Queda de idosos – Por que os números aumentam cada vez mais?

Com o aumento da expectativa de vida proporcionado por avanços médicos e tecnológicos, idosos podem viver por longos anos com saúde e qualidade de vida. Porém, quanto mais avançada a idade, mais frágeis eles se tornam. Alterações nos sistemas visual, neurológico e muscular são inevitáveis com o passar dos anos, e esses fatores, entre outros, acabam contribuindo para um quadro alarmante: o crescimento no número de queda de idosos.

Dados do Boletim Epidemiológico Paulista, divulgados pela Secretaria de Saúde de São Paulo, apontam a queda de idosos como a terceira principal razão de mortalidade por causas externas (não relacionadas com fatores biológicos) no estado. Segundo o estudo, o  número de quedas fatais cresceu 422% entre os anos 2000 e 2016. Mais da metade desse percentual ocorre entre pessoas com mais de 75 anos. Além de fatores como doenças que afetam a visão e a cognição, como catarata, AVC, Parkinson, sedentarismo e diabetes, o desgaste ósseo também contribui para que as consequências de uma eventual queda sejam ainda mais graves. Uma queda sem traumas em uma pessoa jovem, por exemplo, pode gerar graves fraturas em um idoso. 

Como prevenir a queda de idosos

Se as limitações impostas pela idade avançada são inevitáveis, algumas atitudes podem ajudar a minimizar o risco para a queda dos idosos. Realizar exames médicos periodicamente, controlar doenças, corrigir problemas de visão e praticar exercícios físicos são alguns exemplos do que pode ser feito para prevenir esse tipo de acidente. Além disso, corrigir fatores ambientais, como a presença de obstáculos e baixa luminosidade nos ambientes em que o idoso circula também contribui para evitar as quedas de idosos.

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Mesmo com todos os devidos cuidados, nem sempre é possível evitar a ocorrência de algum incidente. Nesses casos, é muito importante que se preste socorro imediato à vítima. O atendimento na Golden Hour , a primeira hora seguinte ao acidente, é essencial e definitivo, pois é o que definirá as consequências físicas e emocionais do trauma. Idosos que ficam sozinhos em casa ou andam sozinhos na rua correm o risco de não serem socorridos imediatamente. Uma solução possível para esse problema é o Sistemas de Monitoramento Pessoal conhecido como Vidafone. 

Vidafone: Segurança para o idoso, tranquilidade para a família

O Vidafone consiste em um serviço de emergência pessoal que proporciona que o seu familiar idoso tenha uma rotina normal, sem interrupções, com a garantia de que será prontamente amparado em caso de alguma emergência, como por exemplo a queda de idosos. Através de um Botão de emergência – dispositivo pequeno e discreto usado como pingente ou pulseira, é possível acionar uma central de atendimentos disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Quando o botão de emergência é acionado, um profissional irá se comunicar imediatamente com o idoso, afim de identificar a gravidade da ocorrência e, dependendo da situação, agirá conforme for necessário, desde simplesmente acalmá-lo até eventualmente acionar ambulância ou serviços médicos. 

O Vidafone está disponível em duas versões: Fixo, para usuários que passam mais tempo sozinhos em casa, e móvel, para os que costumam andar desacompanhados na rua. O primeiro é conectado à linha telefônica fixa através de um console. O segundo  funciona através da linha telefônica móvel, com tecnologia GSM. Ambos modelos possuem características próprias, mantendo a mesma função principal. Escolha o melhor modelo de acordo com o perfil do seu familiar

E se o idoso não conseguir acionar o botão de emergência?

Uma das funcionalidades do Vidafone (opcional no modelo fixo e embutido no móvel) é o sensor de quedas. Ele aciona automaticamente o serviço no caso do idoso sofrer uma queda e ficar impossibilitado de apertar o botão. Ou seja, o seu familiar estará amparado mesmo quando não conseguir pedir ajuda.   

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