Saúde do idoso

Problemas de audição mais comuns

Conforme a idade avança, aumenta a dificuldade para escutar. Veja neste post quais são os principais problemas de audição mais comuns na terceira idade!

Quem convive com idosos muito provavelmente já observou alguma situação em que ele não entendeu algo que foi falado ou interpretou alguma fala de forma equivocada. Esses casos exemplificam os problemas de audição mais comuns na população idosa. Especialistas afirmam que algumas pessoas já apresentam algum grau de perda de audição a partir dos 40 anos. A causa? O envelhecimento: depois dos 65 anos, a perda auditiva tende a ser mais severa. Essa diminuição na capacidade de ouvir por conta da idade é chamada de Presbiacusia.

Problemas de audição mais comuns em idosos: como lidar com o inevitável

Entre os principais fatores causadores desse quadro estão a hereditariedade e a exposição frequente a ruídos altos ao longo da vida. Algumas vezes as pessoas afetadas ainda apresentam sintomas como zumbido, vertigem e desequilíbrio.

Existem quatro graus de Perda auditiva:

1 – Perda leve: pessoas sentem dificuldade de manter um diálogo em ambientes barulhentos.
2 – Perda moderada: pessoas sentem dificuldade de manter um diálogo sem aparelhos auditivos.
3 – Perda severa: pessoas podem se beneficiar com o uso de aparelhos auditivos e a leitura labial pode ajudar o diálogo.
4 – Perda auditiva profunda: pessoas na maioria das vezes confiam na leitura labial e/ou em linguagens de sinais para o diálogo.

Quem convive com idosos precisa prestar atenção aos sintomas, pois é muito comum que a dificuldade na compreensão acarrete em isolamento social e consequentemente venha a causar depressão. Isso ocorre porque muito frequentemente os familiares tratam o portador de deficiência auditiva como alguém confuso, desorientado ou distraído. Além disso, é comum a maioria dos idosos encararem a perda auditiva como algo inevitável e não tratável. Algumas vezes há demora para identificar o quadro justamente porque eles o ignoram, o que agrava todo esse cenário.

Outro fator que demanda zelo é o combate ao preconceito associado ao uso de aparelho auditivo, mesmo que a sua utilização signifique uma melhora na qualidade de vida do idoso. Algumas pessoas mais velhas se incomodam e até mesmo se recusam a utilizar o equipamento, mesmo que os dispositivos modernos estejam cada vez mais discretos e mais evoluídos em termos de tecnologia e design.

Alguns cuidados preventivos podem ser eficazes para retardar a perda auditiva:

Manter os ouvidos limpos, mas sem excesso, pois o cerume também tem uma função protetora.

– Evitar introduzir o cotonete muito profundamente no ouvido para não machucar o tímpano.

– Realizar exames periódicos para verificar o estado da sua saúde auditiva.

Agora ficou mais fácil de evitar ou ao menos reduzir a presbiacusia, que é um dos problemas de audição mais comuns – especialmente em idosos. Lembre-se dessas dicas para manter a audição em bom estado!

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Doenças pulmonares em idosos: cuidados na primavera

Especialmente na primavera, as doenças pulmonares em idosos apresentam grandes riscos à saúde. Saiba como previnir que isso aconteça com quem você ama!

Com a chegada da primavera, aparecem também as doenças respiratórias, típicas dessa época do ano. As mudanças bruscas de temperatura ao longo do dia, somadas à presença de substâncias irritantes no ar (como o pólen das flores, ácaros e poeira), são um verdadeiro incômodo para quem é alérgico. Mas essas não são as únicas pessoas que precisam se cuidar na estação mais florida do ano: as doenças pulmonares em idosos também ficam mais frequentes nessa época. Rinite, bronquite e a asma são algumas das mais comuns quando a primavera chega.

Sintomas e doenças pulmonares em idosos

Tosse seca, falta de ar, resfriados frequentes e indisposição são alguns dos sintomas que devem ser investigados por médicos pneumologistas e tratados rapidamente para que não venham a desencadear outros problemas mais graves (como bronquites, pneumonias, entre outros). No caso dos idosos, que tendem ao longo da velhice a desenvolver mais problemas respiratórios, o cuidado deve ser redobrado.

Além disso, algumas das doenças pulmonares em idosos não têm cura, apenas controle com medicamentos, como, por exemplo, os broncodilatadores – a famosa bombinha, que leva o remédio até as vias aéreas. A principal dica geral para que tanto idosos quanto pessoas alérgicas mantenham seu bem estar durante a primavera é evitar ao máximo poeira, mofo, ácaros e pelos de animais dentro de casa.

Sintomas podem indicar quadros mais graves

Também é preciso ficar atento a doenças mais graves, como a Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI). Ela não tem cura e os sintomas são muito parecidos com os de outras doenças pulmonares, ou até mesmo com condições cardiovasculares. Esse cenário torna o diagnóstico da FPI muito complexo, costumando levar de um a dois anos após o início dos sintomas para ser confirmado.

A doença provoca o endurecimento dos pulmões, que vão gradativamente cicatrizando e perdendo sua capacidade de expansão e contração, o que prejudica a capacidade respiratória do pacientes. Portanto, ao perceber que aqueles sintomas considerados “comuns” são insistentes ou ficam muito fortes/frequentes, é muito recomendado procurar um médico especialista!

Uma das formas de evitar ou retardar problemas respiratórios em idosos, especialmente na primavera, é mantendo uma rotina saudável e livre do tabagismo. Contar com uma alimentação rica em vitaminas, consumindo frutas e hortaliças, e nunca esquecendo de beber muita água, é indispensável para a prevenção desse tipo de doença.

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como lidar com a velhice

Apesar de natural, o envelhecimento ainda é um processo envolto em pré-conceito e negatividade. Mude isso com nossas dicas de como lidar com a velhice!

Envelhecer é um processo natural, que faz parte do ciclo da vida e é inevitável. Porém, não é raro que as muitas mudanças – seja na rotina, no corpo ou na mentalidade – típicas dessa fase costumem causar transtorno para o idoso e seus familiares. Aceitar que existem limitações que não podem ser ignoradas (pois, caso contrário, podem surgir riscos para a saúde) é o primeiro passo para quem deseja saber como lidar com a velhice e passar por esse processo com qualidade de vida.

Então, pensando nisso, listamos algumas dicas para encarar o envelhecimento com mais tranquilidade. Confira!

Dicas de como lidar com a velhice

1 – Adotar hábitos saudáveis

Essa dica vale em qualquer fase da vida. Como falamos, envelhecer é inevitável, mas envelhecer com saúde é uma opção a ser considerada o quanto antes. Nunca é tarde para começar a ter uma vida saudável, com alimentação balanceada e prática regular de exercícios físicos. Mas, claro, sempre lembrando de priorizar a saúde, tanto física, quanto mental e emocional. O reflexo dessa atitude será uma velhice com mais disposição, saúde e qualidade de vida!

2 – Investir em tratamentos preventivos

O tratamento das doenças que surgem com o envelhecimento é muito mais eficaz quando o diagnóstico é feito precocemente. Felizmente, hoje a medicina possui avanços que permitem uma vida normal após a cura dessas doenças, ou mesmo tratamentos que amenizam sintomas no caso daquelas enfermidades sem cura. Por isso, realizar exames com frequência é fundamental para quem deseja saber como lidar com a velhice da melhor forma.

3 – Manter-se ativo

Sair de casa, socializar, caminhar pela vizinhança, fazer cursos, enfim, mudar a rotina de vez em quando. É muito importante manter a mente ocupada e o corpo em movimento. Acomodar-se é uma tendência que não deve ser adotada, pois é aí que ocorrem as consequências negativas: obesidade, problemas cognitivos, apatia, entre outros. Esse ciclo vicioso vai deixando a pessoa depressiva, com a saúde debilitada e, então, surgem doenças que poderiam ser evitadas com uma vida ativa.

Viu como é fácil? Essas são dicas simples e que até podem parecer óbvias, mas que fazem muita diferença quando adotadas e somadas à uma atitude positiva em relação à vida. Os avanços tecnológicos da medicina trouxeram muitas possibilidades que consequentemente proporcionam longevidade, mas de nada adianta viver muitos anos e não poder aproveitá-los. Invista sempre em qualidade de vida e não esqueça que viver é uma busca constante pela felicidade!

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5 doenças mais comuns em idosos

Cuidar da saúde de quem amamos é fundamental. Por isso, conheça as doenças mais comuns em idosos, suas causas, sintomas e também como tratar e evitá-las!

Envelhecer é um processo que implica em muitas mudanças na rotina. Uma das mais marcantes é que a saúde não é a mesma da juventude e é preciso dar mais atenção a ela.  A possibilidade de desenvolver algumas das doenças mais comuns em idosos que antes não eram uma preocupação começa a povoar a cabeça de pacientes e familiares.

Por isso, é importante manter uma rotina de consultas e exames com especialsitas – inclusive, já falamos aqui no blog sobre a importância do médico para idosos. Então, para ajudar você a acompanhar a saúde de seus entes queridos, elaboramos uma lista com as cinco doenças mais comuns em idosos, com sintomas, causas e tratamentos. Fique atento!

1 – Hipertensão

Popularmente conhecida como pressão alta, a doença se dá quando a pressão arterial do paciente é superior a 140 x 90 mmHg (milímetro por mercúrio), ou 14 por 9. A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBS) estima que mais de 50% das pessoas com 60 anos ou mais possuem a doença.

Os sintomas incluem dor na região da nuca, visão embaçada, cansaço, tontura, sangramento no nariz e, em casos mais avançados, náuseas e vômitos. O tratamento é feito com medicação indicada pelo cardiologista, alimentação saudável e exercícios físicos.

2 – Diabetes

Diabetes é uma síndrome metabólica que consiste na interrupção na forma como o corpo faz uso da glicose e de açúcares digeridos a partir de alimentos. A mais comum entre os idosos é a do tipo 2 (corresponde por cerca de 90% dos casos). Nessa variação da doença, o corpo produz insulina, mas é resistente a ela – o que significa que seu organismo não pode processar adequadamente a glicose.

Essa, que é uma das doenças mais comuns em idosos, faz com que os níveis de açúcar subam perigosamente, o que pode levar a problemas de saúde, incluindo ataques cardíacos, derrames, insuficiência renal, cegueira e lesões nervosas. O diabetes tipo 2 pode ser tratado com medicamentos orais ou injetáveis. Levar um estilo de vida saudável, com exercícios regulares e uma dieta bem equilibrada, também são formas eficientes de prevenção.

3 – Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson é uma condição neurológica, degenerativa, crônica e progressiva que acometa, geralmente, pessoas com mais de 65 anos. Ela ocorre quando o sistema nervoso sofre degeneração em uma região do cérebro chamada substância negra. Como consequência, o Parkinson gera deficiência de dopamina, neurotransmissor que controla os movimentos finos e coordenados das pessoas.

Infelizmente, ainda não existem formas de prevenção, mas é possível controlar os sintomas apresentados por ela, que são divididos em dois grupos: motores e não motores. Os sintomas motores incluem tremores, rigidez muscular e bradicinesia – dificuldade em iniciar qualquer movimento voluntário. Os sintomas não-motores podem ser demência, depressão, ansiedade, alucinações, alterações no sono e raciocínio lento.

O diagnóstico é feito a partir da análise dos sintomas e do histórico médico do paciente por parte do neurologista. Não há um tratamento que leve à cura da doença, porém, se consegue controlar os sintomas apresentados e retardar o seu progresso. Medicamentos aliados à fisioterapia, terapia ocupacional, terapia psicológica e fonoaudiologia possuem um grande efeito na qualidade de vida da pessoa diagnosticada.

4 – Doença de Alzheimer

É uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas. De início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Assim, o idoso pode até lembrar com precisão de acontecimentos de anos atrás, mas esquecer que acabou de realizar uma refeição, por exemplo.

Embora as causas do Alzheimer ainda não sejam completamente compreendidas, seu efeito sobre o cérebro é claro. A doença danifica e mata as células cerebrais, se manifestando nos chamados estágios do Alzheimer.

Com a evolução do quadro, a enfermidade causa grande impacto no cotidiano da pessoa e afeta a capacidade de aprendizado, atenção, orientação, compreensão e linguagem. A pessoa fica cada vez mais dependente da ajuda dos outros, até mesmo para rotinas básicas, como a higiene pessoal e a alimentação. Esse quadro faz do Alzheimer não apenas uma das doenaçs mais comuns em idosos, mas também uma das mais graves.

A causa da doença é desconhecida, mas seus efeitos deixam marcas fortes no paciente. Os cientistas já conseguiram identificar um componente genético do problema, mas ainda não há uma solução.

5 – Câncer

O câncer se desenvolve quando células anormais crescem em uma taxa incontrolável, o que é mais provável de ocorrer na velhice. Segundo um estudo americano, 77% dos cânceres são diagnosticados em pacientes com idade acima de 55 anos. Os tipos de câncer mais comuns para idosos incluem: câncer de estômago, linfoma não-Hodgkin, bexiga, próstata, colorretal, pulmão, pele e câncer de mama. Assim, os sintomas, tratamentos e causas são tão variáveis quanto a própria doença em si. O recomendado para um diagnóstico precoce (que aumenta as chances de cura) é realizar exames de rotina e manter um cotidiano de consultas com seu médico.

Agora você já conhece as cinco doenças mais comuns em idosos, seus sintomas e tratamentos. Então, caso perceba que seu familiar ou até você mesmo apresente alguns dos sintomas listados, procure um especialista. Cuidar do bem-estar é fundamental, especialmente de nossos entes queridos mais velhos. E para saber dicas de cuidados com idosos, clique aqui!

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Problemas de visão na terceira idade

Conforme ficamos mais velhos, os problemas de visão na terceira idade passam a ser mais comuns. Conheça sintomas, causas e tratamento dos mais frequentes!

Com a chegada da velhice, começam a aparecer sintomas que antes não faziam parte da rotina. Os sentidos já estão danificados, o corpo já não funciona tão perfeitamente e algumas doenças “da idade” se manifestam – por exemplo, problemas de visão na terceira idade se tornam mais comuns.

Os olhos são um dos primeiros a apresentar falhas. Ainda na idade adulta, por volta dos 40 anos, os sintomas já aparecem. Com a popularização da tecnologia e o consequente uso contínuo de aparelhos como celulares e tabletes, é cada vez mais precoce o aparecimento desses sintomas. Felizmente os avanços da medicina já permitem que alguns problemas sejam solucionados ou, pelo menos, amenizados. Abaixo listamos os três problemas de visão na terceira idade mais frequentes. Informe-se e fique atento aos sintomas, pois a maioria pode ser controlada com diagnóstico precoce e correto!

Presbiopia (vista cansada)

Também conhecida como vista cansada, a presbiopia atinge pessoas acima dos 40 anos de idade. É, basicamente, a perda da qualidade visual para enxergar o que está perto, especialmente em ambientes com pouca luz. Ler um livro, por exemplo, pode se tornar uma tarefa árdua. Quem sofre desse problema percebe que as letras perdem o foco e que é necessária certa distância para conseguir interpretá-las.

Os sintomas, além da dificuldade para enxergar de perto, podem incluir dores de cabeça e fadiga da visão. A boa notícia é que o tratamento é simples: utilização de óculos ou lentes de contato.

Glaucoma

Essa doença genética é provocada pelo aumento na pressão ocular, que provoca lesão no nervo óptico, podendo levar à cegueira irreversível caso não seja diagnosticada a tempo. É uma doença silenciosa e sem sintomas, até que, com o passar dos anos, a pessoa começa a perder a visão periférica gradualmente, podendo chegar à perda total da visão no olho atingido.

O diagnóstico é feito com exames específicos, clínicos e laboratoriais. Os pacientes que possuem histórico familiar devem realizar esses exames anualmente a partir dos 45 anos e todos os pacientes com mais de 60 anos devem incluí-los na sua rotina de check-up médico. Já o tratamento, que busca estabilizar a pressão ocular e, assim, evitar a cegueira, é feito apenas com a utilização de colírios.

Catarata

A catarata é a principal causa de cegueira irreversível em todo o mundo, portanto, pode ser considerada também o maior dos problemas de visão na terceira idade. Ela costuma aparecer depois dos 50 anos de idade e consiste na perda progressiva da transparência do cristalino (parte interna do olho que fica próxima à pupila). Assim, o cristalino acaba ficando opaco e, com isso, a nitidez das imagens é reduzida progressivamente conforme a doença avança. A catarata surge de maneira natural, mas também pode ser acelerada por doenças como o diabetes, por exemplo.

Quando esssa enfermidade interfere nas atividades normais do indivíduo, o cristalino embaçado pode ser substituído por lentes artificiais transparentes. Esse geralmente é um procedimento ambulatorial feito a laser e muito seguro.

– Veja 7 dicas para aumentar a qualidade de vida na terceira idade!

Agora que você já conhece os principais problemas de visão na terceira idade, já pode ficar atento aos sinais e sintomas. Além disso, é importante lembrar-se que a saúde do idoso é mais frágil e precisa de acompanhamento contínuo; não espere a situação se agravar para procurar tratamento. Inclusive já falamos aqui no blog sobre os motivos para procurar um médico para idosos.

Você conhece alguém que aparenta ter alguma das doenças relacionadas acima? Então que tal compartilhar esse artigo com amigos e familiares em suas redes sociais?

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Pilates para idosos

Conheça os principais benefícios do pilates para idosos

Podemos observar que atualmente a terceira idade está buscando cada vez mais independência, autonomia e saúde. Mas através de quais métodos eles buscam o envelhecimento saudável?

O pilates é um exercício que tem ganhado bastante visibilidade quando o assunto são idosos. A prática é benéfica, pois ajuda a prevenir doenças, reduz dores, previne lesões, corrige a postura, fortalece o corpo, aumenta o equilíbrio e proporciona o bem estar. Além disso, os pilates engloba uma série de exercícios que são feitos de maneira calma e eficaz. Sendo assim, diminuem as chances de movimentos que prejudiquem ou causem dano a saúde do idoso.

Vários métodos são importantes para se alcançar a terceira idade com saúde, dentre eles, a prática de atividades físicas ganha uma imensa importância. Além de prevenir e desacelerar as perdas de funções cognitivas, comuns nessa época da vida, melhora a resistência física e facilita a confiança para uma vida mais independente!

O pilates é uma atividade que é altamente recomendada para idosos porque, além de promover a prática de exercícios físicos, é uma atividade que é sempre acompanhada por um profissional fisioterapeuta.

Veja quais são os principais benefícios dessa atividade!

Pilates para idosos reduz as chances de quedas

As quedas na terceira idade são um problema grave na vida do idoso. Para evitar esse problema já existem algumas tecnologias que atuam na detecção de quedas de forma automática. Isso evita complicações pós quedas já que dessa forma o idoso consegue ser socorrido mesmo que esteja inconsciente.

Especialistas apontam que 37% dos idosos caem pelo menos uma vez ao ano.

Além disso, após sofrer uma queda o idoso pode não só se ferir fisicamente, mas a insegurança e o medo podem desencadear uma série de problemas. A Síndrome Pós Queda é um exemplo disso. Essa síndrome é um mal para o idoso, pois após traumatizar-se com a queda, fica refém de si mesmo e tende a ficar recluso ou evitar certas atividades.

As técnicas disponibilizadas pelo pilates minimizam os efeitos do envelhecimento, pois, ajudam a manter a saúde e as funcionalidades do corpo. O pilates é conhecido como arte do controle e do equilíbrio da mente em comunhão com o corpo. Portanto, visa o controle consciente dos movimentos, aperfeiçoando o físico.

O pilates tem como base seis princípios, que são:

  • Respiração – A respiração correta utiliza dos músculos do abdômen, coordenando-os com os movimentos feitos em atividade;
  • Centralização – Esse é um termo criado por Pilates. A centralização tem como objetivo trabalhar o conjunto de músculos que ajuda a região central do corpo;
  • Concentração – É o pensamento do movimento consciente, que tem como objetivo, aumentar o sensorial do sistema nervoso. Fazendo com que envie mais estímulos aos músculos que vão ser trabalhados;
  • Controle – Utilizar a mente para controlar os movimentos, mantendo um padrão suave;
  • Precisão – Fazer exercícios de forma controlada e eficaz;
  • Fluidez – movimentos contínuos e ritmados.

Os exercícios realizados no pilates têm como um dos objetivos o fortalecimento dos aspectos fisiológicos da pessoa idosa. Pensando em evitar disfunções a repetição dos exercícios executados, melhora não só a massa muscular, mas também o equilíbrio o que contribui na redução de quedas na terceira idade.

Por isso, é importante que o profissional da área tenha como objetivo: manter a capacidade funcional entendendo a particularidade de cada idoso. Com isso, é possível manter plena as habilidades mentais e físicas, por fim conquistar maior autonomia e independência!

Melhora na articulação e reduz os sintomas da osteoporose

Após os 35 anos de idade os ossos começam a passar por um processo de perda de massa. É um processo fisiológico comum quando estamos caminhando para a terceira idade. A falta de nutrientes relacionados ao cálcio é um dos fatores que nos levam a osteoporose.

Mas como isso se relaciona com o pilates? Simples: o pilates é considerado um dos possíveis tratamentos para a osteoporose.

Por ser um método eficiente no desenvolvimento consciente de movimentos, o pilates é uma atividade que promove um desenvolvimento a longo prazo. Além disso, por ser feito sob supervisão de um fiseterapeuta. Pode-se dizer que o pilates tem baixo risco de provocar lesões ou sobrecarga nos ossos, devido à sua metodologia.

Idosos que possuem dores nas articulações tendem a melhorar com a atividade. Os movimentos de tração e tensão melhoram aspectos como a força e a flexibilidade. Isso tudo favorece uma remodelagem óssea.

Melhora a circulação sanguínea

Como já falamos antes, o pilates tem como um de seus principais métodos o uso correto da respiração ao executar um exercício. Por isso a prática dessa atividade é favorece a prevenção contra a má circulação sanguínea no corpo.

Para um fluxo venoso saudável é preciso que os músculos do abdômen sejam trabalhados em conjunto com uma respiração correta. A respiração feita de maneira incorreta acarreta em diversos danos à saúde. O mais comum é a dificuldade em manter o fluxo venoso, devido ao ar reprimido que aumenta a pressão intra-abdominal.

Os especialistas dão as seguintes dicas:

  • Usar roupas leves e que não apertem a cintura;
  • Durante as práticas de exercícios, utilize tênis leves e anatômicos;
  • Lembre-se que a respiração durante o exercício é muito importante;
  • O peso não é fator prejudicial, mas antes de começar a praticar exercícios, procure por um profissional capacitado.

Previne doenças como o AVC e o ataque cardíaco

O AVC, ou Ataque Vascular Cerebral, é um dos males que mais deixa sequelas em idosos e é o segundo fator que mais causa mortes no mundo. Resultante da falta de irrigação sanguínea ao cérebro, o AVC pode ser prevenido através do pilates.

Como falado anteriormente, exercícios de respiração contribuem de forma significativa para que se tenha um fluxo sanguíneo funcional e saudável. Além disso, o pilates também contribui na reabilitação de pacientes acometidos pelo AVC.

Além de fortalecer os músculos, a atividade devolve uma postura correta, recupera os movimentos musculares e trabalha também com a mente do praticante. Isso ajuda o paciente a ter bons resultados em sua recuperação e acelerá-la.

Proporciona bem-estar e ajuda na saúde mental

Muito se sabe sobre a parte física envolvida no pilates, mas pouco se fala nos benefícios mentais. Outra base fundamental da atividade é a concentração. O método usado no pilates exige concentração constante. Buscando pela aprimoração do movimento, é preciso manter o foco, para que corpo e mente estejam sincronizados.

Essa medida ajuda não só na concentração, mas também no desenvolvimento de várias outras funções mentais. Um exemplo disso pode ser a memória, desenvolvida pela repetição de movimentos complexos e que treinam em especial essa capacidade mental.

Assim, o pilates para idosos previne o estresse, ansiedade e ajuda na autoestima do idoso. A tensão muscular pode desencadear alguns males mentais. Os exercícios aplicados vão além do corporal. Em conjunto com os exercícios que trabalham os músculos e ajudam no combate da atrofia ou deterioração das articulações, a respiração executada de maneira correta tem como benefício o relaxamento, o que ajuda a manter a calma.

Gostou do nosso tema sobre o pilates? Essa é uma das inúmeras atividades que podem ser praticadas na terceira idade. Deseja receber informações e materiais exclusivos sobre atividades e cuidados com idosos? Cadastre seu e-mail no box “Quer ainda mais conteúdo” no início do texto!

 

Esta publicação é um guest post da empresa LIFELINK.

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Síndrome Pós Queda: saiba como identificar e tratar

Após uma queda, é comum que o idoso sinta medo de cair novamente, mas este medo não deve limitá-lo. Conheça a Síndrome Pós Queda e descubra como tratar!

Quando um idoso cai, a preocupação imediata de médicos e familiares é constatar se houve alguma fratura. E não é para menos: as fraturas de fêmur e quadril estão entre as principais consequências de quedas em idosos e, em cerca de 20% dos casos, levam a óbito no primeiro ano. No entanto, além das complicações físicas, é necessário ficar atento às consequências psicológicas, que também podem ser muito agressivas. Após a queda, alguns idosos tendem a culpar-se pelo acontecido, especialmente quando estão dependendo de alguém – para locomoção, alimentação ou curativos, por exemplo. Esse evento potencializa uma tendência prévia à baixa autoconfiança e o idoso pode desenvolver a chamada Síndrome Pós Queda.

Felizmente, há tratamento e a família tem papel importantíssimo na reabilitação do idoso. Continue lendo para descobrir como identificar a Síndrome do Pós Queda, os riscos para a saúde do idoso e como tratá-la.

O que é a Síndrome Pós Queda?

Mais corretamente chamada de Síndrome do Pós Queda, ela consiste no conjunto de sintomas psicológicos limitantes que se manifestam após um episódio de queda. Ela pode acometer qualquer pessoa que sofra uma queda, mesmo nos casos em que não há comprometimento físico ou neurológico. Porém é mais comum em idosos, pois, proporcionalmente, os episódios de quedas também são mais frequentes entre eles.

Síndrome do Pós Queda e a Ptofobia

Muitas pessoas confundem a Síndrome do Pós Queda com a Ptofobia, que é o medo excessivo de cair. Quem sofre de Ptofobia sente um pavor descontrolado de permanecer em ortostatismo (posição de pé, ereta) e tem dificuldades de andar sozinho.

A Ptofobia pode se manifestar em diversas situações de distúrbios psicológicos, a partir de traumas ou acontecimentos marcantes, mesmo que não haja histórico de queda – que por sua vez é um fator indispensável para caracterizar a Síndrome do Pós Queda. É importante destacar que a Ptofobia é o sintoma principal da Síndrome, mas não é o único.

Isso ocorre porque a ansiedade expressada pelo idoso vai além do medo de cair e além da própria queda, pois envolve o medo de machucar-se, ser imobilizado, hospitalizado, ficar fisicamente dependente e ser incapaz de realizar suas atividades diárias.

Você sabia que se o idoso receber atendimento adequado na primeira hora após a queda ele tem maiores chances de vida? Clique aqui e saiba mais sobre a Hora de Ouro!

Como identificar a Síndrome do Pós Queda

Como mencionamos anteriormente, a Síndrome Pós Queda não está relacionada exclusivamente à existência de alguma lesão ou incapacidade motora: pode ocorrer também em idosos totalmente saudáveis e fisicamente recuperados.

Em um primeiro momento, o idoso evita demonstrar medo mas frequentemente encontra justificativas para não ficar de pé ou caminhar. Ele acredita que ao não se movimentar, estará menos exposto às chances de uma nova queda. Quando precisa caminhar, o faz com muita ansiedade e tensão, segurando-se em móveis ou pessoas e cambaleia para frente como se fosse cair a qualquer momento.

Embora os sintomas da Síndrome do Pós Queda sejam bem particulares, é importante recorrer a um profissional para obter o diagnóstico.

Reflexos da Síndrome para a saúde do idoso

Quando o idoso para de se movimentar, sob o pretexto de evitar novas quedas, o organismo deixa de reservar nutrientes, pois entende que não terá gasto energético, o que resulta em diversas consequências:

  • Perda de força e tônus muscular;

  • Dificuldade na marcha;

  • Comprometimento do equilíbrio;

  • Redução da flexibilidade;

  • Restrição da oxigenação no sangue.

Por esse motivo, costuma-se dizer que a Síndrome Pós Queda é um círculo vicioso, visto que sua consequência é justamente a queda. Observe:

Como tratar a Síndrome do Pós Queda?

Por tratar-se de uma condição psicológica com consequência física, é necessário adotar tratamento multidisciplinar com foco na reabilitação do idoso. Profissionais de diversas áreas são requeridos para essa tarefa e devem ser priorizados aqueles com experiência em geriatria – fisioterapeuta, psicólogo, psiquiatra, neurologista e educador físico são alguns deles.

Nesse momento, o desempenho da família é indispensável para o sucesso do tratamento. Deve-se tomar cuidado para não limitar o idoso nem interferir em sua autonomia, dado que esse comportamento reforça ainda mais o medo de cair.

Os familiares podem ajudar na prevenção: primeiro, conhecendo as causas e os fatores de risco das quedas em idosos; depois, executando as medidas preventivas no ambiente e na promoção de hábitos saudáveis.

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como cuidar de idoso com alzheimer

O Alzheimer afeta idosos e familiares, mas é possível minimizar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida. Descubra como cuidar de um idoso com Alzheimer.

Quando um idoso recebe o diagnóstico da Doença de Alzheimer, toda a família sofre. É muito difícil assimilar que uma pessoa ativa e independente seja acometida por uma doença incurável e debilitante. Por ser uma doença neurodegenerativa progressiva, o Alzheimer evolui ao longo dos anos, passando por três estágios principais e afetando cada dia mais a memória e a capacidade cognitiva do doente. Devido às particularidades da doença, a rotina de como cuidar de idoso com Alzheimer demanda muita paciência e jogo de cintura. Além das dificuldades físicas e cognitivas que se agravam com o tempo, as alterações comportamentais deixam o idoso teimoso, sensível e agressivo, dificultando o cuidado diário.

Embora não seja possível reverter o Alzheimer, algumas ações ajudam a minimizar os sintomas e retardar o avanço da doença, contribuindo para manter a qualidade de vida do idoso por mais tempo. Confira que ações são essas e descubra como cuidar de idoso com Alzheimer!

#1 Estabeleça uma rotina

Semelhante às crianças, os idosos com Alzheimer precisam de rotina para se sentirem seguros.

Organize-se para que vocês façam as refeições sempre no mesmo horário, assim como os passeios, as atividades, o banho, a administração dos medicamentos e a hora de dormir, entre outras atividades. Peça a ajuda do idoso para desenvolverem juntos uma agenda semanal, incluindo os momentos de lazer, como assistir a um filme ou dançar.

#2 Valorize sua autonomia

O comprometimento da capacidade do idoso com Alzheimer é gradativo, portanto, evite incapacitá-lo antes que a doença o faça.

Permita que o idoso realize as atividades a que está habituado e supervisione, ajudando apenas quando houver necessidade. Dessa forma, ele se sentirá mais confiante por perceber que ainda mantém certa autonomia.

#3 Mantenha a casa segura

Sempre alerta! O lema é dos escoteiros, mas bem poderia ser adotado pelos cuidadores de idosos com Alzheimer.

Os episódios de acidentes domésticos são muitos comuns com idosos, e com a Doença de Alzheimer os riscos são ainda maiores. Para reduzir as chances de queda e acidentes, realize adaptações na casa: instale barras de segurança no banheiro, mantenha os ambientes bem iluminados e retire tapetes e móveis em excesso. Também fique atento ao fogão, ar condicionado e aparelhos elétricos.

#4 Evite que ele saia desacompanhado

Mesmo na fase inicial da doença, um dos sintomas mais recorrentes é a Desorientação Topográfica, que consiste na dificuldade em reconhecer trajetos e lugares cotidianos, o que pode fazer com que o idoso se perca, caso saia desacompanhado. Para evitar que ele saia do lar sozinho, deixe-o acreditar que você não quer ficar sozinho ou tem algum compromisso fora de casa. Caso você não possa acompanhá-lo sempre, considere a aquisição de um Mini Rastreador para Idosos.

Além disso, quando a doença avança, o idoso tende a não reconhecer a própria casa e pede para ir embora – é a chamada Síndrome do Pôr do Sol, pois geralmente se manifesta no fim da tarde. Caso aconteça, leve-o para dar a volta na quadra e retorne para casa.

#5 Incentive a prática de exercícios físicos

Os benefícios dos exercícios físicos são conhecidos por todos, mas os efeitos em idosos com Alzheimer vão além da estética e do fortalecimento muscular. A deterioração dos neurônios afeta diretamente o sistema motor do idoso, comprometendo a locomoção e os movimentos cotidianos, como sentar e erguer os braços – e as atividades físicas amenizam justamente isso tudo.

Além de evitar as dores e quedas, os exercícios físicos contribuem para a manutenção do equilíbrio, para o funcionamento do intestino e para a liberação de endorfina (hormônio do bem-estar que reduz os sintomas do Alzheimer).

#6 Estimule, também, os exercícios mentais

As atividades cognitivas são muito importantes para manter ativo o cérebro dos idosos e retardar os sintomas do Alzheimer. E o estímulo ainda pode ser potencializado se as atividades forem realizadas em grupos maiores de pessoas, em clubes ou com vizinhos. Jogo da memória, quebra-cabeças, sudoku, cruzadinha, xadrez e jogos de baralho são ótimas opções para incentivar o raciocínio lógico.

Além dos jogos, conheça outras dicas para “acordar” o cérebro:

  • Antes de ir ao supermercado, peça ao idoso para fazer uma lista de compras. Chegando lá, tentem realizar as compras sem usar a lista.

  • Leia uma história ou notícia para o idoso, com muitos detalhes. No dia seguinte, solicite que ele repita ou conte a história para outra pessoa.

  • Coloque uma música que ele goste ou que tenha sido especial em sua juventude – as músicas são poderosas contra a progressão do Alzheimer.

Gostou das nossas dicas de como cuidar de idoso com Alzheimer? Então confira o nosso blog para ter ainda mais informações sobre a saúde na terceira idade!

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A importância da acessibilidade para idosos

Além da mobilidade reduzida, muitos idosos enfrentam outras batalhas diárias para se locomover. Leia mais sobre a importância da acessibilidade para idosos!

Com o avançar da idade, os riscos de quedas e acidentes domésticos aumentam. Juntamente com a fragilidade muscular e óssea, as debilidades visuais, auditivas e de equilíbrio, essa situação pode transformar utensílios rotineiros em verdadeiros obstáculos na acessibilidade para idosos.

A questão é tão séria que existe até legislação garantindo o direito do idoso à mobilidade – aliás, o Brasil tem uma das mais avançadas leis de mobilidade social. Porém, ela vem sendo praticada apenas em novas obras públicas, enquanto as construções antigas continuam trazendo riscos e até contribuindo para o isolamento social dos idosos mais debilitados.

Por isso, é importante atentar-se aos fatores de risco e tomar medidas preventivas, evitando acidentes cotidianos que provoquem lesões e dificultem ainda mais a mobilidade na terceira idade. Desde as característica do solo até detalhes na roupa do idoso, como bolsos e botões, podem fazer toda a diferença. Conheça, a seguir, atitudes simples que podem facilitar muito a mobilidade e a acessibilidade para idosos.

Reduza os riscos em casa

Para oferecer um ambiente aconchegante ao idoso, que permita sua mobilidade com independência e segurança, é necessário adotar uma série de adaptações. Confira:

  • Evitar tapetes de tecido sobre pisos encerados, que podem ser escorregadios;

  • Evitar qualquer objeto no chão que crie obstáculos para a passagem, tais como: extensões elétricas, mesas de centro, brinquedos de crianças, entre outros;

  • Prefira sofás e poltronas que tenham braços firmes, pois servem de apoio ao levantar-se;

  • Organizar ambientes bem iluminados, aumentando a probabilidade do idoso enxergar os obstáculos;

  • No banheiro, evitar box de vidro e dispor de barras de apoio (tanto no box, quanto ao lado da privada). Também opte por tapetes antiderrapantes;

  • Substituir os armários muito altos por modelos em que o idoso consiga alcançar os objetos que precisa sem precisar usar banquetas ou escadas.

Reduza os riscos na rua

Atualmente, os idosos já são 12% da população brasileira. E em 40 anos eles serão um terço dos brasileiros. Embora a quantidade de idosos seja crescente, não é comum vê-los muito nas ruas, devido ao medo de quedas e de assaltos e, também, pela falta de estrutura em vias públicas que proporcionem acessibilidade para idosos.

No entanto, a interatividade social é importantíssima para manter o cérebro ativo e ajuda a evitar a demência. Além disso, sair às ruas dá também ao idoso o sentimento de pertencimento, prevenindo também a depressão (que pode motivar o surgimento de diversas outras doenças).

Confira, abaixo, medidas que ajudam a deixar o idoso mais seguro ao sair para a rua:

  • Sempre que possível, acompanhe-o à primeira visita em algum local, ajudando a construir uma rota com os trajetos mais seguros, com locais para atravessar a rua, melhores calçadas para andar, entre outros;

  • Dar sempre preferência a estabelecimentos comerciais que sejam adaptados para receber o idoso, tanto com sua estrutura física, quanto com atendimento prioritário e especializado (esses, aliás, são direitos do idoso previstos em lei);

  • Evitar que o idoso esteja fora de casa ao anoitecer e em dias de chuva, cuja visibilidade fica mais prejudicada, favorecendo quedas;

  • Utilizar os serviços de “corridas para a família” nos aplicativos de transporte (Uber, 99 POP, Cabify, entre outros), no qual você pode chamar o carro do seu celular para o idoso, que está em seu respectivo endereço. Dessa forma, ele consegue cumprir com seus compromissos com mais conforto e segurança;

  • Utilizar algum dispositivo de localização, por onde os familiares possam monitorá-lo em tempo real e receber alertas automáticos em caso de acidentes. Um exemplo desse tipo de aparelho é o Mini Rastreador IGO!

De fato, as medidas indicadas neste artigo não eliminam totalmente os riscos de acidentes. Mas contribuem muito para que o idoso consiga ter mais autonomia, independência e interatividade social no seu cotidiano, sentimentos esses que interferem diretamente na sua saúde e bem-estar.

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7 dicas para aumentar a qualidade de vida na terceira idade

Embora o envelhecimento seja frequentemente relacionado às doenças, existem formas de manter e aumentar a qualidade de vida na terceira idade. Descubra como!

Além da sabedoria e dos cabelos grisalhos, o avançar da idade pode trazer muitas outras consequências à vida dos idosos.  Por isso é fundamental construir hábitos que favoreçam a qualidade de vida na terceira idade.

Ter a saúde física e mental debilitadas são, infelizmente, bastante comuns nessa época da vida. Para ajudar o idoso a viver essa fase com mais plenitude, reunimos sete dicas simples e práticas que farão muita diferença para a qualidade de vida na terceira idade. Confira!

#1 Praticar atividades físicas

Caminhar e praticar outras atividades físicas faz bem para o coração e para as pernas, além de fortalecer os músculos e ajudar a prevenir a depressão. Realizar caminhadas leves e diárias, com duração indicada entre 30 minutos a 1 hora, já trará ótimos resultados. Além disso, as academias ao ar livre são também uma excelente opção para fazer exercícios sem custo.

#2 Comer peixes, frutas e legumes

Aumentar a frequência dos peixes e frutos do mar no cardápio é uma ótima pedida: eles são ricos em ácidos graxos ômega-3, que reduzem o os riscos de hipertensão arterial e doenças cardíacas. Além disso, colorir o prato com saladas e legumes garante a ingestão de vitaminas, fibras e nutrientes que aumentam a imunidade e previnem muitas doenças. Substituir doces por frutas na sobremesa fecha o menu com chave de ouro e traz ainda mais qualidade de vida na terceira idade.

#3 Consumir bastante líquido

Beber diariamente de seis a oito copos de água e/ou sucos naturais de frutas mantém o corpo hidratado e limpo de impurezas. A grande dica é sempre coar ou peneirar os sucos, evitando engasgamentos e afogamentos.

#4 Tomar sol

Os raios solares repõem os níveis de vitamina D, que é muito importante para fortalecer os ossos e os dentes. Por isso, banhos de sol com duração de 15 a 45 minutos por dia é muito benéfico para a qualidade de vida dos idosos. No entanto, é muito importante lembrar de utilizar protetor solar e  respeitar os melhores horários para o banho de sol (antes das 10h e após às 16h).

#5 Manter o cérebro ativo

Exercitar frequentemente o cérebro com jogos de cartas e palavras cruzadas é divertido e nos deixa mais inteligentes. Porém, o grande ganho é que esta prática ajuda a evitar ou retardar o aparecimento de doenças neurológicas – grandes vilãs na terceira idade. Portanto, é muito positivo que o idoso pratique atividades que estimulem a sua mente.

#6 Socializar

Manter contato com bons amigos garante bem-estar e qualidade de vida na terceira idade. Segundo uma pesquisa realizada em Harvard, pessoas que se relacionam e possuem contato com boas amizades são mais felizes. Fora isso, manter convívio social mantém o cérebro ativo e ajuda a prevenir demência. Participar de excursões para a terceira idade, de grupos de dança (ou outras atividades) para idosos ou simplesmente cultivar o hábito de reunir os amigos em casa para uma refeição especial e um bom bate-papo são excelentes alternativas para fortalecer os laços.

 #7 Evitar os  riscos

A maioria dos acidentes com idosos ocorrem no ambiente doméstico. Nesta fase da vida, pequenas lesões ou fraturas podem ocasionar grandes problemas. Por isso, prevenir-se garantindo que a casa deles esteja livre de riscos – como objetos soltos, tapetes ou calçados escorregadios, degraus, entre outros – é de extrema importância.

Para oferecer e incentivar esses hábitos que garantem qualidade de vida na terceira idade, estar presente e próximo no dia a dia dos idosos é fundamental. Afinal, o afeto e segurança emocional também são fatores importantíssimos para um envelhecimento saudável e feliz.

Porém, muitas vezes a dedicação exclusiva é impossível. Nesses casos, já é possível contar com uma série de recursos tecnológicos que auxiliarão nos cuidados enquanto você não puder estar presente. Para saber mais sobre esse assunto, confira o nosso post sobre novas tecnologias que melhoram qualidade de vida dos idosos!

RESPONDA AO QUIZ E SAIBA A QUE RISCOS O SEU FAMILIAR IDOSO PODE ESTAR EXPOSTO!

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