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5 doenças mais comuns em idosos

Cuidar da saúde de quem amamos é fundamental. Por isso, conheça as doenças mais comuns em idosos, suas causas, sintomas e também como tratar e evitá-las!

Envelhecer é um processo que implica em muitas mudanças na rotina. Uma das mais marcantes é que a saúde não é a mesma da juventude e é preciso dar mais atenção a ela.  A possibilidade de desenvolver algumas das doenças mais comuns em idosos que antes não eram uma preocupação começa a povoar a cabeça de pacientes e familiares.

Por isso, é importante manter uma rotina de consultas e exames com especialsitas – inclusive, já falamos aqui no blog sobre a importância do médico para idosos. Então, para ajudar você a acompanhar a saúde de seus entes queridos, elaboramos uma lista com as cinco doenças mais comuns em idosos, com sintomas, causas e tratamentos. Fique atento!

1 – Hipertensão

Popularmente conhecida como pressão alta, a doença se dá quando a pressão arterial do paciente é superior a 140 x 90 mmHg (milímetro por mercúrio), ou 14 por 9. A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBS) estima que mais de 50% das pessoas com 60 anos ou mais possuem a doença.

Os sintomas incluem dor na região da nuca, visão embaçada, cansaço, tontura, sangramento no nariz e, em casos mais avançados, náuseas e vômitos. O tratamento é feito com medicação indicada pelo cardiologista, alimentação saudável e exercícios físicos.

2 – Diabetes

Diabetes é uma síndrome metabólica que consiste na interrupção na forma como o corpo faz uso da glicose e de açúcares digeridos a partir de alimentos. A mais comum entre os idosos é a do tipo 2 (corresponde por cerca de 90% dos casos). Nessa variação da doença, o corpo produz insulina, mas é resistente a ela – o que significa que seu organismo não pode processar adequadamente a glicose.

Essa, que é uma das doenças mais comuns em idosos, faz com que os níveis de açúcar subam perigosamente, o que pode levar a problemas de saúde, incluindo ataques cardíacos, derrames, insuficiência renal, cegueira e lesões nervosas. O diabetes tipo 2 pode ser tratado com medicamentos orais ou injetáveis. Levar um estilo de vida saudável, com exercícios regulares e uma dieta bem equilibrada, também são formas eficientes de prevenção.

3 – Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson é uma condição neurológica, degenerativa, crônica e progressiva que acometa, geralmente, pessoas com mais de 65 anos. Ela ocorre quando o sistema nervoso sofre degeneração em uma região do cérebro chamada substância negra. Como consequência, o Parkinson gera deficiência de dopamina, neurotransmissor que controla os movimentos finos e coordenados das pessoas.

Infelizmente, ainda não existem formas de prevenção, mas é possível controlar os sintomas apresentados por ela, que são divididos em dois grupos: motores e não motores. Os sintomas motores incluem tremores, rigidez muscular e bradicinesia – dificuldade em iniciar qualquer movimento voluntário. Os sintomas não-motores podem ser demência, depressão, ansiedade, alucinações, alterações no sono e raciocínio lento.

O diagnóstico é feito a partir da análise dos sintomas e do histórico médico do paciente por parte do neurologista. Não há um tratamento que leve à cura da doença, porém, se consegue controlar os sintomas apresentados e retardar o seu progresso. Medicamentos aliados à fisioterapia, terapia ocupacional, terapia psicológica e fonoaudiologia possuem um grande efeito na qualidade de vida da pessoa diagnosticada.

4 – Doença de Alzheimer

É uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas. De início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Assim, o idoso pode até lembrar com precisão de acontecimentos de anos atrás, mas esquecer que acabou de realizar uma refeição, por exemplo.

Embora as causas do Alzheimer ainda não sejam completamente compreendidas, seu efeito sobre o cérebro é claro. A doença danifica e mata as células cerebrais, se manifestando nos chamados estágios do Alzheimer.

Com a evolução do quadro, a enfermidade causa grande impacto no cotidiano da pessoa e afeta a capacidade de aprendizado, atenção, orientação, compreensão e linguagem. A pessoa fica cada vez mais dependente da ajuda dos outros, até mesmo para rotinas básicas, como a higiene pessoal e a alimentação. Esse quadro faz do Alzheimer não apenas uma das doenaçs mais comuns em idosos, mas também uma das mais graves.

A causa da doença é desconhecida, mas seus efeitos deixam marcas fortes no paciente. Os cientistas já conseguiram identificar um componente genético do problema, mas ainda não há uma solução.

5 – Câncer

O câncer se desenvolve quando células anormais crescem em uma taxa incontrolável, o que é mais provável de ocorrer na velhice. Segundo um estudo americano, 77% dos cânceres são diagnosticados em pacientes com idade acima de 55 anos. Os tipos de câncer mais comuns para idosos incluem: câncer de estômago, linfoma não-Hodgkin, bexiga, próstata, colorretal, pulmão, pele e câncer de mama. Assim, os sintomas, tratamentos e causas são tão variáveis quanto a própria doença em si. O recomendado para um diagnóstico precoce (que aumenta as chances de cura) é realizar exames de rotina e manter um cotidiano de consultas com seu médico.

Agora você já conhece as cinco doenças mais comuns em idosos, seus sintomas e tratamentos. Então, caso perceba que seu familiar ou até você mesmo apresente alguns dos sintomas listados, procure um especialista. Cuidar do bem-estar é fundamental, especialmente de nossos entes queridos mais velhos. E para saber dicas de cuidados com idosos, clique aqui!

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Esta é a dúvida de muitos familiares, especialmente pelo alto custo mensal e pela boa saúde do idoso. Afinal, vale a pena fazer plano de saúde para idosos?

No Brasil, um plano de saúde para idosos custa, em média, R$ 1.500,00 por mês, o que corresponde a uma despesa anual de quase R$ 20.000,00. Devido ao alto custo, muitas famílias têm ficado em dúvida sobre a necessidade desse investimento, especialmente por que muitos idosos são saudáveis e autônomos, e não precisam de acompanhamento médico regular.

Alguns familiares, inclusive, cogitam fazer uma poupança em vez do plano de saúde, para que tenham uma reserva à disposição em caso de emergência.

Mas, o que será mais indicado: garantir o atendimento com antecedência ou pagar procedimento particular somente quando houver necessidade?

Confira nossa análise e compartilhe conosco se você acha que vale a pena fazer um plano de saúde para idosos!

#1 Planejamento Financeiro

Quando você contrata um plano de saúde, passa a considerar a mensalidade em sua despesa mensal fixa e ajusta seu orçamento a ela. Você conta com esse investimento todos os meses e, em caso de necessidade de atendimento médico, você está seguro a qualquer momento.

Sem o plano de saúde, você não precisa desembolsar esse valor todos os meses, mas fica exposto a riscos financeiros em caso de doença súbita ou acidentes.

#2 Plano de saúde para idosos X Particular

O custo anual médio de um plano de saúde para idosos é de R$ 20.000,00, valor que, a princípio, assusta um pouco.

Em contrapartida, se você considerar o custo particular de uma internação em um bom hospital, com exames e medicamentos, este valor é o suficiente para cerca de 30 dias apenas.

#3 Plano de saúde X Poupança

Quando confrontamos o investimento para saúde em poupança, o plano de saúde ainda oferece mais segurança, por vários motivos:

  • O dinheiro guardado durante tanto tempo é consumido rapidamente em procedimentos particulares;
  • É um investimento sem destino específico: se durante o ano, você identificar qualquer outra situação que pareça demandar este valor, você perderá sua reserva para saúde;
  • A maioria dos brasileiros não possui o hábito e nem disciplina suficiente para economizar dinheiro;
  • O rendimento da poupança é insignificante.

#4 Plano de saúde X SUS

Embora o SUS ofereça todos os tipos de procedimentos, inclusive os de alta complexidade, o serviço como um todo é considerado ineficaz devido à alta demanda: estima-se que mais de 150 milhões de brasileiros dependam exclusivamente do SUS. Além disso, dados da ANS indicam que, nos últimos dois anos, mais de 2,7 milhões de pessoas ficaram sem convênio médico e passaram a depender do SUS, devido à perda do emprego ou à incapacidade de pagamento devido ao reajuste dos planos.
Isso reflete em vários aspectos da saúde pública:

  • Demora no agendamento de consultas e exames, pois não há profissionais nem estrutura suficientes para atender a todos com agilidade
  • Atendimento inadequado, pois os profissionais têm menos tempo para atender cada paciente
  • Defeito nos equipamentos, devido à sobrecarga da capacidade
  • Falta de medicamentos

#5 Prevenção

Pessoas cobertas por plano de saúde tendem a realizar mais ações de prevenção, como consultas de rotina e exames preventivos.

Quando os pacientes dependem de atendimento particular, são mais resistentes às medidas profiláticas e procuram atendimento médico somente em caso de necessidade – geralmente, em estágio avançado, o que demanda tratamentos mais caros.

No entanto, uma das desvantagens do plano de saúde para idosos é o período de carência: cada operadora pode determinar a carência para os procedimentos do plano, desde que não ultrapassem os prazos definidos pela Agência Nacional de Saúde.

 

De acordo com a tabela da ANS, até mesmo consultas e exames simples podem levar 180 dias para serem liberados:Box com informações sobre plano de saúde para idosos

Tratando de saúde, prevenir é sempre melhor do que remediar. Por esse motivo, fazer um plano de saúde para o idoso pode ser mais vantajoso do que arcar com atendimento particular.

Caso esteja em dúvida, consulte algumas operadoras de planos de saúde, solicite o contrato e analise as cláusulas para saber se estão de acordo com as expectativas da família. Se possível, peça a opinião do próprio idoso: ele se sentirá importante e muito mais disposto a seguir um tratamento de saúde no futuro.

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