Quais as dificuldades na implementação de um sistema de emergência para idosos?

Como em todas a fases da vida que exigem adaptação, encarar a terceira idade pode ser um grande desafio. Uma série de mudanças ocorre gradualmente na vida da pessoa idosa: O corpo já não corresponde da mesma forma aos estímulos, problemas de saúde são mais frequentes e com consequências mais graves, o metabolismo torna-se mais lento, etc. Esse processo pode ser mais ou menos perceptível, de acordo com o estilo de vida e condições ambientais aos quais cada pessoa é exposta. Em muitos casos, os idosos têm dificuldades em perceber e aceitar a nova condição na qual se encontram, demonstrando certa resistência a receber a devida atenção.

Muitas vezes os idosos acreditam que, por estarem saudáveis, não precisam de qualquer tipo de cuidado. O problema é que, por melhor que esteja a saúde deles, pessoas com idade avançada sempre correm mais risco de incidentes, como por exemplo as quedas, que são comuns nessa fase da vida devido a fatores como tonturas, dificuldades de visão, entre outros. 

Diante dessa realidade, responsáveis pelo cuidado com pessoas idosas, especialmente as que são mais saudáveis e independentes, têm optado por soluções tecnológicas que proporcionem segurança sem interferir no dia a dia delas. Os sistemas de monitoramento pessoal estão cada vez mais populares, mas ainda são alvo de resistência por parte de alguns idosos. O principal motivo para essa rejeição é a justamente a ideia de que estão perfeitamente saudáveis e não necessitam de cuidado.  Em alguns casos, os idosos demonstram desconforto com o termo monitoramento, pois sentem que estarão sendo vigiados e “controlados” pelos aparelhos. 

A melhor solução nesses casos é buscar conscientizá-los de que os sistemas de “monitoramento” para idosos são uma ferramenta que estará ao alcance deles no caso de acontecer algum imprevisto, mas que não causarão nenhuma interferência na rotina caso não sejam acionados, o que não se aplicaria no caso da família optar por outras soluções, como a contratação de cuidadores, a internação em casas de repouso ou ainda, a mudança definitiva para a casa de algum familiar. Conversar abertamente com o idoso sobre a sua condição, com os argumentos certos, pode ser a melhor opção. Esclareça para o idoso que o sistema de emergência pessoal não é invasivo e que você se sentirá mais confortável, sabendo que ele poderá pedir ajuda a qualquer momento, com segurança e rapidez. 

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