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Saúde na terceira idade

Confira seis dicas que você pode colocar em prática hoje mesmo que irão lhe ajudar a chegar com saúde na terceira idade!

Muito se fala sobre o aumento na expectativa de vida, mas não basta envelhecer: é preciso ter saúde na terceira idade. Além dos importantes avanços na medicina, cada vez mais as pessoas vêm adotando hábitos mais saudáveis e conscientes em relação à preservação da sua boa forma física e mental.

O que muitos jovens ainda ignoram é que, para chegar com saúde na terceira idade e ainda com condições de aproveitar plenamente o que de fato pode ser a melhor idade, é essencial que os cuidados com o corpo e mente sejam recorrentes ao longo da vida. Pensando nisso, listamos algumas medidas que você pode colocar em prática hoje mesmo!

Seis medidas para chegar com saúde na terceira idade 

#1 Alimentação e ingestão de água adequadas

Aquela história de que “você é o que você come” não poderia ser mais verdade. Manter uma dieta equilibrada, baseada em alimentos naturais e evitando ao máximo o consumo de industrializados, é essencial para se chegar com saúde na terceira idade. Além disso, essa prática é uma das principais formas de prevenção de doenças como diabetes e hipertensão.  Já a água é o nutriente mais abundante e importante do corpo, responsável por desempenhar papeis fundamentais no organismo; portanto, é indicado que se consuma, no mínimo, dois litros por dia.

#2 Praticar atividades físicas

A prática regular de exercícios, além de proporcionar melhor forma física, estimula a produção do hormônio serotonina, responsável pela sensação de bem-estar, que melhora o humor e ajuda a prevenir a depressão. Movimentar o corpo também ajuda a prevenir doenças comuns da terceira idade, como a osteoporose e problemas no coração.

#3 Realizar exames de rotina

É importante, durante toda a vida, realizar exames de rotina no mínimo uma vez por ano. Através dos resultados de exames como glicemia, hemograma, triglicerídeos, colesterol total e urina é possível identificar se está tudo em ordem com o seu organismo. Se houver algum problema, quanto mais cedo se investigar a origem da alteração e tratá-la, melhores serão os resultados do tratamento.

#4 Dormir corretamente

Você até pode achar que não precisa dormir muitas horas durante a noite para estar descansado no outro dia. Porém, a verdade é que dormir pouco pode envelhecer o cérebro, pois isso acelera a velocidade do declínio cognitivo (natural do envelhecimento) e afeta o raciocínio, além de prejudicar a concentração e o metabolismo. Por isso, oito horas de sono por noite é o ideal.

#5 Pegar sol regularmente (mas com cautela)

Nada de passar o dia todo dentro de casa ou do escritório! Quinze minutos diários ao ar livre já são suficientes para regular os níveis de vitamina D, que auxilia na absorção do cálcio no sangue e, além disso, influencia na produção de serotonina (hormônio que ajuda a melhorar o ânimo). Aqui vale lembrar também que a exposição exagerada aos raios solares pode ser extremamente prejudicial à saúde, principalmente a da pele. O melhor período para se expôr ao sol é até as 10 horas da manhã e após as 16 horas. E sempre é bom lembrar: o protetor solar deve fazer parte da sua rotina!

#6 Evitar o cigarro e as bebidas alcoólicas

O álcool e o cigarro são os principais responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele. O primeiro diminui os níveis de vitamina A no organismo, agravando o aparecimento de rugas e linhas de expressão. Já o segundo reduz o fluxo sanguíneo, afetando na oxigenação dos tecidos epiteliais. Além disso, doenças como câncer, diabetes, hipertensão e problemas neurológicos (por exemplo, o Mal de Parkinson) podem ser diretamente associadas ao consumo dessas substâncias, já que elas provocam danos nas células saudáveis do organismo.

Seguindo essas dicas básicas você terá mais chances de chegar com saúde na terceira idade. É claro que você não precisa ser radical – lembre-se que é tudo uma questão de equilíbrio e cuide do seu bem mais precioso: a vida!

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Problemas de visão na terceira idade

Conforme ficamos mais velhos, os problemas de visão na terceira idade passam a ser mais comuns. Conheça sintomas, causas e tratamento dos mais frequentes!

Com a chegada da velhice, começam a aparecer sintomas que antes não faziam parte da rotina. Os sentidos já estão danificados, o corpo já não funciona tão perfeitamente e algumas doenças “da idade” se manifestam – por exemplo, problemas de visão na terceira idade se tornam mais comuns.

Os olhos são um dos primeiros a apresentar falhas. Ainda na idade adulta, por volta dos 40 anos, os sintomas já aparecem. Com a popularização da tecnologia e o consequente uso contínuo de aparelhos como celulares e tabletes, é cada vez mais precoce o aparecimento desses sintomas. Felizmente os avanços da medicina já permitem que alguns problemas sejam solucionados ou, pelo menos, amenizados. Abaixo listamos os três problemas de visão na terceira idade mais frequentes. Informe-se e fique atento aos sintomas, pois a maioria pode ser controlada com diagnóstico precoce e correto!

Presbiopia (vista cansada)

Também conhecida como vista cansada, a presbiopia atinge pessoas acima dos 40 anos de idade. É, basicamente, a perda da qualidade visual para enxergar o que está perto, especialmente em ambientes com pouca luz. Ler um livro, por exemplo, pode se tornar uma tarefa árdua. Quem sofre desse problema percebe que as letras perdem o foco e que é necessária certa distância para conseguir interpretá-las.

Os sintomas, além da dificuldade para enxergar de perto, podem incluir dores de cabeça e fadiga da visão. A boa notícia é que o tratamento é simples: utilização de óculos ou lentes de contato.

Glaucoma

Essa doença genética é provocada pelo aumento na pressão ocular, que provoca lesão no nervo óptico, podendo levar à cegueira irreversível caso não seja diagnosticada a tempo. É uma doença silenciosa e sem sintomas, até que, com o passar dos anos, a pessoa começa a perder a visão periférica gradualmente, podendo chegar à perda total da visão no olho atingido.

O diagnóstico é feito com exames específicos, clínicos e laboratoriais. Os pacientes que possuem histórico familiar devem realizar esses exames anualmente a partir dos 45 anos e todos os pacientes com mais de 60 anos devem incluí-los na sua rotina de check-up médico. Já o tratamento, que busca estabilizar a pressão ocular e, assim, evitar a cegueira, é feito apenas com a utilização de colírios.

Catarata

A catarata é a principal causa de cegueira irreversível em todo o mundo, portanto, pode ser considerada também o maior dos problemas de visão na terceira idade. Ela costuma aparecer depois dos 50 anos de idade e consiste na perda progressiva da transparência do cristalino (parte interna do olho que fica próxima à pupila). Assim, o cristalino acaba ficando opaco e, com isso, a nitidez das imagens é reduzida progressivamente conforme a doença avança. A catarata surge de maneira natural, mas também pode ser acelerada por doenças como o diabetes, por exemplo.

Quando esssa enfermidade interfere nas atividades normais do indivíduo, o cristalino embaçado pode ser substituído por lentes artificiais transparentes. Esse geralmente é um procedimento ambulatorial feito a laser e muito seguro.

– Veja 7 dicas para aumentar a qualidade de vida na terceira idade!

Agora que você já conhece os principais problemas de visão na terceira idade, já pode ficar atento aos sinais e sintomas. Além disso, é importante lembrar-se que a saúde do idoso é mais frágil e precisa de acompanhamento contínuo; não espere a situação se agravar para procurar tratamento. Inclusive já falamos aqui no blog sobre os motivos para procurar um médico para idosos.

Você conhece alguém que aparenta ter alguma das doenças relacionadas acima? Então que tal compartilhar esse artigo com amigos e familiares em suas redes sociais?

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Segundo o IBGE, 11% das pessoas com depressão são idosos. Confira os principais sintomas da depressão em idosos e aprenda como ajudá-los na prevenção.

Nem só de boas memórias, sorrisos e sabedoria é feita a terceira idade. Envelhecer, infelizmente, é conviver rotineiramente com perda de entes queridos, surgimento de doenças, redução de renda e muitas vezes isolamento social. Esses fatores, combinados com fatores biológicos (hereditários), podem originar uma doença silenciosa que traz diversas consequências ruins: a depressão em idosos.

Preconceito e falta de conhecimento muitas vezes tornam mais difícil a identificação dos sintomas. Entretanto, o cuidado deve ser redobrado, uma vez que a depressão está entre as principais doenças mentais que atingem os idosos.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pessoas entre 60 e 64 anos de idade representam a faixa etária com maior proporção (11%) de diagnóstico de depressão. E este índice só vem aumentando com o passar dos anos.

Os fatores que podem estar acarretando no aumento da incidência da depressão em idosos são: aposentadoria e a consequente sensação de inutilidade, falta de realização profissional, redução de renda e dificuldades financeiras, isolamentos sociais, incidência de outras doenças e a morte de amigos e familiares.

Quem cuida (ou ajuda a cuidar) de idosos deve sempre ficar atento aos sinais de depressão, para que o  diagnóstico seja o mais breve possível. Confira os principais sintomas da depressão em idosos e, em seguida, aprenda como ajudá-los na prevenção.

Conheça os principais sintomas da depressão em idosos

Um dos maiores problemas da depressão na terceira idade é a dificuldade do diagnóstico, uma vez que os sintomas frequentemente são confundidos com preguiça, cansaço e alterações de humor característicos da idade.

No entanto, não tratar a doença adequadamente pode culminar em demência e até mesmo Alzheimer. Além disso, também é importante considerar que os sintomas podem ocasionar alimentação inadequada, sedentarismo, isolamento social, e muitas vezes até a falta de higiene. Esses fatores combinados podem não só gerar o surgimento de outras doenças, como também agravar àquelas já existentes.

Para conseguir identificar os sinais de depressão de maneira mais certeira, confira, abaixo, a lista com os principais sintomas.

  1. Humor depressivo durante a maior parte do dia, indicado por relato do idoso ou de terceiros;

  2. Diminuição drástica do interesse ou prazer em atividades antes prazerosas;

  3. Aumento ou diminuição incomuns do apetite,  perda ou ganho significativos de peso;

  4. Insônia ou sono excessivo;

  5. Fadiga ou perda de energia, agitação ou retardo psicomotor (capacidades cognitivas mais lentas).

  6. Sentimentos de inutilidade, culpa excessiva e inapropriada, “complexo de perseguição” ou medo exagerado de doenças graves;

  7. Redução na capacidade de concentração;

  8. Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio;

Os sintomas da depressão acarretam em sofrimento, prejuízos ocupacional e  social. Há situações em que eles podem ser causados por medicamentos, pelo uso de álcool ou por doenças neurológicas, infecciosas, metabólicas, endócrinas e cardiovasculares. Por isso é indispensável recorrer a um médico assim que os sintomas são identificados.

Como prevenir a depressão em idosos

Ainda que exista tratamento adequado para a depressão, prevenir sempre é a melhor opção. A melhor alternativa para evitar a doença, sem dúvidas, é incentivar os idosos à qualidade de vida generalizada, com uma rotina ativa e cultivar boas relações sociais.

Embora possa ser difícil para um idoso com saúde debilitada e situação financeira restrita sair de casa, há uma série de atividades possíveis. Entre elas estão leitura, frequentar cursos gratuitos, visitas a parques, ter encontros rotineiros com amigos e  participar de grupos de ginástica ou de dança de terceira idade na comunidade (muitas vezes gratuitas ou com baixo custo).

Lembre-se que o papel da família é fundamental tanto para prevenir, quanto para identificar os sintomas da depressão. Visitar, dar seu apoio, promover atividades que aumentem a autoestima e fomentem o convívio social são atitudes que podem transformar a vida de um idoso depressivo. Afinal, não é porque estão no fim de sua jornada, que a vida deles deve ser  que ser menos plena e feliz, não é mesmo?

Clique e veja mais mais dicas sobre como cuidar da saúde do idoso!

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