Cuidados com os idosos

idoso que mora sozinho

Ter autonomia e independência é vital para um idoso que mora sozinho. Porém, também é preciso garantir segurança e bem-estar para ele. Veja algumas dicas!

O conceito de envelhecer vem mudando com o passar dos anos. Chegar à terceira idade, hoje, não significa necessariamente precisar de cuidados o tempo todo. Muitos idosos são ativos e perfeitamente capazes de terem uma rotina normal após a aposentadoria. Eles estão melhorando sua qualidade de vida e buscando mais independência e liberdade no dia-a-dia. Nesse contexto, é muito comum o caso de um idoso que mora sozinho em seu lar.

Cuidados com o idoso que mora sozinho

Se for lúcido e saudável, o idoso tem todo o direito de escolher morar sozinho. Porém, esse costuma ser um motivo de constante preocupação por parte dos familiares. Nessa fase da vida o corpo e a mente costumam pregar peças: quando menos se espera, algum imprevisto acontece. Com o corpo mais frágil, qualquer trauma pode ser grave e, nos casos de acidente doméstico ou algum mal súbito, por exemplo, o socorro imediato é indispensável para que não fiquem sequelas.

Seja qual for o motivo pelo qual o idoso more sozinho (porque não se adaptou na casa de outros familiares; por não querer ou não poder contratar um cuidador; não querer/poder se realocar para uma casa de permanência de idosos), a preocupação com a segurança dele é primordial e deve ser tratada como tal.

Mas como proporcionar segurança sem invadir a privacidade do idoso que mora sozinho?

Por isso, mesmo que não demandem cuidados em tempo integral, é indispensável acompanhar os idosos frequentemente. Uma das opções que vem sendo adotadas por muitas famílias que vivem essa realidade tem sido o uso de equipamentos de monitoramento pessoal – ou seja, ter a tecnologia a serviço da vida.

Esse serviço, chamado Teleassistência, funciona por meio de um pequeno dispositivo ligado à linha telefônica. Este console conta com um botão de emergência e, além disso, tem outro botão de emergência portátil, que pode ser usado como pulseira ou colar. Ele pode ser acionado com um simples toque num botão, em caso de emergência.

Dessa forma, seu familiar terá uma rotina normal, sem interferências. Enquanto ele executa as atividades de costume, possui formas de pedir socorro, se necessário. Basta acionar o botão e automaticamente é realizada uma ligação para uma Central de Atendimento disponível 24 horas, que providencia tudo o que for necessário para socorrê-lo e entra em contato com os familiares. Assim, a segurança estará garantida.

Além do botão de emergência, existem opções de acessórios que podem ser acrescentados de acordo com as necessidades de cada idoso e garantem ainda mais segurança – como sensor de movimento, de queda, dispensador de medicamentos, entre outros.

No entanto, além de toda essa preocupação com a saúde física do seu ente querido na terceira idade, também não se deve esquecer que proporcionar amor e amparo emocional é indispensável. Mesmo estando felizes morando sozinhos, os idosos precisam receber carinho e se sentirem cuidados. A tecnologia aliada com o afeto vão garantir não somente a qualidade de vida dos seu familiar idoso que mora sozinho, mas também a sua tranquilidade em saber que ele está bem.

Ficou com dúvidas? Então confira este post e descubra se se o serviço de teleassistência vale a pena!

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Quem deve cuidar do idoso na família

Conforme o ente querido envelhece, além das dificuldades inerentes da idade, surge outra questão: quem deve cuidar do idoso na família? Descubra neste post!

Dizem que, quando os pais envelhecem, os papeis se invertem. Então, se torna função dos filhos serem responsáveis pelos pais. Quem tem familiares idosos sabe que não é fácil administrar os cuidados. Além da cautela necessária com a saúde, a segurança e o bem-estar, é preciso ter muita paciência. O envelhecimento vem acompanhado de crises, teimosia, manias… Há que se dispensar uma dose extra de atenção aos mais velhos. Mas como fazer isso sem abrir mão da sua rotina com trabalho, casa e filhos? Nessas horas, surge a dúvida: quem deve cuidar do idoso na família?

– Nesse post, falamos sobre como integrar a família nos cuidados com o idoso

Como decidir quem deve cuidar do idoso na família

Para muitos a solução é levar os pais idosos para morar em casa com a família. É uma boa opção e provavelmente resolverá o problema da solidão, mas nem sempre funciona. Quando se têm mais de um filho, dividir os cuidados entre eles e o familiar na terceira idade pode ser exaustivo para o filho que cuidará do idoso, já que cada família tem uma dinâmica e uma rotina diferente. Ou seja, para decidir quem deve cuidar do idoso na família, o melhor é conversar com todos os membros e combinar uma rotina que seja satisfatória para todos.

Além disso, por outro lado, em geral os idosos não gostam de deixar o espaço em que estão acostumados a viver e nem as atividades que costumam realizar. Nesses casos, se a família optar por manter o idoso na sua própria casa, ela precisa oferecer o suporte para que ele se sinta seguro e tranquilo.

Nesse cenário, alguns optam por contratar cuidadores. São profissionais especializados e capacitados para lidar com os idosos. Além dos cuidados com a alimentação, higiene e bem-estar, a presença de outra pessoa em casa afasta a solidão. Porém, muitos idosos não admitem ou não se acostumam com uma pessoa de fora da família inserida na sua rotina.

Sendo assim, quando o idoso não se adapta a cuidadores e, ao mesmo tempo, outras soluções não são viáveis, quem deve cuidar do idoso na família? Uma boa solução é utilizar a tecnologia para realizar essa tarefa, mediando o cuidado dos familiares com o idoso. Ou seja, nesse caso, quando os idosos acabam ficando sozinhos em casa, uma boa opção para cuidá-los sem invadir sua privacidade é a teleassistência.

Através de aparelhos de monitoramento, seus pais podem ter uma rotina normal, sem interrupções e com a segurança de que, caso algum imprevisto aconteça, conseguirão chamar a ajuda de forma rápida, fácil e eficiente. Além de menos invasiva, a teleassistência costuma ter um custo bem mais baixo se comparado à contratação de um profissional cuidador, por exemplo.

– Confira algumas vantagens dessa opção neste post sobre como convencer a família a contratar os serviços de teleassistência.

Claro que a tecnologia não substitui o afeto e o carinho da presença física – mas ela pode ser sua aliada nos momentos de ausência. Preocupação e cuidado também é amor! Se você deseja saber mais informações sobre teleassistência, contate-nos: ligue para (51) 3018-6950, ou mande um e-mail para contato@tecnosenior.com.br ou, ainda, envie uma mensagem no WhatsApp para (51) 99998-0257.

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dia internacional do idoso

No Dia Internacional Do Idoso, aproveite a data para conferir dicas de como trazer mais qualidade de vida e felicidade para as pessoas na terceira idade!

Neste primeiro de outubro comemoramos o Dia Internacional do Idoso. A data foi instituída pela ONU em 1991 e tem o objetivo de sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar da população idosa. Devido aos avanços da medicina, o número de idosos vem crescendo e tende a aumentar com o passar dos anos. Atualmente, a expectativa de vida em países desenvolvidos é de, aproximadamente, 75 anos. Estima-se que em 2050, a expectativa seja de 90 anos e dois bilhões de pessoas cheguem à terceira idade.

Assim, muito mais do que merecidamente homenagear as pessoas idosas, o Dia Internacional do Idoso serve para conscientizar a população sobre a importância não só de cuidá-los, mas assim como de inseri-los na sociedade como agentes participantes e não apenas como meros coadjuvantes.

A reflexão acerca dessa necessidade é urgente. A sociedade precisa de estratégias e políticas que façam com que os idosos se realizem plenamente em seus direitos, tendo a possibilidade de envelhecer com segurança e dignidade, exercendo papel central na vida econômica, política e social da comunidade.

Elaboramos uma pequena lista de coisas que você pode fazer para garantir uma vida plena e feliz para seus familiares idosos. Veja abaixo!

Dia Internacional Do Idoso: como ajudar seu familiar mais velho

#1 Apoiar na luta por seus direitos básicos

É preciso apoiá-los na luta por direitos como acesso à educação, combate ao abuso, à negligência, à violência, aos maus-tratos e à falta de respeito e discriminação. Nesse sentido, também é vital garantir a possibilidade de inserção no mercado de trabalho, que ainda é vista com muito preconceito.

#2 Respeitar as limitações

Idosos saudáveis são plenamente capazes de continuar tendo uma vida independente e tranquila, apesar das limitações que surgirão mais cedo ou mais tarde e que são naturais nesta fase da vida. Aprender a envelhecer faz parte da educação de todas as pessoas. Porém, com adaptações e ajustes na rotina, é possível ter uma vida feliz e ativa.

#3 Ouvir a voz da experiência

Pode parecer um clichê, mas ninguém sabe mais sobre a vida do que quem já viveu muito e passou por tantas fases. Aos jovens cabe oferecer cuidados, atenção e gentileza, mas sempre com muito respeito ao livre-arbítrio e à vontade do seu familiar. Idosos não são crianças, e possuem muita bagagem e experiência.

#4 Proporcionar qualidade de vida

A qualidade de vida na terceira idade, tão debatida, passa necessariamente pela inclusão nas atividades mais cotidianas e triviais. Já passou o tempo em que a figura dos idosos era associada à monotonia. Eles querem e precisam ter uma vida ativa, exercitando constantemente corpo e mente, interagindo com o mundo e aproveitando todas as possibilidades que ele tem a oferecer.

Com essas dicas, você pode aproveitar o Dia Internacional do Idoso para agradecer aos familiares mais velhos por tudo que já fizeram, e também usar a data como um momento de reflexão e de ação para garantir uma vida melhor para quem tanto já fez por você!

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Sinais de velhice

Identificar, entender e aceitar alguns sinais de velhice é fundamental para uma vida saudável. Para isso, saiba como cuidar melhor de seu familiar idoso!

Na lógica de que envelhecer é um processo natural, sabemos que, junto com a idade avançada, vêm algumas limitações causadas pelos desgastes do corpo e/ou da mente. Locomover-se, por exemplo, torna-se um processo lento e não mais automático como antes. Em grande parte dos casos, é necessário o uso de aparelhos que ajudam a sustentar o corpo, como bengalas e andadores. É comum ocorrerem quedas devido a falta de equilíbrio ou tonturas decorrentes de labirintites ou outras doenças que desestabilizem o idoso. Esses são alguns dos mais claros sinais de velhice; no entanto, outros mais sutis também merecem atenção.

Nessa fase também é comum surgirem doenças típicas da idade, que são igualmente limitantes, já que o corpo mais frágil sente qualquer sintoma mais intensamente que um jovem adulto, por exemplo. Problemas de memória costumam surgir e a confusão causada por eles pode gerar isolamento e solidão, e, em alguns casos, doenças como a depressão. O fato é que o organismo está mais frágil e suscetível a doenças. São raros os idosos que não necessitam de cuidados, mesmo que sejam mínimos, pois ter mais dificuldades no dia a dia é um dos principais sinais de velhice.

Por outro lado, ficar mais velho não é, necessariamente, sinônimo de sofrimento. É possível ainda ter qualidade de vida na terceira idade, basta ter atenção a esses sinais de velhice e adotar alguns cuidados. Os idosos mais saudáveis costumam prezar pela autonomia. Querem ser independentes como já o foram toda a vida. Com isso, os filhos se preocupam com a possibilidade da ocorrência de algum acidente doméstico ou mal súbito, porque os pais acham que não precisam de acompanhantes ou cuidadores. Como resolver esse impasse?

Uma das opções mais seguras que o mercado oferece atualmente chama-se teleassistência. Trata-se, basicamente, da utilização de tecnologia para prestar assistência remota. Ou seja, essa forma de cuidar de idosos, que já é tradicional nos Estados Unidos, atua como um sistema de monitoramento à distância e permite que o idoso chame socorro de forma fácil e rápida em caso de emergências. Dentro da teleassistência, há uma variedade de dispositivos e equipamentos para suprir diversas necessidades e proporcionar autonomia e tranquilidade para idosos e seus familiares.

Dependendo do modelo escolhido, o dispositivo pode funcionar através da linha fixa ou móvel de telefone. Por meio desses aparelhos, o idoso pode, com um simples toque num botão de emergência, acionar ajuda quando necessário. Esse tipo de tecnologia também pode contar com rastreadores, sensores de queda e uma série de outros acessórios que, juntos, possibilitam que seu familiar tenha uma rotina normal e independente com a segurança de que, se necessário, será devidamente atendido.

Ficou curioso sobre o assunto? Clicando aqui você pode saber mais sobre a teleassistência.

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Qualidade de vida dos idosos: 12 dicas para cuidar de quem você ama

Cuidar de uma pessoa mais velha não precisa ser difícil nem tão trabalhoso. Quer saber como? Então confira nossas 12 dicas de qualidade de vida dos idosos!

Envelhecer não é um processo fácil e demanda aceitação e adaptação. Muitos idosos ficam confusos com as mudanças que vão ocorrendo no corpo e na mente: já não é tão fácil se deslocar sozinho e algumas confusões e esquecimentos vão surgindo. Todo esse processo leva tempo e a tendência é que isso cause um isolamento por parte do idoso. Por isso, é fundamental adotar práticas e cuidados que maximizem a qualidade de vida dos idosos.

Por lhe ajudar a conseguir isso, criamos uma lista com 12 dicas simples e práticas que com certeza farão muita diferença na vida do seu familiar. Confira!

Como aumentar a qualidade de vida dos idosos

1 – Dê muito amor a eles. Pessoas mais velhas tendem a ficar mais carentes com o passar dos anos.

2 – Faça visitas frequentes e preste atenção no que eles falam. Uma boa conversa pode fazer valer o dia para um idoso.

3 – Estimule-os a ter uma vida ativa, realizando atividades físicas na medida do possível.

4 – Dê forças para que eles socializem em eventos e atividades fora de casa. Insista caso não queiram participar de alguma reunião por preguiça ou desânimo (mas respeite caso essa vontade seja genuína);

5 – Sempre apresente alguma novidade, seja uma notícia da atualidade para discutir, um jogo novo para se distrair. Mantenha-os ligados ao mundo atual.

6 – Cuide para que tenham uma alimentação saudável e equilibrada e bebam bastante água. Isso é essencial para a manutenção da saúde dos idosos.

7 – Promova a convivência com os netos. A alegria da juventude é o que dá sentido à vida deles!

8 – Proporcione atividades que permitam trocar experiências com outros idosos. Socializar, nessa fase da vida, é essencial.

9 – Faça-os visitar o médico frequentemente e realizar exames de rotina para prevenir ou tratar as doenças típicas da idade.

10 – Estabeleça tarefas que eles possam realizar em casa. Os idosos precisam se sentir úteis e necessários.

11 – Estimule atividades intelectuais, como leituras e estudos. O cérebro precisa estar em constante atividade.

12 – E tenha muita paciência. Lembre-se que eles já fizeram muito por você e esse é o momento de retribuir o cuidado.

Quer ainda mais formas de aumentar a qualidade de vida dos idosos? Então confira dicas detalhadas de como proporcionar mais qualidade de vida para os idosos clicando aqui!

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atividades para pessoas com alzheimer

Apesar de ser uma doença sem cura, ela pode ser amenizada através de tratamentos e exercícios. Confira algumas atividades para pessoas com Alzheimer!

Que a doença de Alzheimer não tem cura, todos já sabem. Também já falamos aqui no blog sobre cuidados com pessoas com Alzheimer. Existem maneiras de retardar a evolução da doença e proporcionar uma melhor qualidade de vida para o paciente. Embora ela limite ações, existem outras atividades para pessoas com Alzheimer que podem –  aliás, devem! – ser estimuladas e refletirão positivamente no cotidiano.

Pensando nisso, abaixo listamos algumas sugestões de atividades para quem tem Alzheimer que podem ser incluídas no dia-a-dia. Confira!

Ler livros, histórias ou matérias de revista

É muito importante estimular as habilidades cognitivas relacionadas à leitura. É uma atividade recomendada em todos os estágios da doença, pois passa pelo reconhecimento de letras, sílabas e palavras, depois pelo processamento de frases e parágrafos até chegar na compreensão do texto.

Dessa forma, a linguagem e a memória são estimulados, principalmente quando a leitura remete a algum fato ou situação que o paciente já viveu. Outro benefício da leitura, principalmente de jornais diários ou revistas atuais, é situar a pessoa no tempo e espaço, ajudando na orientação.

Ouvir e cantar música

Um dos principais benefícios da música como terapia é que ela pode ser relaxante e servir para acalmar o idoso nos momentos de agitação. Por isso, dentre as atividades para pessoas com Alzheimer, esta pode ser uma grande aliada para estimular a mudança de humor, por exemplo.

A memória musical também pode ser estimulada, já que, dependendo da música escolhida, ela pode desencadear lembranças e histórias significativas. Para maximizar esse benefício, é importante questionar a pessoa com a doença quando surgir o assunto; pergunte detalhes estimulando a memória.

Além disso, cantar é algo que até mesmo aquelas pessoas em estados avançados de demência podem fazer. A música pode ser uma importante ferramenta para trazer os pacientes de volta à realidade, aliviar eventuais sensações de triteza e abandono e também proporcionar um momento de relaxamento e de reforço dos laços amorosos familiares.

Ver fotografias e vídeos antigos

Fotos e vídeos são muito importantes para estimular a memória do paciente. Ao reconhecer faces, lugares e situações, memórias podem vir à tona; discutir lembranças é uma estratégia muito utilizada em terapias. Uma dica importante é espalhar fotografias pelo ambiente que o paciente costuma circular.

Atividades físicas

Caminhadas pelo bairro fazem muito bem para a saúde física e mental, além de estimular memórias sobre lugares e pessoas. Ao acompanhar o seu familiar, aponte situações no caminho e faça comentários com ele. Demonstre interesse no que ele falar e mantenha um diálogo normalmente.

Exercícios Cognitivos

Habilidades de memória, atenção e raciocínio devem ser muito estimuladas nos pacientes com Alzheimer. Atividades cognitivas devem fazer parte da rotina dessas pessoas. Aliás, manter uma rotina é importantíssimo nesses casos, pois ajuda na orientação. Se possível, incluir atividades que eram comuns para o paciente antes da manifestação da doença. Pequenas atividades em casa também podem ser muito importantes, como recolher a roupa, varrer a casa, estender a cama.

Não esqueça que para realização de qualquer uma dessas atividades para pessoas com Alzheimer é necessário o máximo de segurança possível. Nada de situações que possam representar riscos!

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o que fazer com idosos

Aproveitar o tempo com quem se ama é fundamental para uma vida feliz - com a família não é diferente. Neste post, veja 5 dicas de o que fazer com idosos!

A solidão é uma das principais queixas entre os idosos. Mesmo os que moram e convivem com os familiares sentem-se sozinhos em meio à rotina agitada do lar e das pessoas com quem interagem. Devido à fragilidade da idade avançada, eles já não acompanham o ritmo dos mais jovens, não dominam grande parte dos assuntos modernos e também não querem “incomodar” – daí pode vir a dificuldade dos familiares em encontrar o que fazer com idosos para fortalecer os laços afetivos.

Por isso, é muito importante que os filhos e netos dediquem uma parte do seu tempo para realizar atividades que coloquem o idoso no centro das atenções por alguns momentos. Para ajudá-lo nessa missão, citamos abaixo cinco coisas que você pode fazer para tornar a rotina dos seus pais idosos mais agradável!

O que fazer com idosos: 5 atividades para fazer com os pais idosos

1 – Conversar

Isso mesmo. Parece bobo, mas na correria do dia-a-dia passa despercebido o fato de que os diálogos familiares são cada vez mais raros. A tecnologia proporciona a possibilidade de interagir instantaneamente com quem está longe, mas, consequentemente, pode afastar quem está perto. Que tal reservar um tempo do seu dia para se dedicar exclusivamente a ouvir o que seus pais têm a dizer? Estimule-os perguntando sobre como foi o dia, o que eles têm lido ou visto na televisão, a opinião deles sobre algo que está acontecendo; enfim, interaja e dê atenção a eles.

2 – Pedir para ouvir histórias e ver fotos do passado

Idosos adoram relembrar os acontecimentos que viveram quando eram jovens. Demonstre interesse nas histórias e faça perguntas sobre seus amigos, parentes, antigos namorados… Você vai se surpreender com a quantidade de eventos bacanas que seus pais viveram e você nunca imaginou. Aproveite a oportunidade para saber mais sobre a sua própria vida e o passado da sua família.

3 – Passear pela vizinhança

Talvez você não tenha o costume de circular com calma pelas ruas do seu bairro, mas, muito provavelmente, os seus pais tinham. Lembre-se que as redes sociais antigamente eram as ruas e a vizinhança. Convide-os para uma caminhada pelos arredores de casa ou em praças e parques da sua cidade. Interagir com a natureza, com outras pessoas e animais com certeza vai tornar o dia deles mais feliz.

4 – Viajar

Seja para conhecer um lugar novo ou voltar a algum local já conhecido, tenha a certeza de que viajar revigora e repõe as energias de qualquer pessoa – inclusive dos seus pais. Por isso, essa é uma ótima dica de o que fazer com idosos. Além disso, as lembranças e recordações do passeio vão preencher a alma e o coração dos seus pais por um bom tempo. Escolha um destino com opções de atividades de lazer para todos os gostos e planeje uma viagem em família!

Confira algumas dicas de destinos para viajar com idosos.

5 – Praticar atividades e jogos

Que tal uma partida de damas, xadrez, banco imobiliário ou um carteado? Além de proporcionar um momento de descontração e divertimento em família, esse tipo de atividade ainda estimula o cérebro e a memória do idoso (você  pode conferir mais dicas para estimular a memória do idoso clicando aqui). Proponha um desafio ou faça alguma aposta. Dê preferência para atividades que envolvam o raciocínio e a tomada de decisão, desafiando a mente a cumprir ações que vão testá-la e treiná-la para ser cada vez mais ativa. Isso ainda ajudará a prevenir doenças degenerativas, como o Alzheimer, por exemplo.

Essas são algumas dicas muito simples e fáceis de colocar em prática que podem fazer uma grande diferença na autoestima dos seus pais. Agora você já sabe o que fazer com idosos para aproveitarem o tempo junto e terem uma relação ainda mais cheia de carinho, amor e cuidado!

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Cuidador familiar de idosos

Ser um cuidador familiar de idosos pode apresentar muitos desafios. Para tornar essa tarefa mais fácil, veja as nossas dicas de como cuidar de idosos!

É comum em grande parte das famílias que os próprios filhos cuidem dos pais quando eles já estão em idade avançada. Nem sempre as pessoas têm condições de contratar um profissional para essa função e, como está difícil encontrar pessoas de confiança hoje em dia, os filhos acabam assumindo a tarefa. Mas ser um cuidador familiar de idosos não é fácil, pois é preciso conciliar as responsabilidades dos filhos e cônjuge, do trabalho e demais demandas do cotidiano com os cuidados com os pais.

Outro fator agravante nesse cenário é o fato de que idosos muitas vezes dão trabalho, principalmente quando possuem problemas de saúde, quadro de demência ou mesmo caso sejam mais teimosos. Por isso, para garantir que o idoso tenha qualidade de vida, é preciso tempo, dedicação e paciência para enfrentar os desafios e proporcionar carinho e cuidado para os familiares mais velhos. Confira abaixo algumas como ser um melhor cuidador familiar de idosos!

Dicas para ser um melhor cuidador familiar de idosos

A maioria dos idosos passa grande parte de seu tempo em casa, já que nessa fase estão aposentados e nem sempre contam com disposição para fazer atividades fora do lar. Por isso, a casa deve ser adaptada para não oferecer riscos de queda ao idoso, que é um problema bastante comum.

Esse fato deve ser levado em consideração tanto quando o idoso mora sozinho, quanto quando ele mora no lar de um familiar. Para minimizar os riscos de queda e outros acidentes domésticos, é possível adotar algumas adaptações e mudanças simples, mas muito eficientes. O essencial é identificar possíveis causadores de acidentes e, além disso, fatores que apresentem riscos e/ou incômodos para os familiares mais velhos. Ou seja, é necessário dialogar com o idoso que está sendo cuidado para que ele também possa apontar tais fatores.

Adaptando a casa para idosos

De forma geral, algumas dicas costumam resolver ou minimizar a maioria dos problemas mais comuns de acontecerem no lar do idoso. Veja algumas formas de deixar a casa segura para idosos:

– Manter ambientes bem iluminados, de preferência com lâmpadas branco-azuladas, que equilibram visões turvas e amareladas;

Reduzir ao máximo possível a quantidade de móveis e outros itens de mobília que possam atuar como obstáculos para o idoso, gerando quedas e acidentes. Além disso, também é muito aconselhável manter as prateleiras firmes, os eletrodomésticos bem instalados, fios e cabos escondidos em canaletas e, principalmente, evitar o uso de tapetes;

– Tenha muita atenção com o banheiro, pois ele é o cômodo onde ocorre a maior parte dos acidentes e quedas de idosos. Para proporcionar o máximo de segurança, o piso deve ter revestimento antiderrapante. Além disso, instale barras de apoio próximas ao vaso sanitário e também no box.

Como lidar com os familiares idosos

Além de garantir que os ambientes do lar estejam adaptados e proporcionem segurança e conforto, muito do papel de um cuidador familiar de idosos é o dia a dia, o convívio e a atenção que essa pessoa precisa. Por isso, é fundamental saber como lidar com alguém na terceira idade, entender as dificuldades e aflições que surgem nessa fase da vida e buscar criar um relacionamento acolhedor, carinhoso e que estimule não apenas o bem estar físico, mas também emocional e psicológico. Dessa forma, é possível cuidar dos pais na velhice da maneira mais efetiva e saudável.

Um dos pontos chave para uma convivênca agradável com idosos é entender que a velhice pode trazer uma série de dificuldades e incômodos, não apenas físicos, mas emocionais. Por exemplo, é comum que o idoso tenha limitações (motoras e/ou cognitivas) ou que precise deixar o seu lar e ir morar com os filhos (que atuam como cuidadores familiares). Esses fatores, para o idoso, podem representar perda de autonomia e independência.

Portanto, é fundamental assegurar o idoso de que, por exemplo, no caso de uma mudança, esta será para o próprio bem dele, e que embora ele perca um pouco da sua autonomia, terá, por outro lado, companhia e o acolhimento da família. Este ponto, aliás, é muito importante, pois na terceira idade é comum que surjam problemas como depressão. Por isso, ter tempo para conviver com o idoso, estimular a prática de atividades benéficas e, de forma geral, proporcionar carinho e amor é essencial – do contrário, o idoso pode chegar até mesmo a sofrer de abandono afetivo inverso.

Já com relação às debilitações da velhice, o cuidador tem papel importante ajudando o idoso a aceitá-las e a procurar aproveitar o lado positivo da terceira idade (como ter mais tempo livre, poder conviver mais com a família, estimular hobies e atividades de lazer, entre outros aspectos).

A teleassistência e o cuidador familiar de idosos

Mesmo com todos as adaptações, precauções e esforços, por vezes é difícil – se não impossível – proporcionar cuidado em tempo integral para um idoso. Afinal, o filho do familiar mais velho também possui suas necessidades e compromissos, e assim a falta de tempo costuma ser o grande vilão que dificulta a atuação do cuidador. A boa notícia é que existem formas de cuidar de um idoso sem estar em casa, através da tecnologia – a chamada teleassistência.

Com aparelhos como sistemas de emergência pessoal, sensores de queda, mini rastreadores pessoais com GPS, dispensadores de medicamento, entre outros dispositivos, é possível complementar o seu cuidado e fazer com que o idoso possa solicitar ajuda em casos de emergência mesmo quando o cuidador familiar não está presente no lar. Assim, todos contam com muito mais segurança, tranquilidade e qualidade de vida, sem precisar perder autonomia ou deixar de realizar tarefas do cotidiano.

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Idoso perdido: como agir quando um familiar se perde

Em casos de um idoso perdido, é fundamental que ele consiga socorro de forma rápida e fácil. Veja como resolver esse problema e também evitar que ele ocorra!

Quando a idade chega para os membros da família, sempre surgem inúmeras dúvidas do que um familiar pode fazer para que o idoso fique seguro e ao mesmo tempo independente. É difícil para os mais velhos saírem do local onde muitas vezes moraram a vida inteira e, então, se mudarem para a casa dos familiares ou instituições de longa permanência para idosos. Além disso, a rotina de trabalho dos familiares na maioria das vezes impossibilita o cuidado integral, mas isso, de maneira nenhuma, significa que o familiar não se importe ou não esteja dando a devida atenção para o idoso.

Nesse contexto, por vezes os entes queridos mais velhos podem acabar ficando sem a devida atenção, o que favorece situações e problemas que podem prejudicar a saúde deles. Neste post vamos falar sobre um aspecto específico desse quadro: o fato de que comumente vemos notícias de algum idoso perdido na rua. Por exemplo, sabe-se que aproximadamente 60% dos pacientes com Alzheimer acaba se perdendo pelo menos uma vez na vida. Ou seja, é algo muito comum e que causa grande perigo aos idosos e preocupação aos familiares.

Para evitar esse tipo de situação e tranquilizar os familiares, enumeramos algumas dicas simples do que você pode fazer para evitar ter o seu parente idoso perdido.

Idoso perdido: como evitar?

  1. Cuide para que as portas e as janelas da casa do idoso não fiquem abertas;
  2. Não peça para que o idoso realize tarefas sozinho na rua, caso ele sofra de perda de memória;
  3. Não deixe o idoso andar de transporte público sozinho. Se durante a viagem ele perder a memória, pode entrar em desespero por não saber onde está, nem para onde está indo;
  4. Tenha uma boa comunicação com os vizinhos dos idosos. É importante que os vizinhos estejam conscientes de que o idoso mora sozinho e dos riscos que ele pode correr caso se perca.
  5. Atualmente no mercado, existem sistemas que podem avisar aos familiares quando o idoso sai de um área segura. A teleassitência é a melhor opção para atender um idoso perdido. O serviço é uma garantia de que em uma situação de risco como essa o familiar seja avisado o mais rápido possível sobre o ocorrido.

Qual é o serviço de teleassistência recomendado?

O objetivo da teleassistência é que no menor tempo possível, os idosos que precisem de qualquer assistência consigam solicitar socorro, ser atendidos e ter o suporte que necessitam, sendo uma ótima opção para o idoso perdido. Clique aqui e saiba mais sobre como funciona o monitoramento de idosos à distância.

Dessa forma, ao pressionar um botão, o idoso pode contatar uma Central de Atendimento 24 horas ou seus familiares com agilidade e facilidade. Além disso, há ainda dispositivos que detectam automaticamente quando o idoso perdido está em um local estranho e, assim, alerta os contatos de emergência deste idoso através de ligações e mensagens telefônicas – você pode conferir mais sobre isso clicando aqui.

Com essas dicas você com certeza conseguirá evitar que seu familiar idoso fique à mercê de se perder. E lembre-se que, seja ao adotar essas dicas práticas e/ou ao contar com o serviço de teleassistência, o importante é garantir que o seu familiar na terceira dade tenha qualidade de vida e consiga manter o máximo de autonomia ao mesmo tempo em que tem segurança. Assim, ele e toda a sua família terão uma vida mais feliz!

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abandono afetivo inverso

Abandono afetivo inverso: você sabe o que é?

abandono afetivo inverso acontece quando os filhos abandonam os pais à própria sorte no momento que eles mais precisam de cuidados, que é durante a velhice. Mas não é somente a falta de cuidados que caracteriza o abandono afetivo inverso, mas também, a falta de respeito, o desprezo, a falta de amor e a indiferença dos filhos em relação aos pais idosos.

Mais do que a omissão de assistência física ou financeira, o abandono afetivo do idoso reflete em uma negação de vida, pois esse ato tira do familiar mais velho a perspectiva de viver com qualidade – afinal, a família é quem deveria zelar por ele.

Consequências do abandono afetivo inverso

A velhice em si já é um processo complicado, pois com o avanço da idade, aparecem diversos tipos de doenças. E, quando os idosos não têm o devido carinho e atenção da família, eles ficam carentes e, consequentemente, mais propensos a desenvolver problemas como a depressão, por exemplo.

Mas os filhos também sofrem consequência ao abandonar os pais. Isso porque é previsto em lei que os genitores recebam auxílio dos filhos durante a velhice. O artigo 3º da Lei Nº 10.741, de 1º de Outubro de 2003 deixa isso bem claro.

Quando os filhos desobedecem essas normas, o idoso pode buscar seus direitos na justiça. Embora não haja uma legislação específica sobre o assunto, os pais podem pedir indenização por danos morais aos filhos, quando são abandonados por eles.

Além disso, o filho que abandona o idoso pode ser excluído do testamento, caso o pai abandonado queira privá-lo de receber algum bem como herança.

Situações que não caracterizam abandono afetivo inverso

Existem algumas situações que podem até parecer abandono, mas, na realidade, não são. Por exemplo: se um filho mora em outra cidade ou país a trabalho e não pode estar presente com frequência, não é uma característica de abandono. No entanto, nesse contexto, o filho ainda deve visitar os pais sempre que possível, prestar assistência quando necessário e ainda procurar ter contato frequente com seus genitores.

Outro fato que pode ser julgado por algumas pessoas como abandono é quando os filhos optam por colocar o pai ou mãe em uma casa de repouso. Quando todos os membros da família trabalham e não dispõem de tempo e nem de recursos financeiros para manter um cuidador em casa, essa é uma opção – que não se trata de abandono quando é uma decisão tomada de comum acordo por toda a família.

Em um contexto no qual o idoso está com a idade muito avançada e apresenta quadro de demência, por exemplo, em uma casa de repouso ele vai receber tratamento adequado. Nesses casos, o abandono não existe quando a família visita o idoso com frequência, interage com ele e oferece a ele convivência com seus netos e outros familiares.

Além disso, uma outra opção muito vantajosa e que não se trata de abandono afetivo inverno é contar com a teleassistência. Através dela, é possível que o idoso peça auxílio e também se comunique com seus familiares através de aparelhos simples e práticos de usar. Dessa forma, os filhos podem manter o cuidado com os pais sem estarem presentes fisicamente com frequência e os pais, por outro lado, podem continuar vivendo em seus lares, mantendo seu conforto, autonomia e independência.

Importância de proporcionar carinho e atenção aos idosos

A transição para a velhice nem sempre é muito fácil. Além dos problemas de saúde relacionados à idade, muitos idosos se sentem incapazes, pois já não possuem tanta energia para fazer as coisas que antes lhe davam prazer. A solidão pode ser outro ponto negativo para a vida do idoso, pois com a chegada da aposentadoria, as pessoas tendem a ficar mais isoladas, o que pode gerar depressão. Para que o idoso tenha uma vida feliz, ele precisa do amor e carinho dos filhos e netos. Ao se sentir amado, ele terá mais vontade de viver e aproveitar as coisas boas que a vida tem a oferecer nessa nova fase.

Para evitar o abandono afetivo inverno, é preciso cuidar do seu familiar idoso com carinho, atenção e amor – mesmo que você não possa estar presente na vida dele diariamente. Com alternativas que vão desde cuidadores até sistemas automáticos eletrônicos, é possível garantir o bem-estar de quem você ama!

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