Qual a diferença entre autonomia e independência do idoso?

Quando o assunto é envelhecimento, muito se fala na perda da autonomia e da independência conforme o avançar da idade. Mas você sabia que, apesar dos conceitos serem bastante semelhantes, eles não são sinônimos? 

Autonomia diz respeito à capacidade da pessoa tomar as próprias decisões conscientemente, podendo discernir claramente acerca do que é certo ou errado, bom ou ruim. Já a independência é sobre a capacidade física e cognitiva de realizar atividades sem a ajuda de outras pessoas sem que isso cause prejuízos ao seu estado físico ou mental. Ou seja, uma pessoa independente não tem necessariamente autonomia para tomar decisões sobre a própria vida e alguém com autonomia pode não ter capacidade física ou motora de viver de forma independente. 

No caso dos idosos, a perda da autonomia e da independência é gradual, mesmo que não ocorram concomitantemente. O processo de envelhecimento afeta necessariamente a integridade física e cognitiva, em maior ou menor grau. Os avanços médicos e tecnológicos das últimas décadas têm retardado esse processo, mas ele é inevitável. É necessário que se tomem os cuidados adequados, além da conscientização de que as capacidades vão se perdendo gradativamente.  

Como preservar a autonomia e a independência do idoso?

O primeiro passo, e o mais importante, é ter consciência da condição de idoso. Parece óbvio, mas muitas famílias passam de forma inconsciente por um processo de negação quando as limitações começam a surgir. Cuidar da saúde física e mental, realizando exames e consultando médicos periodicamente é essencial para a qualidade de vida dos idosos. Problemas de visão, audição e locomoção são comuns nessa fase da vida e em muitos casos podem ser facilmente solucionados.

Outro ponto importante é respeitar o espaço do idoso e as suas necessidades e vontades. Se ele tem condições de realizar atividades do dia-a-dia, como arrumar a casa e cozinhar, por exemplo, é importante que o faça. Assim como é essencial que, na medida do possível, ele cuide da própria rotina.  É muito comum que a família tome decisões pelo familiar idoso com base no que considera melhor para ele, mas  essa atitude pode provocar o sentimento de impotência e, consequentemente, danos à autoestima que podem desencadear doenças como a depressão, por exemplo. 

Não peque pelo excesso e nem pela falta de cuidado!

É perfeitamente justificável a preocupação e o zelo que a família tem com idosos, principalmente os de idade mais avançada. Mesmo os mais saudáveis estão suscetíveis a incidentes inesperados. O ideal é que eles sejam constantemente monitorados. Porém, sabemos que, devido à rotina e ao estilo de vida das famílias, nem sempre é possível estar presente fisicamente. Uma solução moderna para essa questão são os sistemas de monitoramento de idosos à distância. 

Esse tipo de serviço é conhecido como Teleassistência e é ideal para quem quer garantir a segurança do familiar idoso sem afetar a autonomia e a independência.  Isso tudo através de um equipamento discreto e de fácil manuseio usado junto ao corpo que permite que, entre outras funções, o usuário contate imediatamente uma central de atendimentos preparada para atendê-lo em caso de emergência. Clique aqui para saber mais

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