

O PERS 4200, um dos mais populares sistemas de emergência pessoal, consiste em um console conectado à linha telefônica fixa do usuário e pode ficar em um cômodo afastado do portador do marcapasso. Além disso, não há estruturas magnéticas em sua composição.

No entanto, a comunicação do PERS 4200 com seus acessórios (como a pulseira de emergência e o sensor de queda) ocorre por radiofrequência, que, em tese, poderia interferir no marcapasso. Neste caso, é preciso consultar o médico no intuito de identificar se a frequência utilizada pelo marcapasso implantado é afetada pela frequência utilizada pelos sistemas de emergência pessoal (que atuam na faixa de 315 MHz).

Para os Sistemas de Emergência Pessoal que operam pela rede celular (GSM), como o Mini Rastreador Pessoal IGO, a recomendação sugerida é evitar o uso do equipamento junto ao tórax – embora sejam mínimas as chances de interferência com este tipo de dispositivo.

Benefícios dos Sistemas de Emergência Pessoal usados em conjunto com o marcapasso

Ainda que sejam raros os episódios de falhas em marcapassos, esses eletrônicos não estão imunes às intermitências e danos. Portanto, para evitar consequências graves decorrentes de uma irregularidade com o dispositivo de situações que possam representar risco de vida para o usuário, é importante considerar um plano de contingência.

Os Sistemas de Emergência Pessoal, por exemplo, possibilitam que o usuário chame ajude em caso de emergência: ao pressionar apenas um botão, uma central 24 horas especializada atende o chamado e, ao identificar a necessidade, executa o plano de atendimento – como contatar familiares, plano de saúde ou ambulância.

Ou seja: além de não provocar interferência no funcionamento do marcapasso, os Sistemas de Emergência Pessoal podem ser muito eficazes atuando de forma complementar no cuidado aos pacientes que utilizam marcapasso. Dessa forma, em caso de falhas no marcapasso ou de acidentes com o usuário, o serviço de teleassistência é capaz de proporcionar socorro, especialmente quando não há ninguém por perto para prestar socorro.

Quer saber mais sobre como a teleassistência pode lhe ajudar? Solicite uma visita demonstrativa agora mesmo! Ligue para (51) 3018-6950, envie uma mensagem no WhatsApp para (51) 99998-0245 ou entre em contato no nosso site.

Read More
Acessórios do PERS: usos e vantagens

Os acessórios do PERS 4200 são uma ótima maneira de ampliar seu portfólio de produtos e o seu rendimento. Saiba como funciona cada acessório e venda muito mais!

O PERS 4200 é um grande aliado dos revendedores de Sistemas de Emergência Pessoal no Brasil: muitos, inclusive, tiveram seu primeiro contato com a teleassistência por meio dele.

Como você já sabe, cada PERS 4200 acompanha um acessório – o transmissor DXS LRC – mas, além disso, ele permite configurar até 16 acessórios simultaneamente (iguais ou diferentes).

Atualmente, a Tecnosenior dispõe de 10 modelos de acessórios compatíveis com o PERS 4200, que são vendidos separadamente, e é sobre eles que vamos falar hoje.

Por que vender acessórios adicionais?

Os acessórios adicionais trazem inúmeras vantagens para quem compra e para quem vende:

  • Para o usuário, significa a ampliação da rede de cuidados, permitindo que ele se sinta ainda mais seguro.
  • Para os revendedores, é uma ótima maneira de ampliar o portfólio de produtos e incrementar o ticket médio.

Conheça 10 acessórios adicionais do PERS 4200

#1 DXS LRC – Pulseira de emergência

Acessórios do PERS: usos e vantagens

Entre os acessórios mais comercializados pelos empreendedores do segmento, está o Transmissor DXS LRC, ou a famosa “pulseira de emergência”, visto que acompanha o kit do PERS 4200. Ele pode ser utilizado como pulseira ou pingente, de acordo com a preferência do usuário.

É o único acessório à prova d’água, ou seja, além de poder tomar banho ou pegar chuva sem danos ao equipamento, o usuário também pode submergi-lo em banhos de piscina ou banheira (somente água doce).

Com ele, também é possível atender às chamadas do telefone onde está instalado, podendo comunicar-se com quem ligou pelo viva-voz de longo alcance da base.

#2 Sensor de Queda

acessórios do pers: sensor de queda

Com o Sensor de Queda, o usuário pode enviar solicitação de atendimento de duas maneiras: ao pressionar o botão SOS e em caso de queda. O Sensor de Queda detecta uma queda real e emite, automaticamente, um alerta para a central de monitoramento 24 horas.

Sua atividade é determinada por um conjunto de algoritmos que calcula quatro variáveis: impacto, altura, velocidade e ângulo. Toda essa precisão evita alertas falso-positivos, garantindo mais segurança para o usuário e seus familiares.

As pessoas mais propensas a comprar o Sensor de Queda são aquelas que já possuem histórico de queda ou pessoas que ouviram experiências semelhantes de alguém próximo.

#3 Sensor de Presença

acessórios do pers: sensor de presença

Diferente dos Sensores de Presença oferecidos por empresas de segurança residencial, este modelo reporta atividades no ambiente durante o dia todo – ou em período predeterminado – e somente aciona a central de monitoramento quando percebe ausência ou inatividade.

Este equipamento é bastante útil para monitorar idosos que seguem uma rotina bem definida. Por exemplo: se o idoso acorda sempre às 7 horas e passa pelo corredor para ir ao banheiro, todos os dias o sensor registra essa atividade. Se algum dia não for identificado sua presença neste horário, presume-se que tenha acontecido algum incidente. Nesse caso, o sensor de presença é uma ótima ferramenta que contatará o socorro.

#4 DXS-73 – Detector de Fumaça

acessórios do pers: detector de fumaça

Ao detectar fumaça, o sensor dispara um alarme bem alto, a fim de alertar ao usuário sobre uma panela esquecida ao fogo, por exemplo, ou até um incêndio. Se a fumaça persistir no ambiente após 20 segundos, o alerta é imediatamente enviado para a central de monitoramento.

Diferente do que muitas pessoas imaginam, a cozinha não é o cômodo mais indicado para instalação do detector de fumaça: isso porque a presença normal de fumaça e vapor do ambiente podem acionar o alarme desnecessariamente. O mais aconselhado é que seja instalado em todos os andares, nos corredores, quartos, salas, sótão e porão.

Pode ser uma boa oportunidade para ampliar os cuidados aos idosos que apresentem sinais de esquecimento ou mesmo em casos de Alzheimer.

#5 Dispensador Eletrônico de Medicamentos

acessórios do pers: dispensador de medicamentos

Este é um acessório que chama muito a atenção dos usuários e familiares! O Dispensador Eletrônico de Medicamentos possui 28 nichos onde, em cada um, cabem mais de 10 medicamentos diversos. Internamente, há um sensor de movimento, que identifica se o usuário retirou os remédios no horário previsto.

Dessa forma, o equipamento dispara um alarme sonoro para lembrar ao usuário de tomar os remédios. Já no caso em que o idoso não vire o dispensador em 180º para retirar os medicamentos, um alerta é enviado para a central de monitoramento 24h.

#6 DXS-65 – Transmissor de mesa ou parede

acessórios do pers: transmissor de mesa

O DXS-65 possui um grande botão vermelho para solicitar emergência e pode ser fixado em qualquer cômodo da casa, como substituto à pulseira ou, ainda, um cuidado adicional.

A maioria dos acidentes com idosos ocorre no banheiro e, por ser resistente à água, o DXS-65 é uma excelente opção para instalação no box do banheiro. Também há indicações de fixação na parede da cozinha ou ao lado da cama.

#7 DXS-31 – Transmissor de porta e janela

acessórios do pers: transmissor de porta

Com ação passiva e semelhante ao Sensor de Presença, o DXS-31 pode ser instalado em portas, janelas, gavetas e portas de eletrodomésticos para monitorar atividade e reportar inatividade do usuário. Quando não identifica abertura ou fechamento de portas e janelas no período programado, o dispositivo envia alerta para a central de monitoramento.

Por exemplo: rotineiramente, o idoso abre a porta da geladeira entre 8h e 8h30, mas quando isso não ocorre, um alerta é enviado para a central de monitoramento.

#8 DXS-80 – Detector de Monóxido de Carbono

acessórios do pers: detector de monóxido de carbono

O DXS-80 é semelhante ao Detector de Fumaça, mas alerta para um perigo bem diferente e mais específico. O monóxido de carbono (CO) é um gás tóxico, incolor, inodoro e insípido, liberado com a queima de oxigênio no ambiente. Por ser indetectável sem ajuda de equipamentos específicos, representa um grande risco de vida, especialmente para crianças e idosos.

Essa liberação ocorre em ambientes domésticos quando há algum foco de fogo, sem nenhuma ventilação ou corrente de ar, como por exemplo:

  • Lareiras

  • Aquecedores

  • Fogões

  • Motores de automóveis

É justamente nessas situações que o DXS-80 se faz útil: ao identificar a presença do gás no ambiente, o equipamento dispara alarme sonoro a  cada 10 segundos. Se o ambiente continuar infectado, é enviado um alerta à central de monitoramento.

#9 Módulo de Voz

A funcionalidade deste equipamento é estender o alcance de comunicação entre o usuário e a central de monitoramento 24h.

Em residências muito grandes, pode ser difícil ouvir ou falar através do viva-voz, o que pode causar certo receio para os familiares. Neste caso, você pode solucionar o problema oferecendo o Módulo de Voz, que consiste em um microfone e um alto-falante sem fio. Podem ser instalados até quatro modelos adicionais em diversos cômodos da casa.

#10 Módulo de Celular

acessórios do pers: módulo de celular

Por via de regra, o PERS 4200 é instalado em uma linha de telefonia fixa na casa do usuário, porém nem todas as residências dispõem de linha fixa. O Módulo de Celular funciona com chip GSM e faz o papel de intermediário entre o PERS 4200 e a central de monitoramento.

Para os revendedores, este é um equipamento indispensável na hora da visita demonstrativa. Para os clientes que não possuem telefone fixo, é uma solução prática.

Para vender acessórios e aumentar sua lucratividade em cada atendimento, é necessário escutar o cliente: deixe-o falar, contar as ocorrências e possíveis riscos a que o idoso se expõe todos os dias. Assim, você pode utilizar uma informação que o próprio cliente forneceu para oferecer uma solução adicional.

Nosso compromisso é a qualidade: todos os acessórios são submetidos a testes rigorosos para que você tenha somente os melhores equipamentos em seu portfólio!

Sua equipe de vendas já conhece todos os acessórios disponíveis? Inclua os acessórios no seu próximo pedido e aumente sua receita!

Read More
Monitoramento de idosos: pulseira de emergência ou sensor de queda

O monitoramento de idosos evoluiu muito para atender às necessidades da nova terceira idade. Saiba mais sobre a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda!

O conceito dos Sistemas de Emergência Pessoal surgiu por volta dos anos 70 nos Estados Unidos e pretendia reduzir o tempo das internações hospitalares e proporcionar tranquilidade para cuidadores e familiares. Na época, os equipamentos para monitoramento de idosos eram muito simples, já que sua única função era promover o monitoramento de idosos, realizando a comunicação de emergência entre os usuários e a central de monitoramento 24 horas.

Desde então, a tecnologia avançou muito. Os hábitos e necessidades da população idosa também são outros, oportunizando o surgimento de novos dispositivos e acessórios.

O Monitoramento de Idosos no Brasil

Atualmente no Brasil, existem dois principais sistemas de monitoramento para idosos: o PERS 4200, para uso exclusivo dentro de casa, e o Mini Rastreador IGO, para uso fora de casa.

O PERS 4200 é um console conectado à linha telefônica fixa do usuário e possui diversos acessórios móveis compatíveis, por onde o idoso realiza o pedido de socorro. Os acessórios de teleassistência mais conhecidos são a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda.

Mas qual a diferença entre eles?

Como funciona a Pulseira de Emergência para Idosos?

O nome técnico da pulseira de emergência é Transmissor DXS LRC e, geralmente, acompanha o kit do PERS 4200. Embora seja mais conhecido como pulseira de emergência, é um botão que pode ser utilizado tanto no pulso – como uma pulseira antialérgica, por exemplo -, quanto no pescoço, como pingente em um cordão antienforcamento.

É um equipamento à prova d´água, permitindo que o usuário o utilize-o durante todo o dia, inclusive durante o banho de chuveiro, banheira ou piscina.

Em caso de necessidade, o idoso deve pressionar o botão na pulseira/pingente e, em poucos segundos, o alerta de emergência é enviado para a Central de Monitoramento 24h, que identifica a ocorrência e aciona os familiares e demais contatos cadastrados previamente.

Como funciona o Sensor de Queda?

Conforme o nome sugere, este equipamento tem uma funcionalidade extra muito útil no cuidado com os idosos: a detecção de queda. O Sensor de Queda, que também opera em junção com o PERS 4200, pode ser considerado um substituto à pulseira de emergência ou, idealmente, um cuidado adicional. Cada PERS 4200 permite o uso de até 16 acessórios ao mesmo tempo, que devem ser contratados à parte.

Além disso, o sensor de queda também conta com um botão de emergência, mas seu principal diferencial é realmente a capacidade de enviar o comando de socorro após a ocorrência de uma queda – mesmo sem ter pressionado o botão.

Para garantir a precisão do alerta e a segurança do usuário, o Sensor de Queda é programado por uma sequência de algoritmos, determinados por microequipamentos internos, baseado em cálculos de altura, velocidade, impacto e ângulo.

Diferenças entre a Pulseira de Emergência e o Sensor de Queda

  1. Kit PERS

Enquanto a Pulseira de Emergência acompanha o kit PERS, o Sensor de Queda deve ser contratado separadamente.

  1. Modo de uso

A Pulseira de Emergência possui duas opções de uso: pulseira ou pingente. Para o Sensor de Queda, há somente a opção de pingente – já que o movimento brusco dos braços poderia prejudicar a sensibilidade da detecção.

  1. Resistência à água

A pulseira de emergência é à prova d’água, possibilitando ao idoso tomar banho, pegar chuva e até nadar com ele. O Sensor de Queda é um equipamento somente resistente à água, ou seja, também pode ser utilizado durante o banho ou na chuva, mas não pode ser submerso.

  1. Alerta de Emergência

Para chamar ajuda com a Pulseira de Emergência, o botão deve ser pressionado obrigatoriamente. Com o Sensor de Queda, se o idoso cair e perder a consciência antes de conseguir pressionar o botão, o alerta é enviado automaticamente, garantindo o atendimento.

E o Mini Rastreador IGO?

O IGO também é um sistema de monitoramento de idosos à distância, porém, com o acréscimo da função de rastreamento pessoal. Com ele, os familiares podem monitorar a localização do idoso em tempo real e são avisados quando ele sai de um perímetro seguro.

Diferente da Pulseira de Emergência e do Sensor de Queda, o IGO não depende do PERS 4200, nem de uma linha telefônica fixa para funcionar. Ele opera por meio da rede celular e precisa somente de um chip GSM. O equipamento possui um botão de emergência, que pode ser pressionado para chamar ajuda, e também tem função Sensor de Queda, capaz de detectar se o usuário cair e chamar ajuda mesmo sem que o botão seja pressionado.

Aqui mesmo no nosso blog você confere tudo sobre o Mini Rastreador IGO.

Assista abaixo ao vídeo sobre o IGO:

Como você pôde ver, há diversas opções para o monitoramento de idosos e, mesmo com tantas funções diferentes, todas elas são muito eficazes. Você só precisa identificar qual a necessidade de uso do seu caso (ou de seu familiar) e escolher o Sistema de Emergência ideal para o idoso.

Quer saber mais sobre como a teleassistência pode lhe ajudar? Solicite uma visita demonstrativa agora mesmo! Ligue para (51) 3018-6950 ou envie uma mensagem no WhatsApp para (51) 99998-0245.

Read More
Serviço de teleassistência para idoso vale a pena

O serviço de teleassistência permite que o idoso chame ajuda em caso de emergência, pressionando apenas um botão. Mas, será que vale a pena? Confira!

Muito difundido nos Estados Unidos e na Europa, o serviço de teleassistência tem se popularizado no Brasil com o crescimento acelerado da população idosa, além do desejo desse público em permanecer morando sozinho – seguindo a tendência mundial “Aging in Place”, ou envelhecer em casa.

A proposta do serviço é oferecer segurança e tranquilidade aos usuários e seus familiares, que ficam preocupados pelo risco de o idoso sofrer algum acidente ou mal súbito, decorrentes da idade avançada.

Ainda assim, muitas pessoas desconhecem as funcionalidades e benefícios dos sistemas, e têm dúvidas se vale a pena contratar o serviço de teleassistência.

Esse é o seu caso? Então continue lendo e descubra tudo sobre essa tecnologia!

O que é o serviço de teleassistência?

O serviço de teleassistência é um sistema de atendimento remoto para situações de emergência. Com ele, o idoso pode chamar ajuda de forma fácil e rápida, sem precisar se deslocar até o telefone ou fazer discagens – o que é muito conveniente se o acidente ocorrer em outra peça da casa ou em casos graves.

No Brasil, a teleassistência é oferecida ao consumidor por meio dos Sistemas de Emergência Pessoal, cujo modelo mais comum é o PERS 4200. Ele é um equipamento instalado na casa do usuário, que acompanha um botão de emergência à prova d’água – este fica com o idoso durante todo o tempo, em formato de pulseira ou pingente.

Para aumentar a rede de cuidados, também é possível adicionar acessórios de teleassistência, como Sensor de Queda e Dispensador Eletrônico de Medicamentos, ou até mesmo Mini Rastreador GPS, que geralmente é mais indicado para os idosos que costumam sair sozinhos.

Como ele funciona?

Quando o usuário pressiona o botão de emergência (seja no console, no pingente ou no mini rastreador), é imediatamente atendido por uma central de monitoramento 24 horas, que identifica a ocorrência e executa o plano de ação definido no momento da contratação.

Em situações menos graves, geralmente são contatados os familiares mais próximos, que podem atendê-lo; em situações de maior gravidade, pode ser contatado o serviço de ambulância do plano de saúde, SAMU, entre outras medidas.

Em todos os casos, para tranquilizar o idoso, o atendente da central permanece em contato até que ele receba o atendimento.

Mesmo que o idoso esteja em outro cômodo, longe da base fixa, conseguirá se comunicar com o atendente pelo viva-voz de longo alcance. Caso o atendente não consiga fazer contato  verbal com o idoso, seguirá a orientação para executar o plano de ação do mesmo modo, considerando que ele esteja desacordado ou em estado grave.

Principais indicações dos serviços de teleassistência

A maioria dos clientes dos serviços de teleassistência são idosos que moram ou passam grande parte do dia sozinhos e, embora sejam ativos e autônomos, possuem histórico de acidente doméstico ou queda.

Conheça algumas outras indicações para uso dos Sistemas de Emergência Pessoal:

  • Pessoas com limitação moderada de mobilidade;

  • Pessoas que consomem medicamentos de uso contínuo;

  • Pessoas com diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares;

  • Pessoas com Alzheimer;

  • Pessoas pós-operadas;

  • Gestantes em repouso;

  • Crianças e adolescentes que passam parte do dia sozinhos.

Benefícios do serviço de teleassistência

Para o idoso, a principal vantagem de usar essa tecnologia é a manutenção da sua autonomia. A facilidade e eficiência dos Sistemas de Emergência Pessoal possibilitam que ele continue morando sozinho. Além disso, evita que ele dependa exclusivamente de cuidadores profissionais ou tenha de mudar-se para um residencial geriátrico.

Outro benefício é o fato de que o idoso fica mais seguro sabendo que, em caso de emergência, será prontamente atendido – o que, por sua vez, reduz as consequências dos acidentes e o risco de morte.

Para os familiares, a sensação de tranquilidade e segurança para com a saúde dos seus entes queridos é o maior benefício. Com um canal direto de comunicação, eles se mantém mais próximos do idoso.

Outro fator bastante relevante é o preço acessível: em vez de comprar o equipamento, você o aluga e tem acesso ao serviço completo por quanto tempo desejar. Um possível empecilho inicial pode ser o fato de esta ser uma tecnologia recente, o que, às vezes, faz com que alguns idosos tenham receio de usar a teleassistência. Mas vale a pena insistir, pelo ganho em tranquilidade e qualidade de vida!

Quer descobrir 4 maneiras de convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal? Clique aqui e veja as nossas dicas: https://goo.gl/LHhsbz.

Quer mais informações sobre o serviço de teleassistência? Entre em contato com a nossa equipe e solicite mais detalhes! Ligue para (51) 3018-6950 ou deixe sua mensagem na nossa página de contato.

Read More

Familiares relatam dificuldades para convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência. Separamos algumas dicas para que você possa ajudar nesse processo.

Muitos familiares relatam dificuldades sobre como convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal. Alguns insistem não precisar e criam diversas objeções, outros não entendem exatamente como pode ajudá-los e os familiares temem que, mesmo após a compra, o equipamento não seja utilizado.

A verdade é que a maioria das pessoas têm dificuldade em receber ordens e quando se trata de alguém que sempre teve autoridade e ditou as regras, é ainda mais complicado.

Por isso, separamos algumas dicas para que você, familiar, possa ajudar no processo de aceitação do Sistema de Emergência Pessoal, que será um grande aliado no cuidado de quem você ama!

É natural que, com o avanço da idade, alguns idosos não consigam desempenhar algumas tarefas como faziam algumas décadas antes. É inevitável também que, acostumados com sua autonomia, resistam ao impedimento de executar algumas atividades.

Muitos idosos sequer reconhecem suas dificuldades e, portanto, tendem a rejeitar sua condição de coadjuvante em determinadas situações.

Quando os familiares identificam sinais de que o idoso possa estar exposto a algum risco, buscam alternativas para que ele não fique desassistido em caso de necessidade, como os Sistemas de Emergência Pessoal – console com botão de emergência, conectado a uma Central 24h que pode ser acionada em situações de emergência.

Embora seja um equipamento que promove a manutenção da independência, algumas pessoas na terceira idade podem sentir que estão sendo controlados pelos familiares por meio da tecnologia, o que é um grande equívoco. Seguindo as dicas abaixo, você saberá como convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal.

Confira alguns argumentos sobre como convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência!

#1 Telefone com telefonista 24h

Um dos clientes da Tecnosenior relatou que sentiu dificuldade para fazer com que a mãe aderisse à tecnologia de emergência pessoal.

O argumento utilizado, então, é que ela teria à sua disposição um telefone com uma telefonista 24h, acionada com um único botão a partir de qualquer lugar da casa, para atender ou realizar chamadas.

A Central de Monitoramento (telefonista 24h) possui acesso a todos os principais contatos da família e, sempre que há necessidade, pode localizar o filho e solicitar que ele entre em contato com a mãe.

#2 Preocupação da família

O uso de gatilhos emocionais pode ajudar a convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal.

Mostre ao idoso que ele é muito importante para a família e que todos gostam de tê-lo por perto. Diga também que se ocorrer algum acidente ou se ele ficar doente, vocês gostariam de estar cientes.

Para que se sinta seguro, além de ouvir a alegação, ele precisa perceber que a família se preocupa verdadeiramente com ele.

#3 Segurança Pública

Com tanta insegurança, um dos argumentos utilizados para convencimento é o de ação rápida em caso de assalto, sequestro e até violência doméstica.

Há Sistemas de Emergência Pessoal para uso dentro e fora de casa, que são eficazes no pedido de socorro de qualquer natureza.

Essa reflexão costuma ser bem positiva pois algumas pessoas costumam sentir mais medo da violência urbana do que de uma possível queda ou mal estar.

#4 Visita demonstrativa

Outra maneira muito eficaz de mostrar ao idoso a utilidade dos Sistemas de Emergência Pessoal é solicitando uma visita demonstrativa.

Durante a apresentação, o representante exibe o funcionamento real do sistema, o que transmite segurança para o usuário. É possível perceber a rapidez do atendimento da Central 24h e a simplicidade do funcionamento do equipamento.

Com tantas opções, fica mais fácil apresentar as vantagens do serviço e convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal.

Agora que você já sabe como convencer o idoso a usar os Sistemas de Emergência Pessoal, quer encontrar a solução mais adequada para o idoso e sua família?
Deixe seus dados aqui e em breve entraremos em contato para mais informações!

Read More

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

cuidador de idosos

Cuidador de Idosos e Botão de Emergência

As pessoas têm passado muito tempo fora de casa, trabalhando ou estudando, assim como a expectativa de vida está aumentando, logo, há muitos idosos que moram sozinhos. Isso causa grande angústia aos familiares pois, mesmo que os idosos sejam bastante ativos, a idade avançada traz riscos e qualquer possibilidade de acidente é preocupante.

Se você tem um familiar idoso que passa grande parte do tempo sozinho, com certeza já cogitou contratar um cuidador de idosos profissional.

A verdade é que, muitas vezes, ter um cuidador de idosos à disposição durante 24h, pode ser caro para os familiares, e um tanto incômodo para o paciente, principalmente para aqueles que sempre foram independentes. O que fazer, então?

O botão de emergência

botão de emergência

Para isso, há uma alternativa, muito habitual no exterior, que está conquistando adeptos em todo o Brasil: o sistema de emergência pessoal. Trata-se de um equipamento conectado à linha telefônica da casa, que acompanha um botão de emergência, podendo ser utilizado como pulseira ou pingente, durante todo o dia, já que é à prova d’água também. Assim, o idoso não perde sua autonomia e tem como chamar ajuda se precisar.

São inúmeros os benefícios dos sistemas de emergência pessoal. Além da manutenção da independência do idoso e do atendimento 24h, podem ser adicionados acessórios ao equipamento principal, de acordo com a necessidade de cada usuário: sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai; dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à central se a ação não for executada; detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio etc.

Além de todos esses benefícios, o custo mensal é bastante acessível. A média cobrada pelo serviço completo de emergência pessoal (aluguel do equipamento + monitoramento 24h) é de R$ 175,00, mas pode alterar se o familiar quiser incluir acessórios.

Quando contratar um cuidador de idosos?

Há algumas situações que demandam acompanhamento em tempo integral e, para estes, o cuidador ainda é o mais recomendado. Em caso de pessoas acamadas, sem mobilidade, as que precisam de ajuda para comer ou fazer as necessidades fisiológicas ou, ainda, pessoas com enfermidades psiquiátricas, cujas reações possam atentar contra a própria vida, são as indicações para ter um cuidador profissional.

cuidador de idosos

É importante ressaltar que os serviços podem ser utilizados juntos, trazendo ainda mais conforto e segurança para todos. Alguns familiares, por exemplo, contratam cuidadores de idosos em período parcial e, no restante do tempo, ficam assistidos pelo sistema de emergência pessoal. O cuidador, por sua vez, terá o equipamento de emergência pessoal como um aliado pois, em algum caso mais grave, pode pressionar o botão de emergência para chamar ajuda, ao mesmo tempo que executa os primeiros socorros ou acalma o paciente.

Read More

Idosos ativos também caem

idosos ativos caem

Idosos ativos também caem

Há muitos anos, a imagem do idoso tem sido simbolizada como frágil, normalmente curvado ou usando bengala. Acontece que, com o avanço da expectativa de vida, temos idosos ativos. Muitos chegam à terceira idade em plena atividade laboral e social, independentes e sem incidência de doenças.

Inclusive, está vigorando no senado um projeto de lei que sugere a mudança da figura representativa do idoso frágil, usualmente expostos em ônibus e metrôs, para a de uma pessoa comum, ereta, com as inscrições +60 ao lado. O intuito do projeto é extinguir o estereótipo e reforçar a inclusão sem constrangimentos ou preconceitos.

idosos ativos

Entretanto, mesmo com este cenário, são alarmantes as estatísticas de ocorrências de acidentes graves com idosos. De acordo com o SUS, cerca de 75% dos acidentes com idosos ocorrem dentro de casa. Entre eles, as QUEDAS são as mais frequentes.

Confira AQUI quais adaptações são necessárias para tornar uma casa segura para idosos!

Com o avanço da idade, é inevitável o declínio de algumas funções do organismo, principalmente no que se refere ao equilíbrio e a mobilidade. Algumas perdas físicas e funcionais são naturais do processo de envelhecimento, como a redução do reflexo e a sensibilidade periférica dos membros.

Alguns indivíduos não apresentam dificuldades nas atividades da vida diária e, por isso, são considerados idosos ativos. Ainda assim, é importante que a família fique atenta, pois eles também caem.

Por que os idosos ativos caem?

Ao contrário dos idosos sedentários, que caem por fragilidade, dificuldade na marcha ou por efeito de alguma doença, os idosos ativos estão mais suscetíveis à queda devido à exposição.

Muitas vezes, o idoso não reconhece sua condição e mantém as atividades da fase adulta na mesma intensidade, como dirigir, cozinhar, mexer com eletricidade, usar saltos muito altos, subir em bancos ou escadas, etc. Ou seja, se arriscam em situações de alto potencial de acidentes.

A velhice não é sinônimo de incapacidade e é até recomendado que o idoso preserve os hábitos do cotidiano, porém é necessário que ele reduza o período ou carga e adote medidas de prevenção, que o idoso seja menos ousado e se cuide mais.

Caso aconteça algum acidente, a probabilidade de ter consequências graves é enorme, principalmente para os idosos ativos. Os efeitos do acidente acarretam em abalo psicológico, depressão e perda de autoestima, já que normalmente comprometem sua independência.

Leia também o artigo “Consequências de quedas em idosos“.

Read More

Controle de Medicamentos com PERS

Controle de Medicamentos com PERS

Muitos idosos precisam consumir medicamentos regularmente e isso pode ser um grande problema quando sabemos que uma das características do avanço da idade é o esquecimento.

Estima-se que 30% dos idosos que tomam remédios esquecem de seguir os horários prescritos, o que, comprovadamente, reduz a eficácia do tratamento.

As complicações aumentam ainda mais quando se trata da dosagem. Cada medicamento pode ter várias apresentações (comprimidos, cápsulas, gotas, xarope etc.) e, em caso de ingestão da quantidade ou concentração errada, as reações em idosos podem ser muito severas.

Com a idade avançada, a atividade enzimática do fígado diminui, o que afeta a metabolização dos medicamentos. O fluxo sanguíneo e as funções renais também declinam, dificultando a excreção e prolongando, assim, os efeitos colaterais.

Na hora certa

controle de medicamentosVocê já ouviu falar em Cronofarmacologia?

O tema é tão importante que existe uma ciência que estuda a melhor hora para tomar o remédio.

Não existe hora universal para todos os fármacos, pois cada doença tem maior incidência em determinado período.

Com isso, deve ser administrado no horário prescrito pelo médico, para que a eficácia seja maior e o efeito colateral, menor.

Mas, e como fazer quando o idoso tem dificuldade em memorizar as informações dadas pelo médico?

Tecnologia para tomar o remédio

É comum que os idosos sintam dificuldade de lembrar das coisas.

Para não esquecer do horário do medicamento, alguns recorrem ao despertador. Para não errar na dose, usam caixinhas de pílulas diárias para separar a quantidade certa.

O problema é que, se o despertador não tocar ou o idoso não abrir a caixinha, não vai tomar o remédio e ninguém fica sabendo.

Para solucionar essa dificuldade, os familiares podem adotar a tecnologia para o controle de medicamentos.

O PERS 4200 é um sistema de emergência pessoal com um botão de emergência, em que a pessoa pode chamar ajuda com um simples toque. Neste equipamento, entre outras funções, é possível configurar lembretes de medicamentos, que serão disparados nos horários programados conforme necessidade do usuário.

Além disso, o PERS 4200 é compatível com diversos acessórios e, um deles é o Dispensador Eletrônico de Medicamentos.

Dispensador de Medicamentos

É um dispositivo circular com 28 espaços (nichos) e possui um sensor de atividade interno. Emite um alerta com o PERS nos horários agendados e a medicação é liberada pelo sistema. Ao retirar os comprimidos, o console recebe um sinal que houve a atividade prevista. Caso o usuário não pegue os medicamentos liberados pelo dispensador, o sistema enviará um sinal para a Central avisando que a ação não está completa.

Dessa forma, as chances do idoso trocar ou esquecer de tomar o remédio são quase nulas, pois o sistema acompanha toda a atividade e, a cada situação atípica, os familiares são notificados.

Por isso, é importante escutar a necessidade do usuário na hora de oferecer a melhor solução, pois os acessórios facilitam muito o dia a dia de quem usa e agregam valor à venda.

Read More

Casa segura para Idosos

Casa segura para Idosos

casa segura para idosos

Estima-se que cerca de 30% dos idosos caem, ao menos, uma vez ao ano. A queda é um evento recorrente entre os idosos, principalmente mulheres e, quanto mais avançada é a idade, maior a incidência.

São inúmeras as consequências das quedas em idosos e, infelizmente, para eles, este acidente pode ser fatal. Dessa forma, é indispensável que haja conscientização de todos sobre a importância da prevenção das quedas.

As causas são diversas, desde alterações fisiológicas decorrentes da idade, surgimento de alguma doença que comprometa a marcha até a existência de objetos no chão ou móveis em excesso pela casa.

Cada cômodo pode apresentar riscos e os familiares devem estar atentos para a adaptação do ambiente ao idoso. A maioria das intervenções é simples e fazem muita diferença no cotidiano dos mais velhos.

Por isso, separamos algumas dicas do que pode ser adaptado para transformar o lar em uma casa segura para idosos.

Iluminação

Os sentidos costumam ficam reduzidos com o avanço da idade e o declínio da visão pode trazer muitos perigos.

O ideal é que a luz dos cômodos seja branca-azulada, que equilibra visões turvas e amareladas.

No quarto, é recomendado que haja um interruptor próximo à cama, para que o idoso não tenha que caminhar no escuro e, também, uma lanterna para uso em caso de falta de energia.

Se houver escadas ou desníveis no piso, faixas refletoras nos degraus ajudam na indicação do caminho.

Móveis e Objetos

A sugestão é reduzir, ao máximo, a quantidade de móveis da casa. Mesas, cadeiras, cômodas e criados-mudos em excesso transformam a casa em um labirinto, aumentando ainda mais os riscos de acidentes.

Prateleiras devem estar firmes e eletrodomésticos bem instalados. Fios e cabos devem estar escondidos e organizados em canaletas.

Os riscos de tropeçar em objetos deixados no chão são enormes para qualquer pessoa mas, no caso dos idosos, são ainda mais graves.

Banheiro

É o cômodo mais perigoso da casa, pois tem muitas armadilhas.

Para evitar de escorregar, pode-se cobrir o piso com um revestimento antiderrapante. Em caso de tapete, ele deve ser inteiro, pois tapetes soltos ou pequenos também representam perigo.

Além disso, a instalação de barras de apoio próximo ao vaso sanitário e no box mantém a autonomia do idoso. Caso ele tenha dificuldade de locomoção ou sinta-se inseguro, recomenda-se o uso de uma cadeira com pés emborrachados para que tome banho sentado.

Ainda sobre a área do chuveiro, retirar o box de vidro ou trocar por um de plástico é uma medida muito eficaz para evitar consequências mais graves em caso de acidente.

Em alguns casos, pode ser necessário que as adaptações sejam mais complexas, alterando a estrutura dos cômodos ou mudando o quarto e rotina do idoso para um único andar da casa, evitando que ele tenha de subir ou descer escadas muitas vezes por dia.

O principal é que a família se envolva nesse processo e fique claro para o idoso que as providências são necessárias para prevenir acidentes e, não, para tirar sua autonomia.

Para garantir ainda mais tranquilidade, uma casa segura para idosos deve contar com um sistema de emergência pessoal. Além de adotar medidas para prevenção dos acidentes, é necessário ter como agir caso eles ocorram.

Read More