Cuidados com os idosos

quem cuida de idoso tem direito a algum benefício

Precisou parar de trabalhar para dedicar mais tempo ao seu familiar idoso? Então descubra se quem cuida de idoso tem direito a algum benefício por isso!

Por lei (8.213/1991), aposentados que necessitam de cuidados em tempo integral têm direito a um adicional de 25%  no valor da aposentadoria. O benefício pode ser usado quando há a necessidade de pagar por um cuidador ou ainda quando um membro da família deixa de trabalhar para cuidar do aposentado. Portanto, não é verdade que quem cuida de idoso tem direito a algum benefício. Quem tem a possibilidade de receber o bônus é o aposentado, e não a pessoa toma conta dele.

Direitos que o idoso pode ter

Podem ser beneficiados, por exemplo, aposentados com câncer em estágio avançado, cegueira, Alzheimer, ou qualquer doença que cause incapacidade.  Aposentados por idade e por tempo de contribuição têm o mesmo direito que aposentados por invalidez.  Porém, nesse caso é preciso recorrer à justiça,  já que a Previdência entende que, pela lei, o adicional só deve ser concedido a aposentados por invalidez.  Em ambos os casos é necessário passar por uma perícia na Previdência que irá determinar se o aposentado necessita realmente de cuidados especiais.

E quando o idoso não possui aposentadoria?

Para os idosos de baixa renda que não possuem aposentadoria, existe um benefício chamado Benefício da Prestação Continuada (BPC), previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Ele assegura a garantia de um salário mínimo mensal concedido ao idosos com mais de 65 anos ou pessoas com deficiência que comprovem impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial com efeitos há no mínimo dois anos, impossibilitando a participação na sociedade (trabalhar, estudar etc). Para ter esse direito é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 25% do salário mínimo vigente.  Nesse caso, assim como no dos aposentados, não se pode dizer que quem cuida de idoso tem direito a algum benefício – eles são todos do próprio familiar na terceira idade.

A tecnologia pode ser sua aliada no cuidado com o idoso

Se ninguém na sua família tem condições de deixar de trabalhar para dedicar seu tempo exclusivamente ao familiar idoso, ou se não há condições financeiras de optar por um profissional cuidador em tempo integral, por exemplo, você pode considerar a Teleassistência como opção de cuidado. O investimento não é alto e a pessoa responsável pelo idoso por tomar conta do idoso será avisado quando ocorrer alguma emergência.

Por meio de aparelhos de monitoramento, o idoso terá a possibilidade de, através de um botão de emergência, pedir ajuda caso algum imprevisto aconteça num momento em que ele esteja desacompanhado. Assim, os familiares têm mais tranquilidade e o idoso, por sua vez, mais segurança – e tudo sem precisar estar o tempo todo perto de quem está sendo cuidado.

Entre em contato conosco e saiba mais sobre como a tecnologia pode auxiliar no cuidado com idosos

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segurança para idosos

Conheça as medidas e equipamentos que o mercado oferece para garantir mais segurança para idosos e tranquilidade para familiares e/ou cuidadores!

Junto com a velhice vão surgindo limitações, principalmente físicas, que antes não faziam parte da rotina. Em muitos casos é necessário adaptar espaços para que o familiar idoso possa viver tranquilamente em casa. Fora dela, a preocupação com a segurança para idosos é a mesma, porém há menos recursos que permitam adaptações às necessidades – ou seja, o ambiente externo apresenta perigos imprevistos para os idosos.

Pensando nisso e com o objetivo de lhe ajudar a cuidar de quem você ama, separamos algumas dicas para garantir a segurança os seus familiares idosos em qualquer lugar!

Cuidados essenciais para proporcionar segurança para idosos

Banheiro

É aconselhável que o vidro do box seja temperado ou laminado. Dessa forma, no caso dele quebrar, não irá espalhar pedaços de vidro que possam machucar o idoso. Os vasos sanitários devem ser elevados e com barras de apoio na parede próxima a eles.

Piso

O ideal é substituir os pisos da casa por antiderrapantes para evitar quedas causadas por escorregões, por exemplo. Se não puder adaptar toda a casa, priorize locais que podem ficar molhados, como no banheiro, na cozinha e na área de serviço.

Quarto

No quarto, recomenda-se que os interruptores de luz fiquem o mais próximo possível da cama. Também é importante ter um telefone de fácil acesso e água disponível para que o idoso não precise transitar pela casa durante a noite, por exemplo.

Escadas

Se a casa possui escadas ou rampas, o corrimão é um item indispensável. Nas escadas é essencial que haja adesivos ou piso antiderrapante. Além disso, também é interessante instalar barras e apoios em outros locais da residência que os idosos costumem circular.

A tecnologia como aliada na segurança para idosos

Além de todas essas medidas estruturais que podem ser tomadas visando a segurança para idosos, ainda é possível contar com equipamentos que garantem a autonomia e a segurança para idosos em casa e também fora dela. Hoje em dia existem no mercado diversas opções de dispositivos que tem a função de acompanhar os movimentos deles e que permitem que os idosos acionem o socorro no caso de emergência de forma rápida e fácil.

O PERS 4200, por exemplo, é um Sistema de Emergência Pessoal que, por meio de uma linha telefônica fixa, pode acionar o socorro através de uma chamada para uma Central de Atendimento disponível 24 horas. Ele pode ser acionado através de um botão de emergência que o usuário usa como pingente ou pulseira, ou então a partir do próprio console. Além disso, o PERS 4200 é compatível com diversos acessórios adaptáveis a cada necessidade,  como sensor de quedas, sensor de fumaça, dispensador automático de medicamentos, sensor de presença entre outros.

Se a sua preocupação é com seu familiar idoso que costuma sair de casa, a solução ideal é o IGO – um minirastreador pessoal que funciona como um GPS para idosos. Ele funciona através de linha móvel de telefone (chip GSM) e é acionado através de um botão SOS, que envia um SMS e também liga para os contatos de emergência. Além disso, também é possível apertar o botão de chamada, que liga para um número previamente cadastrado quando o usuário necessitar. O aparelho tem sensor de queda, botão de emergência, permite configurar cercas geográficas, é resistente a água, possui bateria com duração média de até 40 horas e ainda pode ser usado como telefone celular para idosos.

Ficou interessado e quer saber mais? Acesse a página de contato da Tecnosenior ou entre em contato pelo e-mail contato@tecnosenior.com.br ou pelos telefones 51 3018-6950 e 51 99998-0245!

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cuidar dos pais idosos

Sem tempo para cuidar dos pais idosos? Você não está só! Conheça as opções para essa que é uma situação comum entre muitas famílias

Cuidar dos pais idosos significa uma grande responsabilidade. Muitos falam que é como “tornar-se pais de seus pais”, e é mais ou menos dessa forma que as coisas passam a acontecer. Depois que os filhos ficam independentes, saem de casa, constituem família e têm suas próprias responsabilidades, os pais se veem sozinhos e sem maiores preocupações. É hora de aproveitar a vida! Porém, com o passar dos anos, começam a surgir dificuldades típicas da idade que se tornam uma questão bastante delicada para os familiares.

É inevitável: idosos sozinhos em casa são sinônimo de preocupação para a família.  Muitas coisas podem acontecer, como por exemplo, acidentes domésticos que, dependendo do caso, necessitam de atendimento imediato. Para evitar esse tipo de situação, existem basicamente três soluções que devem ser levadas em consideração na hora de cuidar dos pais idosos: levar o idoso para morar em casa com a família, optar por uma instituição de longa permancência ou deixá-lo morando sozinho.

Dicas de como cuidar dos pais idosos

Quando o idoso vai morar com a família do filho

A primeira situação é a mais confortável quando ele não se incomoda e entra em acordo com essa decisão. Adaptar-se à rotina da família pode ser um obstáculo ou, então, não causar transtornos (tudo depende de como é a dinâmica da família); e mesmo que passe alguns momentos sem companhia – já que provavelmente os moradores mais jovens tenham outras ocupações –, há a certeza de não estar sozinho no final do dia. Talvez leve algum tempo até todos se adaptarem com o novo cotidiano que inclui cuidar e dar atenção ao recém chegado morador, mas esse costuma ser o maior empecilho – quando todos, inclusive os pais idosos, concordam com essa mudança, claro.

Quando a instituição de longa permanência é a opção escolhida

Para muitos, essa é uma boa opção, pois se trata de um lugar especializado nesse tipo de cuidado aonde o idoso irá, além de receber toda atenção e estrutura necessárias, interagir com os outros moradores, podendo ter assim mais qualidade de vida. Mesmo assim, a família deve visitá-lo com frequência, para que ele não se sinta abandonado afetivamente por seus entes queridos. Também é preciso estar atento ao ambiente e aos profissionais, observando constantemente se o cuidar dos pais idosos está sendo bem feito, sem maus tratos nem negligências.

Quando o idoso deseja continuar morando sozinho

Muitos idosos insistem em não sair de suas casas sob nenhuma hipótese. Quando isso acontece, é preciso considerar respeitar a vontade deles, afinal, o seu conforto e bem-estar devem ser a prioridade. Deixá-los sozinhos, como mencionado anteriormente, pode gerar muitos perigos, especialmente no que diz respeito à falta de amparo em caso de emergência. Quando nenhum filho ou outro familiar consegue morar junto com eles, uma solução adotada por muitos é contratar cuidadores ou acompanhantes. Geralmente estes são profissionais treinados para essa função que ficam disponíveis para o que o idoso precisar. Porém, alguns também não se sentem à vontade com uma pessoa “estranha” em casa e, além disso, pode haver períodos em que o familiar na terceira idade fica sozinho (por exemplo, à noite).

Diante disso, muitas famílias têm optado pela Teleassistência –  tecnologia que possibilita solicitar ajuda de forma remota e imediata em situações de emergência. Basta acionar um botão SOS que, dependendo do serviço contratado, uma Central de Atendimento ou um familiar é imediatamente acionado.

A garantia de autonomia e segurança é o principal fator que tem atraído cada vez mais usuários para esse tipo de serviço. O idoso pode ter uma rotina normal, sem se sentir vigiado, e sabendo que, se precisar, conseguirá pedir socorro.  Além disso, é uma opção economicamente viável se comparada com as outras alternativas, como contratar cuidadores ou enviar o idoso para uma instituição de longa permanência. Existem diversas opções de produtos que você pode escolher de acordo com a sua necessidade.

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Violência doméstica contra idosos

São muitos os casos de violência doméstica contra idosos praticadas muitas vezes por familiares ou cuidadores. Saiba o que caracteriza esse tipo de agressão!

A velhice é tida por muitas pessoas como a “melhor idade”, hora de descansar e aproveitar com tranquilidade os últimos anos de vida. Teoricamente, a pessoa idosa conta com mais tempo disponível e pode viver mais feliz.  Porém, são crescentes os casos de violência doméstica contra idosos, nas mais diversas situações. Devido à vulnerabilidade, eles tornam-se menos capazes de lutar contra possíveis maus tratos. Além disso, na maior parte dos casos, a pessoa idosa sofre em silêncio, podendo passar por isso durante anos sem nunca denunciar o agressor, que em grande parte dos casos está dentro de casa.

Dependendo da situação e do estado de saúde da pessoa na terceira idade, muitas vezes a violência doméstica pode acontecer sem que ela reaja. Isso pode acontecer por diversos motivos:

– porque o idoso não percebe que está sendo negligenciado;

– por sofrer de algum tipo de demência ou perda de memória;

– porque vive socialmente isolado e não reconhece seus direitos;

– ou mesmo por receio de que o agressor o repreenda.

Entre as várias formas de violência contra os idosos, destacamos as mais comuns.

Principais formas de violência doméstica contra idosos

Negligência e Abandono

Uma das formas mais comuns que caracteriza violência doméstica contra idosos é a negligencia ou abandono.  Isso consiste no ato de omissão de cuidado do responsável pela pessoa idosa em providenciar as necessidades básicas, necessárias à sua sobrevivência, como o acesso à medicamentos, higiene, saúde e atenção. Além disso, há também o abandono afetivo.

Violência Financeira

Idosos aposentados costumam ter maior perspectiva de renda e fácil acesso a créditos. Por isso, muitas vezes membros da família passam a ser responsáveis pelo idoso com o intuito de explorá-lo. Também é bastante comum a ocorrência de apropriação ilícita do patrimônio de idosos. Esse tipo de prática pode ser realizada tanto por familiares, quanto por profissionais e instituições.

Também é muito importante estar atento para pessoas mal intencionadas que se aproveitam da fragilidade da velhice para tentar aplicar golpes, especialmente em aposentados. Esses golpes geralmente acontecem em bancos, quando eles vão receber os benefícios, ou por telefone, simulando ligações do banco e, assim, se apropriando dos dados dos idosos.

Violência Física

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), caracteriza violência física qualquer ato violento com uso de força física (empurrões, tapas, socos ou armas) de forma intencional, não acidental, com o objetivo claro de ferir ou lesar uma pessoa. Essa é uma forma de violência mais direta e reconhecível, porém, infelizmente, não menos comum.

Violência Psicológica

Entende-se por violência psicológica qualquer comportamento, verbal ou não verbal, que visa provocar intencionalmente dor no idoso. Menosprezo, desprezo, preconceito e discriminação, por exemplo, são caracterizados como abusos psicológicos. Agressões verbais que tenham como objetivo aterrorizar, humilhar e restringir a liberdade da pessoa idosa também são exemplos desse tipo de violência.

Como reagir ao testemunhar um caso de violência doméstica contra idosos?

Em um primeiro momento, é difícil identificar um caso de violência doméstica contra idosos. Além dos motivos citados no início do texto, pode ser realmente muito difícil acreditar que um familiar tenha a coragem de fazer assim. No entanto, as ocorrências são cada vez mais comuns e é preciso prestar muita atenção nos cuidados com os nossos entes queridos, aos sinais de mals tratos e, além disso, tomar atitudes para combater essas situações.

O Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741 de 01 de Outubro de 2003), criado há 15 anos, prevê punições a quem praticar algum tipo de agressão contra pessoas na terceira idade, proporcionando aos idosos uma maior qualidade de vida e garantia dos seus direitos. Recomenda-se conversar com  o idoso em questão e tentar fazê-lo falar sobre o que está acontecendo. A partir daí, é preciso recorrer às autoridades para que as devidas medidas sejam tomadas. Para denunciar, você pode ligar para o número 100, que é o contato de denúncias do Ministério dos Direitos Humanos.

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idoso que mora sozinho

Ter autonomia e independência é vital para um idoso que mora sozinho. Porém, também é preciso garantir segurança e bem-estar para ele. Veja algumas dicas!

O conceito de envelhecer vem mudando com o passar dos anos. Chegar à terceira idade, hoje, não significa necessariamente precisar de cuidados o tempo todo. Muitos idosos são ativos e perfeitamente capazes de terem uma rotina normal após a aposentadoria. Eles estão melhorando sua qualidade de vida e buscando mais independência e liberdade no dia-a-dia. Nesse contexto, é muito comum o caso de um idoso que mora sozinho em seu lar.

Cuidados com o idoso que mora sozinho

Se for lúcido e saudável, o idoso tem todo o direito de escolher morar sozinho. Porém, esse costuma ser um motivo de constante preocupação por parte dos familiares. Nessa fase da vida o corpo e a mente costumam pregar peças: quando menos se espera, algum imprevisto acontece. Com o corpo mais frágil, qualquer trauma pode ser grave e, nos casos de acidente doméstico ou algum mal súbito, por exemplo, o socorro imediato é indispensável para que não fiquem sequelas.

Seja qual for o motivo pelo qual o idoso more sozinho (porque não se adaptou na casa de outros familiares; por não querer ou não poder contratar um cuidador; não querer/poder se realocar para uma casa de permanência de idosos), a preocupação com a segurança dele é primordial e deve ser tratada como tal.

Mas como proporcionar segurança sem invadir a privacidade do idoso que mora sozinho?

Por isso, mesmo que não demandem cuidados em tempo integral, é indispensável acompanhar os idosos frequentemente. Uma das opções que vem sendo adotadas por muitas famílias que vivem essa realidade tem sido o uso de equipamentos de monitoramento pessoal – ou seja, ter a tecnologia a serviço da vida.

Esse serviço, chamado Teleassistência, funciona por meio de um pequeno dispositivo ligado à linha telefônica. Este console conta com um botão de emergência e, além disso, tem outro botão de emergência portátil, que pode ser usado como pulseira ou colar. Ele pode ser acionado com um simples toque num botão, em caso de emergência.

Dessa forma, seu familiar terá uma rotina normal, sem interferências. Enquanto ele executa as atividades de costume, possui formas de pedir socorro, se necessário. Basta acionar o botão e automaticamente é realizada uma ligação para uma Central de Atendimento disponível 24 horas, que providencia tudo o que for necessário para socorrê-lo e entra em contato com os familiares. Assim, a segurança estará garantida.

Além do botão de emergência, existem opções de acessórios que podem ser acrescentados de acordo com as necessidades de cada idoso e garantem ainda mais segurança – como sensor de movimento, de queda, dispensador de medicamentos, entre outros.

No entanto, além de toda essa preocupação com a saúde física do seu ente querido na terceira idade, também não se deve esquecer que proporcionar amor e amparo emocional é indispensável. Mesmo estando felizes morando sozinhos, os idosos precisam receber carinho e se sentirem cuidados. A tecnologia aliada com o afeto vão garantir não somente a qualidade de vida dos seu familiar idoso que mora sozinho, mas também a sua tranquilidade em saber que ele está bem.

Ficou com dúvidas? Então confira este post e descubra se se o serviço de teleassistência vale a pena!

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Quem deve cuidar do idoso na família

Conforme o ente querido envelhece, além das dificuldades inerentes da idade, surge outra questão: quem deve cuidar do idoso na família? Descubra neste post!

Dizem que, quando os pais envelhecem, os papeis se invertem. Então, se torna função dos filhos serem responsáveis pelos pais. Quem tem familiares idosos sabe que não é fácil administrar os cuidados. Além da cautela necessária com a saúde, a segurança e o bem-estar, é preciso ter muita paciência. O envelhecimento vem acompanhado de crises, teimosia, manias… Há que se dispensar uma dose extra de atenção aos mais velhos. Mas como fazer isso sem abrir mão da sua rotina com trabalho, casa e filhos? Nessas horas, surge a dúvida: quem deve cuidar do idoso na família?

– Nesse post, falamos sobre como integrar a família nos cuidados com o idoso

Como decidir quem deve cuidar do idoso na família

Para muitos a solução é levar os pais idosos para morar em casa com a família. É uma boa opção e provavelmente resolverá o problema da solidão, mas nem sempre funciona. Quando se têm mais de um filho, dividir os cuidados entre eles e o familiar na terceira idade pode ser exaustivo para o filho que cuidará do idoso, já que cada família tem uma dinâmica e uma rotina diferente. Ou seja, para decidir quem deve cuidar do idoso na família, o melhor é conversar com todos os membros e combinar uma rotina que seja satisfatória para todos.

Além disso, por outro lado, em geral os idosos não gostam de deixar o espaço em que estão acostumados a viver e nem as atividades que costumam realizar. Nesses casos, se a família optar por manter o idoso na sua própria casa, ela precisa oferecer o suporte para que ele se sinta seguro e tranquilo.

Nesse cenário, alguns optam por contratar cuidadores. São profissionais especializados e capacitados para lidar com os idosos. Além dos cuidados com a alimentação, higiene e bem-estar, a presença de outra pessoa em casa afasta a solidão. Porém, muitos idosos não admitem ou não se acostumam com uma pessoa de fora da família inserida na sua rotina.

Sendo assim, quando o idoso não se adapta a cuidadores e, ao mesmo tempo, outras soluções não são viáveis, quem deve cuidar do idoso na família? Uma boa solução é utilizar a tecnologia para realizar essa tarefa, mediando o cuidado dos familiares com o idoso. Ou seja, nesse caso, quando os idosos acabam ficando sozinhos em casa, uma boa opção para cuidá-los sem invadir sua privacidade é a teleassistência.

Através de aparelhos de monitoramento, seus pais podem ter uma rotina normal, sem interrupções e com a segurança de que, caso algum imprevisto aconteça, conseguirão chamar a ajuda de forma rápida, fácil e eficiente. Além de menos invasiva, a teleassistência costuma ter um custo bem mais baixo se comparado à contratação de um profissional cuidador, por exemplo.

– Confira algumas vantagens dessa opção neste post sobre como convencer a família a contratar os serviços de teleassistência.

Claro que a tecnologia não substitui o afeto e o carinho da presença física – mas ela pode ser sua aliada nos momentos de ausência. Preocupação e cuidado também é amor! Se você deseja saber mais informações sobre teleassistência, contate-nos: ligue para (51) 3018-6950, ou mande um e-mail para contato@tecnosenior.com.br ou, ainda, envie uma mensagem no WhatsApp para (51) 99998-0257.

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dia internacional do idoso

No Dia Internacional Do Idoso, aproveite a data para conferir dicas de como trazer mais qualidade de vida e felicidade para as pessoas na terceira idade!

Neste primeiro de outubro comemoramos o Dia Internacional do Idoso. A data foi instituída pela ONU em 1991 e tem o objetivo de sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar da população idosa. Devido aos avanços da medicina, o número de idosos vem crescendo e tende a aumentar com o passar dos anos. Atualmente, a expectativa de vida em países desenvolvidos é de, aproximadamente, 75 anos. Estima-se que em 2050, a expectativa seja de 90 anos e dois bilhões de pessoas cheguem à terceira idade.

Assim, muito mais do que merecidamente homenagear as pessoas idosas, o Dia Internacional do Idoso serve para conscientizar a população sobre a importância não só de cuidá-los, mas assim como de inseri-los na sociedade como agentes participantes e não apenas como meros coadjuvantes.

A reflexão acerca dessa necessidade é urgente. A sociedade precisa de estratégias e políticas que façam com que os idosos se realizem plenamente em seus direitos, tendo a possibilidade de envelhecer com segurança e dignidade, exercendo papel central na vida econômica, política e social da comunidade.

Elaboramos uma pequena lista de coisas que você pode fazer para garantir uma vida plena e feliz para seus familiares idosos. Veja abaixo!

Dia Internacional Do Idoso: como ajudar seu familiar mais velho

#1 Apoiar na luta por seus direitos básicos

É preciso apoiá-los na luta por direitos como acesso à educação, combate ao abuso, à negligência, à violência, aos maus-tratos e à falta de respeito e discriminação. Nesse sentido, também é vital garantir a possibilidade de inserção no mercado de trabalho, que ainda é vista com muito preconceito.

#2 Respeitar as limitações

Idosos saudáveis são plenamente capazes de continuar tendo uma vida independente e tranquila, apesar das limitações que surgirão mais cedo ou mais tarde e que são naturais nesta fase da vida. Aprender a envelhecer faz parte da educação de todas as pessoas. Porém, com adaptações e ajustes na rotina, é possível ter uma vida feliz e ativa.

#3 Ouvir a voz da experiência

Pode parecer um clichê, mas ninguém sabe mais sobre a vida do que quem já viveu muito e passou por tantas fases. Aos jovens cabe oferecer cuidados, atenção e gentileza, mas sempre com muito respeito ao livre-arbítrio e à vontade do seu familiar. Idosos não são crianças, e possuem muita bagagem e experiência.

#4 Proporcionar qualidade de vida

A qualidade de vida na terceira idade, tão debatida, passa necessariamente pela inclusão nas atividades mais cotidianas e triviais. Já passou o tempo em que a figura dos idosos era associada à monotonia. Eles querem e precisam ter uma vida ativa, exercitando constantemente corpo e mente, interagindo com o mundo e aproveitando todas as possibilidades que ele tem a oferecer.

Com essas dicas, você pode aproveitar o Dia Internacional do Idoso para agradecer aos familiares mais velhos por tudo que já fizeram, e também usar a data como um momento de reflexão e de ação para garantir uma vida melhor para quem tanto já fez por você!

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Sinais de velhice

Identificar, entender e aceitar alguns sinais de velhice é fundamental para uma vida saudável. Para isso, saiba como cuidar melhor de seu familiar idoso!

Na lógica de que envelhecer é um processo natural, sabemos que, junto com a idade avançada, vêm algumas limitações causadas pelos desgastes do corpo e/ou da mente. Locomover-se, por exemplo, torna-se um processo lento e não mais automático como antes. Em grande parte dos casos, é necessário o uso de aparelhos que ajudam a sustentar o corpo, como bengalas e andadores. É comum ocorrerem quedas devido a falta de equilíbrio ou tonturas decorrentes de labirintites ou outras doenças que desestabilizem o idoso. Esses são alguns dos mais claros sinais de velhice; no entanto, outros mais sutis também merecem atenção.

Nessa fase também é comum surgirem doenças típicas da idade, que são igualmente limitantes, já que o corpo mais frágil sente qualquer sintoma mais intensamente que um jovem adulto, por exemplo. Problemas de memória costumam surgir e a confusão causada por eles pode gerar isolamento e solidão, e, em alguns casos, doenças como a depressão. O fato é que o organismo está mais frágil e suscetível a doenças. São raros os idosos que não necessitam de cuidados, mesmo que sejam mínimos, pois ter mais dificuldades no dia a dia é um dos principais sinais de velhice.

Por outro lado, ficar mais velho não é, necessariamente, sinônimo de sofrimento. É possível ainda ter qualidade de vida na terceira idade, basta ter atenção a esses sinais de velhice e adotar alguns cuidados. Os idosos mais saudáveis costumam prezar pela autonomia. Querem ser independentes como já o foram toda a vida. Com isso, os filhos se preocupam com a possibilidade da ocorrência de algum acidente doméstico ou mal súbito, porque os pais acham que não precisam de acompanhantes ou cuidadores. Como resolver esse impasse?

Uma das opções mais seguras que o mercado oferece atualmente chama-se teleassistência. Trata-se, basicamente, da utilização de tecnologia para prestar assistência remota. Ou seja, essa forma de cuidar de idosos, que já é tradicional nos Estados Unidos, atua como um sistema de monitoramento à distância e permite que o idoso chame socorro de forma fácil e rápida em caso de emergências. Dentro da teleassistência, há uma variedade de dispositivos e equipamentos para suprir diversas necessidades e proporcionar autonomia e tranquilidade para idosos e seus familiares.

Dependendo do modelo escolhido, o dispositivo pode funcionar através da linha fixa ou móvel de telefone. Por meio desses aparelhos, o idoso pode, com um simples toque num botão de emergência, acionar ajuda quando necessário. Esse tipo de tecnologia também pode contar com rastreadores, sensores de queda e uma série de outros acessórios que, juntos, possibilitam que seu familiar tenha uma rotina normal e independente com a segurança de que, se necessário, será devidamente atendido.

Ficou curioso sobre o assunto? Clicando aqui você pode saber mais sobre a teleassistência.

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Qualidade de vida dos idosos: 12 dicas para cuidar de quem você ama

Cuidar de uma pessoa mais velha não precisa ser difícil nem tão trabalhoso. Quer saber como? Então confira nossas 12 dicas de qualidade de vida dos idosos!

Envelhecer não é um processo fácil e demanda aceitação e adaptação. Muitos idosos ficam confusos com as mudanças que vão ocorrendo no corpo e na mente: já não é tão fácil se deslocar sozinho e algumas confusões e esquecimentos vão surgindo. Todo esse processo leva tempo e a tendência é que isso cause um isolamento por parte do idoso. Por isso, é fundamental adotar práticas e cuidados que maximizem a qualidade de vida dos idosos.

Por lhe ajudar a conseguir isso, criamos uma lista com 12 dicas simples e práticas que com certeza farão muita diferença na vida do seu familiar. Confira!

Como aumentar a qualidade de vida dos idosos

1 – Dê muito amor a eles. Pessoas mais velhas tendem a ficar mais carentes com o passar dos anos.

2 – Faça visitas frequentes e preste atenção no que eles falam. Uma boa conversa pode fazer valer o dia para um idoso.

3 – Estimule-os a ter uma vida ativa, realizando atividades físicas na medida do possível.

4 – Dê forças para que eles socializem em eventos e atividades fora de casa. Insista caso não queiram participar de alguma reunião por preguiça ou desânimo (mas respeite caso essa vontade seja genuína);

5 – Sempre apresente alguma novidade, seja uma notícia da atualidade para discutir, um jogo novo para se distrair. Mantenha-os ligados ao mundo atual.

6 – Cuide para que tenham uma alimentação saudável e equilibrada e bebam bastante água. Isso é essencial para a manutenção da saúde dos idosos.

7 – Promova a convivência com os netos. A alegria da juventude é o que dá sentido à vida deles!

8 – Proporcione atividades que permitam trocar experiências com outros idosos. Socializar, nessa fase da vida, é essencial.

9 – Faça-os visitar o médico frequentemente e realizar exames de rotina para prevenir ou tratar as doenças típicas da idade.

10 – Estabeleça tarefas que eles possam realizar em casa. Os idosos precisam se sentir úteis e necessários.

11 – Estimule atividades intelectuais, como leituras e estudos. O cérebro precisa estar em constante atividade.

12 – E tenha muita paciência. Lembre-se que eles já fizeram muito por você e esse é o momento de retribuir o cuidado.

Quer ainda mais formas de aumentar a qualidade de vida dos idosos? Então confira dicas detalhadas de como proporcionar mais qualidade de vida para os idosos clicando aqui!

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atividades para pessoas com alzheimer

Apesar de ser uma doença sem cura, ela pode ser amenizada através de tratamentos e exercícios. Confira algumas atividades para pessoas com Alzheimer!

Que a doença de Alzheimer não tem cura, todos já sabem. Também já falamos aqui no blog sobre cuidados com pessoas com Alzheimer. Existem maneiras de retardar a evolução da doença e proporcionar uma melhor qualidade de vida para o paciente. Embora ela limite ações, existem outras atividades para pessoas com Alzheimer que podem –  aliás, devem! – ser estimuladas e refletirão positivamente no cotidiano.

Pensando nisso, abaixo listamos algumas sugestões de atividades para quem tem Alzheimer que podem ser incluídas no dia-a-dia. Confira!

Ler livros, histórias ou matérias de revista

É muito importante estimular as habilidades cognitivas relacionadas à leitura. É uma atividade recomendada em todos os estágios da doença, pois passa pelo reconhecimento de letras, sílabas e palavras, depois pelo processamento de frases e parágrafos até chegar na compreensão do texto.

Dessa forma, a linguagem e a memória são estimulados, principalmente quando a leitura remete a algum fato ou situação que o paciente já viveu. Outro benefício da leitura, principalmente de jornais diários ou revistas atuais, é situar a pessoa no tempo e espaço, ajudando na orientação.

Ouvir e cantar música

Um dos principais benefícios da música como terapia é que ela pode ser relaxante e servir para acalmar o idoso nos momentos de agitação. Por isso, dentre as atividades para pessoas com Alzheimer, esta pode ser uma grande aliada para estimular a mudança de humor, por exemplo.

A memória musical também pode ser estimulada, já que, dependendo da música escolhida, ela pode desencadear lembranças e histórias significativas. Para maximizar esse benefício, é importante questionar a pessoa com a doença quando surgir o assunto; pergunte detalhes estimulando a memória.

Além disso, cantar é algo que até mesmo aquelas pessoas em estados avançados de demência podem fazer. A música pode ser uma importante ferramenta para trazer os pacientes de volta à realidade, aliviar eventuais sensações de triteza e abandono e também proporcionar um momento de relaxamento e de reforço dos laços amorosos familiares.

Ver fotografias e vídeos antigos

Fotos e vídeos são muito importantes para estimular a memória do paciente. Ao reconhecer faces, lugares e situações, memórias podem vir à tona; discutir lembranças é uma estratégia muito utilizada em terapias. Uma dica importante é espalhar fotografias pelo ambiente que o paciente costuma circular.

Atividades físicas

Caminhadas pelo bairro fazem muito bem para a saúde física e mental, além de estimular memórias sobre lugares e pessoas. Ao acompanhar o seu familiar, aponte situações no caminho e faça comentários com ele. Demonstre interesse no que ele falar e mantenha um diálogo normalmente.

Exercícios Cognitivos

Habilidades de memória, atenção e raciocínio devem ser muito estimuladas nos pacientes com Alzheimer. Atividades cognitivas devem fazer parte da rotina dessas pessoas. Aliás, manter uma rotina é importantíssimo nesses casos, pois ajuda na orientação. Se possível, incluir atividades que eram comuns para o paciente antes da manifestação da doença. Pequenas atividades em casa também podem ser muito importantes, como recolher a roupa, varrer a casa, estender a cama.

Não esqueça que para realização de qualquer uma dessas atividades para pessoas com Alzheimer é necessário o máximo de segurança possível. Nada de situações que possam representar riscos!

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