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Idosos e tecnologia: quebrando a barreira da tecnologia

Quem pensa que até hoje os idosos estão rechaçando smartphones e evitando os computadores, está muito enganado. Eles não só consomem a tecnologia, como compram por meio da internet e já estão dentro do conceito mobile only, onde tudo é feito pelo celular, sem a necessidade de abrir o computador. Segundo relatório Consumer Generations, da Tetra Pak, divulgado no ano passado, o poder de compra do consumidor de mais de 60 anos deve superar 30 trilhões de reais em todo mundo em 2020. E foi esse mesmo relatório que apontou que 43% dos pesquisados compra online e 23,9% via smartphone. As fatias são bem representativas se considerarmos o cenário total de compradores online, que é de 41% da população, de acordo com um estudo da PwC. Ou seja, idosos e tecnologia estão, sim, juntos.

Estes dados fazem cair por terra a ideia de que a maturidade é avessa às tecnologias ou é impedida de prosseguir no mercado de trabalho devido a elas. Além disso, os números apontam oportunidades que estão sendo inexploradas pelas empresas. Três em cada 10 idosos sente falta de produtos feitos para eles – sua empresa está de olho nesse mercado?

De acordo com levantamento da Serasa Experian, em 2005, metade dos idosos que residiam no Brasil fazia parte da classe média e usufruia de boas condições de vida. Essa classe está aproveitando a velhice para voltar a estudar, investir em lazer ou voltar para o mercado de trabalho.

Outra pesquisa realizada em 2016 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com idosos acima de 60 anos mapeou o estilo de vida dessa população e a relação entre idosos e tecnologia. A pesquisa mostrou que mais da metade dessas pessoas (53,9%) acessa a internet, sendo que 39,3% a utilizam diariamente e dois em cada dez (19,1%) usam para compras online. Os eletroeletrônicos (51,2%), eletrodomésticos (43,1%) e viagens (41,9%) são os itens mais comprados pela internet. O levantamento identificou, ainda, que o uso de smartphones para se conectar entre os idosos já é maior do que o de aparelhos mais tradicionais: 61,1% utilizam os smartphones, 53,6% usam os computadores tradicionais de mesa, 37,7% o notebook e 11,4% o tablet.

O smartphone, mesmo sendo o principal meio utilizado para se conectar, ainda possui poucos aplicativos. Praticamente cinco em cada dez pessoas entrevistadas (47,9%) possuem celular, mas não usam nenhum app no dia a dia, contra 27% que usam. Os mais frequentes são os de transações bancárias (11,8%), serviços de transporte individual (8,4%) e de viagens (6,3%). Observar o quanto eles estão abertos às transações bancárias, sem medo de fraudes, indica um potencial de utilização da tecnologia muito grande.

O uso da internet para relacionamento com familiares (62,9%), amigos (59,8%), a busca por notícias sobre economia, política, esportes e moda (47,8%), e informações sobre produtos e serviços (43,0%) figuram entre os principais motivos de navegação. Entre as redes sociais e aplicativos de celular mais utilizados pelas pessoas da terceira idade estão o Facebook (77,3%), o WhatsApp (73,5%) e o Youtube (39,8%).

Vale ressaltar que estes dados são de 2016. Em dois anos, muito possivelmente os números sofreram um aumento bem significativo.

Idosos e tecnologia: empresas de visão investem nesse mercado

Contra fatos, não há argumentos. Visto isso, empresas mais atentas a este mercado estão rentabilizando na cada vez maior proximidade entre idosos e tecnologia.

É o caso de empresas de teleassistência que oferece sistemas de emergência pessoal e tecnologias assistivas para o monitoramento de idosos. Ferramentas que poderiam ser incômoda para alguns, mas que são vistas como aliadas da terceira idade quando observadas pelo panorama da segurança e da autonomia. Afinal, o maior medo dos idosos, apontado em diversas pesquisas, é a solidão. Estar próximo à família, mesmo que remotamente, afasta essa preocupação.

Na Biblioteca do Parque Villa Lobos, gerenciada pela SP Leituras, frequentemente há aulas para a terceira idade aprender a mexer em seus smartphones e o resultado que se observa é que eles não só saem de lá aptos a usar todos os recursos que o telefone oferece, mas descobrem nele oportunidades de relacionamento. Aprendem a se comunicar com outros membros de sua geração para troca de ideias, passeios, viagens e todo o entretenimento que é o que as pesquisas mais apontam como objetivo de consumo dessa faixa de idade.

A utilização do celular como forma de atualização e busca por notícias – o segundo maior motivo de uso da internet pelos mais velhos -, faz com que surjam portais como o 60 ou +, focados em oferecer informações específicas para este público de forma que eles se sintam representados na internet. Se eles estão consumindo notícias por este meio, nada mais justo do que encontrar opções feitas para eles, assim como eles desejam que existam produtos que sigam o mesmo preceito.

Outro exemplo é o Hype60+, que nasceu de um grupo digital com mais de nove mil seguidores acima dos 60 anos e hoje presta consultoria de marketing especializada no mercado sênior, ajudando companhias a criar serviços, produtos e experiências para este público. A iniciativa é importante porque a terceira idade, segundo pesquisas, não se sente representada na publicidade. Provavelmente isso inclui também marcas, produtos e eventos.  Já passou da hora das empresas buscarem ajuda para atender a este anseio.

E estes são só alguns exemplos de como o mercado – mais antenado – está reagindo a essa ascensão da terceira idade na tecnologia, porém ainda há muito a se explorar!

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Sinais de velhice

Identificar, entender e aceitar alguns sinais de velhice é fundamental para uma vida saudável. Para isso, saiba como cuidar melhor de seu familiar idoso!

Na lógica de que envelhecer é um processo natural, sabemos que, junto com a idade avançada, vêm algumas limitações causadas pelos desgastes do corpo e/ou da mente. Locomover-se, por exemplo, torna-se um processo lento e não mais automático como antes. Em grande parte dos casos, é necessário o uso de aparelhos que ajudam a sustentar o corpo, como bengalas e andadores. É comum ocorrerem quedas devido a falta de equilíbrio ou tonturas decorrentes de labirintites ou outras doenças que desestabilizem o idoso. Esses são alguns dos mais claros sinais de velhice; no entanto, outros mais sutis também merecem atenção.

Nessa fase também é comum surgirem doenças típicas da idade, que são igualmente limitantes, já que o corpo mais frágil sente qualquer sintoma mais intensamente que um jovem adulto, por exemplo. Problemas de memória costumam surgir e a confusão causada por eles pode gerar isolamento e solidão, e, em alguns casos, doenças como a depressão. O fato é que o organismo está mais frágil e suscetível a doenças. São raros os idosos que não necessitam de cuidados, mesmo que sejam mínimos, pois ter mais dificuldades no dia a dia é um dos principais sinais de velhice.

Por outro lado, ficar mais velho não é, necessariamente, sinônimo de sofrimento. É possível ainda ter qualidade de vida na terceira idade, basta ter atenção a esses sinais de velhice e adotar alguns cuidados. Os idosos mais saudáveis costumam prezar pela autonomia. Querem ser independentes como já o foram toda a vida. Com isso, os filhos se preocupam com a possibilidade da ocorrência de algum acidente doméstico ou mal súbito, porque os pais acham que não precisam de acompanhantes ou cuidadores. Como resolver esse impasse?

Uma das opções mais seguras que o mercado oferece atualmente chama-se teleassistência. Trata-se, basicamente, da utilização de tecnologia para prestar assistência remota. Ou seja, essa forma de cuidar de idosos, que já é tradicional nos Estados Unidos, atua como um sistema de monitoramento à distância e permite que o idoso chame socorro de forma fácil e rápida em caso de emergências. Dentro da teleassistência, há uma variedade de dispositivos e equipamentos para suprir diversas necessidades e proporcionar autonomia e tranquilidade para idosos e seus familiares.

Dependendo do modelo escolhido, o dispositivo pode funcionar através da linha fixa ou móvel de telefone. Por meio desses aparelhos, o idoso pode, com um simples toque num botão de emergência, acionar ajuda quando necessário. Esse tipo de tecnologia também pode contar com rastreadores, sensores de queda e uma série de outros acessórios que, juntos, possibilitam que seu familiar tenha uma rotina normal e independente com a segurança de que, se necessário, será devidamente atendido.

Ficou curioso sobre o assunto? Clicando aqui você pode saber mais sobre a teleassistência.

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Alarme de emergência para idosos PERS 4200

Para proporcionar segurança, autonomia e tranquilidade, você pode contar com o Alarme de Emergência Para Idosos PERS 4200. Nesse post, saiba tudo sobre ele!

Se você tem um familiar idoso que mora sozinho ou passa uma parte significativa do dia por conta própria, com certeza você deve se preocupar com a segurança dele. Idosos, por mais ativos, saudáveis e independentes que sejam, são mais propícios a sofrerem acidentes domésticos, como as quedas, por exemplo. Uma série de imprevistos pode acontecer e, para você e sua família viverem com mais tranquilidade, apresentamos o PERS 4200, um Alarme de Emergência Para Idosos que, através da linha telefônica, pode acionar o socorro por meio de uma Central de Atendimento disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

Como funciona o Alarme De Emergência Para Idosos PERS 4200

Basta apertar um botão!

Ligado na linha fixa de telefone, o PERS 4200 possui um botão SOS, que, ao ser acionado, realiza uma chamada de emergência para a Central de Atendimento 24 horas. A partir daí, medidas começam imediatamente a serem tomadas para garantir a segurança do idoso. Com sistema de viva-voz de longo alcance, o aparelho informa que a chamada está sendo efetuada e abre a comunicação entre o usuário (idoso) e o atendente, que irá identificar a ocorrência e dar seguimento ao plano de ação pré-estabelecido com os familiares.

O Alarme de Emergência Para Idosos PERS 4200 é o mais avançado e seguro sistema de emergência pessoal. Além do botão de emergência remoto, que pode ser usado como pulseira ou pingente e que é à prova d’água (pode ser utilizado inclusive no banho), o PERS também pode receber sinal de até 16 acessórios sem fio, como: sensor de movimento, sensor de fumaça, sensor de CO2, dispensador de medicamentos, entre outros.

O aparelho ainda apresenta uma série de recursos e facilidades que visam proporcionar segurança e tranquilidade, como alarmes sonoros, a capacidade de atender o telefone fixo pressionando o botão de emergência, módulo de economia de energia, bateria reserva que garante até 24 horas de funcionamento mesmo em caso de queda de energia elétrica e muito mais.

5 motivos para escolher o Alarme de Emergência Para Idosos PERS 4200

  1. Aciona o socorro rapidamente em caso de necessidade, de forma fácil e confiável;
  2. Tem botão de emergência que pode ser usado como pingente ou pulseira, não interferindo no dia-a-dia do usuário e garantindo a assistência caso seja preciso;
  3. Dispensa a necessidade de mudar a rotina do idoso e da família, como realocar o idoso ou, ainda, contratar um cuidador;
  4. Tem baixo custo se comparado com a contratação de cuidadores – você paga apenas a mensalidade pelo aparelho e o serviço da Central;
  5. É adaptável à necessidade do seu familiar, pois possui 16 opções de acessórios complementares.

Se quiser saber mais informações sobre essa tecnologia que irá revolucionar a relação da sua família com os cuidados com seus pais ou avós, proporcionando uma vida independente sem abrir mão da segurança, acesse a página do PERS 4200. Se você ficou com alguma dúvida, é só entrar em contato conosco clicando aqui.

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Qualidade de vida dos idosos: 12 dicas para cuidar de quem você ama

Cuidar de uma pessoa mais velha não precisa ser difícil nem tão trabalhoso. Quer saber como? Então confira nossas 12 dicas de qualidade de vida dos idosos!

Envelhecer não é um processo fácil e demanda aceitação e adaptação. Muitos idosos ficam confusos com as mudanças que vão ocorrendo no corpo e na mente: já não é tão fácil se deslocar sozinho e algumas confusões e esquecimentos vão surgindo. Todo esse processo leva tempo e a tendência é que isso cause um isolamento por parte do idoso. Por isso, é fundamental adotar práticas e cuidados que maximizem a qualidade de vida dos idosos.

Por lhe ajudar a conseguir isso, criamos uma lista com 12 dicas simples e práticas que com certeza farão muita diferença na vida do seu familiar. Confira!

Como aumentar a qualidade de vida dos idosos

1 – Dê muito amor a eles. Pessoas mais velhas tendem a ficar mais carentes com o passar dos anos.

2 – Faça visitas frequentes e preste atenção no que eles falam. Uma boa conversa pode fazer valer o dia para um idoso.

3 – Estimule-os a ter uma vida ativa, realizando atividades físicas na medida do possível.

4 – Dê forças para que eles socializem em eventos e atividades fora de casa. Insista caso não queiram participar de alguma reunião por preguiça ou desânimo (mas respeite caso essa vontade seja genuína);

5 – Sempre apresente alguma novidade, seja uma notícia da atualidade para discutir, um jogo novo para se distrair. Mantenha-os ligados ao mundo atual.

6 – Cuide para que tenham uma alimentação saudável e equilibrada e bebam bastante água. Isso é essencial para a manutenção da saúde dos idosos.

7 – Promova a convivência com os netos. A alegria da juventude é o que dá sentido à vida deles!

8 – Proporcione atividades que permitam trocar experiências com outros idosos. Socializar, nessa fase da vida, é essencial.

9 – Faça-os visitar o médico frequentemente e realizar exames de rotina para prevenir ou tratar as doenças típicas da idade.

10 – Estabeleça tarefas que eles possam realizar em casa. Os idosos precisam se sentir úteis e necessários.

11 – Estimule atividades intelectuais, como leituras e estudos. O cérebro precisa estar em constante atividade.

12 – E tenha muita paciência. Lembre-se que eles já fizeram muito por você e esse é o momento de retribuir o cuidado.

Quer ainda mais formas de aumentar a qualidade de vida dos idosos? Então confira dicas detalhadas de como proporcionar mais qualidade de vida para os idosos clicando aqui!

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Lugares para viajar com a família

Ter novas experiências inesquecíveis e reforçar os laços de amor: viajar é mesmo tudo de bom. Por isso, confira esses lugares para viajar com a família!

Viajar é tudo de bom, né? Seja para conhecer novas paisagens ou culturas, ou curtir uma praia para descansar e aproveitar as férias, uma viajem é uma ótima forma de recarregar as energias. Melhor ainda se toda família puder aproveitar ao máximo esse momento de pura alegria e diversão. Pensando nisso, separamos alguns lugares para viajar com a família que consideramos perfeitos para um passeio inesquecível para reforçar os laços de amor familiar!

Resorts com estrutura para todos os gostos

Viajar com toda a família implica em ter que agradar muitos gostos e necessidades diferentes. Quem viaja com crianças pequenas e idosos, por exemplo, precisa ser mais regrado com horários de descanso e alimentação. Por isso, escolher um resort com infraestrutura e atividades para toda a família talvez seja a melhor opção para não transformar o seu momento de lazer em dor de cabeça. Escolhemos dois dos destinos mais procurados para esse tipo de turismo no Brasil. Veja baixo!

Caldas Novas, em Goiás

Lugares para viajar com a família: Caldas novas

Com parques de águas quentes, esse é um dos destinos mais divertidos para passar as férias com a família. Os hotéis possuem piscinas aquecidas e a cidade conta com diversos parques aquáticos. Caldas Novas fica a 170 km de Goiânia.

Olímpia, no interior de São Paulo

Lugares para viajar com a família: Olímpia

A cidade também possui boas opções de resorts e hotéis com piscinas e complexos aquáticos com opções de lazer. Fica a cinco horas de carro de São Paulo, ou voo de uma hora até o Aeroporto de São José do Rio Preto.

Hotel fazenda: em contato com a natureza

Em um hotel fazenda, todo mundo pode curtir uma piscina, cavalgadas, pescaria, passeios de barco, tirolesa e outras atividades de ecoturismo. Por isso, essa é uma grande dica quando o assunto são lugares para viajar com a famíla. Veja um exemplo abaixo.

Quinta da Estância, na região metropolitana de Porto Alegre

Lugares para viajar com a família: Quinta da Estância

O foco da Quinta da Estância é o turismo ecológico, mas a fazenda também oferece pacotes com atividades para grupos e eventos. É ideal para passar um ou dois dias em contato com a natureza, principalmente para as famílias que vivem em cidades grandes.

Praias do nordeste

Lugares para viajar com a família: Maragogi

Um dos destinos mais clássicos para viagens em família não poderia faltar nessa lista. Quase unanimidade na preferência dos brasileiros, as praias paradisíacas do nordeste agradam todas as faixas-etárias. Destinos como Maragogi, Porto Seguro, Fortaleza e Natal são lugares muito procurados por famílias com crianças e idosos. Basta Lembrar-se de respeitar os limites dos pequenos e dos mais velhos.

A dificuldade de encontrar oportunidades e lugares para viajar com a família

Em geral, famílias que viajam com crianças pequenas ou idosos precisam planejar muito roteiros e destinos. É preciso se preocupar com detalhes que os adultos tirariam de letra. Os pequenos, por mais que estranhem a rotina diferente, se adaptam com mais facilidade com alguns pequenos ajustes. Já os mais velhos demandam atenção e cuidado, pois as limitações devem ser observadas e o limite nunca deve ser ultrapassado.

Por isso, a dica é optar por lugares para viajar com a família sem prejudicar os idosos é optar por lugares mais tranquilos, que possam ser aproveitados sem pressa, com fácil acesso a locais de descanso. Se tudo isso for observado, com certeza você terá ótimos momentos em família! Para saber mais, você pode conferer esse post em que apresentamos 5 destinos fantásticos para viajar com idosos.

E quando o idoso não quer viajar?

Ainda assim, há muitos idosos que preferem ficar em casa e, pelos mais variados motivos, não gostam de viajar. No entanto, isso não precisa afetar os seus planos com o resto da família. Hoje em dia a tecnologia já permite manter o cuidado com quem você ama mesmo à distância. Conheça nossos serviços de teleassistência e descubra como seus pais podem ficar seguros enquanto você aproveita suas férias!

Com essas dicas de lugares para viajar com a família, todos terão um ótimo momento de descanso, alegria e descontração. Boa viagem!

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Doenças pulmonares em idosos: cuidados na primavera

Especialmente na primavera, as doenças pulmonares em idosos apresentam grandes riscos à saúde. Saiba como previnir que isso aconteça com quem você ama!

Com a chegada da primavera, aparecem também as doenças respiratórias, típicas dessa época do ano. As mudanças bruscas de temperatura ao longo do dia, somadas à presença de substâncias irritantes no ar (como o pólen das flores, ácaros e poeira), são um verdadeiro incômodo para quem é alérgico. Mas essas não são as únicas pessoas que precisam se cuidar na estação mais florida do ano: as doenças pulmonares em idosos também ficam mais frequentes nessa época. Rinite, bronquite e a asma são algumas das mais comuns quando a primavera chega.

Sintomas e doenças pulmonares em idosos

Tosse seca, falta de ar, resfriados frequentes e indisposição são alguns dos sintomas que devem ser investigados por médicos pneumologistas e tratados rapidamente para que não venham a desencadear outros problemas mais graves (como bronquites, pneumonias, entre outros). No caso dos idosos, que tendem ao longo da velhice a desenvolver mais problemas respiratórios, o cuidado deve ser redobrado.

Além disso, algumas das doenças pulmonares em idosos não têm cura, apenas controle com medicamentos, como, por exemplo, os broncodilatadores – a famosa bombinha, que leva o remédio até as vias aéreas. A principal dica geral para que tanto idosos quanto pessoas alérgicas mantenham seu bem estar durante a primavera é evitar ao máximo poeira, mofo, ácaros e pelos de animais dentro de casa.

Sintomas podem indicar quadros mais graves

Também é preciso ficar atento a doenças mais graves, como a Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI). Ela não tem cura e os sintomas são muito parecidos com os de outras doenças pulmonares, ou até mesmo com condições cardiovasculares. Esse cenário torna o diagnóstico da FPI muito complexo, costumando levar de um a dois anos após o início dos sintomas para ser confirmado.

A doença provoca o endurecimento dos pulmões, que vão gradativamente cicatrizando e perdendo sua capacidade de expansão e contração, o que prejudica a capacidade respiratória do pacientes. Portanto, ao perceber que aqueles sintomas considerados “comuns” são insistentes ou ficam muito fortes/frequentes, é muito recomendado procurar um médico especialista!

Uma das formas de evitar ou retardar problemas respiratórios em idosos, especialmente na primavera, é mantendo uma rotina saudável e livre do tabagismo. Contar com uma alimentação rica em vitaminas, consumindo frutas e hortaliças, e nunca esquecendo de beber muita água, é indispensável para a prevenção desse tipo de doença.

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como lidar com a velhice

Apesar de natural, o envelhecimento ainda é um processo envolto em pré-conceito e negatividade. Mude isso com nossas dicas de como lidar com a velhice!

Envelhecer é um processo natural, que faz parte do ciclo da vida e é inevitável. Porém, não é raro que as muitas mudanças – seja na rotina, no corpo ou na mentalidade – típicas dessa fase costumem causar transtorno para o idoso e seus familiares. Aceitar que existem limitações que não podem ser ignoradas (pois, caso contrário, podem surgir riscos para a saúde) é o primeiro passo para quem deseja saber como lidar com a velhice e passar por esse processo com qualidade de vida.

Então, pensando nisso, listamos algumas dicas para encarar o envelhecimento com mais tranquilidade. Confira!

Dicas de como lidar com a velhice

1 – Adotar hábitos saudáveis

Essa dica vale em qualquer fase da vida. Como falamos, envelhecer é inevitável, mas envelhecer com saúde é uma opção a ser considerada o quanto antes. Nunca é tarde para começar a ter uma vida saudável, com alimentação balanceada e prática regular de exercícios físicos. Mas, claro, sempre lembrando de priorizar a saúde, tanto física, quanto mental e emocional. O reflexo dessa atitude será uma velhice com mais disposição, saúde e qualidade de vida!

2 – Investir em tratamentos preventivos

O tratamento das doenças que surgem com o envelhecimento é muito mais eficaz quando o diagnóstico é feito precocemente. Felizmente, hoje a medicina possui avanços que permitem uma vida normal após a cura dessas doenças, ou mesmo tratamentos que amenizam sintomas no caso daquelas enfermidades sem cura. Por isso, realizar exames com frequência é fundamental para quem deseja saber como lidar com a velhice da melhor forma.

3 – Manter-se ativo

Sair de casa, socializar, caminhar pela vizinhança, fazer cursos, enfim, mudar a rotina de vez em quando. É muito importante manter a mente ocupada e o corpo em movimento. Acomodar-se é uma tendência que não deve ser adotada, pois é aí que ocorrem as consequências negativas: obesidade, problemas cognitivos, apatia, entre outros. Esse ciclo vicioso vai deixando a pessoa depressiva, com a saúde debilitada e, então, surgem doenças que poderiam ser evitadas com uma vida ativa.

Viu como é fácil? Essas são dicas simples e que até podem parecer óbvias, mas que fazem muita diferença quando adotadas e somadas à uma atitude positiva em relação à vida. Os avanços tecnológicos da medicina trouxeram muitas possibilidades que consequentemente proporcionam longevidade, mas de nada adianta viver muitos anos e não poder aproveitá-los. Invista sempre em qualidade de vida e não esqueça que viver é uma busca constante pela felicidade!

Quer receber mais dicas imperdíveis como essa toda semana, no seu e-mail? É só se cadastrar na nossa newsletter, no box que está no topo dessa página!

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pulseira eletrônica para idosos

A pulseira eletrônica para idosos proporciona segurança e tranquilidade para a família e para os próprios idosos. Saiba tudo sobre como ela funciona!

Idosos que vivem sozinhos ou passam grande parte do dia desacompanhados costumam causar preocupação entre os familiares. Uma das opções de cuidado para quem não pode estar presente fisicamente são os sistemas de emergência e monitoramento à distância, e entre eles, se destaca a pulseira eletrônica para idosos.

Atualmente existem no mercado diversas opções para o monitoramento de idosos, com várias funções que variam de acordo com a necessidade, sempre visando garantir a segurança e proporcionar o socorro no caso de necessidade.

Uma das mais completas é justamente a pulseira de emergência para idosos (conhecida como transmissor DXS LRC). Ela acompanha o kit do PERS 4200. Portanto, esse serviço de cuidado de idosos trata-se de um Sistema de Emergência Pessoal que utiliza uma linha de telefone fixa para enviar o chamado de emergência para uma Central de Atendimento. Por isso, trata-se de um dos principais e mais eficazes produtos da categoria.

Como a pulseira eletrônica para idosos funciona

Apesar do nome, ela não é apenas uma pulseira; é um botão de emergência que pode ser utilizado no pulso ou no pescoço, como um pingente. Quando o idoso tiver algum problema (acidente, queda, mal estar etc), basta simplesmente pressionar o botão na pulseira/pingente e, em poucos segundos, o alerta de emergência é enviado através do console PERS 4200.

Esse alerta é uma chamada de emergência recebida por uma Central de Atendimento disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. Dessa forma, os atendentes se comunicam com o idoso, identificam qual é a ocorrência e acionam os familiares e demais contatos cadastrados (tudo definido de forma prévia, no chamado plano de ação).

Além disso, a pulseira SOS para idosos é à prova d´água, o que permite que o usuário possa acioná-lo inclusive durante o banho, se necessário.

Por que escolhar uma pulseira de emergência?

Idosos saudáveis e que têm uma rotina ativa geralmente não querem abrir mão das suas atividades do dia-a-dia, muito menos sair de seus lares ou terem que se mudar para a casa de um filho ou neto, por exemplo. Com a pulseira de emergência para idosos, seu familiar poderá viver normalmente, transitando pela casa como de costume, sem a presença de enfermeiros ou cuidadores e com a tranquilidade de que, se acontecer algum imprevisto, o socorro será acionado de forma rápida, fácil e eficiente.

Por isso, a pulseira eletrônica para idosos é uma opção muito segura e que proporcionará uma vida independente e saudável para quem está na terceira idade – e mais tranquilidade para os familiares.

Quer saber mais sobre como a teleassistência pode lhe ajudar? Você pode nos contatar de diversas formas:

  • ligando para (51) 3018-6950;
  • enviando uma mensagem no WhatsApp para (51) 99998-0257;
  • mandando um e-mail para contato@tecnosenior.com.br;
  • ou, ainda, entrar em contato clicando aqui.
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botão de emergência para idosos

Para proporcionar segurança ao idoso e tranquilidade aos seus familiares, o botão de emergência para idosos é uma solução segura e confiável. Saiba mais!

A preocupação com idosos que vivem sozinhos ou passam parte do dia sozinhos não é à toa: as suas limitações são reais e inevitáveis. O corpo fragilizado está suscetível a falhar mesmo no caso das pessoas mais velhas que são mais saudáveis. Ou seja, os idosos estão expostos a riscos como todos nós (quedas, acidentes, se perder etc), porém, as consequências costumam ser mais graves e a recuperação mais demorada no caso de quem está na terceira idade. E é aí que o botão de emergência para idosos, também conhecido como botão SOS, pode ser uma boa solução.

A importância e as dificuldades de cuidar de idosos

Para muitas famílias, tirar a autonomia e a independência de quem passou a vida acostumado a ter seu espaço e individualidade está fora de questão. Por outro lado, a presença de cuidadores nem sempre é bem-vinda e a rotina dos familiares não permite que acompanhem de perto o dia-a-dia do idoso. Devido a todos esses motivos, uma alternativa vem sendo utilizada para monitorar idosos à distância e garantir o bem-estar e o socorro no caso de necessidade: a teleassistência.

Ela consiste em utilizar a tecnologia (através de dispositivos, sensores e demais aparelhos) para cuidar de idosos mesmo sem estar presente ou perto deles, ou, ainda, para permitir que os próprios possam solicitar ajuda de forma rápida e fácil. Dentre essas tecnologias está o botão de emergência para idosos. Ele é parte do serviço de monitoramento e assistência ao idoso que envolve uma série de ações para socorrê-lo de forma imediata.

O que é o botão SOS para idosos?

O botão de emergência para idosos é um acessório leve, resistente, à prova de água e que pode ser utiliado como pulseira ou pingente. Diferente de um celular para idosos, por exemplo, que tem diversas funções, esse aparelho possui apenas um botão – saiba mais sobre a diferença entre telefone para idosos e botão de emergência. O botão SOS tem função de ativar o Sistema de Emergência Pessoal PERS 4200 ao qual é ligado – um console que opera de forma parecida a um telefone fixo. Mais abaixo explicamos detalhadamente como isso funciona.

Solicitar socorro de forma rápida, fácil e eficiente

No caso de quedas, algum mal súbito ou outra emergência que impossibilite o idoso de se deslocar e/ou fazer uma ligação, ele pode simplesmente acionar o botão e o equipamento liga automaticamente para uma Central de Monitoramento disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. Assim, os atendentes realizarão o primeiro contato, se comunicando com o idoso (por meio do alto-falante de longo alcance do PERS 4200), identificando a ocorrência e, então, executarão o chamado plano de ação (contatar familiares, acionar um plano de saúde, chamar um serviço de remoção, entre outras ações, dependendo do que família do idoso estipular).

A tecnologia surgiu há vários anos nos Estados Unidos. Antes de o serviço ser implantado por lá, foram realizadas pesquisas que constataram que:

  • A cada dólar gasto com o serviço de teleassistência, eram economizados $7.19 nas despesas com os pacientes nos hospitais.
  • Os dias gastos em hospitais foram reduzidos em 26%.
  •  As idas aos hospitais também reduziram em 26,4%.

Como funciona o botão de emergência para idosos

Como você já viu, é muito simples. Basta instalar o console PERS 4200 na linha de telefone fixo e colocar o botão de emergência no idoso (como pulseira ou pingente), que é à prova d’água e funciona inclusive durante o banho.

Além disso, dependendo da necessidade do usuário, ainda podem ser adicionados equipamentos extras no PERS 4200. Entre eles estão:

  • sensor de queda, que aciona a emergência automaticamente quando a pessoa cai;
  • dispensador de medicamentos, que lembra o horário correto de cada medicamento e avisa à Central se não foram tomados;
  • detector de fumaça, para socorro em caso de incêndio.

Outra vantagem é que juntamente com todos esses benefícios, o custo mensal é muito acessível. Pagando uma mensalidade, é possível contar com a segurança e a tranquilidade do serviço completo de teleassistência, que inclui o aluguel do equipamento mais o serviço de monitoramento 24 horas.

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5 doenças mais comuns em idosos

Cuidar da saúde de quem amamos é fundamental. Por isso, conheça as doenças mais comuns em idosos, suas causas, sintomas e também como tratar e evitá-las!

Envelhecer é um processo que implica em muitas mudanças na rotina. Uma das mais marcantes é que a saúde não é a mesma da juventude e é preciso dar mais atenção a ela.  A possibilidade de desenvolver algumas das doenças mais comuns em idosos que antes não eram uma preocupação começa a povoar a cabeça de pacientes e familiares.

Por isso, é importante manter uma rotina de consultas e exames com especialsitas – inclusive, já falamos aqui no blog sobre a importância do médico para idosos. Então, para ajudar você a acompanhar a saúde de seus entes queridos, elaboramos uma lista com as cinco doenças mais comuns em idosos, com sintomas, causas e tratamentos. Fique atento!

1 – Hipertensão

Popularmente conhecida como pressão alta, a doença se dá quando a pressão arterial do paciente é superior a 140 x 90 mmHg (milímetro por mercúrio), ou 14 por 9. A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBS) estima que mais de 50% das pessoas com 60 anos ou mais possuem a doença.

Os sintomas incluem dor na região da nuca, visão embaçada, cansaço, tontura, sangramento no nariz e, em casos mais avançados, náuseas e vômitos. O tratamento é feito com medicação indicada pelo cardiologista, alimentação saudável e exercícios físicos.

2 – Diabetes

Diabetes é uma síndrome metabólica que consiste na interrupção na forma como o corpo faz uso da glicose e de açúcares digeridos a partir de alimentos. A mais comum entre os idosos é a do tipo 2 (corresponde por cerca de 90% dos casos). Nessa variação da doença, o corpo produz insulina, mas é resistente a ela – o que significa que seu organismo não pode processar adequadamente a glicose.

Essa, que é uma das doenças mais comuns em idosos, faz com que os níveis de açúcar subam perigosamente, o que pode levar a problemas de saúde, incluindo ataques cardíacos, derrames, insuficiência renal, cegueira e lesões nervosas. O diabetes tipo 2 pode ser tratado com medicamentos orais ou injetáveis. Levar um estilo de vida saudável, com exercícios regulares e uma dieta bem equilibrada, também são formas eficientes de prevenção.

3 – Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson é uma condição neurológica, degenerativa, crônica e progressiva que acometa, geralmente, pessoas com mais de 65 anos. Ela ocorre quando o sistema nervoso sofre degeneração em uma região do cérebro chamada substância negra. Como consequência, o Parkinson gera deficiência de dopamina, neurotransmissor que controla os movimentos finos e coordenados das pessoas.

Infelizmente, ainda não existem formas de prevenção, mas é possível controlar os sintomas apresentados por ela, que são divididos em dois grupos: motores e não motores. Os sintomas motores incluem tremores, rigidez muscular e bradicinesia – dificuldade em iniciar qualquer movimento voluntário. Os sintomas não-motores podem ser demência, depressão, ansiedade, alucinações, alterações no sono e raciocínio lento.

O diagnóstico é feito a partir da análise dos sintomas e do histórico médico do paciente por parte do neurologista. Não há um tratamento que leve à cura da doença, porém, se consegue controlar os sintomas apresentados e retardar o seu progresso. Medicamentos aliados à fisioterapia, terapia ocupacional, terapia psicológica e fonoaudiologia possuem um grande efeito na qualidade de vida da pessoa diagnosticada.

4 – Doença de Alzheimer

É uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas. De início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Assim, o idoso pode até lembrar com precisão de acontecimentos de anos atrás, mas esquecer que acabou de realizar uma refeição, por exemplo.

Embora as causas do Alzheimer ainda não sejam completamente compreendidas, seu efeito sobre o cérebro é claro. A doença danifica e mata as células cerebrais, se manifestando nos chamados estágios do Alzheimer.

Com a evolução do quadro, a enfermidade causa grande impacto no cotidiano da pessoa e afeta a capacidade de aprendizado, atenção, orientação, compreensão e linguagem. A pessoa fica cada vez mais dependente da ajuda dos outros, até mesmo para rotinas básicas, como a higiene pessoal e a alimentação. Esse quadro faz do Alzheimer não apenas uma das doenaçs mais comuns em idosos, mas também uma das mais graves.

A causa da doença é desconhecida, mas seus efeitos deixam marcas fortes no paciente. Os cientistas já conseguiram identificar um componente genético do problema, mas ainda não há uma solução.

5 – Câncer

O câncer se desenvolve quando células anormais crescem em uma taxa incontrolável, o que é mais provável de ocorrer na velhice. Segundo um estudo americano, 77% dos cânceres são diagnosticados em pacientes com idade acima de 55 anos. Os tipos de câncer mais comuns para idosos incluem: câncer de estômago, linfoma não-Hodgkin, bexiga, próstata, colorretal, pulmão, pele e câncer de mama. Assim, os sintomas, tratamentos e causas são tão variáveis quanto a própria doença em si. O recomendado para um diagnóstico precoce (que aumenta as chances de cura) é realizar exames de rotina e manter um cotidiano de consultas com seu médico.

Agora você já conhece as cinco doenças mais comuns em idosos, seus sintomas e tratamentos. Então, caso perceba que seu familiar ou até você mesmo apresente alguns dos sintomas listados, procure um especialista. Cuidar do bem-estar é fundamental, especialmente de nossos entes queridos mais velhos. E para saber dicas de cuidados com idosos, clique aqui!

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